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Bienal Iberoamericana premia casa destaque de campanha do CAU/BR

A “casa da dona Dalva” ganha cada vez mais reconhecimento e fama mundial. O projeto do escritório Terra e Tuma para a moradia da diarista Dalva Borges Ramos, em Vila Matilde, na zona Leste de São Paulo, acaba de ser premiada pela Bienal Iberoamericana de Arquitetura e Urbanismo, que se realizará na capital paulista em julho. Ela é considerada ”exemplo de excelência na  construção de moradias de baixo custo em terrenos complicados”, segundo a Folha de S.Paulo. A mostra será promovida pelo governo espanhol, com apoio do IAB-SP e da Prefeitura da Capital.

 

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A projeto da residência foi o destaque da campanha de valorização profissional que o CAU/BR lançou em dezembro de 2015 para comemorar o Dia do Arquiteto e Urbanista. A campanha tinha como propósito mostrar como a Arquitetura e o Urbanismo podem transformar vidas.

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Em seguida, o projeto venceu o prêmio de “melhor casa do mundo”, dado em fevereiro de 2016 pelo ArchDaily, o site de arquitetura mais acessado internacionalmente, concorrendo com outros três mil trabalhos.

 

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Em março, a Fundação Bienal de São Paulo anunciou que a “casa de dona Dalva” será um dos 15 projetos que o Brasil levará para a 15ª Mostra Internacional de Arquitetura – Bienal de Veneza 2016, que acontecerá de 28 de maio a 27 de novembro. Este ano, o pavilhão do Brasil em como tema “Juntos” e busca mostrar histórias de pessoas que lutam e alcançam mudanças. O curador é o arquiteto e urbanista Washington Fajardo, para quem a mostra é  “uma composição dessas trajetórias e parcerias, do processo do encontro do ativista, do lutador, com o arquiteto e com a arquitetura, tornando-se imanados pela elaboração do novo espaço”.

 

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Publicado em 18/04/2016

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0 resposta

  1. Incrível o trabalho desses jovens arquitetos, fiquei orgulhosa e admirada pelo trabalho deles.
    Obrigada por divulgar essa notícia, em meio a tantas outras que nos enojam e entristecem, revelando a corrupção e apropriação das verbas públicas com desvio das finalidades.

  2. Seria uma maravilha se o nosso povo, mesmo as pessoas mais simples pudessem ter um serviço de qualidade na área de projeto. Qualificaríamos a cidade e a vida das pessoas.
    Os espaços ocupados pela maioria do nosso povo são hostís, desumanos e contribuem para tudo aquilo que não é digno.
    Consciência profissional e consciência cidadã precisam se dar as mãos.

  3. Existe ou existia uma proposta desta arquitetura na Al Gabriel Monteiro da Silva quase em frente a Rua Mariana Correa no Jardim Paulistano com a mesma proposta para terreno fundo com pouca frente. Infelizmente as reformas para uso comercial descaracterizaram o imóvel. Não temos memória em nosso país.

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