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BNDES discute apoio à exportação da Arquitetura. Participe da pesquisa!

Arquiteto Fernando Oliveira (CAU/BR), Maria Cristina Ferreira (BNDES), arquiteta Míriam Addor (AsBEA), Tiago Toledo (BNDES) e arquiteto José Roberto Geraldine (CAU/SP)

 

Arquitetos e urbanistas estiveram na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para debater estratégias de vender serviços de Arquitetura e Urbanismo do Brasil para outros países. O presidente do CAU/SP, José Roberto Geraldine Júnior; o coordenador da Comissão de Relações Internacionais do CAU/BR, Fernando Marcio de Oliveira,  foram ao Rio de Janeiro com o objetivo de abrir novas oportunidades para arquitetos e urbanistas em outros países, conforme já vem sendo feito a partir das Oficinas de Capacitação para o Mercado Exterior, que já foram realizadas em 11 cidades brasileiras, com a participação de cerca de 500 profissionais. Presente na cidade, para reunião do CEAU (Colegiado das Entidades de Arquitetos e Urbanistas), no mesmo dia,  a vice-presidente da AsBEA, Míriam Addor, foi convidada e também participou de parte do encontro. 

 

Outro tema importante tratado na reunião foi a possibilidade do banco incluir a Arquitetura e Urbanismo entre os serviços que permitem o uso do Cartão BNDES para concessão de créditos por bancos comerciais. Falou-se ainda do uso do BNDES Giro para ajudar os escritórios de Arquitetura e Urbanismo a se equiparem e competirem melhor tanto no mercado nacional como no internacional. 

 

O apoio do BNDES nesses esforços foi debatido com o gerente da área de comércio exterior do BNDES, Tiago Toledo, e com a administradora Maria Cristina Ferreira. Eles apresentaram um Plano de Fomento às exportações brasileiras de serviços, visando a diversificação dos serviços e produtos brasileiro oferecidos, com ampliação da participação de micro, pequenas e médias empresas e alcance de novos segmentos.

 

Nesta etapa o BNDES está mapeando as necessidades de instrumentos financeiros, financiamento ou garantias, para apoiar as vendas de empresas brasileiras no exterior. Participe da pesquisa e ajude a criar melhores condições para exportação da Arquitetura Brasileira!

 

Clique aqui para participar da Pesquisa de Exportação de Serviços

14 respostas

  1. O CAU poderia apoiar o crédito BNDES e financiamento de projetos para arquitetos e escritórios aqui mesmo no Brasil. Estimular crédito para pequenos empreendimentos e capital de giro para arquitetos.

    1. Pedro, foi tratada na reunião foi a possibilidade do banco incluir a Arquitetura e Urbanismo entre os serviços que permitem o uso do Cartão BNDES para concessão de créditos por bancos comerciais. Falou-se ainda do uso do BNDES Giro para ajudar os escritórios de Arquitetura e Urbanismo a se equiparem e competirem melhor tanto no mercado nacional como no internacional. Para saber mais sobre os produtos do banco disponíveis para arquitetos e urbanistas, acesse https://bit.ly/2N9SgZI

    2. O cartão BNDES já seria um começo, mas temos necessidade de crédito e capital de giro para estimular novos empreendimentos (de menor porte) com qualidade de arquitetura para competir com o mercado imobiliário e também capital de giro para equipamentos e ampliação de equipe, escritório. Enfim, fazer a roda girar, estimular a produção, mas com esses juros dos bancos é impossível trabalhar.
      Por falar no assunto, como andam as tratativas de cooperativa para Unicred em São Paulo e outros estados?
      https://caubr.gov.br/conveniounicred/

  2. Me desculpem, mas esta pesquisa não se refere e não tem nada a ver com escritórios de arquitetura.
    Vocês deveriam sim, ter em mente, em primeiro lugar, o perfil, dos escritórios de arquitetura que pretendem participar de empreendimentos no exterior.

    1. Celso, trata-se de uma pesquisa do BNDES para entender o segmento de serviços, no qual se inclui a Arquitetura, para implementar serviços mais adequados. Para saber mais sobre os produtos do banco disponíveis para arquitetos e urbanistas, acesse https://bit.ly/2N9SgZI

  3. Concordamos e apoiamos a sugestão de Pedro Costa:
    “O CAU poderia apoiar o crédito BNDES e financiamento de projetos para arquitetos e escritórios aqui mesmo no Brasil. Estimular crédito para pequenos empreendimentos e capital de giro para arquitetos.”

    1. Roberto, foi tratada na reunião foi a possibilidade do banco incluir a Arquitetura e Urbanismo entre os serviços que permitem o uso do Cartão BNDES para concessão de créditos por bancos comerciais. Falou-se ainda do uso do BNDES Giro para ajudar os escritórios de Arquitetura e Urbanismo a se equiparem e competirem melhor tanto no mercado nacional como no internacional. Para saber mais sobre os produtos do banco disponíveis para arquitetos e urbanistas, acesse https://bit.ly/2N9SgZI

  4. Gostaria de saber, quais sao os paises com os quais o CAU tem convenio de reconhecimento de registro de arquiteto do Brasil, para exercicio da profissao no exterior, alem dos paises do Mercosul? Sem este tipo de convenio, nao temos como exportar nosso trabalho legalmente para alem da America Latina. Na maioria dos paises desenvolvidos, a profissional de arquitetura precisa ter registro nestes paises para poder se apresentar como arquiteto, sob o risco de ser processado e multado, com valores que podem ultrapassar mais de 50 mil dolares!
    Em paises do Commonwealth como USA, UK, Australia, NZ e outros, o registro de arquiteto requer um longo processo e custos elevados, alem de comprovacao de alguns anos de trabalho no pais, para que o profissional seja elegivel a prestar exame para registro. Alem do processo de reconhecimento de diploma de universidades do Brasil nestes paises, as exigencias para eligibilidade de registro requerem um minimo de 2 anos de experiencia de trabalho sob supervisao de arquitetos registrados nestes paises, antes do candidato poder prestar exame.
    Assim, teria o CAU alguma iniciativa de reciprocidade de reconhecimento de registro de arquiteto, para extender o direito dos arquitetos brasileiros exercerem a profissao no exterior e extenderem servicos para alem da America Latina?

  5. A iniciativa é louvável, mas como o BNDS é um órgão que administra recurso provido pelo povo. A condições devem ser igual para todos, nesse caso, escritórios e profissionais de arquitetura. Para ser sério, todos tem que ter acesso a transparência, sem burocracia: quem foi o beneficiário, o valor, o prazo do trâmite até a liberação, as condições de pagamento e outros.
    Para não ficar parecendo as mazelas do passado próximo, onde para uns “sim e muito”, para outros “nada”.
    O link informado não é nada prático para esta matéria.

    1. Paulo, trata-se de uma pesquisa do BNDES para entender o segmento de serviços, no qual se inclui a Arquitetura, para implementar serviços mais adequados. Para saber mais sobre os produtos do banco disponíveis para arquitetos e urbanistas, acesse https://bit.ly/2N9SgZI

  6. Só o fato de que nós arquitetos estamos dentro da necessidade de um programa de apoio, já é bom, adequar e fazer acontecer seria ótimo.

  7. O BNDS é um banco do povo brasileiro, portanto, seus negócios deve ser converter em melhorias diretamente para nossa população. Temos que investir nos profissionais e não, como induz a matéria, ” os escritórios”. Trabalhei e realizei alguns projetos no exterior e o considerados primeiro mundo a cartilha é simples: há investimento nos profissionais, que se capacitam e investem em excelentes equipamentos, atendem bem a população e consequentemente os profissionais de escritórios e os autônomos ficam nivelados e preparados para competição internacional.
    Atenção: os sites sugeridos pelo robô que responde igual para todos, não tem nenhum objetivo para a matéria.

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