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Autor: CAU/BR


“Novas Cidades 2021”: programação completa e currículos dos participantes

1 de julho de 2020
3 Comentários

Dentro do atual cenário de isolamento social, a construção da Carta destinada aos partidos políticos e candidatos a prefeitos e vereadores,  será feita de modo integralmente digital, por meio de uma série de cinco debates online (“lives”) seguida de um balanço para a sintetização dos resultados e formulação dos encaminhamentos. Eis a programação do ciclo “Novas Cidades 2021”:

 

MESA 1 – Dia 9/7
ARQUITETURA e SAÚDE

 

Deputada Federal Carmen Zanotto (Cidadania/SC)

Enfermeira. É deputada federal por Santa Catarina e presidente da Frente Parlamentar Mista de Saúde, relatora da Comissão Externa de Enfrentamento ao coronavírus e terceira Procuradora Adjunta da Câmara dos Deputados. Foi vereadora e secretária Municipal de Saúde de Lages (RS) e de Estado em Santa Catarina. Tem especialização em Administração Hospitalar e em Recursos Humanos.

 

Simone Cynamon Cohen
Arquiteta e urbanista. É professora da Escola Nacional de Saúde Pública/Fundação Oswaldo Cruz e líder do Grupo de Pesquisa Desenvolvimento Local: Determinantes Sociais da Saúde e Ambiente e Habitação Saudável, certificado pelo CNPq. Integra o Centro Colaborador da OPAS – Meio Ambiente e Saúde Pública. Tem especialização em Engenharia Sanitária e Ambiental, é doutora e mestre em Saúde Pública e tem pós-doutorado em Arquitetura e Urbanismo

 

Karine Santana
Sanitarista/pesquisadora na área de Saúde. É professora de Saúde Coletiva na Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública e na Residência Multiprofissional em Clínica da Pessoa e da Família. Atua principalmente em políticas públicas de saúde, determinantes sociais da saúde, epidemiologia social, vigilância em saúde, saúde da população negra e educação em saúde. É doutoranda em Medicina e Saúde.

 

Gilson Rodrigues
É coordenador nacional do G10 das Favelas e líder comunitário em Paraisópolis/São Paulo. Fundou projetos esportivos e culturais, como a Orquestra e Ballet de Paraisópolis

 

 

Mesa 2 – Dia 14/7
CIDADES SUSTENTÁVEIS

 

Deputada Federal Angela Amin (PP/Santa Catarina)
Formada em Matemática é mestre e doutora em Engenharia de Gestão do Conhecimento e professora. É deputada federal por Santa Catarina. Na Câmara dos Deputados foi presidente da Comissão de Desenvolvimento Urbano e vice-presidente da Comissão de Educação. Atualmente integra as Comissões de Ciência e Tecnologia e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Foi vereadora e prefeita de Florianópolis, Santa Catarina.

 

José Júlio Ferreira Lima
Arquiteto e urbanista. É professor titular da Universidade Federal do Pará, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo dos Programas de pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo e em Planejamento Regional e Urbano da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Estado do Pará, em Marabá. É PhD e mestre em Arquitetura pela Oxford Brookes University, Reino Unido.

 

Philip C. Yang
Mestre em Administração Pública pela J.F. Kennedy School of Government, Harvard University. Serviu como diplomata de carreira do serviço exterior brasileiro entre 1992 e 2002. Iniciou seus estudos na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, e então optou pela Música, tendo se graduado pela Escola de Artes da Universidade de São Paulo (1985).Fundador do URBEM, instituição dedicada à estruturação de projetos urbanos. Contribui regularmente como articulista em vários jornais (Folha de S.Paulo, Valor Econômico, Nexo e Estadão) e outros veículos visando à sensibilização do grande público a temas atinentes a cidades e desenvolvimento urbano.

 

Carmen Silva Ferreira
É líder do Movimento dos Sem-Teto do Centro (MSTC) de São Paulo, conselheira estadual de Habitação da Cidade de São Paulo e ativista pelo direito à cidade. Foi conselheira municipal de Habitação e coordenadora do Conselho Participativo da Região da Sé. Seu trabalho promoveu a retirada de mais de 3 mil pessoas de moradias precárias e debaixo de viadutos, promovendo inclusão social, acesso à saúde, educação e cultura.

 

 

MESA 3 – Dia 16/7
GOVERNANÇA e FINANCIAMENTO

 

Deputado Federal Joaquim Passarinho (PSD/PA)
Arquiteto e urbanista. É deputado federal pelo Pará. Na Câmara dos Deputados foi membro das Comissões Permanentes de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços e de Minas e Energia, bem como da Comissão Especial que analisou as 10 Medidas contra a Corrupção, entre outras. Foi vereador e deputado estadual por Belém/Pará e secretário Estadual de Obras Públicas de Belém.

 

Fernando de Melo Franco
Arquiteto e urbanista. É conselheiro do CAU/SP, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Mackenzie e consultor especialista Urbano do Banco Mundial, com trabalhos na América Latina e África. Foi secretário de Desenvolvimento Urbano do Município de São Paulo e diretor do Instituto de Urbanismo e Estudos para a Metrópole. É doutor em Arquitetura e Urbanismo.

 

Cláudio Bernardes
Engenheiro civil. É presidente da Ingai Incorporadora S/A e do Conselho Consultivo do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi/SP), entidade que também presidiu. É escritor e colunista do jornal Folha de São Paulo.

 

Pâmela Carvalho
Educadora, historiadora, gestora cultural, comunicadora e pesquisadora ativista das relações raciais e de gênero e dos direitos de populações de favelas. É coordenadora do Eixo “Arte, Cultura, Memórias e Identidades” na Redes de Desenvolvimento da Maré e fundadora do Quilombo Etu. É moradora do Parque União (Conjunto de Favelas da Maré). É mestre em Educação.

 

MESA 4 – Dia 21/7
PAISAGEM e PATRIMÔNIO

 

Deputado Federal Edmilson Rodrigues (PSOL/Pará)
Arquiteto e urbanista e professor. É deputado federal pelo Pará. Foi prefeito de Belém e deputado estadual. É doutor em Geografia Humana e mestre em Planejamento do Desenvolvimento. Na Câmara dos Deputados integrou as Comissões de Desenvolvimento Urbano, de Legislação Participativa, de Educação, de Integração Nacional, entre outras.

 

Luciana Saboia

Arquiteta e urbanista. É coordenadora do Programa de Pós-graduação da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília. É pesquisadora PQ2 do CNPq e pesquisadora associada ao Laboratoire Infrastructure, Architecture, Territoire – LIAT, École nationale supérieure darchitecture Paris-Malaquais e no LOCI da Universidade Católica de Louvain, Bégica. Foi pesquisadora visitante para estudos de pós-doutorado no Office for Urbanization da Harvard Graduate School of Design, em Cambridge/EUA.

 

Andrey Rosenthal Schlee

Arquiteto e urbanista. É professor da Universidade de Brasília (UnB). Participou da Comissão Assessora de Avaliação da Área de Arquitetura e Urbanismo do ENADE; da Comissão Consultiva de Arquitetura e Urbanismo da Rede de Agências Nacionais de Acreditação (RANA) e do Sistema de Acreditação do Mercosul. Foi diretor do Departamento de Patrimônio Material e Fiscalização do IPHAN e coordenador da Área de Arquitetura e Urbanismo e Design da CAPES.

 

Chirley Pankará

Educadora e ativista do momento indígena. É codeputada estadual pelo Mandato Coletivo da Bancada Ativista PSOL/SP na Assembleia Legislativa de São Paulo. É e doutoranda em Antropologia Social.

 

 

MESA 5 – Dia 23/7
MOBILIDADE e INCLUSÃO

 

Deputado Federal Gustavo Fruet (PDT/PR)

Advogado. É deputado federal pelo Paraná. Foi vereador e prefeito de Curitiba. Na Câmara dos Deputados é membro das Subcomissões de Habitação, de Mobilidade Urbana, sobre Cidades Inteligentes, da Comissão Especial de Startups, entre outras. É doutor em Direito das Relações Sociais e mestre em Direito Público.

 

Letícia Bortolon

Arquiteta e urbanista. É gerente de Políticas Públicas do Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento (ITDP Brasil) e trabalha com a articulação de atores de organizações da sociedade civil, dos setores público, privado e academia, sobretudo para a pesquisa, desenvolvimento e adoção de indicadores de mobilidade sensíveis às variáveis de gênero, raça e renda. É especialista em Direito Urbanístico.

 

Martha Lúcia Gutierrez
Advogada. É secretária-geral da Associação Latino-Americana de Sistemas Integrados para a Mobilidade Urbana – SIMUS (Colômbia). Foi promotora e organizadora da Cúpula das Cidades Líderes em Mobilidade Urbana Sustentável da América Latina, realizada em Lima, Peru, em 2014. Dirigiu Projetos de Mobilidade Urbana e Mudança Climática em coordenação com o Banco Mundial, ONU-Habitat, Cooperação Suíça, Organização Pan-Americana da Saúde, Instituto Wuppertal de Clima, Meio Ambiente e Energia da Alemanha, Corporação Andina de Desenvolvimento CAF e com o Instituto do Ar Limpo, entre outros.

 

Henrique Silveira
Geógrafo. É coordenador executivo da ONG Casa Fluminense, que atua na construção de políticas públicas na metrópole do Rio de Janeiro. É mestre em Comunicação e Cultura. Trabalhou como analista de Responsabilidade Social do SESC-Rio; como gestor local do Programa UPP Social, do Instituto Pereira Passos (IPP) e no IBGE, como supervisor do Censo 2010. Suas principais áreas de interesse são desenvolvimento urbano, desigualdades e participação social.

 

MESA 6 – Dia 28/7
LIVE CONCLUSIVA – CARTA AOS CANDIDATOS

POR UM PROJETO DE CIDADES PARA AS PRÓXIMAS ELEIÇÕES 

 

 

Seminário Archinexus: Como arquitetos podem ressignificar seus negócios

2 de julho de 2020
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Debate sobre desenvolvimento e valorização da Arquitetura e Urbanismo, promovido pelo I Seminário Virtual Archinexus, reuniu mais de 1.100 participantes pela internet. Arquitetos e urbanistas, estuantes e demais atores da cadeia da construção civil acompanharam quatro mesas de debate: ressignificação dos negócios na Arquitetura e Urbanismo; gestão e operação de Assistência Técnica em Habitação de Interesse Social; programa de crédito para obras em áreas carentes; e caminhos para um futuro comum e mais saudável.

 

Na abertura do evento, o presidente do CAU/BR, Luciano Guimarães, destacou os temas de alta importância para a discussão das cidades brasileiras e suas desigualdades sócio-econômicas, agravadas pela covid-19. “No Dia Mundial da Saúde, em abril, divulgamos uma carta à sociedade ressaltando o papel dos arquitetos e urbanistas na qualidade de vida das nossas habitações e cidades”, disse.

 

Luciano Guimarães alertou para a urgência de ações e políticas que garantam condições dignas de moradias, com um plano nacional de assistência técnica – tema que vem sendo trabalhado pela Comissão de Política Profissional do CAU/BR. “Cidades têm que ser saudáveis para todos, senão não será para ninguém”.

 

RESSIGNIFICANDO NEGÓCIOS
Na primeira mesa de debates, o empresário Marcos Batista, da Academia Exponencial, falou dos novos valores em um mundo em transformação, marcado pela era digital. “A partir de agora, surgirão novos modelos de negócio que entendem a mudança”, disse. Segundo ele, arquitetos e urbanistas devem considerar na venda de seus serviços fatores como bem-estar, home office, faça você mesmo, empatia e liderança.

 

“Comunicação talvez seja o maior erro na área de Arquitetura e Urbanismo. Há um engano sobre o que é valor para o cliente”, afirmou. Segundo ele, os profissionais devem falar mais das transformações para seus clientes, das emoções do trabalho, além do projeto e da estética. “Você tem que ter historias para contar, mostrar marcas de amor”.

 

Histórias não faltaram na apresentação da arquiteta e urbanista Juliana Simionato, da ONG Teto Brasil, que mobiliza moradores e voluntários para trabalhar na construção de casas de emergência e em projetos de infraestrutura. “Já produzimos mais de 4.000 moradias e 50 projetos comunitários, com o trabalho de 70.000 voluntários”, afirmou.

 

ARQUITETURA E SAÚDE
Juliana contou que a pandemia fez mudar o foco de trabalho da organização. A Teto Brasil agora está priorizando projetos de projetos de infraestrutura em saúde, como a implantação de banheiros modulares biodigestores, lavatórios comunitários e cisternas, além da arrecadação de doações para distribuir cestas básicas e kits de higiene para 10.000 pessoas.

 

“Arquiteto trabalhando na base da pirâmide vai ter uma clientela muito maior”, afirmou Juliana, esimulando os colegas a participarem de trabalhos voluntários para conhecer como funciona o mercado poopular na área da construção.

 

Com mediação da presidente do CAU/RO, Cristina Barreiro, a mesa contou ainda com a participação do superintendente da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), Waldir Abreu. Ele destacou que arquitetos e urbanistas não são profissionais distantes das necessidades da maior parte da população, como se acredita.

“Brasileiro precisa investir mais na sua habitação, na sua casa”, afirmou Waldir. Para ele, arquitetos e urbanistas podem e devem se unir aos lojistas de sua região para encontrar soluções para todas as pessoas.

 

***

 

Quer saber como foram os outros debates do Seminário Archinexus? Acompanhe as notícias e as redes sociais do CAU/BR, vamos contar tudo em uma série especial de reportagens.

 

Confira a íntegra do evento no vídeo abaixo:

AO VIVO: Seminário Archinexus debate novos caminhos para arquitetos e urbanistas

26 de junho de 2020
7 Comentários

Desenvolvimento e valorização da Arquitetura e do Urbanismo estarão em pauta no I Seminário Virtual Archinexus. Evento promovido pela Comissão de Política Profissional do CAU/BR visa avaliar tendências e promover prospecções, de forma transversal e interdisciplinar, para entender a atuação do arquiteto e urbanista no futuro pós-pandemia. Objetivo é promover a organização profissional em redes de conexões e nexos entre os diversos atores da cadeia da construção civil. Transmissão ao vivo começa às 14h de quarta-feira. Inscreva-se aqui

 

 

 

“Precisamos desmistificar que arquiteto só projeta para a elite, ele projeta para todos. Nós arquitetos e urbanistas somos responsáveis pela cidade, temos a atribuição de planejar, executar e promover uma cidade melhor. Não podemos fugir dessa função, e entendemos que existem novas possibilidades de atuação”, afirma a conselheira do CAU/BR Josemée Lima, coordenadora da CPP. “Entendemos então que a Assistência Técnica em Habitação de Interesse Social é um nicho de mercado interessante e criamos o Seminário Archinexus para estudar como colocar em prática projetos empreendedores”.

 

 

Seminário será composto por quatro mesas de debates, com três convidados e um mediador cada, e duração de quarenta minutos Arquitetos e urbanistas poderão interagir com os debatedores via chat da transmissão. Serão debatidos a ressignificação dos negócios na Arquitetura e Urbanismo; gestão e operação de Assistência Técnica em Habitação de Interesse Social; programa de crédito para obras em áreas carentes; e caminhos para um futuro comum e mais saudável.

 

 

Este será o primeiro Seminário Archinexus totalmente online. Desde o ano passado, a Comissão de Política Profissional do CAU/BR – em parceria com o CAU/SP, CAU/PA e CAU/SE – já promoveu três seminários com o mesmo tema em São Paulo, Belém e Aracaju. Eventos contaram com a participação de arquitetos e empreendedores que estão desbravando novas áreas de atuação para os profissionais da construção civil, como o Programa Vivenda, de São Paulo, que realiza pequenas reformas na periferia da cidade.

 

Em São Paulo, a arquiteta e urbanista espanhola Cristina Gamboa falou sobre o trabalho de uma cooperativa de arquitetos e urbanistas de Barcelona. Em Belém e Aracaju, o conselheiro do CAU/SP André Blanco, coordenador da Comissão de Desenvolvimento Profissional, promoveu oficinas sobre sobre prototipagem de ideias e planos de negócios em Arquitetura e Urbanismo.

 

Saiba mais sobre o Archinexus em São Paulo

Saiba mais sobre o Archinexus em Belém

Saiba mais sobre o Archinexus em Aracaju

 

 

REFIS DO CAU: Anuidades em atraso podem ser parceladas em até 25 vezes

23 de junho de 2020
7 Comentários

 

O Plenário do CAU/BR estendeu o prazo para arquitetos e urbanistas refinanciarem anuidades em débito dos exercícios anteriores. Pelo REFIS do CAU, os profissionais e empresas com duas ou mais anuidades em débito são contemplados com condições especiais: isenção da multa de mora de 20%, além de poderem negociar os débitos em mais parcelas. A decisão foi tomada pelos conselheiros federais na 102ª Plenária Ordinária do CAU/BR, realizada em junho. 
 
Para aderir ao REFIS e regularizar a sua atividade profissional, basta acessar o ambiente profissional no SICCAU com CPF e senha e localizar a opção “Refinanciar Parcelas” em sua página principal. O prazo para fazer a negociação no SICCAU se encerra no dia 31 de dezembro. 
 
Veja abaixo as condições:
 
  • Débito de 2 anuidades – Parcelamento em até 10x.
  • Débito de 3 anuidades – Parcelamento em até 15x.
  • Débito de 4 anuidades – Parcelamento em até 20x.
  • Débito de 5 ou mais anuidades – Parcelamento em até 25x.
 
Após o prazo estabelecido, os débitos de anuidades existentes poderão ser parcelados somente em até 5 (cinco) vezes, com todos os encargos, conforme as regras da Resolução CAU/BR Nº121/2016.
 
Caso tenha alguma dificuldade, conte com o apoio da nossa Central de Atendimento, que atende de segunda a sexta-feira, das 9h às 19h:
 
Chat: http://www.caubr.gov.br/atendimento

Telefones: 0800-883-0113 (ligações realizadas a partir de telefones fixos) e 4007-2613

 

ATENÇÃO: Arquitetos e empresas que fizeram adesão ao REFIS até 31 de março de 2020 ganharam 60 dias de prorrogação no vencimento de todas as parcelas da negociação. Saiba mais aqui. 

Saneamento Básico: CAU/BR pede ao Senado Federal mais debates sobre marco legal

22 de junho de 2020
6 Comentários

 

O Senado Federal está para votar o Marco Legal do Saneamento Básico (PL 4162/2019), com novas regras para concessão de serviços de água e esgoto para empresas privadas. Nesta segunda-feira, 22 de junho, o presidente do CAU/BR, Luciano Guimarães, enviou aos senadores e senadoras manifestação do conselho pedindo mais debates sobre o tema, considerando o cenário atual da pandemia do novo coronavírus. 

 

Segundo o CAU/BR, a proposta legislativa poderá trazer impactos enormes para o acesso universal à água e ao esgoto neste momento em que grande parte da população enfrenta uma crise de saúde pública e outra de ordem econômica.

 

Confira a íntegra da manifestação:

 

Aos Senadores da República e à sociedade brasileira:

 

Com a previsão de votação do novo Marco Legal do Saneamento Básico (PL 4162/2019) no Senado Federal, o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR) reafirma sua defesa de soluções que garantam o acesso universal e equitativo à água potável e à coleta e tratamento de esgoto para toda a população, direitos humanos inalienáveis.

 

O debate do tema merece ser feito da forma mais democrática, transparente e sem açodamentos, envolvendo todos os setores, o que é inviável no cenário atual da pandemia da covid-19. Nesse sentido, o CAU/BR compartilha da preocupação de partidos e lideranças de entidades quanto à votação da matéria ocorrer já nesta quarta-feira (24), por meio remoto, no Plenário Virtual.

 

Os serviços de saneamento básico são de fundamental importância no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus. O contágio em larga escala escancarou as grandes dificuldades sanitárias e de controle epidemiológico em nossas cidades, caracterizadas por enormes desigualdades socioeconômicas e deficiências das condições habitacionais das moradias de grande parte da população das pessoas e a falta de infraestrutura nas periferias.

 

Dessa forma, o PL 4162/2019 trata de um tema de interesse estratégico para toda a população brasileira. Estabelecer novas regras para concessão de serviços públicos a empresas privadas –  principalmente neste setor que se utiliza do sistema de subsidio cruzado, o que garante o fornecimento de serviços às cidades de pequeno porte – poderá trazer impactos enormes para o acesso universal à água e ao esgoto neste momento em que grande parte da população sofre os efeitos combinados desta terrível pandemia com a gravíssima crise econômica que se avizinha.

 

O CAU/BR solicita a promoção de novas discussões levando em conta a situação atual de pandemia, com debates nas comissões temáticas e adiamento da votação para o retorno dos senadores às atividades presenciais, uma vez que é de conhecimento público o interesse de grandes grupos privados na matéria. Todos os atores do setor de saneamento básico devem ser ouvidos, e o interesse público deve prevalecer para garantir o desenvolvimento saudável de nossas cidades, como já reiterado pelo CAU/BR em manifestações anteriores.

 

Luciano Guimarães

Presidente do CAU/BR

 

Eleições municipais 2020: CEAU promove “lives” para elaborar Carta aos Candidatos

26 de junho de 2020
1 Comentário

Mais do que nunca o futuro de nossas cidades constitui hoje uma das principais preocupações de boa parte dos brasileiros. A epidemia do Covid-19 escancarou as deficiências estruturais, sociais e ambientais dos centros urbanos, exigindo respostas novas e urgentes. Um desafio enorme para os atuais e os próximos gestores a serem escolhidos nas eleições do final do ano. 

 

Com o objetivo de discutir esses desafios e colher subsídios para a elaboração de “Carta aos Candidatos nas Eleições Municipais de 2020”, o CAU/BR e seis entidades representativas dos profissionais e estudantes de Arquitetura e Urbanismo promoverão no mês de julho um  ciclo de seis “lives” denominado “Novas Cidades 2021”.   As  entidades são o IAB (Instituto de Arquitetos do Brasil), a FNA (Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas), a ABEA (Associação Brasileira de Ensino de Arquitetura e Urbanismo), a AsBEA (Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura), a ABAP (Associação Brasileira de Arquitetos Paisagístas) e a FeNEA (Federação Nacional dos Estudantes de Arquitetura e Urbanismo), componentes do CEAU (Colegiado das Entidades Nacionais de Arquitetos e Urbanistas). A iniciativa conta com o apoio do UOL, maior portal da internet brasileira. 

 

Os debates online  serão realizados nos dias 9, 14, 16, 21 e 23 de julho, sempre a partir das 18h30. Na última “live”, dia 28, ocorrerá um balanço para a sintetização dos resultados e formulação dos encaminhamentos. A jornalista Cristina Serra fará as mediações. A transmissão ocorrerá pelas plataformas digitais do CAU/BR, das demais entidades e pelo portal UOL.

 

Cristina Serra

Paraense, é formada em Jornalismo pela Universidade Federal Fluminense. Foi repórter do jornal Resistência, em Belém do Pará. Já no Rio de Janeiro, trabalhou no Jornal do Brasil, na revista Veja e na Rede Globo. Na televisão, foi repórter no Rio e em Brasília, correspondente nos Estados Unidos e repórter do Fantástico. Atualmente escreve para a Folha de S. Paulo e para o Projeto Colabora. Também é autora dos livros “Tragédia em Mariana – a história do maior desastre ambiental do Brasil”; “A Mata Atlântica e o Mico-Leão-Dourado – uma história de conservação”.

 

Serão discutidos os seguintes temas: “Arquitetura e Saúde” (o papel dos arquitetos e urbanistas como promotores da saúde pública nas cidades); “Cidades Sustentáveis”  (Urbanismo e meio ambiente: como reinventar as cidades no pós-pandemia?); “Governança e Financiamento” (Cidades não se fazem de improviso. Como torná-las menos desiguais?); “Paisagem e Patrimônio” (Qualidade de vida nas cidades: paisagens e história); e “Mobilidade e Inclusão” (Circulando pela cidade: novas dimensões da mobilidade urbana). 

 

As “lives” do “Novas Cidades 2021” deverão ser direcionadas de tal forma a encaminhar propostas concretas aos candidatos aos poderes Executivo e Legislativo municipais, tendo caráter mais propositivo do que de diagnóstico. Os temas serão abordados com transversalidade por quatro debatedores, sendo um arquiteto e urbanista, um especialista no tema específico da “live”, um representante comunitário e um debatedor com viés político.

 

Veja programação completa:

 

Acesse currículos dos participantes

 

Desde a sua criação, o CAU/BR tem estabelecido um constante diálogo com as demais esferas do poder público para o fortalecimento de ações de promoção do aperfeiçoamento da Arquitetura e do Urbanismo. Por ocasião das eleições de 2018, o Conselho apresentou aos candidatos nas eleições federais, junto com o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), um manifesto intitulado “As cidades pedem socorro”, cujo objetivo era levar para a pauta das eleições um projeto nacional baseado na territorialização das políticas públicas.

 

É consenso entre as entidades do CEAU que estamos passando por um momento histórico que mostra o nosso despreparo para perpassar por situações de instabilidade e calamidade. Como toda grande crise, a pandemia veio acompanhada de uma oportunidade de crescimento. Não podemos mais pautar nossas políticas públicas com base em cenários de estabilidade. Nunca ficou tão claro que a qualidade dos espaços de vivência e convivência não é um luxo, e sim uma medida preventiva de saúde pública. Mais do que nunca ecoa forte o pedido de socorro de nossas cidades , e as transformações espaciais e sociais pós-pandemia deverão ensejar um pacto pela retomada do planejamento urbano dentro dos 5565 municípios brasileiros.

 

DECLARAÇÕES DOS ORGANIZADORES

 

Para Luciano Guimarães, presidente do CAU/BR, “a participação na vida pública neste momento constitui uma empreitada de suma importância e um desafio sem precedentes. Cientes da importância de futuros prefeitos e vereadores na liderança da reestruturação das cidades para essa nova era, é nosso dever contribuir com alguns apontamentos e orientações técnicas que possam enriquecer essa jornada”. Na visão dele, “o ciclo e a elaboração conjunta da “Carta aos Candidatos nas Eleições Municipais” pelas instituições de Arquitetura e Urbanismo são uma iniciativa inovadora que, além de demonstrar a maturidade do setor, amplia a importância do documento e do impacto esperado junto à classe política e  à sociedade. Temos expectativa de que metodologia adotada, reunindo  pessoas de diversas áreas de conhecimento ou atuação, garanta a construção de uma Carta com visão não apenas técnica, mas socialmente plural e politicamente consistente.”

 

Para Cláudia Pires, coordenadora da Comissão de Política Urbana do IAB, “frente às eleições que se aproximam, é de suma importância que as entidades do CEAU, que compõem a Plenária do CAU, se posicionem, manifestando sua preocupação com o necessário retorno do desenvolvimento social, ambiental e urbano ao centro da agenda pública. enfatizamos o caráter municipalista da gestão urbana, cujos os investimentos devem ser buscados nas três instâncias federativas. O país passa por um período de retração de investimentos públicos e iniciativas de privatização de serviços essenciais, isso em um momento onde o desafio para a promoção da saúde e da qualidade de vida da população demanda grandes recursos para habitação, saneamento, transporte e mobilidade, segurança, meio ambiente, políticas de cultura e patrimônio cultural e regulação urbana. A PEC 95, do teto de gastos públicos, limitou os investimentos do estado em uma estratégia equivocada, que prioriza um suposto equilíbrio fiscal em detrimento da promoção da redistribuição de renda e da destinação de recursos para políticas prioritárias para o bem estar social, às quais, aparentemente, foram consideradas como dispensáveis ao desenvolvimento da nação. Acreditamos e defendemos que o estado eficiente é aquele que investe na redução das desigualdades sociais e espaciais, no acesso universal aos serviços urbanos e na justa distribuição de suas riquezas para toda a população”. (Foto Juliana Rocha)

 

 

Eleonora Mascia, presidente da FNA, afirma que a Federação, “como entidade integrante do CEAU, está disposta a apoiar a construção de um pacto pela qualidade de vida nas cidades, o que vai ensejar a retomada do planejamento e das instâncias de participação para a implantação de políticas públicas. Devemos estar mobilizados para que a arquitetura e o urbanismo sejam integrados ao esforço coletivo de melhorar nossas cidades, com inclusão e respeito pela diversidade”.  

 

 

 

Na opinião de Gianfranco Vannucchi, presidente da AsBEA, “os cinco temas a serem debatidos são fundamentais para pensarmos e repensarmos nossas cidades. Se fazem mais do que urgentes ações objetivas no sentido da melhoria, para todos, do ambiente construído e da sua paisagem. É imprescindível que os futuros candidatos nas próximas eleições, incorporem essas questões aos seus programas de governo”. 

 

 

 

 

 

 

Segundo Carlos Eduardo Nunes Ferreira, vice-presidente da ABEA, “por ser a entidade nacional que trata especificamente do ensino de Arquitetura e Urbanismo no país, nos dedicamos integralmente à promoção incondicional da qualidade da formação dos futuros arquitetos e urbanistas.  Por isso, queremos debater com as demais entidades profissionais que cidade queremos. E, a partir dos consensos resultantes, apresentarmos, aos candidatos, uma visão de cidade que, certamente, deverá ser bem mais inclusiva do que aquela revelada nestes tristes tempos de pandemia”.

 

 

 

 

 

Segundo Luciana Schenk, presidente da ABAP, “a iniciativa do CEAU BR é uma ação pragmática.  O diálogo põe em relevo questões prementes para o futuro das cidades e suas regiões e nos auxiliam de dois modos. Um deles é gerar conteúdos pertinentes à agenda da Arquitetura e Urbanismo brasileiros. Outro, de fundamental importância, é ampliar nossa visibilidade frente à sociedade, numa ação exemplar que se constrói justamente pela troca.”

 

 

 

 

 

A estudante Francieli Franceschini Schallenberger, da Direção Geral da FeNEA, afirma que “a preocupação em como se dará o amanhã das nossas cidades, nos coloca integrados enquanto entidades em busca de meios para levar a toda a sociedade a importância de pensarmos em soluções para esses assuntos no momento atual. A construção em conjunto de uma Carta aos Candidatos com debates e espaço para uma ampla colaboração, contempla não somente a necessidade em sinalizar as urgências, mas também o reconhecimento de que as vozes quando unidas, ecoam mais alto em direção à certeza de que esses pontos serão considerados e levados a diante. O pensar a cidade é pensar o todo, e é um exercício para todo mundo”.

 

 

 

Paulo Lisboa, coordenador adjunto do CEAU (Colegiado das Entidades de Arquitetos e Urbanistas): “O que é urgente e importante para a cidade pós pandemia?
As principais entidades de arquitetura do pais resolveram fazer esta discussão aproximando arquitetos dos mais variados matizes com profissionais renomados, representantes de comunidades, entidades, políticos e cidadãos, para juntos numa linguagem simples e franca construir uma mensagem objetiva aos próximos prefeitos e vereadores.”

 

 

 

 

 

 

A estruturação da programação do ciclo de debates “Novas Cidades 2021” , dentro do CAU/BR, foi coordenada pela Presidência, com o apoio das Comissões de Política Urbana e Ambiental (CPUA) e de Política Profissional (CPP). 

 

Pelo CEAU atuou como responsável pela estruturação do programa o arquiteto e urbanista Paulo Lisboa, cooordenador adjunto do Colegiado. 

 

 

 

 

 

Ouvidoria: CAU/BR reconduz Roberto Simon como ouvidor-geral

23 de junho de 2020
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O Plenário do CAU/BR reconduziu o arquiteto e urbanista Roberto Simon para mais um mandato de dois anos à frente da Ouvidoria do CAU/BR. A Ouvidoria é o canal de comunicação direto para cidadãos registrarem reclamações, solicitações, denúncias, elogios e sugestões, com o objetivo de aprimorar o relacionamento do usuário com a instituição. Produz também relatórios de atendimento que contribuem para a transparência para o “accountability” do conselho.

 

Segundo Roberto Simon, hoje os arquitetos e urbanistas demandam um alto padrão de atendimento do conselho, com aprimoramento constante, como vem sendo feito desde a sua criação. Hoje essa estrutura conta com a Central de Atendimento, a Rede Integrada de Atendimento e a Ouvidoria, que funciona como uma última instância para resolução de problemas. “Nosso desafio é cada vez mais ampliar os canais de percepção e de diálogo e, consequentemente, sua influência”, afirma o ouvidor-geral.

 

A metodologia utilizada envolve uma estrutura clara dentro da qual os prestadores de serviços devem operar; padrões pelos quais os serviços podem ser julgados; e esclarecer os motivos pelos quais o Ouvidor poderá julgar o desempenho de um provedor de serviços. Graças a esse trabalho, o número de demandas que chegam à Ouvidoria do CAU/BR diminui a cada ano – o que significa uma maior efetividade das instâncias anteriores de atendimento. Em 2019, de um total de 77.643 atendimentos realizados, apenas 953 demandas chegaram à Ouvidoria, última instância do sistema.

 

 

NOVAS CONTINGÊNCIAS
“Em momentos de crise, como o que vivenciamos na atualidade com a pandemia da covid-19, temos que buscar respostas rápidas para mitigar os riscos e adequar a estrutura organizacional às novas contingências”, afirma. Simon. Segundo ele, a essência do trabalho está em conectar o conselho com as pessoas, captando estímulos e opiniões em uma rede de conhecimento unificada. “Ouvidoria é um instrumento de participação social, recebendo dúvidas, reclamações e sugestões”.

 

Roberto Simon, carioca de nascimento, formado no Paraná e radicado em Santa Catarina, possui uma intensa atividade profissional e política. Mantém seu escritório de projetos desde 1982, e uma empresa incorporadora desde 2012. Foi presidente do IAB/SC e conselheiro do CAU/BR na gestão fundadora. É vice-presidente da União Internacional do Arquitetos (UIA), representando as Américas. No ano que vem, a UIA realiza seu 27º Congresso Mundial de Arquitetos (UIA2021RIO) no Rio de Janeiro.

 

Na sua gestão como ouvidor-geral, pesquisa de satisfação mostrou um índice de 95% de satisfação com o atendimento e a cordialidade da equipe, e 78% de satisfação com a solução da demanda apresentada. Na Central de Atendimento, o índice de satisfação ficou em 83%. Essa experiência vem sendo compartilhada com as Ouvidorias dos CAU/UF, por meio de encontros nacionais e pelo Portal dos Ouvidores, uma plataforma que agrega dúvidas mais comuns dos arquitetos e sugestões de encaminhamento.

AO VIVO: Conselheiros realizam 102ª Reunião Plenária Ordinária do CAU/BR

18 de junho de 2020
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Conselheiros do CAU/BR promovem nova reunião virtual nesta quinta e sexta (18 e 19 de junho), para debater o relatório sintético do Projeto Piloto de Acreditação de Cursos de Arquitetura e Urbanismo pelo CAU e homologar o resultado das visitas in loco aos cursos da edição piloto, entre outros temas.

 

 

O Projeto de Acreditação tem como objetivo reconhecer a qualidade e a excelência de ensino na formação de arquitetos e urbanistas em todo o Brasil, por meio de uma avaliação baseada em critérios usados internacionalmente. O Instituto Real de Arquitetos Britânicos (RIBA) faz sua avaliação desde 1924, e nos Estados Unidos o Conselho Nacional de Acreditação em Arquitetura (NAAB) existe desde 1940.

 

Todo o processo é voluntário, participam apenas os cursos interessados em receber o certificado de excelência do CAU. Não interfere na emissão de registros profissionais por parte dos CAU/UF. No Brasil, diversos Conselhos de Fiscalização Profissional já realizam processos de acreditação de cursos de ensino superior. Saiba mais aqui. 

 

Será a 102ª Reunião Plenária Ordinária do CAU/BR, e os arquitetos e urbanistas podem acompanhar as discussões ao vivo por meio do site e do nosso canal no YouTube. Na pauta, também estão três processos de fiscalização, em grau de recurso após decisão dos CAU/UF, e a prestação de contas de 2019.

 

Confira abaixo a pauta completa do evento, que acontece das 14h às 18h.

 

ORDEM DOS TRABALHOS
1. Verificação de quórum;
2. Execução do Hino Nacional Brasileiro;
3. Leitura e discussão da Pauta;
4. Discussão e aprovação da Ata da 08ª Reunião Plenária Extraordinária;
5. Ordem do dia:
5.1. Projeto de Deliberação Plenária que prorroga o prazo determinado pela DPEBR nº 06-01/2019 que suspende disposições da Resolução CAU/BR nº 51/2013, nas condições de que trata a Deliberação Plenária DPOBR nº 0094-01/2019, e dá outras providências. (Origem: CTHEP) – incluído pelo CD
5.2. Projeto de Deliberação Plenária de julgamento, em grau de recurso, do Processo de Fiscalização nº 1000015483/2015 do CAU/MG. Interessado: Luiz Eduardo Monteiro; (Origem: Comissão de Exercício Profissional. Conselheira Relatora: Patrícia Silva Luz de Macedo).
5.3. Projeto de Deliberação Plenária de julgamento, em grau de recurso, do Processo de Fiscalização nº 1000048060/2017 do CAU/RS. Interessada: Carolina Burin Arquitetura LTDA; (Origem: Comissão de Exercício Profissional. Conselheiro Relator: Fernando Márcio de Oliveira).
5.4. Projeto de Deliberação Plenária de julgamento, em grau de recurso, do Processo de Fiscalização nº 1000054620/2017 do CAU/PR. Interessado: ICON Construtora e Incorporadora LTDA; (Origem: Comissão de Exercício Profissional. Conselheiro Relator: Ricardo Fonseca).
5.5. Projeto de Deliberação Plenária que homologa o Regimento Interno do CAU/RS e CAU/PI; (Origem: Comissão de Organização e Administração).
5.6. Projeto de Deliberação Plenária que aprova a prestação de contas referente ao Exercício de 2019 do CAU/BR, homologa as prestações de contas referentes ao Exercício de 2019 dos CAU/UF e referente ao exercício 2018 do CAU/PR, e dá outras providências. (Origem: comissão de Planejamento e Finanças) – incluído pelo CD
5.7. Projeto de Deliberação Plenária que homologa a indicação do(a) Arquiteto(a) e Urbanista Roberto Simon para exercer mandato de Ouvidor Geral do CAU; (Origem: Presidência).
5.8. Projeto de Deliberação Plenária que aprova a prorrogação do prazo de funcionamento da Comissão Temporária de Harmonização do Exercício Profissional do CAU/BR – CTHEP; (Origem: Presidência).
5.9. Projeto de Deliberação Plenária que aprecia o relatório sintético do Projeto Piloto de Acreditação de Cursos pelo CAU, homologa o resultado das visitas in loco aos cursos da edição piloto, e dá outras providências; (Origem: Comissão de Ensino e Formação).
6. Comunicado dos conselheiros;
7. Assuntos de interesse geral:
7.1. Discussão sobre a construção da sede CAU/BR-IAB/DF;
7.2. Apresentação da metodologia para construção da Carta para as Cidades 2020 (Carta aos Candidatos)
8. Encerramento.

CAU/BR oferece desconto em Workshop de Melhorias Habitacionais em Favelas

23 de junho de 2020
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As ações promovidas pela ONG Soluções Urbanas têm a finalidade de disseminar a metodologia do Projeto Arquitetos de Família, voltado ao atendimento imediato de habitações precárias por meio de reformas de baixo custo. Neste momento de pandemia, o Workshop de Melhorias Habitacionais em Favelas está sendo oferecido a arquitetos e urbanistas em versão virtual. Uma grande oportunidade para quem não podia fazer o curso em São Paulo.

 

Inscreva-se aqui

 

Arquitetos e urbanistas e estudantes de graduação podem solicitar 20% de desconto com o código promocional no whatsapp (11)97230-1531. As aulas serão em módulos individuais, mas complementares. Você pode escolher um dos três minicursos ou mais de um e ainda participar da aula inaugural com conteúdo direcionado à prevenção e combate de epidemias.

 

 

A visita de campo para a prática de captação de recursos para obras, será agendada para os interessados assim que for seguro para todos.

 

Para inscrições de pacotes, consulte mais descontos.

 

Inscreva-se direto pelo Sympla 

Revista Projeto lança plataforma digital com todo o histórico da publicação

15 de junho de 2020
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A Revista Projeto colocou no ar uma nova plataforma no ar , reunindo não apenas novos conteúdos, mas também todo acervo de 43 anos de existência do título, comemorados em 2020. Estão disponibilizadas até o momento 6.161 matérias, sendo 3.684 obras, 1.313 matérias especiais, 430 projetos (com imagens, plantas e cortes), 374 artigos e 296 entrevistas, além de perfis e outros conteúdos. Diariamente a plataforma é atualizada com novas matérias para o acervo e também notícias sobre a arquitetura e o urbanismo no Brasil e no mundo.

 

Confira aqui a Revista Projeto

 

Com aproximadamente 60% do acervo total já publicado, a expectativa é que dentro de alguns meses a plataforma tenha a totalidade das matérias publicadas ao longo da existência da publicação, acrescidas das matérias técnicas publicadas em 102 edições – 21 anos – da revista Finestra.

 

Originária do Jornal Arquiteto, criado em 1972, foi em 1977 que a revista Projeto  surgiu como tal e, desde então, vem registrando o desenrolar da arquitetura brasileira. As conquistas e aspirações dos profissionais, as obras e os projetos marcantes, as declarações polêmicas e outras proféticas ou reveladoras dos seus protagonistas, entre outros, estão todos sendo disponibilizados aos assinantes, em paralelo a novas matérias, notícias, artigos e entrevistas que continuam a ser produzidos pela equipe da revista. O acesso pode ser feito de dispositivos fixos ou móveis. A assinatura mensal tem o valor de R$ 2,99 e pode ser cancelada a qualquer momento.

 

“Arquitetos de todas as idades e procedências, estudantes e professores, gestores públicos, pesquisadores, membros de instituições da área e todos os que se interessam pelo passado e o presente da arquitetura e urbanismo brasileiros têm, com a nova plataforma uma grande ferramenta para pesquisas profissionais e acadêmicas, referências para novos projetos, além de manterem-se informados e atualizados sobre a produção nacional e notícias do setor”, afirma o publisher Fernando Mungioli.

 

A ferramenta de busca do site possui inicialmente filtros por categorias (obras, projetos, entrevistas, artigos, especiais, perfis, conteúdos de marca e matérias especiais) e por tipologias (inicialmente são 56 tipos de obras elencados). Em breve, no entanto, haverá outros filtros, como localidade e tamanho da obra. Há também botões em todas as matérias para o assinante salvar e poder ler mais tarde.

 

Evelise Grunow, editora executiva da plataforma, destaca que do acervo da revista, há matérias sobre obras consagradas, como a sede da Suframa (Manaus/1982), de Severiano Mário Porto; o Sesc Pompéia (São Paulo/1986), de Lina Bo Bardi; o Museu Brasileiro da Escultura (São Paulo/1995), de Paulo Mendes da Rocha; o MAC Niterói (Rio de Janeiro/1996), de Oscar Niemeyer; o Mercado Municipal de São Paulo (São Paulo/2004), de Pedro Paulo de Melo Saraiva; o Parque da Juventude (São Paulo/2008), de Aflalo Gasperini Arquitetos em associação com Rosa Grena Kliass; o Museu Iberê Camargo (Porto Alegre/2008), de Álvaro Siza Vieira; o Pavilhão Humanidades (Rio de Janeiro/2012), de Carla Juaçaba; a Praça das Artes (São Paulo/2013), do Brasil Arquitetura junto com Marcos Cartum, assim como depoimentos e artigos históricos..

 

Entre as entrevistas históricas destacam-se Álvaro Vital Brasil (1987), Carmen Portinho (1988), Roberto Burle Marx (1990), Fábio Penteado (2004) – um dos fundadores da Projeto -, Paulo Mendes da Rocha (2006, quando foi agraciado com o Prêmio Pritzker), Luiz Paulo Conde (1993) e textos que registram momentos importantes da profissão no Brasil. Também estão presentes as reivindicações dos arquitetos no memorável II Inquérito Nacional de Arquitetos, promovido em 1982 pelo IAB/RJ; o debate acerca da atuação profissional de Zanine Caldas quando, em 1987, o CREA contestou a sua não formação acadêmica na área; a análise de Carlos Eduardo Comas sobre os 50 anos de existência, em 1987, do Palácio Gustavo Capanema; uma série de depoimentos de arquitetos latino-americanos em 1996, e muito mais. A luta da categoria para a criação do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) também é registrada.

Conselheiros promovem 9ª Reunião Plenária Extraordinária do CAU/BR

8 de junho de 2020
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Nesta segunda-feira acontece mais a 9ª Reunião Plenária Extraordinária do CAU/BR. Conselheiros federais convocaram esta reunião com o objetivo de analisar cinco processos ético-disciplinares, em grau de recurso após decisão dos CAU/UF. Evento tem transmissão ao vivo.

 

Confira a pauta abaixo:

 

9ª REUNIÃO PLENÁRIA EXTRAORDINÁRIA DO CAU/BR

Data: 8.06.2020 (14h às 18h)

1. Projeto de Deliberação Plenária de julgamento, em grau de recurso, do Processo Ético-disciplinar nº 524389/2017 (CAU/SC); (Origem: Comissão de Ética e Disciplina; Relator: conselheiro Carlos Fernando de Souza Leão Andrade).
2. Projeto de Deliberação Plenária de julgamento, em grau de recurso, do Processo Ético-disciplinar nº 888981/2019 (CAU/TO); (Origem: Comissão de Ética e Disciplina; Relator: conselheiro Carlos Fernando de Souza Leão Andrade).
3. Projeto de Deliberação Plenária de julgamento, em grau de recurso, do Processo Ético-disciplinar nº 366830/2016 (CAU/RJ); (Origem: Comissão de Ética e Disciplina; Relator: conselheiro Nikson Dias de Oliveira).
4. Projeto de Deliberação Plenária de julgamento, em grau de recurso, do Processo Ético-disciplinar nº 513847/2017 (CAU/MS); (Origem: Comissão de Ética e Disciplina; Relator: conselheiro Nikson Dias de Oliveira).
5. Projeto de Deliberação Plenária de julgamento, em grau de recurso, do Processo Ético-disciplinar nº 412822/2016 (CAU/RS); (Origem: Comissão de Ética e Disciplina; Relator: conselheiro José Gerardo da Fonseca Soares).

Casa da Comunidade reúne iniciativas de Assistência Técnica em Habitação Social

29 de maio de 2020
1 Comentário

Preservar o Patrimônio Cultural e promover a Assistência Técnica em Habitação de Interesse Social são os principais objetivos da “Casa da Comunidade: Centro de Referência em Habitação de Interesse Social e Economia Criativa”. O projeto foi implementado pelo Instituto de Desenvolvimento Sócio-Cultural (IDESSC), com recursos do edital de patrocínio do CAU/MG. Para discutir o projeto e a assistência técnica, a Casa da Comunidade promoveu um webinar no dia 27 de maio com a presença de diversos arquitetos e voluntários que trabalham com o tema.

 

Casa da Comunidade é um projeto que executa ações visando a promoção de políticas públicas. Em 2018, o IDESSC realizou o projeto Artífices Protetores do Patrimônio, que capacitou mão de obra para lidar com restauro de patrimônio e divulgou os principais conceitos da Assistência Técnica em Habitação de Interesse Social entre as comunidades de Nova Lima (MG). Essa ação gerou muitas demandas na área de Arquitetura. Assim, com o fomento do edital do CAU/MG, foi idealizado um novo projeto, a Casa da Comunidade.

 

Objetivo da Casa é se tornar um centro de referência e de divulgação da Lei de Assistência Técnica (Lei 11.888), tirando dúvidas sobre como reivindicar essa política pública e capacitar profissionais que queiram atuar na área. No evento virtual, a Casa foi apresentada pelas coordenadoras do projeto, as arquitetas e urbanistas Cláudia Pires (ex-conselheira do CAU/BR) e Márcia Armond.

 

PATRIMÔNIO COMO MORADIA
Nas palavras de Cláudia, a casa busca “fazer interação com a sociedade civil para que ela possa interagir com o poder público, para pensar soluções para problemas que dizem respeito a produção da moradia adequada e a conservação do patrimônio”. As coordenadoras defendem que o patrimônio também pode ser moradia, sendo a assistência técnica uma ferramenta de promoção da requalificação e restauração desses espaços.

 

Para esse trabalho, elas contam com o financiamento do CAU/MG. Conforme explicou o presidente do CAU/MG, o Conselho não promove a Assistência Técnica de forma direta, mas fomenta seu exercício por meio de editais públicos, que já estão em sua terceira edição.

 

Esse trabalho busca divulgar a importância da Lei 11.888/2008, cuja promulgação não foi suficiente para garantir o acesso das famílias de baixa renda aos conhecimentos técnicos de arquitetos e engenheiros. “A falta de conhecimento do que é a lei é o que nos impede de avançar mais, mesmo tendo recursos”, afirmou o conselheiro do CAU/MG Ariel Lazzarin, membro da Comissão de ATHIS.

 

OUTRAS EXPERIÊNCIAS
Além da Casa da Comunidade, foram também apresentadas outras experiências na área de ATHIS. A arquiteta e urbanista Sandra Marinho falou da experiência da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (CODHAB-DF). Para ela, “ATHIS será a principal ferramenta do Estado para dialogar com as comunidades”. Desde 2016, a CODHAB já beneficiou mais de 1500 famílias, com mais de 500 projetos, por meio de postos de atendimento em regiões que carecem de infraestrutura. Esses escritórios públicos fornecem serviços de gratuitos de projeto e construção à comunidade. “Cada comunidade responde diferente à entrada do arquiteto. Cada arquiteto desenvolve uma metodologia própria para lidar com os moradores. Precisa, antes de tudo, de uma sensibilidade humana”, afirma Sandra Marinho.

 

Já a professora Ana Cecília Estêvão apresentou a experiência de ATHIS na extensão universitária, com base no Núcleo de orientação para sustentabilidade (NOS) do Centro Federal de Educação Tecnológica (CEFET) do município de Curvelo (MG). A equipe é formada por alunos, que se dividem entre gerentes e projetistas e os orientadores, docentes de várias áreas de conhecimento. Há ainda parcerias com associações, ONG’s, escolas e prefeituras. O grupo auxiliou na revisão do Plano Diretor de Curvelo e recentemente fundou uma nova unidade no município de Inimutaba.

 

As atividades do NOS consistem em capacitação da equipe; diagnóstico urbano do município, para adaptar os projetos à realidade das comunidades; oficinas sustentáveis para popularizar a informação, principalmente por meio da produção de cartilhas “Faça você mesmo”, com dados urbanísticos de cada região e instruções; e atendimento em parceria com escritórios públicos.

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