ATENDIMENTO E SERVIÇOS

Arquitetos e urbanistas avaliam positivamente serviços do CAU

Arquitetos e urbanistas mostraram um alto índice de satisfação com os serviços oferecidos pelo CAU/BR e pelos CAU/UF. De nove serviços avaliados pelos profissionais, sete foram avaliados com nota média superior a 7, em uma escala de zero a 10. Essas e muitas outras informações fazem parte da Pesquisa de Avaliação do CAU realizada pelo Instituto Datafolha em maio, com 1.500 arquitetos e urbanistas e 500 empresas de Arquitetura e Urbanismo entrevistados por telefone, para aferir a efetividade dos canais de comunicação do Conselho com os profissionais e sociedade, além levantar informações para subsidiar ações que garantam o acesso às informações da entidade.

 

A amostra da pesquisa foi feita de acordo com a distribuição etária e geográfica da base total de registros realizados junto ao CAU. Com o estudo, foi possível conhecer melhor o perfil dos profissionais e empresas que atuam com Arquitetura e Urbanismo, avaliação do CAU/BR e dos CAU/UF e expectativas em relação à atuação do conselho em todo o país.

 

“Necessitamos de informações precisas para trabalharmos as ações do CAU, tanto para o planejamento da entidade, quanto para melhorar a comunicação com os profissionais “, afirmou o presidente do CAU/BR, Luciano Guimarães. “Nós arquitetos sempre tivemos a preocupação de trabalhar com um sistema informatizado consistente, e aqui falo não só do o SICCAU, mas também o IGEO, que trabalha com dados regionalizados da atuação dos profissionais”, disse o presidente, destacando que muitos desses dados são divulgados no Anuário de Arquitetura e Urbanismo. 

A pesquisa confirmou que as funções institucionais do CAU/BR e dos CAU/UF são bastante reconhecidas entre arquitetos e urbanistas. Cerca de 81% conhecem e se sentem informados sobre a Lei 12.378/2010, que regula o exercício da Arquitetura e Urbanismo no Brasil e criou o CAU, contra apenas 19% que dizem desconhecer a lei ou sentem-se pouco informados sobre ela. Os profissionais também entendem as diferenças de funções do CAU/BR e dos CAU/UF: 74% sabem que ao CAU/BR cabe editar normas referente ao exercício profissional, e 73% sabem que é função dos CAU/UF fiscalizar as atividades relacionadas à profissão. De um modo geral, 70% dos profissionais acreditam que o CAU cumpre sua missão “em parte”, e 25% acham que “cumpre totalmente”. Apenas 4% acha que o CAU não cumpre nada da sua missão e 2% não sabem. 

 

AVALIAÇÃO DOS SERVIÇOS

Serviços online oferecidos por meio do Sistema de Informação e Comunicação do CAu (SICCAU), como Registro Profissional, emissão de RRT, Certidões e Registro de Direito Autoral, receberam nota média 8,0 dos profissionais. As empresas entrevistadas deram, em média, nota 7,8 para esses serviços. Nada menos que 83% dos arquitetos e 78% das empresas declararam-se “satisfeitos” ou “muito satisfeitos” com os serviços.

Já a Central de Atendimento, em que o arquiteto e urbanista é atendido pelos telefones 0800-883-0113 e 4007-2613 ou pelo site www.caubr.gov.br/atendimento, recebeu notas médias de 7,8 dos profissionais e 7,5 das empresas. Entre os profissionais, 80% se disseram “satisfeitos” ou “muito satisfeitos” com o atendimento. Entre as empresas esse índice foi de 77%. As mídias do CAU/BR também tiveram uma excelente avaliação. Todos os produtos – incluindo Site, Instagram, Facebook e Clipping – receberam notas médias acima de 8, sendo que entre 83% e 90% dos profissionais entrevistados pelo Datafolha se disseram “satisfeitos” ou “muito satisfeitos” com as mídias do CAU.

 

Campanhas publicitárias em homenagem ao Dia do Arquiteto, realizadas anualmente pelo CAU/BR e pelos CAU/UF, foram bem avaliadas por 71% dos arquitetos e urbanistas e por 62% das empresas, recebendo notas médias 7,3 e 6,7, respectivamente.

Essa, aliás, foi uma das ações mais demandadas pelos arquitetos e urbanistas entrevistados. Para 42% das empresas e 34% dos profissionais, a promoção de campanhas publicitárias é a principal ação que o CAU deve tomar para auxiliar os arquitetos a conquistarem novos clientes. 

 

A ferramenta de busca “Ache um Arquiteto e Urbanista”, com portfolios e currículos de profissionais e empresas de todo o Brasil, foi aprovada por 74% dos arquitetos e urbanistas e por 66% das empresas. 

FISCALIZAÇÃO E ÉTICA

Ações em defesa da postura ética de arquitetos e urbanistas, por meio da Comissão de Ética e Disciplina, receberam nota média 6,8 de profissionais e 6,3 das empresas entrevistadas. Entre os arquitetos e urbanistas, 65% declararam-se “satisfeitos” ou “muito satisfeitos”, enquanto entre as empresas esse índice foi de 55%. Fiscalização do exercício ilegal da Arquitetura e Urbanismo recebeu notas médias de 5,7 de profissionais e 5,2 de empresas. Cerca de 44% disseram estar “satisfeitos” ou “muito satisfeitos” com a fiscalização dos CAU/UF. Entre as as empresas, esse índice foi de 41%.

 

No geral, o índice de satisfação com o CAU/BR ficou em 53% entre os profissionais e 38% entre empresas, com notas médias de 6,2 e 5,3. Os CAU/UF, por sua vez, tiveram índice de satisfação de 54% entre profissionais e 41% entre empresas, com notas médias de 6,3 e 5,5. “Depois do CAU, nós temos referência. No tempo do CREA, a gente era muito solto, não tinha a quem recorrer, não tinha representatividade. As coisas ficaram mais claras: o papel do arquiteto, aonde ele pode ir e, até mesmo, aonde os outros profissionais podem ir. Antes era meio misturado e foi o CAU que trouxe esta clareza”, diz um profissional entrevistado. 

“De um modo geral, estou bem satisfeita. O CAU Brasil relaciona-se e posiciona-se bastante com relação às decisões do governo. Eu acho isso bem importante. Além disso, tivemos bastante avanços em relação à profissão e ao sistema online que eu gosto muito: acho prático eficiente e rápido”, afirmou outra entrevistada. 

 

Apesar do nível de satisfação, também foram captadas críticas como esta, de uma profissional: “Ainda é uma classe que não tem muita força no país e o CAU deveria ter essa responsabilidade de fiscalizar e multar os profissionais que trabalham de forma ilegal. Não vejo isso acontecendo, essa fiscalização e publicação nas redes de TV sobre a importância da profissão que não é tão conhecida no país. Deu uma melhorada, mas eu não acho que seja suficiente”.

DEMANDAS DOS ARQUITETOS

Pesquisa também captou algumas percepções dos arquitetos e urbanistas sobre as ações que o CAU deve priorizar. Conforme dito anteriormente, 42% das empresas e 34% dos profissionais apontam a promoção de campanhas publicitárias como a principal ação que o CAU deve tomar para auxiliar os arquitetos a conquistarem novos clientes. Quando perguntados sobre quais temas o CAU deve priorizar em prol da sociedade e da Arquitetura e Urbanismo, as respostas espontâneas mais citadas foram: valorização profissional, gestão urbana, arquitetura social, fiscalização e acessibilidade – nessa ordem. 

 

Existe um altíssimo grau de interesse nas discussões que envolvem o CAU. Cerca de 71% dos profissionais e 77% dos sócios de empresas declaram que participam de debates sobre questões da profissão e do exercício profissional com seus colegas arquitetos e urbanistas. O interesse em participar do CAU foi verificado em 31% dos profissionais e 41% dos sócios de empresas, sendo que 22% do primeiro grupo e 32% do segundo acompanha os assuntos discutidos nas Reuniões Plenárias do CAU/BR e dos CAU/UF. 

Dentre os arquitetos e urbanistas que mostraram interesse em participar do CAU, a maior parte declarou a intenção de integrar grupos de trabalho sobre temas específicos (59%), enquanto quase um terço (31%) disse ter intenção de se candidatar a conselheiro. Entre os sócios de empresas, a vontade de participar das Eleições do CAU é maior: 37% deles têm intenção de virar conselheiro. Metade dos empresários que querem participar do CAU preferem integrar grupos de trabalho.

 

ENTIDADES DE ARQUITETOS E URBANISTAS

Sobre participação política, também foi perguntado aos arquitetos e urbanistas sobre a atuação em entidades de livre associação do setor, como IAB, FNA, AsBEA, ABEA e ABAP. No total, 16% dos profissionais são filiados a uma dessas organizações – a maior parte deles ao IAB, com 11% das filiações, seguido pela FNA, com 4%. Entre as empresas, 6% estão filiadas à AsBEA, entidade que reúne escritórios de Arquitetura e Urbanismo em todo o país. 

A Pesquisa CAU/BR-Datafolha 2019 captou muitas outras percepções de profissionais e empresas, em relação ao mercado de trabalho, áreas de atuação profissional e muitos outros temas. Fique atento, em breve iremos divulgar os dados na íntegra. Sua contratação se deu por meio de concorrência.

 

Esta é a segunda pesquisa realizada pelo CAU/BR em parceria com o Datafolha. Em 2015, foi feita uma pesquisa junto a toda a sociedade brasileira, com entrevistas realizadas em 177 municípios do país. Entre os principais resultados, descobriu-se que 85% da população que já fez obras de reforma ou construção não utilizaram a assistência técnica de profissionais legalmente habilitados. Foi o maior diagnóstico do setor de Arquitetura e Urbanismo já feito no Brasil, com pesquisas quantitativa e qualitativa, de forma a traçar um panorama abrangente sobre o que a população brasileira pensa sobre o tema.

 

Clique aqui para acessar a pesquisa de 2015.

 

Foto principal: Mercado dos Peixes, Fortaleza (CE), vencedor do 10º Prêmio AsBEA de Arquitetura, na categoria Edifícios Comerciais. Projeto dos escritórios Arcosanti Arquitetura, Esdras Santos Arquitetura e Fausto Nilo Arquitetura.

41 respostas

  1. Os arquitetos podem até conhecer a diferença entre o CAU-BR e os CAU-UF, mas o CAU-BR não conhece, ou finge não conhecer. Há anos que encaminhei uma questão de competência exclusiva do CAU-BR e a mesma não sai do CAU-RJ e, pior, não há resposta até agora. Já mandei ofício ao CAU-BR, registrei reclamação no “call center” terceirizado e registrei várias manifestações na ouvidoria. Essa pesquisa dirigida do Data-Fôlha não é compatível com as declarações voluntárias proclamadas via redes sociais pelos arquitetos. Tem algo a ser esclarecido.

  2. Sei que houve uma tentativa de valorização profissional mas, para mim, não mudou em nada. Acho que todas as questões acerca de competências poderiam ser tratadas no âmbito do CREA.

    1. Gustavo, o CAU/BR e os CAU/UF existem desde 2011, tendo criado o SICCAU, Tabela de Honorários, Código de Ética, Resolução sobre Direitos Autorais, Resolução sobre Atividades Privativas de Arquitetos e Urbanistas, Site Ache um Arquiteto, desenvolveu campanhas nacionais de valorização profissional e têm lutado no Congresso Nacional pelo planejamento correto de nossas cidades, entre outras ações. O CAU/BR promove ainda diversas ações objetivando a valorização da Arquitetura e do Urbanismo no Brasil, por meio de campanhas publicitárias, diálogo institucional com o Governo Federal e Congresso Nacional, eventos nacionais e agora também ações de apoio à Assistência Técnica para Habitação de Interesse Social.

      Os CAU/UF destinam 2% de seus orçamentos para apoiar projetos de Assistência Técnica em Habitação de Interesse Social em todo o Brasil. Como esse financiamento, arquitetos e urbanistas têm resgatado um direito fundamental do cidadão. Assim como saúde e educação, trata-se da qualidade de vida da população, garantida pela Lei 11.888/2008. Saiba mais em https://caubr.gov.br/athis

      Informamos ainda que o CAU/BR possui uma intensa atuação junto ao Congresso Nacional, com acompanhamento diário dos projetos de lei em tramitação e diálogo permanente com deputados e senadores. Todos os anos, o CAU/BR realiza um Seminário Legislativo de Arquitetura e Urbanismo em Brasília, com a participação de arquitetos e parlamentares. Veja em http://www.caubr.gov.br/seminariolegislativo

      Além disso, o CAU/BR tem promovido diversas campanhas nacionais e de grande alcance pela valorização profissional. O programa Arquitetura para a Vida, produzido pelo CAU/BR, foi transmitido três vezes por semana, em rede nacional. Veja em https://bit.ly/2IH8YRY

      Em dezembro, a campanha do Dia do Arquiteto foi vista por mais de 100 milhões de pessoas. A campanha do Dia do Arquiteto é realizada todos os anos desde 2013, sempre em TV aberta, rádio, jornais, internet e mobiliário urbano. Saiba mais em https://bit.ly/2SlgW3F

      Os CAU/UF realizam ainda ações de fiscalização, de apoio às prefeituras e orientação dos profissionais recém-formados. Existem ainda uma série de benefícios, como planos de saúde, desconto em softwares BIM e financiamento de projetos. Você pode conferir todos em https://caubr.gov.br/indice-beneficios/

      Lembramos que o CAU é de todos os arquitetos e urbanistas. Caso tenha alguma dúvida, por favor entre em contato com a nossa Central de Atendimento:

      Chat: https://caubr.gov.br/atendimento
      Telefones: 0800-883-0113 e 4007-2613

  3. Boa Tarde!
    Acho que a melhor forma para o CAU avaliar um total de 100% de Arquitetos e Urbanistas atuantes é ao acessar o portal com nossos logins, ter um questionário sobre e todos serem obrigados a participar. Assim teria uma resposta mais universal da categoria e dividido por seus estados!, Apenas uma sugestão!

    1. Gostei da sua ideia, cada um poderia relatar sua experiência pessoal, até afim mesmo para estudo de melhorias do setor!

    2. Felipe, informamos que a pesquisa Datafolha seguiu metodologias internacionais e comprovadas para medição das opiniões de arquitetos em todo o Brasil. Uma enquete na internet não teria valor científico. O objetivo da amostragem foi chegar ao máximo de exatidão possível, refletindo a distribuição de profissionais e empresas no território nacional, inclusive respeitando as proporções relativas a idade e sexo.

    3. Boa Noite CAU/BR

      Entendo que seguiu, mas o meu comentário não é contestar o que foi analisado e sim dar uma sugestão de uma forma que consiga abranger todo o território nacional. Um simples recado ao acessar o portal “ANTES DE CONTINUAR RESPONDA A NOSSA PESQUISA” já seria muito util e atingiria uma totalidade. Não concorda?

  4. Quanto o a pesquisa acho que é válida, embora me sentindo prejudicado por atuar também com com segurança do trabalho, e essa questão ha meu juízo não ficou bem resolvida com a saída do sistema CONFEA/CREA. Já tive oportunidade externar ao próprio ex presidente do CAU BR em palestra aqui em BH a questão dos Arquitetos com especialização de engenharia de segurança que era tratado pelos CREAs como Arquitetos e engenheiros de segurança do trabalho e assim eramos apresentados no sistema de procura dos CREAs, como está descrito na lei que estabeleceu esta especialização. O que acontece hoje no CAU? Nem no sistema de busca do CAU “Ache um arquiteto” descreve para o buscador de informações a respeito do profissional, ou seja para o mercado essa especialidade, apenas que ele é Arquiteto e urbanista, diferente da informação completa que era dada pelo sistema dos CREAs.

  5. FIZEMOS PARTE DA IMENSA LUTA PARA A CRIAÇÃO DO CAU DURANTE ANOS, NUMA AÇÃO CONJUTA COM AS CINCO ENTIDADES DE ARQUITETOS IAB, ABEA, ASBEA, FENA E ABAPE, QUE CONFORMARAM O COLÉGIO DE ARQUITETOS.
    SE NOS PERMITEM, APRESENTAMOS NOSSAS CONSIDERAÇÕES NO SENTIDO DA OTIMIZAÇÃO DO NOSSO CAU E À COMPLEMENTARIDADE INDISPENSÁVEL NA ARQUITETURA E URBANISMO, DIANTE DA SUA COMPLEXIDADE.
    ENTENDEMOS O CAU COMO O BRAÇO DO GOVERNO COM O OBJETIVO DE FISCALIZAR OS AQUITETOS PARA QUE SIRVAM MELHOR À POPULAÇÃO, QUANTO À ARQUITETURA E O URBANISMO.
    TODO ARQUITETO EM EXERCÍCIO DA PROFISSÃO OBRIGATORIAMENTE DEVE ESTAR INSCRITO NO CAU – É COMPULSÓRIO.
    CABE, COMPLEMENTARMENTE AO CAU, PORTANTO, CAPACITAR OS ARQUITETOS PARA MELHOR SERVIR A POPULAÇÃO, E FISCALIZAR TODOS OS ARQUITETOS.
    ASSIM, É TOTALMENTE DISPENSAVEL AS AÇÕES QUE VÁRIOS CAUs ESTADUAIS PROMOVEM NO SENTIDO DE ATRAIR OS ARQUITETOS, TIPO: SERVIÇOS DE SAÚDE, REVISTAS, VANTAGENS EM EMPRESAS ETC. O CAU NÃO TEM QUE ATRAIR ARQUITETOS, POIS OS MESMOS ESTÃO OBRIGATÓRIAMENTE NO SISTEMA CAU ENQUANTO ATUAREM PROFISSIONALMENTE.
    OS PROFISSIONAIS DE ARQUITETURA SÃO COMPULSÓRIAMENTE LIGADOS AO CAU PARA PODER EXERCER A SUA PROFISSÃO, SENDO TOTALMENTE DISPENSÁVEL QUALQUER PROMOÇÃO QUE ULTRAPASSE A CAPACITAÇÃO NECESSÁRIA.
    ALÉM DO MAIS EXISTEM OUTRAS INSTITUIÇÕES DE ARQUITETOS QUE TÊM SUAS ATRIBUIÇÕES EXPECÍFICAS ABRANGENDO PARTE DE ARQUITETOS, PORTANTO PRECISAM DE ESTAR PROMOVENDO AÇÕES QUE ATRAIAM OS PROFISSIONAIS NO SENTIDO DE ENRIQUECÊ-LOS, SEM A INDEVIDA E INJUSTA CONCORRÊNCIA DO CAU.
    DESTACAMOS O IAB, ABEA, ASBEA, SAEPE, ABAP CADA UM COM SEU OBJETIVO DIFERENCIADO NO SENTIDO DE COMPLEMENTAR AS ATIVIDADES DE ARQUITETOS E URBANISTAS DENTRO DAS SUAS INÚMERAS FUNÇÕES PARA O ATENDIMENTO DAS NECESSIDADES VISANDO UMA MELHOR QUALIDADE DE VIDA DA POPULAÇÃO.
    AO NOSSO VER CABE ÀS 5 (CINCO) INSTITUIÇÕES APRESENTAREM PROJETOS AO CAU PARA QUE APROVADOS PELO CONSELHO SEJAM DESENVOLVIDOS COMPLEMENTANDO AS NECESSIDADES DE APRIMORAMENTO DIFERENCIADAS DE ARQUITETOS.
    DESTA FORMA É QUE ENTENDEMOS A INTERCOMPLEMENTARIDADE ENTRE AS CINCO INSTITUIÇÕES E O CAU, CONSIDERANDO A COMPLEXIDADE QUE CONFIGURA A ARQUITETURA E O URBANISMO.
    VANIA AVELAR
    ARQUITETA URBANISTA-PE
    EX-CONSELHEIRA DO CAU-PE

    1. Desconsiderando a grosseria de escrever todo o texto em letras maiúsculas vamos às seguintes considerações.

      Primeiramente, eu duvido que o Conselho Federal de Medicina, OAB ou outros conselhos profissionais sérios permitam que um profissional regularmente cadastrado e adimplente tenha remuneração inferior ao piso estabelecido para seus profissionais, sejam eles regidos por CLT ou estatuto. Alguns profissionais de outras categorias, atuando como autônomos, ainda fazem trabalhos por valores (não muito) menores. Mas em contratos formais, “celetistas” ou estatutários não ficam desassistidos pelos respectivos conselhos com a eterna desculpa de que “não cabe ao conselho”.

      Não menos importante é o fato de que entre as instituições citadas, somente o CAU recebe receitas (ou recursos, conforme lei 12.378/2010) dos profissionais compulsoriamente. Ou seja, querendo ou não, para exercer a profissão licita e legalmente o profissional precisa pagar e se somos obrigados a pagar podemos e devemos exigir uma atuação mais eficiente do conselho em todos os âmbitos de complexidade da atuação profissional.

      Se a “adesão” ao CAU é compulsória e consequentemente maior em número e em receita, não se pode afirmar que o CAU e as demais instituições atuam “em concorrência”. Atribuir a responsabilidade de melhoria salarial e outras “ações no sentido de enriquecer os profissionais sem a indevida e injusta concorrência do CAU” e argumentar que “ao nosso ver cabe às 5 (cinco) instituições apresentarem projetos ao CAU” equivale a dizer “o CAU arrecada compulsoriamente, as demais instituições trabalham”. Na verdade, todas deveriam estar atuando em concordância! Afinal, os objetivos maiores de todas elas deveriam ser os mesmos: garantir profissionais qualificados e valorizar a profissão Arquitetura e Urbanismo.

      E sim, valorizar a profissão significa também garantir remuneração justa, condizente e equivalente a uma formação de nível superior. O que justificaria um arquiteto ter vencimento menor que outra graduação (vide edital n° 06/2019 UFPI e tantos casos de arquitetos servidores municipais e estaduais no país inteiro) se não a atuação do conselho e demais entidades profissionais trabalhando juntas? Especialmente IAB e ASBEA deveriam ser partes integrantes do CAU. Sem aditivo de ônus aos profissionais, claro!

      Para finalizar, sugiro um questionamento: se o CAU é um “braço do governo com o objetivo de fiscalizar os arquitetos”, pode-se dizer que é inadequado que o conselho seja custeado e sustentado pelos próprios profissionais que fiscaliza. Por quê? Vou contar com sua capacidade de reflexão e algum senso de moralidade.

  6. Um formulário simples na tela inicial do SICCAU seria muito mais eficiente e abrangente que pesquisa do Datafolha.

    1. Luis, informamos que a pesquisa Datafolha seguiu metodologias internacionais e comprovadas para medição das opiniões de arquitetos em todo o Brasil. Uma enquete na internet não teria valor científico. O objetivo da amostragem foi chegar ao máximo de exatidão possível, refletindo a distribuição de profissionais e empresas no território nacional, inclusive respeitando as proporções relativas a idade e sexo.

    2. Concordo com você Luis. No mínimo o CAU-BR deveria esclarecer com mais detalhes os critérios que nortearam a pesquisa, principalmente a determinação da amostra. No meu ponto de vista, a pesquisa deveria contemplar, em separado, aquele grupo de profissionais que apresentaram alguma manifestação formal ao conselho. Aqueles que tiveram contato com a “hora da verdade”, quando realmente a alma é revelada. O fato de todos os entrevistados opinarem sobre a qualidade do atendimento, sendo o critério da amostra orientado por distribuição de profissionais/empresas no território nacional e proporcionalidade de sexo e idade, cria distorção no resultado. Provavelmente uma parcela que respondeu não teve contato com o atendimento. Gostaria de saber qual a opinião daqueles, especificamente, que apresentaram demandas registradas que exigiam uma ação concreta, não uma informação trivial.

  7. Concordo que houve uma boa campanha nas redes sociais com relação as atribuições dos arquitetos. Porém acho que deveriam atuar e lutar pela valorização do profissional no Setor Público (prefeituras com piso Salarial)! Essa campanha que deveria ser feita através e com o apoio do CAU/BR! Necessitamos de ajuda do conselho e sindicato, para que sejam encaminhados projetos que nos valorizem nestas instituições. O CAU/BR deveria iniciar com um abaixo-assinado online para que esta Lei se estenda ao ESTATUTÁRIO ou que se CRIE uma Lei Específica que nos ajudem e nos valorize como profissional. Trabalho na Prefeitura de São Francisco/MG com vencimentos bruto de R$ 1.408,00, e liquido de 1.272,00, no concurso de 40 horas semanais.

    1. Muito bem lembrado, Danielle Spina. Estatutários são desvalorizados pelos municípios, estados e pelo próprio CAU. Por experiência própria, posso afirmar que não adianta denunciar ao conselho ou registrar RRT de cargo e função informando o vencimento abaixo do piso. O CAU pode até vir a questionar o município ou estado mas se cala e “deixa por isso mesmo” quando recebe uma resposta de que o piso não se aplica a estatutários.
      Há casos em que a melhoria na remuneração dos arquitetos (e engenheiros) servidores se deu exclusivamente pelo esforço do CREA e Sindicato da Construção Civil. O CAU sequer tomou conhecimento da causa e não sabia nem mesmo que havia lei municipal ou estadual definindo o vencimento para a categoria.
      Por isso e por outros motivos defendo que a anuidade deveria considerar os rendimentos declarados à receita federal!

    2. Completando: soube que existe um projeto de lei tramitando há anos que “caracteriza como carreira de Estado as atividades exercidas por engenheiros, arquitetos e engenheiros agrônomos no serviço público federal, estadual e municipal” (Projeto de Lei Complementar – PLC13/2013). As notícias que vejo referentes ao andamento ou até desarquivamento desse projeto são sempre iniciativas de instituições relacionadas às engenharias, nunca soube de um apoio, iniciativa ou contribuição do CAU na proposta.
      https://www.fisenge.org.br/index.php/noticias/item/5774-projeto-que-caracteriza-engenharia-como-carreira-de-estado-e-desarquivado

    3. “Confira a última mobilização que foi feita, quando o assunto entrou em pauta”: 07 de abril de 2015! Sem mais.

  8. QUEM CONFIA NO DATA FOLHA????? NÃO É ESSE INSTITUTO DE PESQUISA QUE DIZIA QUE BOLSONARO PERDERIA DE TODOS NO SEGUNDO TURNO, QUE DILMA ESTAVA ELEITA COMO SENADORA POR MINAS GERAIS, QUE EDUARDO PAIS GANHARIA NO PRIMEIRO TURNO????? ESSE CAU É UMA PORCARIA E PERDEMOS MUITO DESDE QUE SAIMOS DO CREA. FUI PROFISSIONAL REGISTRADO NO CREA E PIOROU DEMAIS DE 2013 PARA CÁ.

    1. Gustavo, o CAU/BR e os CAU/UF existem desde 2011, tendo criado o SICCAU, Tabela de Honorários, Código de Ética, Resolução sobre Direitos Autorais, Resolução sobre Atividades Privativas de Arquitetos e Urbanistas, Site Ache um Arquiteto, desenvolveu campanhas nacionais de valorização profissional e têm lutado no Congresso Nacional pelo planejamento correto de nossas cidades, entre outras ações. O CAU/BR promove ainda diversas ações objetivando a valorização da Arquitetura e do Urbanismo no Brasil, por meio de campanhas publicitárias, diálogo institucional com o Governo Federal e Congresso Nacional, eventos nacionais e agora também ações de apoio à Assistência Técnica para Habitação de Interesse Social.

      Os CAU/UF destinam 2% de seus orçamentos para apoiar projetos de Assistência Técnica em Habitação de Interesse Social em todo o Brasil. Como esse financiamento, arquitetos e urbanistas têm resgatado um direito fundamental do cidadão. Assim como saúde e educação, trata-se da qualidade de vida da população, garantida pela Lei 11.888/2008. Saiba mais em https://caubr.gov.br/athis

      Informamos ainda que o CAU/BR possui uma intensa atuação junto ao Congresso Nacional, com acompanhamento diário dos projetos de lei em tramitação e diálogo permanente com deputados e senadores. Todos os anos, o CAU/BR realiza um Seminário Legislativo de Arquitetura e Urbanismo em Brasília, com a participação de arquitetos e parlamentares. Veja em http://www.caubr.gov.br/seminariolegislativo

      Além disso, o CAU/BR tem promovido diversas campanhas nacionais e de grande alcance pela valorização profissional. O programa Arquitetura para a Vida, produzido pelo CAU/BR, foi transmitido três vezes por semana, em rede nacional. Veja em https://bit.ly/2IH8YRY

      Em dezembro, a campanha do Dia do Arquiteto foi vista por mais de 100 milhões de pessoas. A campanha do Dia do Arquiteto é realizada todos os anos desde 2013, sempre em TV aberta, rádio, jornais, internet e mobiliário urbano. Saiba mais em https://bit.ly/2SlgW3F

      Os CAU/UF realizam ainda ações de fiscalização, de apoio às prefeituras e orientação dos profissionais recém-formados. Existem ainda uma série de benefícios, como planos de saúde, desconto em softwares BIM e financiamento de projetos. Você pode conferir todos em https://caubr.gov.br/indice-beneficios/

      Lembramos que o CAU é de todos os arquitetos e urbanistas. Caso tenha alguma dúvida, por favor entre em contato com a nossa Central de Atendimento:

      Chat: https://caubr.gov.br/atendimento
      Telefones: 0800-883-0113 e 4007-2613

  9. bom dia, cau a datafolha é completamente desacreditada, eu por exemplo nao estou satisfeito com a divulgação, atividades, fiscalização do cau, na divulgação tem que ser toda semana em varias plataformas, na atividades, nao vejo seminarios, palestras indo de encontro com as dores da sociedade, em outras palavras arquiteto e urbanista fazem muito mais do que voces estão divulgando e por fim a fiscalização, não vejo nenhuma fiscalização na baixada fluminense, vejo sim, cau itinerante em buzios, arraial do cabo, precisamos da presença do cau aqui na baixada, nova iguaçu, mesquita, nilopolis e outras cidades da baixada.
    espero que peguem esses apontamentos e melhorem o cau.
    abraços

    1. AMS, agradecemos a atenção e informamos que a fiscalização é realizada pelos CAU/UF, conforme determina a Lei 12.378/2010. Ao CAU/BR cabe promover as normas gerais de fiscalização e analisar possíveis recursos de processos já julgados pelo CAU/UF. Publicamos todos os dias ações de fiscalização dos CAU/UF aqui no Insta. Acompanhe!

      Saiba mais como funciona a fiscalização dos CAU/UF em https://bit.ly/2kTOUyT

      Para fazer uma denúncia, por favor clique em https://bit.ly/2C2zxhH

  10. CauBR ou de qualquer estado precisa realmente parar com essa desculpinha e respostinha padrão de fiscalização é com o CAUUF… Puxa lavada de mão…

    1. Leandro, o CAU/BR e os CAU/UF são autarquias federais uniprofissionais dotadas de personalidade jurídica de direito público, que constituem serviço público federal e têm a função de orientar, disciplinar e fiscalizar o exercício da profissão de Arquitetura e Urbanismo, zelar pela fiel observância dos princípios de ética e disciplina da classe em todo o território nacional, bem como pugnar pelo aperfeiçoamento do exercício da profissão, visando a melhoria da qualidade de vida, a defesa do meio ambiente e a preservação do patrimônio cultural do País. Formam um conjunto autárquico uno, com autonomia administrativa e financeira e estrutura federativa, cujas atividades são custeadas exclusivamente pelas receitas advindas de anuidades, emissão de RRT, certidões e outros serviços.

      O objetivo principal do CAU é regular o exercício da profissão de arquiteto e urbanista no Brasil, defender o interesse e a segurança da sociedade. Faz isso principalmente por meio da edição de normas (resoluções); emissão de registros profissionais, registros de responsabilidade técnica, certidões e outros; fiscalização das atividades de Arquitetura e Urbanismo; e ações de promoção da Arquitetura e Urbanismo.

      Nessa estrutura federativa, o CAU/BR é a instância normativa e recursal. Ou seja, aprova as normas que regulam a profissão, como as atividades que só podem ser realizadas por arquitetos e urbanistas, o Código de Ética e as Tabelas de Honorários; e julga em grau de recurso os processos realizados pelos CAU/UF. É composto por 27 conselheiros federais, representantes de cada uma das unidades da federação brasileira e mais um conselheiro representante das instituições de ensino superior de Arquitetura e Urbanismo. Os CAU/UF são as instâncias executivas do CAU, às quais cabem as ações de atendimento e orientação direta aos arquitetos, assim como as de fiscalização sobre a prática profissional da Arquitetura e Urbanismo. Cada unidade da federação possui um conselho próprio, de modo que todos os arquitetos e urbanistas brasileiros tenham garantido atendimento de qualidade em todo o território nacional.

  11. Interessante notar que numa cidade como o Rio de Janeiro, por exemplo, com 1/3 do território formado por construções irregulares, onde o Prefeito passa por cima do Plano Diteror e da Secretaria de Patrimônio regularmente para liberar gabarito para construtoras, onde sai nos jornais diariamente sobre a atuação dos “arquitetos e construtores” ilegais da Muzema, não se ouve uma palavra do CAURJ… mas na hora de cobrar anuidade e RRT são muito eficientes. Ambas as cobranças absurdas, diga-se de passagem.

    1. José, informamos que a fiscalização é realizada pelos CAU/UF, conforme determina a Lei 12.378/2010. Ao CAU/BR cabe promover as normas gerais de fiscalização e analisar possíveis recursos de processos já julgados pelo CAU/UF. Publicamos todos os dias ações de fiscalização dos CAU/UF aqui no Insta. Acompanhe!

      Saiba mais como funciona a fiscalização dos CAU/UF em https://bit.ly/2kTOUyT

      Para fazer uma denúncia, por favor clique em https://bit.ly/2C2zxhH

      Destacamos ainda que o valor das anuidades e do RRT são definidos pela Lei 12.378/2010. Veja em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Lei/L12378.htm

    2. Caro José,sou colega de MG,e acho que vc está sendo injusto pois na época em vários telejornais de audiência o presidente do CAU/RJ se apresentou,denunciou a irregularidade e naturalmente passou a questão para o MP a quem de dever e obrigação tem que agir,principalmente numa área e situação altamente periculosa.

  12. Um questionário no próprio sistema do CAU (ao qual só arquitetos têm acesso) seria muito mais eficiente e transparente que uma pesquisa feita por DATAFOLHA.

    1. Jayron, informamos que a pesquisa Datafolha seguiu metodologias internacionais e comprovadas para medição das opiniões de arquitetos em todo o Brasil. Uma enquete na internet não teria valor científico. O objetivo da amostragem foi chegar ao máximo de exatidão possível, refletindo a distribuição de profissionais e empresas no território nacional, inclusive respeitando as proporções relativas a idade e sexo.

  13. Em primeiro lugar concordo com alguns colegas de que o CAU deve fazer essa pesquisa diretamente com os profissionais inscritos e pelo site. Colegas, sou Arquiteto há mais de 50 anos, vim para minha cidade, trabalhei na prefeitura, inicialmente como contratado e posteriormente por três administrações locais como secretario de planejamento, fizemos e plano diretor, continuo participando das discussões mas vejo pouca melhora na administração pública. Em todos esses anos quase nada mudou, ou pior, em alguns aspectos até piorou. Os administradores públicos não vêm a necessidade de ter uma equipe técnica qualificada que para discutir a cidade e propor soluções, eles não vêm a necessidade de colocar profissionais, portanto, acho que o pais tem que melhorar culturalmente. Os administradores são políticos e como tal agem. Entendo que o CAU tem feito um trabalho razoável na organização da profissão, porém, de pouco resultado prático para os profissionais. A quantidade de reuniões e os gastos com o deslocamento e estadia verificado no site não justificam o resultado. A massificação da profissão e a qualidade do ensino ajuda a piorar e criou uma quantidade de assinadores de projetos. Nunca consegui formar uma associação de profissionais por falta de interesse ou porque não se dispõe a gastar por algo nada objetivo. Enfim, espero consigam algo melhor para os futuros colegas de profissão.

  14. Qual o número e arquitetos que foram ouvidos ou pesquisados?
    O CAU sabe informar o número de arquitetos que estão desempregados? E a que tempo se encontram nesta situação?
    O CAU sabe como está a situação trabalhista dos arquitetos “empregados” por arquitetos? Tem estatística sobre isso?
    Obrigado.

    1. Teófilo, informamos que a Pesquisa de Avaliação do CAU foi realizada pelo Instituto Datafolha em maio, com 1.500 arquitetos e urbanistas e 500 empresas de Arquitetura e Urbanismo entrevistados por telefone. A amostra da pesquisa foi feita de acordo com a distribuição etária e geográfica da base total de registros realizados junto ao CAU.

      Informamos ainda que não foram feitas as perguntas mencionadas acima.

      1. Teófilo, as perguntas foram formuladas com o obnjetivo de conhecer o perfil dos arquitetos e urbanistas e a efetividade dos canais de comunicação do Conselho com os profissionais e sociedade, além levantar informações para subsidiar ações que garantam o acesso às informações da entidade. Conheça os dados referentes aos perfis dos profissionais, incluindo tipo de atividade e renda, em https://caubr.gov.br/pesquisa-cau-br-revela-perfil-profissional-dos-arquitetos-e-urbanistas-brasileiros/

  15. O CAU precisa divulgar a profissão e unir a classe.
    Enquanto apenas 15% da população já contratou um Arquiteto, qualquer preocupação é secundária.
    O Cau deve demonstrar para a população o custo benefício de se contratar um arquiteto e posteriormente punir quem não contrata um profissional habilitado para executar uma obra.

    1. Beatriz, informamos que o CAU/BR promove diversas ações objetivando a valorização da Arquitetura e do Urbanismo no Brasil, por meio de campanhas publicitárias, diálogo institucional com o Governo Federal e Congresso Nacional, eventos nacionais e agora também ações de apoio à Assistência Técnica para Habitação de Interesse Social. O Código de Ética, a Tabela de Honorários, Resolução sobre Atribuições Privativas dos Arquitetos e Urbanistas e Resolução de Direitos Autorais também são ações que visam valorizar a profissão e estabelecer as regulações básicas da Arquitetura e Urbanismo.

      Em dezembro de 2019, a campanha do Dia do Arquiteto foi vista por mais de 90 milhões de pessoas. A campanha do Dia do Arquiteto é realizada todos os anos desde 2013, sempre em TV aberta, rádio, jornais, internet e mobiliário urbano. Saiba mais em http://www.caubr.gov.br/todos

      No ano passado, o CAU/BR produziu o programa de rádio Arquitetura para a Vida, transmitido três vezes por semana nas rádios CBN e Bandnews. Ouça em http://www.caubr.gov.br/vida.

      O CAU/BR também oferece aos arquitetos e urbanistas e aos possíveis clientes de todo o Brasil a plataforma ACHE UM ARQUITETO, com informações sobre profissionais atuantes em todo o Brasil. É possível encontrar profissionais e empresas por nome, município, estado ou número de registro. Confira em https://acheumarquiteto.caubr.gov.br/

      Informamos que divulgamos todas as semanas oportunidades de trabalho para arquitetos e urbanistas, como editais, concursos e licitações. Veja em https://bit.ly/2MvtenF

      Destacamos ainda que as ações de valorização da profissão tem ajudado o crescimento do mercado de Arquitetura e Urbanismo do Brasil. Em 2018, os profissionais registrados no CAU realizaram 5,4% mais atividades que no ano anterior.

      Destaque-se o crescimento cada vez maior das atividades ligadas à Execução de Obras: houve um crescimento de 6,3% em 2018 – o que representa 30.000 execuções de obras a mais que no ano anterior. Em 2017, esse tipo de atividade também cresceu mais que 6% – o dobro da média nacional naquele ano.

      Confira essas e muitas outras informações no Anuário de Arquitetura e Urbanismo 2019.

      https://caubr.gov.br/anuario2019/

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