CAU/BR

Avançam as negociações para livre circulação de profissionais no Mercosul

Conselheiros Anderson Fioreti, Fernando Diniz Moreira e José Roberto Geraldine Junior com  Felipe Reis, chefe do gabinete representante geral do Mercosul

 

O CAU/BR participou, nos dias 19 a 21/03, da última reunião Plenária da Comissão de Agrimensura, Agronomia, Arquitetura Geologia e Engenharia para o Mercosul (CIAM). Na reunião, foi aprovado o texto do Acordo Marco que prevê as regras gerais para a circulação de profissionais e serviços, que estava em discussão no CAU/BR desde a criação da Comissão de Relações Internacionais. A integra do documento será publicada, em breve, no site do CAU/BR.

 

Participaram os conselheiros federais Fernando Diniz Moreira (coordenador da Comissão de Relações Internacionais do CAU/BR), Anderson Fioreti (1º vice-presidente do CAU/BR) e José Roberto Geraldine Junior (coordenador do grupo Arquitetura da CIAM e coordenador-adjunto da Comissão de Relações Internacionais do CAU/BR).

 

A CIAM tem como objetivo harmonizar as condições de exercício profissional compatibilizando ação dos países membros com vista à viabilizar a livre circulação de profissionais, serviços e empresas garantindo o eficaz controle sobre a responsabilidade técnica no âmbito regional, Conforme estabelece a Legislação Federal e os acordos firmados entre os países signatários do MERCOSUL, cabe ao CAU/BR, desde 2012, a responsabilidade de facilitar o livre exercício profissional e a fiscalização destas atividades no campo da Arquitetura e Urbanismo.

 

 

 

 

Publicado em 27/03/2015.

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5 respostas

  1. Estimados, soy Secretario Permanente de la CIAM Argentina.
    Creo que es importante aclarar, que el objetivo de la CIAM Internacional es lograr la integración de la actividad profesional por medio de la movilidad temporaria.
    Solo se consideran 2 años de libre circulación y siempre que exista un contrato de trabajo.
    Por favor tener presente que integrar es más que sumar y mucho más que reemplazar.
    Saludos cordiales
    Enrique Sgrelli
    Ingeniero Civil

  2. Na minha opinião isso cria mais oportunidades para nós arquitetos e não expandir apenas ao MERCOSUL(o que já e um bom começo),mas pra outros continentes tbm.
    Nao vem ao caso as questões de infraestrutura que o governo tem que trabalhar.

  3. Tiago Riedi, acho que você não entendeu muito bem o texto.

  4. Não acredito que esse acordo seja de interesse dos profissionais da área, a não ser de outros..
    Temos muitos territórios para trabalha. o que precisamos, é de expectativas mais interessantes para quem larga um região metropolitana desenvolvida, para trabalhar em um interior de total abandono em estradas, saúde, educação (onde não oferece cursos de aprimoramento, a não ser 400 a 500km de distância ‘sem aeroportos e estradas precárias’).
    Vejo que a Historia da saúde, se repetindo com a construção civil.
    Fica aqui o convite aos colegas e/ou aos membros desse concelho, a trabalhar em uma de nossas cidadezinhas, no interior do centro oeste ou norte, que sofre com a falta de projeto. Mal sabe eles, que falta muito mais do que projetos… falta também cidades… cidades dos anos 2.000 para frente; não cidades de 1980.
    att

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