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31 de outubro, Dia Mundial das Cidades!

A Organização das Nações Unidas (ONU-Habitat) celebra anualmente o Outubro Urbano. A iniciativa tem início com o Dia Mundial da Habitação e termina com o Dia Mundial das Cidades, no dia 31. Em 2019, o Dia Mundial das Cidades tem como tema “Mudando o mundo: inovações e uma vida melhor para as gerações futuras”, para discutir como a urbanização pode contribuir para o desenvolvimento sustentável das cidades.

 

O objetivo do Dia Mundial das Cidades é promover o interesse da comunidade internacional da urbanização global, aumentar a cooperação entre países por meio de reuniões para debater como enfrentar os desafios da urbanização e contribuir para o desenvolvimento urbano sustentável ao redor do mundo.

 

 

Quanto à edição de 2019 do Dia das Cidades, os objetivos principais são: aumentar a conscientização sobre como as inovações digitais podem ser usadas para a prestação de serviços urbanos, a fim de melhorar a qualidade de vida e o ambiente urbano; mostrar novas tecnologias que possam criar cidades mais inclusivas; apresentar oportunidades para geração de energia renovável nas cidades; explorar como as tecnologias podem promover a inclusão social nas cidades.

 

O tema geral do Dia Mundial das Cidades é “Cidade melhor, vida melhor”. A cada ano, um subtema diferente é escolhido para representar a data, ou para promover o sucesso da urbanização ou para abordar mudanças especificas resultantes do processo urbanizador.

 

Outubro Urbano

 

A escolha do mês de outubro para a campanha está inserida no contexto de duas relevantes agendas para as cidades: é o mês seguinte à adoção dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), e aconteceu um ano antes da Terceira Conferência das Nações Unidas sobre Habitação e Desenvolvimento Urbano Sustentável (Habitat III), realizada em Quito (Equador), de 17 a 20 de outubro de 2016.

 

A iniciativa é também uma plataforma para debate e divulgação da Nova Agenda Urbana e dos ODS, em especial o ODS 11 (“Tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis”).

 

Para dar visibilidade aos temas do Outubro Urbano, o escritório do ONU-HABITAT no Brasil criou, em 2018, o Circuito Urbano — uma convocatória para apoiar institucionalmente eventos, organizados por diversos atores, que ocorram em outubro. Neste ano, o tema geral das atividades será “Cidades Inovadoras e Inclusivas”, e como pergunta inspiradora “Como a inovação pode aprimorar serviços e políticas urbanas de maneira inclusiva e sustentável?”

 

O CAU/BR celebrou o Outubro Urbano com duas iniciativas: o programa de rádio “Minuto Arquitetura para a Vida”, objetivando conscientizar a população brasileira sobre a necessidade da contratação de arquitetos e urbanistas em obras de reforma e construção; e a exposição de painéis sobre Assistência Técnica em Habitação de Interesse Social (ATHIS) na 21ª edição do Congresso Brasileiro de Arquitetos.

 

Saiba mais:

CAU/BR promove ações para celebrar Dia Mundial da Arquitetura e Mês Urbano

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2 respostas

  1. É razoável esperar que as cidades se tornem espontaneamente…
    INCLUSIVAS
    SEGURAS
    RESILIENTES e
    SUSTENTÁVEIS
    …sem planejamento?

  2. A resposta dos governos, será de extrema importância, na organização das cidades e no meio ambiente no futuro. Não somos só e isolados, em nosso país, pois todas as decisões terão que ser levadas em nível global.Pois teremos megacidades, e em especial na Africa, onde os desafortunados, serão mais desafortunados, e os ricos mais ricos, acentuando assim a desigualdade nas cidades e em especial nas periferias.Teremos por volta de 65 milhões de pessoas, sendo que quase 80% da população mundial vivendo nas cidades, conforme dados da ONU, e qual o impacto disto na saúde, no transporte ,saneamento básico, no meio ambiente, novas tipologias e materiais para a habitação, e no planejamento das cidades. Será que teremos que repensar de forma urgente, o viver a cidade?E o papel do arquiteto e urbanista, será trazer a tona, as novas tecnologias, o novo “modo operandis”, de repensar a cidade para 2015, com visão para o seculo 22. Ana Sandim

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