CATEGORIA

Baixe aqui o Relatório Brasileiro para a Habitat III

Em outubro, a ONU promove em Quito, no Equador, a Habitat III, conferência mundial para discutir o desenvolvimento urbano. O objetivo é construir uma Nova Agenda Urbana baseada na sustentabilidade, nas ações inclusivas e em abordagens multidisciplinares das questões urbanas.

 

O CAU/BR está elaborando um documento de recomendações para a conferência, fruto do I Seminário Nacional de Políticas Urbana e Ambiental, realizado em Brasília nos dias 12 e 13/04/16.  O relatório oficial do Brasil, redigido pelo IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), e aprovado pelo Conselho das Cidades em setembro 2015, já foi disponibilizado ao público.

 

Clique aqui para baixar o documento

 

MUDANÇA IDEOLÓGICA – A primeira Habitat foi realizada em Vancouver, no Canadá, em 1976, e a segunda em Istambul, em 1996. A Habitat III deverá promover uma mudança na abordagem ideológica da questão urbana. “A diferença mais importante é provável que seja um novo foco sobre o poder e o papel das cidades, o que significará o deslocamento da abordagem setorial para uma visão mais ampla de toda a cidade”, afirmou Eduardo López Moreno, diretor do Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento de Capacidades Pesquisas da UN Habitat, em passagem pelo Brasil em abrir de 2015.

 

“Na agenda da Habitat II, habitação, transportes e desenvolvimento da comunidade foram compartimentadas em diferentes setores, e as políticas também foram analisadas por setor. Não houve intenção em qualquer parte do documento para integrar estas preocupações. A compreensão atual é bem diferente. Hoje não podemos começar por um setor, mas pela cidade”.

 

Ele conclui: “Vinte anos atrás, os documentos e as abordagens do UN Habitat consideravam o espaço nada mais do que uma plataforma a partir da qual as ações podem ter lugar. O lugar era apenas onde o poder público localizava suas políticas. Hoje o local é considerado um vetor, um elemento central que prepara o terreno para o bom – ou mal – desenvolvimento. Esta tem sido uma mudança transformadora”.

 

Saiba mais clicando aqui

 

RELATÓRIO BRASILEIRO – Participaram do GT de elaboração do documento brasileiro as seguintes instituições: Ministério das Cidades; Ministério das Relações Exteriores; Casa Civil da Presidência da República; Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República; Ministério da Saúde; Ministério da Fazenda; Ministério do Meio Ambiente; Ministério da Integração Nacional; Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome; Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão; Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação; Ministério do Trabalho e Emprego; Caixa Econômica Federal; e o Conselho Nacional de Cidades, composto por representantes do poder público estadual, do poder público municipal, de entidades dos trabalhadores, de entidades empresariais, de entidades profissionais (entre elas o CAU/BR), acadêmicas e de pesquisas, das organizações não governamentais e dos movimentos populares.

 

Participaram também da construção do relatório, como convidados pelo governo federal, as seguintes instituições: Secretaria de Direitos Humanos; Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial; Secretaria-Geral da Presidência da República; Secretaria do Patrimônio da União; Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres; Ministério da Cultura; Ministério da Justiça; Ministério da Educação; Ministério das Comunicações; Ministério do Desenvolvimento Agrário; Secretaria da Micro e Pequena Empresa; ONU Habitat; Prefeitura de São Paulo; e Prefeitura do Rio de Janeiro.

 

Clique aqui para saber mais sobre a Habitat III

 

 

 

Publicado em 18/04/2016

 

MAIS SOBRE: CATEGORIA

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

NOTÍCIAS EM DESTAQUE

CATEGORIA

Fórum de Presidentes do CAU/BR cumpre extensa pauta em Belo Horizonte (MG)

ATENDIMENTO E SERVIÇOS

Central de Atendimento do CAU/BR não funcionará na Sexta-feira Santa

ACERVOS

Seminário TOPOS:  CAU/BR e FAU/UnB promovem debate sobre a importância de acervos e arquivos de urbanismo no país 

#MulherEspecialCAU

“Arquiteta, na solidão da sua profissão, seu nome pede valorização!”, defende Tainã Dorea

Pular para o conteúdo