CIDADES

Acervo de Boas Práticas Urbanas do CAU acolhe soluções para problemas das cidades

A partir deste 7 de julho até 31 de dezembro, é possível participar do Acervo de Boas Práticas Urbanas. É o prazo estabelecido pelo edital da Chamada Pública Nº 4/2022 do CAU Brasil que pretende divulgar iniciativas bem-sucedidas de intervenções nas cidades brasileiras. A ação é uma contribuição dos arquitetos e urbanistas para a formulação de planos de governo das candidaturas, mais um desdobramento da “Carta-Aberta aos Candidatos (as) nas Eleições 2022”. Saiba mais no hotsite www.caubr.gov.br/eleicoes2022

 

A ilustração faz parte de projeto de boas práticas relacionado à Primeira Infância,  de autoria das arquitetas Maia Lafer Naeh e Marjorie Martins Silveira, selecionado em chamada pública do IAB. Ver detalhes abaixo.

 

O Edital de Chamada Pública Aberta para o  Acervo de Boas Práticas Urbanas vai propiciar que cidadãos e cidadãs, organizações e órgãos públicos apresentem soluções já experimentadas para problemas coletivos nas cidades a partir da Arquitetura e Urbanismo, inspirando a replicação das práticas pelo território nacional. As iniciativas precisam ter sido concluídas nos últimos cinco anos por equipes que contem com, pelo menos, um profissional de arquitetura e urbanismo em situação regular perante o CAU. 

 

A chamada pública não envolve concorrência e não prevê premiações ou remuneração para os participantes, mas contará  com a divulgação na seção Boas Prática do hotsite Eleições 2022 e nos canais de comunicação do CAU/BR. 

 

Serão aceitos trabalhos que relatem ideias implementadas em qualquer município do Brasil, realizadas por entidades públicas ou privadas, pessoas físicas, organizações não governamentais, grupos e coletivos sem fins lucrativos. As ações devem ainda estar associadas a algum dos seis eixos da Carta-Aberta aos Candidatos (as): Eixo A – Planejamento das cidades e de regiões; Eixo B – Habitação, Saúde Pública e Meio Ambiente; Eixo C – Organização e Políticas de Estado; Eixo D – Valorização da Arquitetura e Urbanismo, Eixo E – Tributos e Trabalho; e Eixo F – Educação. 

 

As experiências devem ser descritas em textos de até 5.000 caracteres, oferecendo informações sobre o público impactado pela ação, o objetivo, e as contribuições da ação para o segmento da Arquitetura e Urbanismo.

 

Os relatos devem ser enviados para o e-mail boaspraticas@caubr.gov.br  acompanhados de até quatro fotos ou ilustrações ou links de conteúdos audiovisuais explicativos. 

 

As inscrições começam às  9h do dia 7 de julho e irão até  as 17h do dia 31 de dezembro.  Os trabalhos serão validados por uma comissão curadora e, caso se enquadrem nos termos do edital, farão parte do acervo definitivamente. Os trabalhos que participaram de Editais do CAU/BR ou dos CAU/UFs serão automaticamente aceitos para composição do acervo.

 

Os trabalhos que participaram de Editais do CAU/BR ou dos CAU/UFs, bem como das entidades do CEAU,  serão
automaticamente aceitos para compor o ACERVO.

 

Acesse a plataforma e conheça as primeiras experiências que fazem parte do Acervo de Boas Práticas Urbanas. 

 

Todas as informações estão disponíveis no Edital 04/2022 publicado na seção Chamadas Públicas do Portal da Transparência. 

 

Acesse o edital 

 

CRÉDITO

A ilustração do post desta página faz parte de  pesquisa – projeto foi realizada para a disciplina final de Conclusão de Curso em Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Fortaleza , em junho de 2019, por  Maia Lafer Naeh (Arquiteta e Urbanista, Mestranda no Mestrado Profissional em Arquitetura Paiagística da UFRJ  e pesquisadora sobre criança, espaços livres e paisagem) e Marjorie Martins Silveira (Arquiteta e Urbanista – Pesquisadora sobre criança e cidade).

 

O projeto teve como proposta unir a EMEF Irmã Simãs com a Praça do Conjunto Alvorada a partir da visão das crianças vinculada com o olhar adulto das autoras resgatando espaços livres e recreativos.

 

O trabalho foi um dos selecionados para inclusão em plataforma de ações de boas práticas relacionadas à Primeira Infância a partir de um chamamento público realizado em 2021 pelo o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB)  e pela  Fundação Bernard van Leer (FBvL), em parceria com a Federação Panamericana de Associações de Arquitetos (FPAA), a Agrupación Arquitectura y Niñez de América (ANDA), e o programa Architecture & Children da União Internacional de Arquitetos (UIA). 

 

 

 

 

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