CAU/BR

CAU/BR decide recusar registro profissional a alunos formados em cursos EaD

Atenção: O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR) informa que, em cumprimento a decisão judicial provisória, atualmente não há quaisquer óbices a que egressos de curso de graduação em Arquitetura e Urbanismo, na modalidade de Ensino a Distância, requeiram e obtenham registro profissional no CAU. O CAU/BR, entretanto, tem adotado todos os meios, admitidos em Direito, para reverter a decisão judicial. Saiba mais aqui. 

 

O CAU/BR decidiu que devem ser recusados os pedidos de registro profissional de bacharéis em Arquitetura e Urbanismo formados em cursos na modalidade Ensino a Distância (EaD). Dessa forma, os 27 CAU/UF que atuam nos Estados e no Distrito Federal – responsáveis por realizar o registro de novos arquitetos e urbanistas – não poderão registrar esses egressos, impedindo-os de atuar na profissão. A deliberação foi tomada pelos conselheiros federais do CAU/BR durante a 88ª Reunião Plenária do Conselho, realizada em Brasília no dia 29 de março. Considerou-se para essa decisão que o campo da Arquitetura e Urbanismo está relacionado com a preservação da vida e bem-estar das pessoas, da segurança e integridade do seu patrimônio e da preservação do meio ambiente, e portanto tem impactos diretos sobre a saúde do indivíduo e da coletividade.

 

Além disso, o Código de Ética e Disciplina do CAU/BR determina que o arquiteto e urbanista deve deter um conjunto sistematizado de conhecimentos das artes, das ciências e das técnicas, assim como das teorias e práticas específicas da Arquitetura e Urbanismo, sendo impossível passar essa experiência da relação professor/aluno a distância. Segundo a CEF do CAU/BR, um dos princípios que embasam a Arquitetura e Urbanismo e o Paisagismo é a necessária condição geográfica, sem prejuízo das de caráter histórico e cultural, sendo impossível passar essa experiência da relação professor/aluno a distância.

 

Recentes normativas do Ministério da Educação têm ampliado continuamente o percentual do EAD na graduação universitária de diversas profissões, permitindo a oferta de cursos 100% a distância, substituindo integralmente o ensino presencial. No Brasil, existem hoje 32 instituições de ensino que estão autorizadas pelo MEC a oferecer 84.000 vagas de Arquitetura e Urbanismo em mais de 400 polos espalhados pelo país. Nove cursos EaD já estão funcionando, com turmas ativas.

 

“É impossível passar essa experiência da relação professor/aluno a distância”

 

“Essa é uma preocupação de um grande grupo de profissões, como pude ver em outros conselhos profissionais”,  afirmou o presidente do CAU/BR, Luciano Guimarães. “Nossa decisão se baseia no fato do Conselho ter como uma de suas finalidades pugnar pelo aperfeiçoamento do exercício da Arquitetura e Urbanismo em todo o território nacional. A proposta partiu da Comissão de Ensino e Formação, que tem como objetivo propor, apreciar e deliberar sobre atos normativos de ensino e formação referentes a ações que visem a melhoria das condições de oferta e da qualidade dos cursos de graduação em Arquitetura e Urbanismo, como previsto em nosso Regimento Interno”.

 

A conselheira Andrea Vilella, representante das Instituições de Ensino Superior e  coordenadora da Comissão de Ensino e Formação do CAU/BR, destacou que a sociedade brasileira deve entender que a formação a distância na Arquitetura e Urbanismo traz riscos tão graves quanto na área da Saúde. “Trata-se de segurança da vida, por isso outras profissões como dentistas, farmacêuticos e veterinários também criticam o ensino a distância”, afirmou.

 

Importante: Comissão de Ensino e Formação esclarece dúvidas quanto a “cursos semipresenciais”

 

Andrea Vilella, coordenadora da CEF

 

Presente na Plenária, João Carlos Correia, presidente da ABEA (Associação Brasileira de Ensino de Arquitetura e Urbanismo), elogiou a iniciativa em nome de sua entidade e das demais componentes do CEAU (Colegiado das Entidades de Arquitetura e Urbanismo), ao qual representava na ocasião.

 

Vários conselheiros declararam-se orgulhosos por participar da decisão, considerando-a um marco histórico para a Arquitetura e Urbanismo no Brasil.  Segundo eles, não se trata de abominar o valor das novas tecnologias,  mas o ensino a distância é a própria negação da essência da Arquitetura e Urbanismo, esferas ligadas à territorialidade e à paisagem, o que exige  aulas de ateliê diretamente vinculadas ao exercício do desenho conjunto com os professores, pois trata-se de um curso muito complexo que envolve técnica e criatividade, além de um senso crítico muito apurado.

 

A 88a. Plenária ocorreu nos dias 28 e 29 de março de 2019

 

MANIFESTAÇÃO PÚBLICA
Em 2017, o CAU/BR já havia manifestado publicamente sua preocupação e discordância com a improcedente e perigosa oferta de cursos de graduação na modalidade Educação à Distância (EAD). A Manifestação sobre EaD destaca que, entre 2012 e 2017, dobrou o número de cursos de Arquitetura e Urbanismo no país, sem que houvesse uma distribuição territorial planejada e que contemplasse a avaliação das respectivas e reais demandas de serviços profissionais. “Entendemos que os cursos de Arquitetura e Urbanismo na modalidade EAD, até agora cadastrados no MEC, não atendem a legislação vigente do setor educacional, por não contemplarem a relação professor/aluno própria dos ateliês de projeto e outras disciplinas; as experimentações laboratoriais e a vivência para a construção coletiva do conhecimento”, dizia o texto.

 

Desde 2014, o CAU/BR firmou acordo com o Ministério da Educação para se manifestar sobre o o processos de autorização, reconhecimento e renovação dos cursos de Arquitetura e Urbanismo no país – usando para isso suas ferramentas de geotecnologia, que mapeiam a atuação de arquitetos e urbanistas e permitem saber aonde há necessidade de profissionais e também aonde o mercado está saturado. A esmagadora maioria desses pareceres foi desfavorável à autorização dos cursos, mas eles foram reconhecidos pelo Ministério da Educação mesmo assim. Levantamento da Comissão de Ensino e Formação do CAU/BR mostra que os novos cursos estão sendo ofertados justamente em cidades com excesso de profissionais, enquanto em outras regiões do país precisam de mais cursos, profissionais e investimentos.

 

Leia aqui a manifestação do CAU/BR sobre cursos EaD

 

As críticas foram reiteradas em carta ao Ministro da Educação em 28 de abril de 2018.

 

Também ABEA, IAB, FeNEA e FNA já se pronunciaram publicamente contra o ensino de Arquitetura e Urbanismo na modalidade EaD. Saiba mais:

 

Carta da ABEA contra o ensino de Arquitetura e Urbanismo a distância

 

Em carta ao MEC, IAB critica ensino a distância de Arquitetura e Urbanismo

 

Carta da FeNEA sobre os cursos de Arquitetura e Urbanismo em modalidade EAD

 

FNA manifesta apoio à ABEA contra Ensino a Distância

 

PROBLEMAS NOS CURSOS
No começo deste ano, o CAU/RS começou a investigar denúncias de estudantes que alegam ter recebido conceito máximo em disciplinas práticas que sequer cursaram. Um aluno recebeu conceito “Excelente” em determinada disciplina que sequer cursava, sem ter acesso ao conteúdo das aulas e sem desenvolver as práticas necessárias para a avaliação. Outro, por exemplo, obteve o mesmo conceito para a prática de Desenho Arquitetônico, quando não houve práticas para subsidiar a avaliação.

 

Diante dessas situações, o CAU/RS encaminhou as denúncias ao Ministério da Educação e decidiu no dia 22 de março não conceder o registro profissional no conselho estadual a egressos de cursos de arquitetura e urbanismo ofertados na modalidade EAD. “Avaliamos que a modalidade EAD possui graves problemas de desempenho, avaliação e controle, gerando impacto negativo na qualidade do ensino de graduação”, afirma nota oficial divulgada pelo CAU/RS. Leia aqui.

296 respostas

  1. Todos estamos vendo que o MEC autorizou e permitiu a venda do Curso. Acredito que o correto seria entrar com uma ação coletiva contra o MEC, que permitiu a venda de um curso, em que o orgão regulador CAU, não reconhece e vejamos os cachorros grandes se matarem. No final, 1 dos 2, pagará o nosso tempo e dinheiro ou autorizará nossa profissão. Aprendi que arquiteto e engenheiro tem que engenhar e as vezes engenhar soluções para mentes que são do tempo do guaraná de rolha. Fica a dica.

  2. Que vergonha CAU! Quanto atraso! E vocês ainda desconhecem a modalidade. A educação a distância, dentro das exigências do MEC, tem avaliações semestrais presenciais e matérias de estágio presencial e supervisão. Vocês nasceram em 2010, mas parecem uma bando de paladinos medievais saindo do caixão, cegos de terra. Nessa guerra boba e feia, vocês já perderam. Vocês são elitistas acima de tudo, pois a modalidade EAD pode abrir muitas possibilidades para estudantes de diversos contextos. Quem decide essa temática é o MEC, não vocês ou a opinião de um ou outro sobre tema tão subjetivo do que seja a relação entre quantidade e qualidade, sobre o que seja um bom ou ruim arquiteto. Uns falam que o presencial é fundamental e garantia de qualidade, outros falam que cinco anos é isso ou aquilo, que precisa de mais, que precisa de menos, que não precisa disso ou daquilo. Vocês falam como se qualquer egresso de curso presencial tivesse a qualidade garantida. Quanta bobagem verborrágica apenas como um sintoma de necessidade de barrar o curso natural e inevitável da história. Vocês vão perder essa batalha, assim como a OAB perdeu para o MEC, quando os homens cabeça quadrada e de paletó queriam barrar a modalidade EAD de Direito. Está feio para vocês, CAU.

  3. Com todo o respeito mas quem tem que fiscalizar se o ensino é bom ou ruim é o MEC, e não o conselho de arquitetura. O conselho não pode em hipótese nenhuma vetar o registro a alguém de um curso que foi autorizado legalmente pelo MEC para ser um curso. Não faz sentido. Se o bacharel entrar na justiça contra o órgão é causa ganha na certa.

  4. Boa noite! como meu comentário não apareceu, volto a publicá-lo, CAU vamos discutir formas de fiscalizar os profissionais que já são cadastrados e sem nenhuma condição, Educação é como o MEC,vocês podem contribuir, não impor cancelamento para os profissionais do EAD, Isso não seria uma forma de criar um pré conceito? Julgar sem conhecer? vocês tem que fiscalizar o que já cadastraram , e acredito que a maioria é presencial e o trabalho é horrível! Culpar o EAD? Acho que essa não é a solução. FISCALIZAR SIM!

  5. Com todo o respeito, a CAU precisa se modernizar e acompanhar o século 21, a era digital, que é uma realidade em todo o mundo. Há muitos problemas tanto em cursos presenciais como em cursos online. Muitas vezes se aprende mais online do que nas salas de aula. O que resolveria, ao meu ver, não é proibir o aluno que estudou por 4/5 anos (e pagou) a não exercer a profissão, mas sim atuar junto ao MEC e faculdades EAD para tornar esse caminho digital coerente com a realidade da profissão. Nem 8 nem 80. Talvez um EAD com momentos presenciais? Talvez provas de tempos em tempos? Não sei. Tem muitos cursos de graduação que já têm o formato híbrido e que entenderam essa flexibilidade como algo que não se pode viver sem – vale pesquisar outros cursos de outras profissões para avaliar as possibilidades. O desafio existe e tenho certeza que a CAU e o MEC têm competência para isso. Os únicos que não podem ser prejudicados são os alunos.

  6. Deixa eu ver se entendi. Então quer dizer que as faculdades podem vender de forma livre cursos EAD sendo esses reconhecidos pelo MEC no entanto ao solicitar o Registro no Conselho no caso o CAU o mesmo será negado?
    Se isso acontece o porque ainda estão vendendo curso nessa modalidade?
    Não seria mais fácil o CAU averiguar a modalidade de ensino tanto das presenciais quanto EAD, porque sinceramente o Ensino Presencial é péssimo.

    Gostaria de uma lista fornecida pelo próprio CAU com o nome das Instituições regulamentadas para tirarmos o registro.

    1. Isso mesmo. Se o CAU não vai fornecer o registro porque essas instituições continuam oferecendo o Ensino EAD????
      Eu mesmo estou cursando EAD Arquitetura e urbanismo pela Universidade Unimes, que fica em Santos.

    2. Concordo, existem instituições que ficam passando videos e imagens durante as aulas e cobram como presencial, mas passar videos e datashow poderia ser online….certo????

    3. Se bem soubessem todas as faculdades adotariam estas modalidades, à distância e semipresencial. Passei 5 anos indo pra universidade. Tinha que pegar ônibus lotado com percurso de 1hora todos os dias. Tinha que trabalhar o dia inteiro, não passava em casa pra tomar banho, comia muito mal, dormia na sala de aula, a dor de cabeça me consumia. Faltava demais e o aproveitamento deixava a desejar. Aí tive que deixar o emprego um turno porque se não, não conseguiria me formar. Mas enfim, formei. Creio que se existisse esta modalidade a época, eu não teria sofrido tanto e teria aproveitado mais. Na minha modesta opinião, essas tecnologias deveriam ser melhores aproveitadas e não excluídas. Mas claro, sem comodismo dos órgãos fiscalizadores, que deveriam fiscalizá-las com rigor.

  7. Olá, venho por meio deste pergunta-los aos conselheiros da Arquitetura e Urbanismo ..e agora em 2020 com a pandemia? onde a maioria dos cursos estão sendo em EAD, como fica isso? …Vocês do CAU com todo respeito e admiração que tenho a vocês mas vocês estão insultando a inovação e a tecnologia, vocês pregam causas sociais mas não as põe em prática …por diversas vezes fui para a faculdade e meus professores me pediam para imprimir inúmeras folhas A1 e todas iam para o lixo no mesmo dia. Hoje ainda não sou formado e nem sei se pretendo me formar, vejo o número de empresários bem sucedidos que largaram a faculdade de Arquitetura e tiveram muito mais sucesso em suas carreiras de projetistas, modeladores 3D e outras carreiras, que seriam gigantes da Arquitetura brasileira, mas que por meio de diversas circustâncias não puderam concluir suas formações e o maior problema pra maioria é o tempo e depois questões financeiras, vocês deveriam se atualizar! hoje sou diretor de uma empresa de obras que vem crescendo no mercado, estou ajudando com consultorias diversos profissionais despreparados que nossas faculdades brasileiras estão criando, pessoas que saem com muita teoria e pouca prática! Em fim ..ajudem as pessoas a terem suas formações! ajudem o Brasil a ter mais profissionais valorizando e enriquecendo nossa Arquitetura! se atualizem! Eu sei a importância de aulas presenciais, porém vejo que podem ter horários mais reduzidos e serem aulas mais objetivas, espero que não vejam isso como um insulto mas sim como uma dica de quem está introdozido no mercado realizando arquitetura e ajudando quem também quer entrar no mercado. A arquitetura e até mesmo a Engenharia no Brasil é tão fraca que hoje em dia oque mais se vê é discussão em fóruns de engenheiro que quer se comparar com a função do arquiteto e arquiteto querendo se mostrar superior ao engenheiro. Em fim, valorizem a Arquitetura Brasileira. Sou muito a favor de uma prova para os Arquitetos formados, isso seria muito boa ideia.

    Entendam… Uma vez Le Corbusier foi para Atenas estudar o Partenon e outros edifícios da Grécia antiga. Ficou impressionado com o uso da razão áurea… Uma vez também fui para Atenas e estudei o Partenon e as estruturas da cidade grega e também fiquei muito impressionado ..porém dessa vez diferente de Le Corbusier eu estava estudando através do Google Street View. Vivemos um mundo moderno ..libertem o Brasil para que possamos ver mais outros Oscar Nyemeyer ou quem sabe darmos ao mundo uma nova …zaha hadid!

    1. O CAU não irá lhe responder, eles estão defendendo é a reserva de mercado desta área. Mas eles não vão conseguir por meio desta ação covarde impedir a democratização do ensino e exercício da Arquitetura e Urbanismo por muito tempo. A verdade sempre prevalece.

      Já fiz três cursos de nível superior, em verdade o curso presencial é que é um “caos” com professores que falam sobre sua vida pessoal, ex-namoradas, faltam, entregam um papelzinho para os alunos lerem e discutirem.

      No curso a distância as aulas são objetivas e vão direto ao ponto impedindo que o aluno perca qualquer conteúdo da grade curricular. No resto, depende é do aluno.

      Se querem garantir profissionais adequados, liberem todas as modalidade e criem uma prova do modelo da OAB.

      Muito provavelmente vários presenciais não passarão.

  8. Primeiramente gostaria de dizer que eu não estou cursando Arquitetura, para não receber respostas atravessadas de pessoas que só sabem se manifestar através de agressões verbais a outras pessoas.
    Cada um tem a sua opinião, e essa é a minha dirigida ao CAU apenas e não aos demais leitores.
    Eu tenho interesse nesse curso porque gosto, e por isso estou pesquisando as opções de graduação disponibilizadas no mercado. Sou formada e com carreira sólida em outra profissão, e por isso me sinto experiente para dar esta resposta.
    Curso presencial não é garantia de qualidade e muito menos de segurança. Estou cansada de ver as atrocidades que “profissionais” dessa area, graduados em cursos 100% presenciais tem feito. Inclusive, o reflexo no bolso dos clientes e o retrabalho gerado aos demais profissionais que se envolvem nas obras. A qualidade e segurança está relacionada a dedicação do profissional com sua profissão e seus projetos, e principalmente com o respeito ao próximo, e não ao tipo de graduação.
    Sou formada em curso 100% presencial e o mesmo descaso que pode haver nas disciplinas a distancia, vi ocorrerem na presencial, e olha que a instituição em que me formei é referência para a minha profissão na capital do meu estado, mas assim como existem profissionais ruins na área das engenharias, também existem na área de ensino.
    Os mesmos formandos pobres em conhecimento que podem se graduar via EaD, também se graduam via presencial, ou porque teve colegas em quem se apoiou, ou porque teve professor que não estava nem aí com nada e permitiu que esse individuo fosse aprovado.
    Se o CAU quer garantir qualidade e segurança, então que façam por meios avaliativos, primeiro avaliem as instituições e indiquem aos ingressantes da profissão quais não são aprovadas pelo Conselho, pois pelo que vi acima a questão se iniciou com denuncias sobre instituição e não sobre profissionais, depois façam como outros conselhos fazem, e só autorizem a emissão da Carteira Profissional a profissionais aprovados em avaliações desenvolvidas pelo Conselho, e não com base em teorias sem comprovações tácitas, já que uma instituição não cumprir com seu papel, não prova que outras não levem a questão a sério.
    Quando ficar comprovado, que de fato um graduando EaD não se desenvolve na mesma proporção que um formando presencial, por meio avaliativo, ou seja, com provas documentais, por causa do tipo de graduação e não por culpa de uma instituição de ensino ruim, então o CAU terá uma causa, do contrário, só estou vendo mais um tipo de pré-conceito e discriminação em nosso país.

    1. boa tarde, disse tudo, conheço muitos profissionais de Arquitetura que parecem terem preguiça de desenhar, sou formado em 2000, quando se elaborava desenho a mão ainda, não deve-se ser generalizado essa situação.

  9. Deveríamos sim acabar com estes conselhos que so querem na realidade o dinheiro dos profissionais, pois na arquitetura por exemplo raro são os profissionais que seguem as normas da ABNT e os códigos sanitários, estou falando isso porque tenho analisado vários projetos encontrados na internet e poucos deles respeitam principalmente as dimensões mínimas dos compartimentos conforme as normas da ABNT e códigos sanitários.

    1. Jorge, informamos que a autorregulação profissional acontece em todo mundo, com organizações e ordens de arquitetos como o Instituto Americano de Architetos (AIA), o Instituto Real de Architetos Britânicos (RIBA) e a Sociedade de Arquitetos da China fazendo o registro e a fiscalização da profissão. No Brasil, o exercício da Arquitetura e Urbanismo é regulamentado pela Lei 12.378/2010, que define o exercício ilegal da profissão.

      O CAU/BR e os CAU/UF existem desde 2011, tendo criado o SICCAU, Tabela de Honorários, Código de Ética, Resolução sobre Direitos Autorais, Site Ache um Arquiteto, desenvolveu campanhas nacionais de valorização profissional e têm lutado no Congresso Nacional pelo planejamento correto de nossas cidades, entre outras ações. O CAU/BR promove ainda diversas ações objetivando a valorização da Arquitetura e do Urbanismo no Brasil, por meio de campanhas publicitárias, diálogo institucional com o Governo Federal e Congresso Nacional, eventos nacionais e agora também ações de apoio à Assistência Técnica para Habitação de Interesse Social.

      Os CAU/UF realizam ainda ações de fiscalização, de apoio às prefeituras e orientação dos profissionais recém-formados. Existem ainda uma série de benefícios, como desconto em softwares BIM e financiamento de projetos. Você pode conferir todos em https://transparencia.caubr.gov.br/parcerias/

      Lembramos que o CAU é de todos os arquitetos e urbanistas. Caso tenha alguma dúvida, por favor entre em contato com a nossa Central de Atendimento:

      Chat: https://caubr.gov.br/atendimento

  10. Acredito que a graduação EAD deixa muito a desejar em termos práticos. Um curso 100% a distância é no mínimo absurdo na área da engenharia e da arquitetura. Um erro de cálculo seria fatal. O Ministério da Educação pretende massificar o mercador de pessoas desqualificadas na área da engenharia e arquitetura. O percentual daqueles que realmente estão bem preparados para o mercado de trabalho é muito pequeno, através do ensino à distância. Isso é um retrocesso. Para quem faz um pedagogia a distância por exemplo é muito diferente de quem faz uma engenharia naval, por exemplo. A pedagogia a distância cairia bem, mais uma engenharia seria um desastre. Parabenizo a CAU/BR pela atitude exemplar.

  11. Alguém está errado nessa história, e não é o estudante. Ou é a CAU ou a Faculdade ou o ministerio da educação que autorizou. Porque não se pode cursar um curso autorizado e ser impedido de exercer a profissão. Da mesma forma não se pode ofertar um curso em uma modalidade que não pode ser exercida, muito menos autorizar um curso em uma determinada modalidade que não se pode trabalhar legalmente. Vocês GOVERNO, CAU e FACULDADES precisam resolver isso definitivamente. O que não pode é ficar essa queda de braço de imposições e julgamentos sem definições unânimes a serem respeitadas. Isso tudo chega a ser delituosa.

    1. e complementando, é dinheiro, dentre das muitas vezes suado, estamos falando de cinco anos investidos numa graduação, dentre de muitos, não conseguem pagar.

    2. Exatamente! Isso é um desrespeito com os alunos que estão perdendo seu tempo buscando uma profissão, sem contar o dinheiro jogado fora.

  12. Quem tem que decidir algo é o MEC, e não o CAU. É o MEC quem tem autoridade para considerar válido ou não o diploma. É só entrar na justiça contra o CAU que é causa ganha. Os “museus” que comandam o CAU deveriam se preocupar em fiscalizar a absurda quantidade de obras irregulares que existem há décadas, a maioria assinadas por “profissionais” formados em curso presencial.

  13. Concelheiros retrógrados!
    Não existe curso presencial que ensine tudo o que um profissional deve saber para exercer a profissão. O bom profissional está sempre pesquisando, se atualizando, experimentando, praticando. A formação do profissional é algo contínuo. Se fosse tão importante o curso presencial, e o CAU estivesse tão interessado em fiscalizar a qualidade do ensino, não haveria maus profissionais e infelizmente há.
    O ensino tem que ser bom e isto independe da forma presencial, semi presencial ou EAD.
    Deixa começarem a se formarem arquitetos em cursos autorizados pelo MEC e este absurdo vai ser derrubado.

    1. Se o ensino presencial é pessimo, imagine a modalidade EAD. Nessa modalidade não se aprende nada, pois o ensino baseia-se apenas nos fundamentos teóricos (eu faço de conta que te ensino e você faz de conta que aprende). A prática é de suma importância nas formações como odontologia, medicina Veterinária, Engenharias e Arquiteturas entre outras. O Brasil está cheio de faculdadezinhas sem credibilidade nenhuma. Disciplinas que possuem relevâncias práticas, sendo ministradas através de apostilinhas mediocres.

  14. E agora, gente!? Faço na UNISA, que conta com aulas presenciais e ead, sendo sua grade em grande maioria composta por disciplinas à distância mesmo… Não poderei exercer a profissão? E com quem reclamar meus direitos? Como proceder?
    Abraços!

    1. Por favor entre em contato com a Central de Atendimento do CAU de segunda a sexta, das 9h às 19h (horário de Brasília). Confira nossos contatos:

      Chat: https://caubr.gov.br/atendimento

      Telefones: 0800-883-0113 (ligações realizadas a partir de telefones fixos) e 4007-2613

  15. Na real…
    Reserva de mercado, é simples assim….

    1. RESERVA DE MERCADO…

      Sim, e nao só os formados via modelo EAD.. mas grande parte dos formados em particulares presenciais!

      É de se entender o desvalor da classe quando se observa isso!
      Profissionais despreparados.

      CAU faça o que lhe cabe, fiscaliza. Nao apenas o ensino a distancia, mas o presencial também…
      Porque o que se tem hoje, em massa, é um ensino de fachada que forma profissionais incopetentes.

      Não é possivel que a lógica de delegar o real ensino de arquitetura a “experiencia em uma empresa” continue se perpetuando. Não existe um curriculo minimo adequado. Não existem critérios minimos.. Não existe sequer salário minimo! Honestamente, hoje é vergonhoso pertencer a essa classe. Ridiculamente vergonhoso. Ao pagar a anuidade me sinto violada.

    2. O CAU NÃO TEM QUE PROIBIR NEM RECUSAR FORMADOS EM EAD, ELE NEM TEM PODER PARA ISSO, SE O MEC REGISTROU O CURSO E ACEITOU ELE FUNCIONAR O ALUNO TEM O DIREITO AO REGISTRO, AGORA QUE ELE PODE TENTAR O REGISTRO DE CURSOS DE MÁ QUALIDADE ISTO SIM, ESTÁ FAZENDO UM GRANDE BENEFICIO PARA A SOCIEDADE. EU CONHECI UM PROJETISTA DE ARQUITETURA QUE TRABALHOU 40 ANOS EM VÁRIOS TIPOS DE PROJETOS. EU NUNCA VI UM ARQUITETO TER TANTA CRIATIVIDADE E HABILIDADE PARA FAZER UM PROJETO. ESTE CARA SE FORMOU COM 56 ANOS EM EAD E VI POUCOS PROFISSIONAIS FORMADO EM ARQUITETURA TER TANTO TALENTO, PELA QUALIDADE, HABILIDADE E VISÃO DE PROJETO. VC ACHA QUE UM CARA QUE DESSE MERECE RECUSA DE UM REGISTRO POR SER EAD? EU ACHO ESTE CARA 1 EM 1 MILHÃO.

  16. Porque não realizar prova de conhecimento, tipo OAB, garanto que muitos alunos vão se sair melhor do que alguns presenciais.
    Autoriza-se aqueles aprovados, outras profissões são assim.

    1. Esse tipo de retrógrada só mostra a incompetência dos brazileiros com “Z”. É uma falta de vergonha essa empresas engarem os seus Stakeholders que deveriam ser respeitados, pois mesmo quem faz EaD, trabalha, paga pelo estudo e acredita na propaganda que essas empresinhas fazem. E um órgão todo soberbo como ressaltado nos comentários de quem participou literalmente destrói o sonho de muitos que fizeram o EaD. Eu faço EaD no Japão, eu fui kaizen staff no Brasil com S e não com Z, sem diploma acadêmico pois aqui no Japão o que vale é a experiência em primeiro lugar e não um simples papel que não vale nada se o próprio portador não valorizar ele carregando no ombro e não ficando montado nele. Essa história de laboratório acadêmico, para quem fez uma universidade ou escola técnica como eu fiz, sabe o quanto aprendemos e discordo e endosso o que muitos falaram aqui. Respeitem a gente como cidadão e não nos tratem simplesmente como lixo, pois medidas como esta me envergonham deste Brazil com z que órgão como esse são. Vocês deste órgão não são Brasil e sim brazil com b. Uma vergonha!!! E falo isso baseado em fatos, pois tenho 53 anos bem vividos e com muita experiencia onde muitos profissionais qualificados me aconselharam. O diploma não representa nada, só 0,00001% do que vamos usar na carreira profissional. Isso eu falo da área de Engenharia Civil, Elétrica e Arquitetura, pois simplesmente é um prédio e pronto. Que esse órgão pare de ser medieval e medíocre e faça o Brasil que todos reclamam aqui crescer e não criar medidas tão ditatoriais como essa. Se querem manter, então vocês membros desta comissão paguem todo o prejuízo que todos que fizeram EaD em Arquitetura tiveram. E esse prejuízo não é financeiro e sim o tempo!!! Vocês vão arcar com esse prejuízo que não tem volta? Ou vocês pensam que quem faz EaD tem uma mentalidade abaixo do normal? Que estes membros peguem uma picareta para começar a fundação, depois vá preparar o cimento, depois vá fazer o acabamento que dizem que somente arquitetos podem fazer, quanto conceito ultrapassado. Nós brasileiros merecemos respeito e dignidade e nem venham responder com is ou es, pois esta é a verdade nua e crua. E os culpados, somos nós mesmo, que ficamos passivos e vemos essa barbaridade de analfabetismo funcional à solta para difamar a real cultura dos brasileiros que é linda. Eu sinceramente estou decepcionado vendo este artigo aqui do Japão e peço ao nosso protetor que realmente de forças aos brasileiros de verdade e não esta casta ultrapassada, medieval que só transforma o Brasil em brazil. Lutem pelos seus direitos e não fiquem só ouvindo “deveres” ridículos como esse!! Isso é um ultraje e uma total falta de respeito ao EaD.

  17. A decisão do processo é simplesmente uma liminar indeferida por faltarem os requisitos necessários a concessão da tutela requerida pela representante das Faculdades Anhanguera. Não se trata de decisão de mérito ou vitória da CAU, inclusive, se algum aluno concluir o curso na modalidade Ead e sendo a instituição devidamente registrada no MEC e regular, pode-se propor MS. A liminar obviamente não foi deferida em razão de não existir turmas formadas, o curso teve início em 2017. A jurisprudência é uníssona no sentido de que a competência para legislar em educação pertence ao MEC e obviamente essa resolução será anulada. INFELIZMENTE. Tenho que o conselho deve cumprir com seu papel de fiscalização e outras obrigações não cabendo legislar.

  18. Concordo com o Ivo, faz um exame para receber o registro e adequa os cursos semi presenciais a novas normas. Uma hora (dia) vão ter que fazer isso. Não tem como parar o futuro complexo e cada vez mais fragmentado. Carlos Deeker.

    1. O EXAME É SÓ PARA FAZER UM RESERVA DE MERCADO, OU SEJA DIMINUIR A CONCORRÊNCIA
      JÁ IMAGINOU SE DIMINUÍSSEMOS A CONCORRÉNCIA MATANDO UNS AOS OUTROS? ISTO É LÓGICO, MAS NÃO ÉTICO
      TEMOS QUE DAR OPORTUNIDADE PARA TODOS, AFINAL SOMOS SERES HUMANOS E CIVILIZADOS

  19. Honestamente eu acredito que o CAU deve se adequar, eu gostaria muito ter condições de fazer um curso presencial em período integral, porém minha profissão inviabiliza isto, no entanto eu concordo que há instituições que tão somente visam o lucro, e sim, isso pode colocar em cheque a segurança e vidas, não somente na área de engenharia ou arquitetura, mas acredito que é válido e necessário um critério que viabilize e flexibilize o registro, nada melhor que uma prova de competência para tal modalidade de ensino, assim como OAB faz, seria uma maneira mais justa para lidar com a situação…

    1. Ta doido. O mercado faz a seleção natural. Essa OAB virou uma fábrica de concurso. Tem 4 vezes no ano, caro, difícil. Você estuda 5 anos. Está apto, não passa e não pode exercer depois de tanto sacrifício. Sendo que OAB está contaminada pela corrupcao’. É roubalheira… nem sonha isso .
      Vai ser mais uma maneira de corromper e impedir o trabalho do outro.Nos já pagamos impostos demais. Só precisamos trabalhar para conseguir sobreviver nesse pais.

  20. Diante dessa pandemia que vem ocorrendo em diversos países por causa do coronavirus, inclusive no Brasil, informo que a minha universidade está tentando de todas as formas forçar aulas a distância. No que isso implica? Qual seria a forma correta das universidades agirem nesse momento delicado?

    1. Boa pergunta Heloisa! Estou passando pela mesma situação e gostaria de me informar para ter não ter problemas futuros.

    2. Minha turma toda está em dúvida quanto a isso, pagando valores absurdo em faculdade particuar para termos aula presencial, e não estamos tendo tal serviço por conta do surto do novo Corona virus. Se o Estudo a Distância é legalmente incorreto, como devemos agir em tal situação? a faculdade está nos impondo a todo custo as aulas EAD , a qual os professores não foram antecipadamente preparados para tal modalidad e que não conseguem transmitir o aprendisado, o custo é altíssimo (OBS: Não reduziram o valor mensal). Queria respostas quanto a isso, se é proibido, podemos entrar com processo judicial contra a instituição de ensino, já que não estão cumprindo a cláusula do contrato que reforça sobre o aprendisado e da CAU? Não seria isso quebra de contrato?

    3. ENQUANTO O MEC ACEITAR O REGISTRO DO CURSO. O CAU NÃO PODERÁ RECUSAR, ALIÁS PODE RECUSAR, MAS A LEI QUE AUTORIZA O MEC A ACEITAR É A MESMA QUE PERMITE QUE O PROFISSIONAL FORMADO TENHA O REGISTRO.

  21. Trabalho a mais de 40 anos na construção civil sendo vários destes no Estado Americano de New York Aqui no Brasil já tive vários Arquitetos recém formados trabalhando em minha empresa que não sabiam nem mesmo montar uma prancha para processo na prefeitura. Todos tinham cursado tempo integral.
    Eram responsáveis técnicos por projetos só no nome. O conselho de Arquitetura e urbanismo nunca quis saber se estavam aptos somente emitiam as ART online e pronto.
    Porquê agora querem intervir?
    Sim isso parece reserva de mercado ou coluio com faculdades com valores fora da realidade brasileira. Mais lá nos Estados Unidos cada um responde pelo seu ato. Não o conselho. Caso o profissional venha a cometer um erro ele que responda. Agora o sistema EAD pode sim firmar profissional até muito melhor que o presencial. Não acredito que uma pessoa só porque não está em uma sala barulhenta com muitos que realmente não querem nada e prefere a tranquilidade de sua casa não possa ser um futuro excelente Arquiteto ou Arquiteta. Pelo contrário o fato de estudar sozinho vai requerer muito mais empenho da pessoa.

    1. Seu comentário possui elementos suficientes para eu continuar meus estudos em EAD. Parabéns.

    2. Existem estudos que comprovam que muitos dos cursos EaD formam melhores profissionais que os presenciais, o que se quer é sim reserva de mercado, deve-se haver é um controle e regulação na forma que é ofertado, eu por exemplo, comecei a faculdade presencial, mas acabei parando por questão não somente de tempo, mas também por ser difícil formarem as turmas, não vejo problema de disciplinas como as de história, sustentabilidade, materiais de construção entre outras, serem EaD e claro, as que envolvem cálculos, desenho, projeto serem presenciais.

    3. Concordo, quem faz a escola é o aluno… Assim como na presencial e na online… Comecei o curso EAD este ano, pois era a única opção viável e o tempo q perderia em transporte e outros, servem para complementar minhas aulas.

    4. Concordo plenamente com você. Acredito que seja reserva de mercado, interesse de manter a profissão restrita a classes sociais mais altas, uma vez que os cursos presenciais são caríssimos. Completamente fora do alcance de quem trabalha pra pagar o próprios estudos. Acho tal atitude discriminatória e preconceituosa pois, alunos EAD estudam muito, e sem a presença constante do professor, são obrigados a buscarem muito mais informações e dedicar muito mais tempo á sua formação.

    5. Tantos anos de trabalho e estudo (até nos EUA) e claramente te falta conhecimento para se comunicar.
      Mas mesmo assim tenta fazer juízo de valor de um sistema de ensino complexo e multilateral, tomando partido de um lado do qual o CONSELHO DE ARQUITETURA optou por não autorizar.
      Difícil, viu. Isso só torna claro o quão raso nossa educação é. EAD NÃO.

    6. Concordo completamente com seu comentário. Já cursei uma faculdade presencial e sei que na realidade, nem todos os graduados saem tão aptos assim. Visto que, para que um profissional se habilite e tenha aptidão para tal profissão depende diretamente da dedicação e interesse e não presença física em uma sala de aula. Tem professores também que só enfeitam a sala de aula e não conseguem transmitir seus conhecimentos, fazendo com que o aluno, procure o aprendizado em modo EAD, sabemos que todos alunos de redes presenciais recorrem ao Google, YouTube e outras plataformas para adquirir aprendizado.

    7. Exatamente!Arquitetos tem uma reserva de mercado feroz e um tanto incoerente.

      Num mundo em pandemia como estamos vivendo, por exemplo, ninguém se forma arquiteto então? Arquitetura deveria ser uma área de progresso, voltada pro futuro, não de dinossauros retrógrados. Vêm todos como inimigos: engenheiros, designers, etc.

      Só porque você está estudando em casa não vale? Eu me formei em Design de Interiores presencialmente pela Unip e o ensino foi péssimo. Basicamente 80% do que aprendi foi na raça, pesquisando, aprendendo softwares de modelagem, Autocad, renders, etc, por conta. Lendo livros de normas, ergonomia, história da arte, arquitetura, técnicas projetuais, iluminação,etc, sozinha! Ou seja, se tivesse feito uma EAD o resultado seria o mesmo.

      Estágio, vivência em obra, interesse do aluno, fazer de fato as tarefas, os projetos, ler, perguntar, buscar conhecimento com os professores e pessoas da área, isso sim conta para ele ter uma boa formação.

  22. Não estou querendo justificar o EAD, mais muitas pessoas que gostariam de estudar, não possui estrutura para pagar mensalidades caras e até mais do que absurdas, que não condiz com a realidade do povo brasileiro, são inúmeras pessoas que não se atrevem a tentar estudar, pois teriam que se mudar para cidades a km de distância de ontem possui moradia, teriam que parar de trabalhar e ter os custeio a serem feitos por familiares que no máximo ganham são salário mínimo . Se a dificuldade de todos esses que se negam a aceitar o ensino a distância, soubesse o que é ter vontade e não ter oportunidade, talvez eles não aprovassem o EAD, mais abririam vagas com custos menores, bolsas não só por notas, mais por valores salariais, entre tantas alternativas existentes, e a única observação que se opõe é apenas proibir. Mudem os ensinos, mudem os conceitos e readaptem para pessoas de várias classes. Muitas coisas irão mudar, principalmente a educação falha que esse país tem, aonde o que vale é o que você tem e não o que você pode transformar.

  23. Galera que tá fazendo o curso de arquitetura e urbanismo em ead estão jogando deinheiro no lixo, o CAU e nem o MEC reconhecem cursos de arquitetura ou engenharia com menos de 80% de aulas presenciais. As faculdade estão dando migué, nenhum instituição de nome oferece esses cursos a não ser uma dúzia de faculdades de esquina, vamos ficar esperto gente.

  24. Boa tarde. Possuo formação EAD em Arquitetura e Urbanismo. Existe alguma forma de adaptação para que eu possa ser aceito como profissional da área pelo CAU? O que posso fazer para tal, e quais são as disciplinas que preciso preencher?

  25. Sou engenheiro civil, casado, tenho uma filha. Moro no interior do Maranhão, cidade pequena. Tenho muita vontade de cursar o curso de Arquitetura e Urbanismo para complementar minha formação, não existe a menor possibilidade de eu ir morar na Capital do estado para fazer outra graduação, a única opção que eu teria era EAD. Agora não tenho mais.

    O ensino EAD na maioria das vezes é a unica opção de que trabalha o dia todo pra conseguir pagar uma faculdade…

    1. Meu amigo, eu penso o seguinte, arquitetura e urbanismo é um curso que demanda tempo, eu não entendo a lógica de uma pessoa que diz que quer fazer o curso de arquitetura em ead porque não tempo, se o curso é tão leve assim que a pessoa que não tem tempo consegue fazer este curso é porque tem algo de muito errado neste curso. Um dica, você como engenheiro civil, entendo o seu lado, já tem uma base boa dentro da construção civil, agora vamos pensar naqueles que não tem noção nenhuma e começam um curso desses. Na minha opinião, acredito que uma pós graduação em uma boa faculdade na área de arquitetura já te ajudaria muito.

    2. Eu trabalho a 20 anos no ramo da construção civil,fiz quase 3 anos desenho arqtetonico sou ,técnico em edificações e eletrotécnica agora pergunto será eu não teria condições de fazer arquitetura semipresencial gostaria de fazer um desafio com um estudante de arquitetura presencial pra ver quem sairia melhor.

  26. Nos países Desenvolvidos existe o Curso de Arquitetura e Urbanismo EAD ( USA dentre eles). Não é crível que n este país Tupiniquim de terceiro mundo existe um Órgão Regulador que nega registro a um Curso EAD. Infelizmente nesta República das Bananas ainda existe gente retrógrada, e desinformada que objetiva unicamente tentar manter o controle. Arquiteto não calcula praticamente nada, pois qualquer cálculo estrutural de responsabilidade é feito por Engenheiro

    Responder

    1. Gente retrógrada e desinformada como você. Procura entender o minimo das atividades/ responsabilidades técnicas de um arquiteto antes de falar bobagem.

    2. Meu amigo, não existem cursos de arquitetura e urbanismo a distância nos estados unidos, o que existe são cursos complementares pra quem tem interesse na área ou já é arquiteto e quer entender um pouco mais sobre algum assunto relacionado a arquitetura, mas esses cursos não te dão a atribuição de arquiteto, se quiser ser arquiteto nos estados unidos, assim como no Brasil, terá que cursar um faculdade no modo presencial.

    3. Amigo, nem engenheiro calcula, conheço poucos mas poucos mesmo engenheiros que trabalham com cálculos estruturais. E fazer o cálculo da obra ou não, não te tira da responsabilidade existente, pessoas vão abrigar em obras projetadas por arquitetos, qualquer falta de conhecimento pode prejudicar diretamente a qualidade de vida dessas pessoas, em muitos casos até a saúde da pessoa é comprometida. Arquitetura é coisa série, e é tratada com seriedade desde o inicio da humanidade, todo o que existe em nossa história é refletido de forma direta na arquitetura. Acredito que o seu caso não seja falta de caráter mas falta de conhecimento sobre o que é a arquitetura, a arquitetura precede a engenharia, a engenharia só começou a existir para poder tornar real a arquitetura. Vidas dependem da arquitetura, a arquitetura da engenharia, é um ciclo onde não existem maiores, é um ciclo onde tudo é pertencente a uma mesma coisa e uma coisa não existiria sem a outra.

    4. concordo , e já que são contra pq não aplicam uma prova para verificar se a pessoa esta elegível ou não ? Em vez de simplesmente negar este direito.

    5. Existe sim curso de Arquitetura online nos EUA, pois eu moro aqui e estudo ONLINE.

  27. O CAU está certíssimo, EAD é uma forma interessante de estudo para algumas áreas, mas outras necessitam de trocas de conhecimento cara a cara, tirar dúvidas, entender exatamente o que é e muitas vezes a forma on line deixa dúvidas, entendemos o contrário….lidaremos com vidas e o ensino presencial para algumas áreas é fundamental.
    O universo on line facilita sim principalmente para aqueles que tem pouco tempo para se desdobrar com as poucas 24hs do dia, mas tem um preço muito alto.
    Estudo na Anhanguera de Guarulhos, a estrutura é um lixo, poucos professores, salas as vezes lotadas porque ensalam pra economizar com folha de pagamento, não temos laboratórios para o curso, a gestão da unidade é um lixo….mas as aulas presenciais são as que realmente ensinam. Se perguntarmos algo das atividades on line ninguém quase sabe, fazem tudo pelo copia e cola.
    Aí quando entramos no mercado, o aluno avaliado por suas notas interativas pode ser melhor visto do que aquele que tem menores notas, mas que realmente aprendeu.
    Na minha situação estou indo para o 8º semestre e com mais de 20% de atividades on line, é preocupante, mas eu acho corretíssimo o CAU ser firma nesta decisão.

    1. Tem tantas profissões que lidam com a vida e curso integral presencial e que são péssimos e põe em risco muitas vidas!

    2. Claro, porquê eu nunca vi um arquiteto tirar dúvidas na internet não é? Aliás, hoje em dia tudo se faz com um software BIM ou CAD, portanto, utilizando um computador.

      Já trabalhei como cadista em vários escritórios de arquitetura e engenharia e conheci muitos arquitetos super competentes que pouco aprenderam na faculdade. Cursei arquitetura e urbanismo durante 3 anos e acabei não concluindo o curso justamente por ser realmente muito pesado financeiramente e exigir muito tempo.

      Terminei por me especializar em computação gráfica e trabalhei por anos com maquetes eletrônicas, aprendi tudo na malfadada internet em uma época onde não havia muita coisa em português sobre o assunto então a saída foi aprender pelo menos a ler bem o inglês. Tudo se aprende e com qualidade não importa se é EAD, os primeiros arquitetos construíram edificações incríveis e não tiveram que estudar nenhuma disciplina estruturada de “conforto ambiental” ou ainda “resistência de materiais”. Muitos eram artistas apenas e não trouxeram nenhum risco às pessoas.

      O fato é que todo o tipo de conselho profissional realmente não traz nenhuma vantagem real, apenas gastos desnecessários ao profissional e corporativismo fazendo com que algumas profissões saiam mais caras que muitas vezes o retorno financeiro que darão.

      Por esse motivo muitos arquitetos nem atuam na área e nem sempre é por falta de talento, mas por falta de retorno profissional e o custo elevado da profissão. Trabalhei com arquitetos em início de carreira que realmente mal sabiam como projetar, erros absurdos em projetos simples e diversas idas e vindas à prefeituras por falta de ler uma restrição urbanística (deveriam gastar seus esforços em fiscalizar o que realmente é ensinado e com qual qualidade o é e não em proibir a evolução do ensino).

      Hoje minha esposa cursa arquitetura, alguns professores falam tremendas bobagens e quando me conta eu sou obrigado a explicar que não é bem assim. Há excelentes professores, mas nem todos. E nenhum deles se formou em EAD, formados em faculdades importantes de São Paulo também falam bobagens e isso não é culpa da forma de ensino.

      Já se perguntaram porque TI não tem um conselho? Nunca terá! A menos que algum “filho do rei” consiga um decreto. Os profissionais de TI trabalham com informação o tempo todo, são uma turma difícil de cair nessas bobagens de preciosismo profissional nós sabemos que o próprio mercado filtra e também trabalhamos com vidas, afinal quem faz os softwares médicos? Arquiteto, médico, engenheiro e outras profissões que guardam um preciosismo os mantém refêns de conselhos caros, retrógrados e que lutam por manter o controle tomando esse tipo de atitude, gerando preconceito com cursos EAD.

      Se tivesse me formado em arquitetura e portanto fizesse parte dos inscritos pelo CAU, sentiria vergonha dessa atitude e não “proteção”.

  28. Modalidade EAD é lixo!! O CAU está totalmente certo em impedir estes registros.

    1. Pesquise na internet e vai ver que tem muitos cursos EaD, com notas superiores aos presenciais no ENADE, lixo são algumas instituições de ensino.

    1. Sem CAU o arquiteto não exerce a profissão. E o CAU está certíssimo, é um absurdo um curso de arquitetura e urbanismo à distância. O curso é muito complexo para não ser presencial.

    2. Infelizmente acabar com o CAU não tem como, mas se o MEC reconhece o curso de Arquitetura EAD como curso, isso é caso de processo jurídico.
      Concordo que algumas matérias são específicas para serem onlines, mas gostaria de entender melhor se o aluno para ser profissional em Arquitetura leva-se em conta o curso que teve, será que o CAU não poderia ajudar esses cursos e obrigar determinadas matérias serem presencial? Será que o CAU, já que pensa no PODER e DINHEIRO não poderia analisar que mais profissionais podem SIM se formar nessa modalidade…
      Sou formada em ADM há mais de 15 anos, e fiz Edificações pois meu sonho sempre foi atuar na área, sem ter certificação TRABALHEI COM GERENCIAMENTO DE LOJAS DA CLARO por todo Brasil e TRABALHEI NO MAIOR AEROPORTO DO BRASIL, NA CONSTRUÇÃO DO TERMINAL 3 DO AEROPORTO DE GUARULHOS meu profissionalismo não é comparável a nenhum outro e quero fazer o curso EAD, pois tenho uma filha pequena e ficar fora de casa o dia inteiro não é minha realidade de hoje…. mas o CAU não preocupa com esse tipo de situação que em 2019/2020 é bem diferente de 1990…

      CAU vocês precisam decidir se estão do lado da TECNOLOGIA, DA REALIDADE DE 2020 ou estão ainda nos livros de Arquitetura de 1980!!!!!!!!

    3. a palavra final é sempre do conselho, várias faculdades tentaram ou abrigaram cursos em ead e foram barradas depois pelos conselhos. Cabe ao mec autorizar esses cursos ou não, mas se o conselho não reconhecer o certificado não tem como o que fazer, cursos da área da saúde, direito, todos estes cursos foram barrados e não existem mais hoje em forma semipresencial.

  29. NÃO É 20% DE CARGA PRESENCIAL QUE O MEC AUTORIZA, É DE 20% A 40%.
    NÃO SERIA O CASO DO MEC NÃO AUTORIZAR ESTES CURSOS? DO QUE UM CONSELHO ISOLADO CRIAR ESTE CAOS NA ÁREA?

  30. Vergonha um conselho jogar contra alunos e futuros profissionais da área. Se até Engenharia Civil, que possui mais responsabilidades tem cursos semi-presencias, porque Arquitetura não teria?
    A verdade é que o CAU quer formar mais reserva de mercado ainda com essa proibição, com a desculpa de “se preocupar com a qualidade do ensino”. Se estivessem realmente interessados em melhorar o ensino, se juntariam as instituições que oferecem cursos EAD e encontrariam formas e metodologias novas e melhores para inovar e fazerem os alunos aprendem mais.

    1. Isso mesmo! Estes “conselhos” só servem para nos prejudicar! Deveriam deixar de existir! São uma fabrica de dinheiro apenas! Pois ao invés de defender nossos interesses, a unica coisa que fazem é fiscalizar obras de quem já sabem que trabalha na legalidade e enquanto isso, obras sem profissional responsável continuam sendo tocadas.

      1. Alex, o CAU/BR e os CAU/UF existem desde 2011, tendo criado o SICCAU, Tabela de Honorários, Código de Ética, Resolução sobre Direitos Autorais, Resolução sobre Atividades Privativas de Arquitetos e Urbanistas, Site Ache um Arquiteto, desenvolveu campanhas nacionais de valorização profissional e têm lutado no Congresso Nacional pelo planejamento correto de nossas cidades, entre outras ações. O CAU/BR promove ainda diversas ações objetivando a valorização da Arquitetura e do Urbanismo no Brasil, por meio de campanhas publicitárias, diálogo institucional com o Governo Federal e Congresso Nacional, eventos nacionais e agora também ações de apoio à Assistência Técnica para Habitação de Interesse Social.

        Os CAU/UF destinam 2% de seus orçamentos para apoiar projetos de Assistência Técnica em Habitação de Interesse Social em todo o Brasil. Como esse financiamento, arquitetos e urbanistas têm resgatado um direito fundamental do cidadão. Assim como saúde e educação, trata-se da qualidade de vida da população, garantida pela Lei 11.888/2008. Saiba mais em https://caubr.gov.br/athis

        Informamos ainda que o CAU/BR possui uma intensa atuação junto ao Congresso Nacional, com acompanhamento diário dos projetos de lei em tramitação e diálogo permanente com deputados e senadores. Todos os anos, o CAU/BR realiza um Seminário Legislativo de Arquitetura e Urbanismo em Brasília, com a participação de arquitetos e parlamentares. Veja em http://www.caubr.gov.br/seminariolegislativo

        Além disso, o CAU/BR tem promovido diversas campanhas nacionais e de grande alcance pela valorização profissional. O programa Arquitetura para a Vida, produzido pelo CAU/BR, está sendo transmitido três vezes por semana, em rede nacional nas rádios CBN e BandNews. Veja em https://caubr.gov.br/vida/

        Em dezembro, a campanha do Dia do Arquiteto foi vista por mais de 100 milhões de pessoas. A campanha do Dia do Arquiteto é realizada todos os anos desde 2013, sempre em TV aberta, rádio, jornais, internet e mobiliário urbano. Saiba mais em https://bit.ly/2SlgW3F

        Essas ações de valorização da profissão tem ajudado o crescimento do mercado de Arquitetura e Urbanismo do Brasil. Em 2018, os profissionais registrados no CAU realizaram 5,4% mais atividades que no ano anterior. Os estados que mais contribuíram para o crescimento do mercado foram São Paulo – 9% mais atividades – e Santa Catarina – 7% mais atividades.

        Destaque-se o crescimento cada vez maior das atividades ligadas à Execução de Obras: houve um crescimento de 6,3% em 2018 – o que representa 30.000 execuções de obras a mais que no ano anterior. Em 2017, esse tipo de atividade também cresceu mais que 6% – o dobro da média nacional naquele ano.

        Confira essas e muitas outras informações no Anuário de Arquitetura e Urbanismo 2019.

        https://caubr.gov.br/anuario2019/

        Os CAU/UF realizam ainda ações de fiscalização, de apoio às prefeituras e orientação dos profissionais recém-formados. Existem ainda uma série de benefícios, como planos de saúde, desconto em softwares BIM e financiamento de projetos. Você pode conferir todos em https://caubr.gov.br/indice-beneficios/

        Lembramos que o CAU é de todos os arquitetos e urbanistas. Caso tenha alguma dúvida, por favor entre em contato com a nossa Central de Atendimento:

        Chat: https://caubr.gov.br/atendimento
        Telefones: 0800-883-0113 e 4007-2613

    2. O próprio CAU em sua última frase de explicação define que, em suas palavras:”Lembramos que o CAU é de todos os arquitetos e urbanistas”
      Sendo assim, o profissional formado em EAD, visto que o MEC o reconhece, deve ser tratado como tal. Vejo então uma grande contradição no que vocês pensam e dizem.

  31. NENHUM ARQUITETO FORMADO PRESENCIALMENTE TEM CAPACIDADE DE EXERCER A FUNÇÃO “SEM EXPERIÊNCIA” POR ISSO TANTO EAD QUANTO PRESENCIAL, O QUE QUALIFICARÁ O BOM PROFISSIONAL SERÁ A EXPERIÊNCIA!!! CONHECIMENTO DE CAUSA. POR ISSO ESSAS MODALIDADES SÃO IRRELEVANTES, TEM MUITO MESTRE DE OBRA QUE COLOCA UM ARQUITETO NO CHINELO. ESSES “PROFISSIONAIS” SAEM DA FACULDADE E NEM SABEM O QUE É UM RRT, SUAS ATRIBUIÇÕES rsrsrs…POR ISSO, PESSOAS, A MODALIDADE É IRRELEVANTE, POIS O QUE TEM DE ARQUITETO NÓIA POR AÍ rsrsrs

    1. Discordo pois metre de obra tem haver com obras e não com projetos. Ver-se claramente desconhecimento de sua parte na área. Pois em 45 anos de atividade nunca vi um mestre fazer projetos.

    2. Marcos, pelo jeito quem tem desconhecimento de causa é você! Os novos arquitetos tem chegado ao mercado sem a capacidade de projetar nem mesmo uma unidade unifamiliar, acho que deveria se inteirar sobre a nova condição dos seus “novos” companheiros de trabalho! O curso de arquitetura é completamente raso! Matérias irrelevantes tomam a maior parte da carga horária, enquanto os professores (mais despreparados do que nunca) apenas cobram produção em massa. Deixam de lado a real compreensão para dar nota em uma prancha bem feita e bem diagramada(bonitinha). Vejo alunos em faze de conclusão que ainda não entendem que devem projetar algo que funcione na vida real! O problema é que estes lunáticos por provavelmente não conseguirem espaço no mercado de trabalho que exige profissionais que no minimo saibam oque estão fazendo, acabam virando professores e assim começa tudo de novo, professores despreparados dando aula que acabam aprendendo as pressas por serem impostas a eles… É meu caro, acho que não está mais como a 45 anos atrás.

    3. TEM ESCOLAS EAD QUE SÃO UM LIXO, MAS O QUE FAZ O CURSO NÃO É A ESCOLA E SIM O ALUNO, SE ELE NÃO FOR UM CARA ESFORÇADO, NÃO VAI ADIANTAR FAZER NENHUM CURSO. FIZ UM CURSO PRESENCIAL DE MATEMÁTICA EM 4 ANOS. CONSEGUI REVISAR O QUE ESTUDEI 4 ANOS EM 4 MESES, REVENDO MUITAS AULAS EM VÍDEOS PARA FAZER OUTRO CURSO. O SISTEMA EAD É ÓTIMO O QUE AS PESSOAS NÃO SABEM É TER DISCIPLINA PARA PESQUISAR SEMPRE

  32. Formação em EAD é um lixo e todo mundo sabe! Quem apoia faz vista grossa pq quer ser beneficiado!!! Provas online com cola, resumo de artigo para aprovação final, tutor fazendo crochê em sala. EAD é uma piada!!!
    Parabéns ao CAU!!! Que todos os conselhos de classe sigam seu exemplo!!!

  33. uma coisa é defender um curso que é necessário mas da prática. outra coisa é ser contra todas modalidades ead.
    exitem Péssimos alunos e também péssimos professores. tanto ead quanto no presencial.

  34. Bom dia, senhores

    Minha recomendação envereda no sentido dos prejudicados pela deliberação arbitrária do CAU-BR (autoridade coatora), constituírem um advogado e impetrarem um MANDADO DE SEGURANÇA COM PEDIDO LIMINAR para garantir o direito líquido e certo de exercer a profissão de arquiteto. O magistrado acolherá a segurança e aplacará tal ato desarrazoado de recusar o registro profissional aos egressos do curso de Arquitetura, na modalidade EaD, praticado pelo respectivo conselho. Estou convicto de que o juiz não denegará a segurança e apreciará o mérito consubstanciado pelo remédio.

    Não esmoreçam ou sucumbam perante a arbitrariedade deste conselho. Constituam um advogado e façam valer seu direito de exercer a profissão em que se graduaram, conforme preconizado pelo art. 5º, inciso XIII da Constituição da República Federativa do Brasil. Qualquer limitação ao exercício livre de uma profissão só pode ser restringido e limitado por uma lei. No caso em tela é um simples ato administrativo praticado pelo CAU-BR que não tem força de lei. Fiquem espertos.

    Desejo sorte a todos os bacharéis de Arquitetura prejudicados.

    1. Enzo, o CAU/RS obteve nova vitória na Justiça Federal sobre o EAD Reforçando a conquista já obtida pelo CAU/RS em não registrar egressos de EaD, a decisão foi proferida pelo Juiz Bruno Brum Ribas, da 4ª Vara Federal.

      “Na verdade, é legítima a preocupação do conselho com a qualidade dos cursos de graduação em Arquitetura e Urbanismo, especialmente na modalidade do ensino à distância, de implementação recente e em franca expansão no país, incentivada pelo MEC, tendo em vista que poderá impactar na formação dos futuros profissionais que estarão sob sua fiscalização. Não cabe ao Poder Judiciário intervir nesse aspecto”, diz a decisão.

      Saiba mais no link abaixo!

      https://bit.ly/2JFI3ox

    2. Excelente Dr. Ferrari. Parabéns pelo incentivo e por ignorar as argumentações inconsistentes com a realidade dos tradicionais graduações presenciais, e, ignorando a modalidade SEMI PRESENCIAL, Que é o verdadeiro vilão do cau e dos maus professores
      , nessa briga estilo Uber x Taxistas. A vitória, sabemos de quem será.

  35. Não concordo com a resposta sobre meu questionamento, pois hoje em dia muitos arquitetos se formam sem passar por matemática, física por exemplo e são responsáveis por projetos inclusive com reformas com alterações de estruturas. Como ter matérias de estruturas de concreto armado e metálicas sem matemática e física? Em algum momento isso foi questionado? Como fica a segurança citada na resposta ao meu questionamento?
    Ao invés de se preocuparem com a modalidade de ensino, deveriam preocupar com o nível atual de formandos e ficarão impressionados com a falta de capacidade de muitos e que realmente podem colocar a vida de famílias em risco.
    Se o MEC normatizar os cursos EAD, nada poderá negar os pedidos de registro.

  36. Essa decisão já é de indignar e mais ainda a não obrigatoriedade de matemática e física na grade de arquitetura de várias universades. Existem universidades que não mais aplicam tais matérias e como isso pode acontecer se existem matérias de cálculo estrutural e o arquiteto ser o responsável por assinar edificações?

    Pensam nos milhões de brasileiros que moram a dezenas de quilômetros de distância de uma faculdade de arquitetura que nunca tiveram oportunidade de realizar um sonho de formar arquitet?

    E nos arquitetos formados que não sabem calcular uma metragem cúbica, não sabem, simbologia de instalações,
    ler uma planta estrutural mas são feras em computação gráfica CAD??? Até porque hoje o importante para ser contratado ,hoje em dia, é saber muito mais informática do que arquitetura.

    São várias indignações com essas decisões sem uma consulta pública antes de qualquer coisa. Se o profissional demonstrar competência, seja qual for a modalidade estudada, tem sim o direito ao diploma muito mais que muitos diplomados que não sabem ler uma planta técnica de projeto nem calcular uma pequena estrutura de uma casa.

    1. André, Considerou-se para essa decisão que o campo da Arquitetura e Urbanismo está relacionado com a preservação da vida e bem-estar das pessoas, da segurança e integridade do seu patrimônio e da preservação do meio ambiente, e portanto tem impactos diretos sobre a saúde do indivíduo e da coletividade. Além disso, o Código de Ética e Disciplina do CAU/BR determina que o arquiteto e urbanista deve deter um conjunto sistematizado de conhecimentos das artes, das ciências e das técnicas, assim como das teorias e práticas específicas da Arquitetura e Urbanismo, sendo impossível passar essa experiência da relação professor/aluno a distância. Segundo a CEF do CAU/BR, um dos princípios que embasam a Arquitetura e Urbanismo e o Paisagismo é a necessária condição geográfica, sem prejuízo das de caráter histórico e cultural, sendo impossível passar essa experiência da relação professor/aluno a distância.

  37. Seria muito mais interessante, caso a real preocupação do CAU seja com a qualidade do ensino e conhecimento do egresso, adotar provas como meio de obter o registro. Tenho absoluta certeza que muitos alunos do ensino EAD seriam aprovados, e outros tantos do presencial não seriam. Isso sim demonstraria, como outras tantas avaliações tem mostrado, que fechar as portas para esse nova modalidade não é o caminho, e só aumenta o preconceito contra alunos EAD.

  38. As universidades que ofertaram e continuam ofertando os cursos no formato EaD, estão fora da LEI?

    A autarquia negando-se a registrar os novos egressos estará dentro da LEI?

    1. Autorização:
      • Para iniciar a oferta de um curso de graduação, a instituição de ensino superior depende de autorização do Ministério da Educação. A exceção são as universidades e centros universitários que, por terem autonomia, independem de autorização para funcionamento de curso superior. No entanto, essas instituições devem informar à Secretaria competente os cursos abertos para fins de supervisão, avaliação e posterior reconhecimento, conforme disposto no art. 28 do Decreto nº 5.773/2006;
      • No processo de autorização dos cursos de graduação de direito, medicina, odontologia e psicologia, inclusive em universidades e centros universitários, a Secretaria de Educação Superior considera a manifestação do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil e do Conselho Nacional de Saúde. (Art. 28, §2º do Decreto nº 5773, de 9 de maio de 2006);
      • Nos processos de autorização dos cursos, são avaliadas três dimensões: a organização didático-pedagógica; o corpo docente e técnico-administrativo e as instalações físicas oferecidas pela instituição para a oferta do curso.

  39. Me senti prestigiado com o bloqueio na página do Facebook do CAU-BR. De fato dá menos trabalho para vocês e evita-se dar publicidade a críticas com evidências difíceis de serem contestadas.Com várias perguntas sem resposta e argumentos claros, era de se esperar que ocorreria o bloqueio a qualquer momento a pedido de algum colaborador da propaganda. É a solução padrão para bloquear o contraditório, evitar o confronto de idéias. O serviço público está sujeito ao controle do administrado e este tem o dever de denunciar atos lesivos ao direito e alertar quando há indícios de que recursos podem estar sendo aplicados em desvios de finalidade.

    1. Quinto, informamos que críticas, sugestões e comentários são aceitos e bem-vindos, conforme pode se comprovar neste site e em nossas redes sociais. Os bloqueios em nossas redes sociais acontecem quando há ofensas, acusações e calúnias contra outras pessoas. Para apresentar denúncias ao CAU/BR, por favor entre em contato com a Ouvidoria do CAU/BR em https://caubr.gov.br/ouvidoria/

    2. O que está sendo insinuado pelo CAU deve ser divulgado para que todos tomem conhecimento do que o CAU está chamando de calúnia, ofensas e acusações. Foram críticas fundamentadas. Se não concordam devem vir a público discordar. O que não pode é divulgar uma propaganda que dá apoio a violação de uma lei, obstrue direitos legítimos e não se permite discordar. A página é interativa. Aqueles que falam devem também ouvir e, se for o caso, contra argumentar. Várias perguntas estão sem resposta, várias críticas não foram rebatidas. Releiam o item 4.3.8 do código de ética.

  40. Eu discordo totalmente dessa decisão, pois comecei a fazer arquitetura e urbanismo presencial e não foi bom professores chegavam atrasados muita conversa na sala de aula sem relação a arquitetura, pois parei e fui fazer arquitetura e urbanismo EAD fui 100 vezes melhor que a presencial tive que focar mais nos estudos e não perder tempo em ver alunos da sala conversar com o professor sobre futebol e etc.. garanto que EAD exige mais do aluno d q presencial, acho que os arquitetos estão com medo da concorrência forte que está por vir.

    1. Concordo plenamente com o comentário, eu cursei Arquitetura EAD por 3 períodos com medo já dessa intervenção do CAU mudei para um curso presencial tradicional e garanto que o EAD tinha muito mais qualidade, professores em sala de aula falam mais da vida que ministram a aula, faltam muito e no meu caso até ministraram uma matéria inteira repetida totalmente fora da ementa, laboratórios somente de informática e nao suportam os programas, enquanto no EAD eles eram muito mais diretos e bem equipados tinhamos todos laboratórios e vivência de até 4 encontros semanais que no curso tradicional encontra-se da mesma forma 4 encontros semanais com maior parte dos professores de 1° viagem não sabiam ministrar o conteúdo e confundiam os alunos um contradizendo o outro.
      Concordo que existem cursos tradicionais ruins e EAD ruins porém no meu caso foi muita diferença creio que o CAU ao invés de negar egressos do EAD deveria sim acompanhar mais de perto e propor soluções para a melhoria do aprendizado destes.
      Pois as alegações do CAU contra o EAD acontecem em muitas faculdades tradicionais, alunos sendo aprovados nas matérias sem fazer nada, alunos que mal pisam na faculdade e estão passando tranquilamente, faculdades sem laboratórios para práticas do curso .
      Talvez se os CAU/UF visitassem as universidades veriam que não é só simplesmente se fechar contra o novo sendo que o modelo de ensino tradicional apresenta os mesmos problemas.

    2. Aí é uma questão da Instituição que você fez. E você pode reclamar sobre isso. Mas não tem como dizer que um curso de arquitetura EaD é melhor que um presencial, pois você não vai ter acesso às aulas práticas e laboratoriais que são necessárias.

  41. Não sou contra EAD, quem faz o profissional não é a faculdade e sim o mercado! No mercado que vemos como a graduação é limitada, se é Presencial ou EAD não vai fazer muita diferença. Aliás hoje só trabalho com programas de computador voltados para arquitetura graças as vídeo aulas do youtube. Acredito que muitos dos que criticam EAD fizeram cursos Online!

    1. ATÉ HOJE NUNCA VI UM ARQUITETO SAÍR DE UMA FACULDADE SABENDO USAR BEM UM PROGRAMA DE CAD
      SÃO TODOS MEIA BOCA, Á EXCEÇÃO DE UNS QUE FIZERAM CURSOS DE CAD ONLINE ESTES SIM, ARREBENTAM
      ENTÃO MUITO CUIDADO, SE O ARQUITETO QUISER APRENDER A USAR UM PROGRAMA E PROJETAR, ESTUDE NA PRESENCIAL OU ONLINE, FAÇA UM CURSO ONLINE DE CAD TEM PROFESSORES OU MESMO ARQUITETOS FORMADOS QUE DÃO UNS CURSOS MUITO BONS E VC VAI PRECISAR SÓ DO COMPUTADOR, VC PODE ASSITIR A MESMA AULA ATÉ APRENDER, COISA QUE VC NÃO APRENDE COM PROFESSORES ESTRESSADO QUE TEM PREGUIÇA DE REPETIR O ASSUNTO QUE AS VEZES VC PODE NÃO TER ENTENDIDO E CADA PESSOA TEM UMA PERCEPÇÃO DIFERENTE DE UMA INFORMAÇÃO OU ASSUNTO.

  42. Sou formado desde 2001 e professor universitário por 11 seguidos.
    Também tenho minhas críticas ao CAU, porém aplaudo de pé a resolução de negar registros aos diplomados por EAD. E listo os motivos:
    – A complexidade exigida pelas disciplinas práticas e laboratoriais jamais serão atingidas através de teorias. Do primeiro ao ultimo período, os PA’S ou Ateliers de projeto, que formam a espinha dorsal do curso necessitam de um completo intercâmbio de informações entre professor(es) e aluno, com constantes discussões, aconselhamentos e questionamentos, possível apenas com a convivência e interatividade diária e pessoal.
    – O desenvolvimento de técnicas, aprimoramento de aptidões, estabelecimento de senso crítico e questionamentos desafiadores são fundamentais para uma formação que trata com o mesmo valor tanto a criatividade quanto a tecnologia. O apoio e presença constante dos professores ou tutores, na interação real com o aluno e seu desenvolvimento gradual determina individualmente o grau ou nível de absorção das informações passadas. É impossível estabeler meios de intertividade, através da frieza de monitores de computadores e interações totalmente desprovidas de calor humano.
    – Ensino a distância são excelentes meios de formação para cursos chamados “cuspe e giz”, termo um tanto antiquado, mas perfeitamente aplicado a aqueles que demandam apenas de teorias já consolidadas e requerem apenas sua aplicação pura e simples. Direito, contábeis, linguas, filosofia, história, sociologia, por exemplo, são ótimas áreas em que a formação é atingida com excelência, utilizando meios de interatividade digital. A alta carga teórica transmitida ao aluno exige dele uma forma de pensar e estabelecer conceitos independente do meio como lhe é passado. Cabe ao aluno absorver a informação (elementar sobre teorias) o que bem diferente de desenvolver uma ação (necessária para práticas).
    Finalizando, é importante deixar muito claro que cursos EAD são extremamente rentáveis e convenientes para as instituições de ensino privadas, o qual conheço muito bem e posso afirmar que antes de qualquer principio acadêmico, se sobrepõe as questões comerciais. Há, lógico, um grande apreço e fundamentação para a transmissão de conhecimentos por parte dos professores, que em sua grande maioria, tem no ato de lecionar, muito mais do que uma profissão, uma missão de vida. Mas é impossível achar que administrativamente, tal altruísmo seja verdadeiro. Trata-se de negócios, onde o lucro, o máximo pelo mínimo, o valor agregado e números positivos falam muito mais alto do que qualquer paixão acadêmica.

    1. Você tem medo de perder o emprego, porque a EAD emprega menos professores, então sugiro que vá se tratar. Em situações adversas as pessoas procuram aliados, então acho normal você vir com este discurso de preocupação, que na verdade encobre outras coisas que talvez você esteja negando. Fico muito triste com essa decisão do CAU, mas essa decisão vai cair e ele vai ter que se adequar ao futuro que tem outro formato e que será bom e próspero a todos.

  43. Parabéns ao conselho. apenas sinto pela demora em manifestar-se. e espero que mantenha essa postura.

  44. Compete ao MEC o credenciamento e renovação de credenciamento de instituições para oferta de educação a distância, assim como autorização, renovação de autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento dos cursos ou programas a distância. Dec. 5622/05.

    Compete ao Egresso quando do registro no CAU, ter capacidade civil e diploma de graduação em arquitetura e urbanismo, obtido em instituição de ensino superior oficialmente reconhecida pelo poder público. Lei 12378/10.

    E compete ao CAU cumprir a lei!

    1. Concordo com o colega. Cabe aqui ressaltar que outros conselhos vetaram egressos de cursos EAD que entraram na justiça e obtiveram sentença favorável sendo inscritos em seus respectivos conselhos. Conselhos são autarquias, portanto não legislam e suas normas não podem ser contrarias as leis.

  45. Parabéns ao CAU..

    O Arquiteto recebe Conhecimentos Práticos.. Já estudei a Distancia sei que não teria a possibilidade de uma mesma qualidade na aula de Arquitetura, artes, desenhos, projetos, maquetes, topografia e muitos.

  46. oi boa noite, me chamo lucas daqui do ceara fortaleza. queria saber se a CAU tem poder de recusar o curso de designe de interiores, porque eu curso essa modalidade em EAD. por favor vocês podem me responderem….

    1. Eu mesmo posso responder pra você. Tem sim. O CAU só pode registrar o arquiteto e urbanista formado em campo único. Não cabe registro de nenhuma outra atividade no CAU.

    2. Parabéns Quinto, você fez o trabalho deles e respondeu diretamente sem fricote.
      Este corporativismo e burocracia do CAU e outras entidades de classe é simplesmente irritante. Não entendem e nem sabem usar as tecnologias novas de comunicação. Gostam mesmo é de papel timbrado e carimbo.

  47. Não concordo com esta decisão.
    É uma posição elitista e ultrapassada.
    Cursos do tipo EaD tem mais conteúdo, não precisa socializar nem aturar a empáfia de autointitulados professores. A avaliação em EaD não considera a sua boniteza, articulação e manipulação nem é necessário se tornar a Miss/Mister simpatia.
    É sustentável, economiza combustível, dinheiro, você faz no seu tempo e ritmo não dos seus coleguinhas.
    Já fiz vários até um de Desenho arquitetônico pelo Instituto Universal Brasileiro, que ajudou muito no Curso superior.
    Quem critica de forma negativa provavelmente nunca fez um curso deste.
    Vamos largar de babaquice e encarar a modernidade.
    Afinal arquitetura não se ensina, se aprende, o que vc precisa são das ferramentas e da metodologia.

  48. Parabéns, CAU, decisão acertada.

  49. Assim como há cursos presenciais bons e ruins, há também cursos EaD bons e ruins. Entratanto, considero alguns aspectos interessantes dos cursos EaD:
    1. Felxibilidade de aprendizado: as metodologias são baseadas na Teoria das Inteligências Múltiplas;
    2. Flexibilidade de horários, através das exposições e atividades assíncronas;
    3. As plataformas oferecem bibliotecas virtuais amplas, diversificadas e atualizadas;
    4. As disciplinas possuem cronograma muito bem definido, com datas de lançamento e entrega de atividades, proporcionando sequência lógica, concatenada e ininterrupta do curso (paralisações e greves sequer são cogitadas neste modelo);
    5. Se, por um lado, não há interação pessoal (física), por outro lado não há, felizmente, doutrinação ideológica em sala de aula (comprometimento ideológico repercute negativamente em qualquer ambiente profissional);
    6. No ordenamento jurídico brasileiro não há base legal para indeferir o registro de egressos de cursos de graduação a distância.

    (Caso este comentário não seja publicado nesta plataforma, publicá-lo-ei em outras mídias. Com print screen de todas as tentativas)

    1. Concordo com você Ricardo, o CAU deveria brigar para mudar as legislações sobre ensino a distância. Uma vez, que na hierarquia das Leis, resolução do CAU está abaixo de qualquer lei que autoriza a criação de cursos na modalidade EAD.
      O Decreto Nº 9.057/2017:
      Publicado em 26 de maio de 2017, tal decreto tem o objetivo de atualizar a legislação que regulamenta a educação à distância no país. Define, ainda, que a oferta de pós-graduação lato sensu EAD, não necessita de credenciamento específico, ou seja, as instituições que já possuem o credenciamento EAD, estão autorizadas a ofertar essa modalidade. O Decreto também regulamenta a oferta de cursos a distância para o ensino médio e para a educação profissional técnica de nível médio.
      Quando um Arquiteto formado na modalidade EAD for barrado no CAU, ele entra na justiça e ganha o direito de exercer sua profissão.

      JOSE MENDES, AC 12 de setembro de 2019 às 00:45

  50. Uma grande revolução para a Arquitetura e Urbanismo! Parabéns!

  51. Considerando todos os “comentários” acima me resta suspeitar que estes problemas não são tão somente da Arquitetura mas de forma geral dos demais Cursos Específicos.
    Essa disseminação de EADs Brasil afora é na melhor das hipóteses a irresponsabilidade do governo de assumir no mínimo a fiscalização ou interesses escusos levaram a isso.
    Certa feita li uma reportagem que se referia ao fato de que, uma das instituições que mais contribuem para o Fundo Partidário, aquele que financia candidaturas, são justamente as Escolas Particulares.
    Desta feita, uma escola Particular ha que estar preocupada em manter o aluno no seu quadro pois é ele quem financia a existência e o funcionamento da Escola.
    Consequentemente, é de se pensar que a Escola a qualquer custo vai manter o aluno em seu quadro, nem que para isto tenha que facilitar a progressão.
    Em consequência a fiscalização deveria ser intensificada e não deixar correr “solto” da forma que se vê pelos pronunciamentos feitos e justificativas das entidades responsáveis.
    Triste isto.

  52. Eu entendo tanto os argumentos das duas partes, realmente precisamos ter profissionais bem preparados no mercado de trabalho, mas apenas “taxar” se um arquiteto é competente ou não por um curso presencial ou não me parece um pouco falho e inconsistente o argumento. Trabalho na área de engenharia mecânica há 18 anos, e conheço aberrações profissionais, tanto de particulares, universidades federais e de estaduais, profissionais do mais baixo nível, que não seriam engenheiros em nenhum país sério do mundo, e todos em cursos presenciais. Desta forma, a maneira mais justa e SEGURA para a sociedade, seria o CAU, que aparenta tão (preocupado com as vidas), em aplicar uma prova prática, com mínimo 5 dias de prova, para os formados, independente de presencial ou não. APENAS desta forma, este conselho se mostraria realmente preocupado socialmente, com a segurança e a qualidade da Arquitetura no Brasil.

    Porque esses argumentos do CAU, são claramente para diminuir o número de formados, para os mais “velhos” não terem tanta concorrência no mercado, ou seja, uma decisão simplesmente econômica, do meu ponto de vista.

    1. É exatamente o que está parecendo. Se a preocupação fosse legítima, teria sim que haver uma prova para obtenção de registro, independente da forma do diploma. Desta forma o CAU se responsabilizaria pela qualidade dos arquitetos do país.

  53. Se depender do MEC daqui a pouco vai ter EaD em aviação civil.

  54. Assim como há cursos presenciais bons e ruins, há também cursos EaD bons e ruins. Entratanto, considero alguns aspectos interessantes dos cursos EaD:
    1. Felxibilidade de aprendizado: as metodologias são baseadas na Teoria das Inteligências Múltiplas;
    2. Flexibilidade de horários, através das exposições e atividades assíncronas;
    3. As plataformas oferecem bibliotecas virtuais amplas, diversificadas e atualizadas;
    4. As disciplinas possuem cronograma muito bem definido, com datas de lançamento e entrega de atividades, proporcionando sequência lógica, concatenada e ininterrupta do curso (paralisações e greves sequer são cogitadas neste modelo);
    5. Se, por um lado, não há interação pessoal (física), por outro lado não há, felizmente, doutrinação ideológica em sala de aula (comprometimento ideológico repercute negativamente em qualquer ambiente profissional);
    6. No ordenamento jurídico brasileiro, não há base legal para indeferir o registro de egressos de cursos de graduação a distância.

  55. frequentando diuturnamente a faculdade de arquitetura e urbanismo , durante longos e penosos 5 anos, hoje ainda acho que foi pouco aprendizado, são milhões de assunto a ser abordado durante esse período e não consigo entender como que uma pessoa a distancia receberá estes conteúdos, ai vemos os tipo s de profissionais que estão se “formando”, vão levar o mesmo título, a mesma carteira que nós recebemos após frequentar os dez períodos. senhores mandatários do CAU e colegas façamos pressão forte para que nós mais pra frente não sejamos a vitima desta aberração e ridícula formação de supostos profissionais!! querem ser profissionais encarem 5 anos de formação no banco da acadêmia.

  56. sou formada desde 1997 na minha época tive que cumprir cerca de 36 horas semanais de aula em período integral, com aulas em Urbanismo, Paisagismo, arquitetura, história, projeto, sociologia e calculo. Ia para casa com textos que lia diariamente, com 20, 30 páginas. Trabalhos em grupo, estágios nas férias, dedicação exclusiva. Trabalho nos fins de semana. Aos poucos eu vi serem multiplicados os cursos de arquitetura em meio período, depois em período noturno e agora a distância…. abolir a necessidade de saber desenhar para cursar , ano a ano temos convivido com a presença maior de mais e mais arquitetos no mercado, seria justo que o arquiteto que se formou em período integral, teve que se virar durante os 5 anos puxados da faculdade tenha o mesmo diploma de pessoas que se formaram em período noturno, ou a distância? Eu sei que em outros países há uma diferenciação na formação profissional, em 3 anos forma-se um Treinee e se ele quiser assinar projetos faz um Master, e se torna realmente um arquiteto pleno. Eu tenho assistido nosso mercado ganhar mais e mais profissionais nos diferentes tipos de formação, mas não vejo ofertas de trabalho crescerem na mesma proporção, concursos de emprego com valores absolutamente irrisórios quando eles aparecem, ou para arquitetos ou engenheiros, por que não existem campos de atuação para arquitetos em diferentes áreas? No ritmo que estamos os bons profissionais irão abandonar a profissão procurando uma carreira que o sustente, e ficarão os sobreviventes cuja situação precária da profissão coloca em risco a vida de muitas pessoas como temos assistido ultimamente.

  57. Isso é chamado retrocesso , pedir algo a mais para esses cursistas, como por exemplo uma prova é até aceitável, mas desqualificar quem faz EAD semi presencial é complicado. #Retrocesso #ReservadeMercado

  58. Os cursos de pós graduação EAD continuarão sendo reconhecidos?

  59. Apoiado CAU.
    Tardou porém não falhou. Agora é aguentar a pressão…
    A Arquitetura respira!!!

    1. Embora entendo que o CAU possui por lei poder de policia administrativa na elaboracao de politicas e diretrizes no exercicio da profissao de Arquiteto e Urbanista, outros conselhos, como o proprio Confea ja tentou realizar isso e foi diversas derrotado em decisoes judiciais, pois como os conselhos sao entidades de uma cstegorois/classe profissional nao ha interesse de uma parceria junto ao MEC em funcao de ser ima orgao da adm direta do governo com ocom outras politicas. Essa decisao por mais q tenha a intencao de se preocupar com a qualidade da formacao do Arquiteto, acaba sendo injusta e preconceituosa para aqueles que nao tinham conhecimento e se formaram. Nao nos esquecamos q o Ead e uma modalidade de ensino que veio para ajustar e humanizar e democratizar o ensino e isso nao tem volta. O problema esta na qualidade dos cursos ofertados por varias faculdades e ate a distancia. E preciso uma aproximacao com elas antes de uma decisao dessas p melhorar seus cirriculos p uma boa formação

  60. Reacionário, preconceituoso e por demais retrogrado essa postura do CAU, conheço muito estudante de arquitetura presencial que infelizmente são de baixo nível, assim como tem estudante EAD de alto nível, quem tem competência se estabelece, não é barrando dessa forma que vão resolver essa questão, afinal de contas estamos num país democrático ou não?

    1. Lamentável seu parecer caro Jonas.
      Gostaria de ver uma aula de GD a distância. E este mesmo aluno conseguir de fato captar o conceito espacial sem aula prática com um professor capacitado.
      A questão não é aluno aplicado ou não, e sim como algumas disciplinas do curso, conseguirão ter o mesmo poder de formação de raciocínio via internet.
      Você não deve ser arquiteto. Ou se é não deve trabalhar com arquitetura.

    2. A questão do CAU não aceitar registros não está ligado diretamente ao aluno, e sim a forma de graduação. Se quem estuda presencialmente ainda tem dificuldades imagine EAD?!

    3. Concordo plenamente. Haverá bons e maus profissionais, o livre mercado que irá se encarregar de seleciona-los. Isso é protecionismo de classe disfarçada.
      Vergonhoso e ilegal.

    4. Então vamos regulamentar o exercício profissional baseados em quem vossa senhoria conhece, não numa decisão colegiada de quase 100 especialistas da área. Vá lacrar pra lá, sujeito.

    5. Erica tá com medo da concorrência? esse conselho também ta. O que determina a aprendizagem do aluno é a quantidade de vezes que ele leu o livro e resolveu os exercícios, professor é um orientador. Curso engenharia civil, 7º período.faço projetos elétricos e hidráulicos no Auto cad eu aprendi na modalidade EAD. Quem ler mais sabe mais.

  61. A tecnologia vem para melhorar a qualidade de ensino, não o contrário. Dito isto, é fato que no Brasil os chamados cursos EaD não são feitos com seriedade (via de regra) e com respaldo suficiente para formar profissionais que possam atuar de maneira segura e competente no mercado. Mas como já foi dito por muitos, esse fato não é exclusividade nem da Arquitetura, nem dos cursos EaD. Com 10 anos de trabalho sério na Arquitetura e Urbanismo eu posso dizer que profissionais ruins, com problemas básicos de formação, estão em todas as áreas contíguas ao nosso campo de atuação. É óbvio que isso é uma deficiência do MEC, num primeiro momento, que o CAU vem agora tentar solucionar.

    Com esta decisão, o Conselho se expõe judicialmente de uma forma imprudente (pra dizer o mínimo) e ainda tenta atuar num campo que não é da sua alçada (educação e formação dos profissionais). Como já dito por alguns aqui mesmo nos comentários, choverão processos. Afinal, a culpa disso tudo não é do aluno que cursou Arquitetura à distância, não é mesmo?

    Eu não consigo entender qual o medo dos colegas já graduados… Acham que esses alunos vão “roubar” os seus clientes? Que o seu mercado será saturado por profissionais a ponto de inviabilizar a profissão?

    Eu me formei numa faculdade federal no final dos anos 2000, e vi a qualidade do ensino das federais despencar de lá pra cá… Os estagiários que já orientei são a prova viva de que um bom curso depende, primeiramente, do aluno. Já treinei estudantes de faculdades péssimas com ótima iniciativa, boa vontade e capacidade de aprender maior do que muitos alunos advindos de universidades consolidadas.

    Além disso, é notório que o sucesso ou fracasso no desempenho da profissão está diretamente atrelado à capacidade profissional do indivíduo. Em suma, se você é um bom profissional e tem trabalhos de qualidade, não tem com o que se preocupar. Na arquitetura, só sobrevive o profissional que consegue fazer bons projetos. E quem avalia a qualidade dos projetos de um profissional não é o conselho, e sim o mercado. Portanto, se o MEC valida o diploma de um curso EaD de baixa qualidade, certamente o mercado não irá absorver esse profissional.

    A meu ver, uma prova para avaliar o conhecimento básico dos profissionais seria uma saída muito mais honrosa para o nosso conselho do que esta decisão parcial e arbitrária. Acho que hoje temos problemas muito mais sérios a serem endereçados, como o fato de outros profissionais estarem habilitados a exercer arquitetura sem nem mesmo cursarem uma disciplina de projeto sequer durante a sua formação (como é o caso de muitos engenheiros civis).

    Enfim, vejo o CAU muitas vezes perdido e absorto em questões que, sim, são importantes, mas não são prioritárias à evolução da carreira na arquitetura. Relembro aqui que o conservadorismo exacerbado destronou reis, quebrou multinacionais, afundou fortunas centenárias… O mundo não vai parar de girar só porque as pessoas não querem que nada mude.

  62. Parabéns CAU.
    A profissão não se enquadra no modelo de ensino a distância.
    Fim das faculdades caça-níqueis e da banalização da educação.
    Agora devera suportar a pressão por parte deste governo acéfalo.

    1. Você ta com o mesmo pensamento do ministro da educação que o Bolsonaro nomeou, dizendo que a educação nao era para todos, isso e egoismo rapaz.

  63. Com esta quantidade de curso de arquitetura e urbanismo que foram aberto, o mercado está infestado de péssimos profissionais; sou arquiteto a mais de 35 anos e vejo dia a dia a nossa profissão indo para o lixo; não servindo a sociedade brasileira como deveria.
    JÁ PASSA DA HORA DE HAVER O EXAME DE CAPACITAÇÃO PARA O REGISTRO PROFISSIONAL; este procedimento é rotineiro em vários países; os Conselhos Profissionais nada tem ver com as escolas ou autorizações dadas por entidades como MEC. Alguns colegas arquitetos japoneses, me explicaram que para o o exame de capacitação, o profissional tem que ter trabalhado alguns anos em empresa da área, e se qualificar a prestar o exame de capacitação; se não passar, não tem o titulo profissional, e não pode exercer a atividade profissional como responsável de qualquer das atribuições, só por que é formado em um curso reconhecido pelo MEC.
    No Japão tem um monte de formados em curso superior de arquitetura, engenharia, etc… que não possuem o registro profissional.

  64. Parabéns, CAU!

    Segurança em primeiro lugar!

    Nem tudo é possível aprender ou ensinar se um curso for totalmente EAD. Portanto, não se confia a própria vida a um profissional com diploma só porque tirou nota máxima num exame final, sem nunca ter frequentado uma sala de aula com outros alunos. Ele irá travar diante de problemas que só a vivência acadêmica presencial ensina.

  65. Sempre achei que EaD é para cursos que não precisam “presencial” pois Arquitetura & Urbanismo no se forma só no papel precisa participar, já temos colegas de escolas boas que até agora não sabem algumas coisas inerentes a profissão. Esta Medida do CAU/BR é muito valida meus Parabéns!!!

  66. Parabéns ao CAU, EAD é conveniente para as empresas que vivem do comércio do ensino sem se importar com o aprendizado, como também aberturas de cursos de arquitetura presenciais sem estrutura meramente para obter rentabilidade financeira.

  67. ARQUITETURA e URBANISMO, como diversos outros cursos, jamais deveriam ser disponibilizados EAD.

    1. É de se notar que no seu tempo não existia ead. e o acesso a informação era por meio de radio ou tv. a modalidades que são mais teóricas, outras mas práticas.o professor texto a cima, foi claro com a explicação, ou você vai dizer também que, quem passa em um concurso público estudando só não estará apto a tomar posse do cargo porque não passou por um cursinho preparatório. passei tanto na federal quanto em ead estudando só.
      uma coisa é defender um curso que é necessário mas da prática. outra coisa é ser contra todas modalidades ead.

  68. Realmente o assunto é polêmico. Apoio plenamente a ideia de que os alunos tenham curso superior no modo presencial, porque o acadêmico presta prova em sala de aula, elabora trabalhos em grupo e de campo. É muito importante para a formação a troca de experiências com os colegas na universidade. Observo que mesmo com todos esses ensinamentos somos tratados no mercado de forma preconceituosa em relação ao curso de engenharia civil. Aproveito a oportunidade Plenário do CAU/BR pela decisão tomada, em relação ao veto.Aproveito aqui para ressaltar o que ocorreu em outra oportunidade, mas muito relevante que foi a iniciativa do CAU, através da pessoa do presidente de inserir no currículo do curso de arquitetura conhecimentos de PPCI, projeto de prevenção contra incêndio.Eu fiz questão de trazer o assunto de volta para reforçar a ideia de que não podemos mais sermos discriminados como profissionais da área de arquitetura.

    1. Acredito que o preconceito vem do Arquiteto com relação ao engenheiro, conheço muitos arquitetos que quase não pisam no chão e nem sequer dar um bom dia ao um engenheiro, o preconceito existe em ambas as partes…

  69. Temos que analisar que critérios serviram de base para esta decisão que foi tomada, acredito que seria necessário avaliar os conhecimentos dos graduados em EAD, para tomar uma decisão tão importante. Sou a favor de uma prova tipo da OAB para arquitetos e engenheiros, pois observo que o nível dos cursos presenciais de varias faculdades esta cada vez pior com o crescimento do numero da faculdade , formando profissionais totalmente despreparados. Se são profissões que lidam com a vida porque não fiscalizar melhor os recém formados com uma prova de conhecimentos específicos da área.

  70. A final vai ou não vai mais aceitar registro no modo EAD, pois estou no segundo ano e não sei oq fazer, preciso de uma resposta concreta para não chegar no quarto ou quinto ano e ter jogado meu dinheiro meu tempo e meu sonho no lixo. Vai ou não vai mais aceitar registro?

    1. Arquiteto sp, SP, vou ser bem sincero…

      Vá urgente para uma faculdade de curso presencial… Estás jogando seu dinheiro na lata de lixo….

  71. Caros colegas, sou conselheiro do CAU-PR, e recentemente reacendi a discussão sobre a necessidade de exame de ordem para Arquitetura e fui prontamente desestimulado pois “este assunto já estaria encerrado no CAU-BR”. Pelo que vejo, não está encerrado, pelo contrário. Caso estivesse em funcionamento, este tipo de decisão não seria necessária, pois se os alunos em EAD não conseguirem aprovação, ou deixarão de cursar EAD ou os cursos irão melhorar. Isto se chama meritocracia. O resto é ideologia.

  72. bueno…é tudo à distância…como debater e defender uma proposta, entre o estudante e o professor? sem os demais alunos junto no grupo? fomentando a discussão? digitando linhas e mais linhas, com erros ortográficos e de concordância? ensino à distancia não serve…ao menos para determinados cursos…casamento à distancia ou sexo à distância, não funcionam…

  73. O CURSO DE ARQUITETURA ME EXIGIU ESTAR PRESENTE 200% , MAIS 200% A DISTANCIA PARA COMPLEMENTAÇÃO DOS ESTUDOS E ENTREGAS DE TRABALHOS… AI TEM PESSOAS QUE ACHAM QUE PODEM TER UMA BOA FORMAÇÃO SOMENTE COM CURSINHO A DISTANCIA!!! ESSES REALMENTE NÃO SABEM O QUE É UM CURSO DE ARQUITETURA.

  74. No país do jeitinho, diferente do que ocorre em países civilizados, os arquitetos e arquitetas já são muito mal remunerados e tem pouco reconhecimento de suas habilidades. Um curso à distância não forma ninguém que precisa adquirir habilidades práticas. Isso apenas enriquece empresas de ensino – que não precisam comprovar competência alguma – apenas atender ao normativo e pronto. Nem tudo deve ser massificado, sendo essa uma dessas profissões. Parabéns pela iniciativa, é preciso colocar um freio nessa indústria do ensino sem ensino.

  75. Engraçado… estava cursando arquitetura presencial assim se dizia… mas eu passei a maior parte do semestre procurando e estudando pela net… por que os professores mandava a gente estudar e voltar só com as dúvidas… isso se dava tempo de responder.. resumindo quem faz o curso é o aluno. Concordo que 100% EAD não rola mas pelo menos duas vezes de encontro na semana, igual com o curso de Ed. Física… tenho CREF E fiz mainha faculdade presencial mas conheço profissionais bem mais instruídos e mais competente que fez EAD. Então acredito qus EAD seria válido sim, mas não 100% EAD, com duas aulas presenciais.

    1. Camila…
      Então o problema era a faculdade onde você estudou… Eu me graduei em 2015, e lógico que havia uma ou outra matéria em EAD no próprio curso e muita pesquisa para fazer (boa parte dela feita, pesquisando sites e biografias..), más o conteúdo dado em sala de aula (presencial) era fortíssimo, os professores exigentes e cobravam mais que saber de cor algum assunto, exigiam perspicácia no debate, mostrando alto nível de compreensão do tema.

      Caso ainda esteja cursando arquitetura, mude de faculdade, o teu problema é a instituição, e não o curso em sí…

      Busque uma faculdade renomada e que tenha boa fama… Converse com colegas de outras instituições…

  76. PARABÉNS ao CAU.Eu já tenho 24 anos de arquitetura e gostaria de morrer sem ver a nossa profissão virar disque pizza de diplomas on line.Estou afirmando isso pois mantenho uma média de 15 estagiários em meu escritório de faculdades diversas e sei exatamente que se de perto não é fácil o aprendizado imagino à distância.Eu não sou e nem quero polemizar mas este assunto para eu, chega a ser cômico.Os donos destas plataformas on line deveriam investir em conhecimentos mais leves e que não comprometam a integridade física,social e psicológico das pessoas. Parabéns CAU!!!

  77. – É um absurdo um aluno de curso à distância poder exercer a Arquitetura.

  78. Total apoio ao CAU. É uma forçada de barra das grandes, querer ter um diploma de Arquiteto e Urbanista pelo sistema EAD. A avaliação presencial é um pilar de muita importância no processo de ensino de arquitetura e urbanismo, sem ela é praticamente impossível exercer a profissão com credibilidade e respaldo técnico. Desvalorizar a avaliação presencial em arquitetura, seria uma negligência muito séria. Iria abrir vários precedentes!!! Como exemplo: Você teria coragem de fazer algum procedimento com um médico graduação EAD??? Não tem lógica, o Conselho de Medicina nunca iria autorizar um absurdo desse. Parabéns ao CAU, NÃO as práticas oportunistas. Nada contra o EAD, que por sinal tem muitos cursos interessantes de capacitação, aperfeiçoamento, MBA, entre outros…

  79. Coisa mais antiquada estarem negando a Ead como um grande modo de aprendizagem, o presencial tem muito mais para aprender com a EaD do que ao contrário, quem aí ainda faz seus projetos em PAPIRO? Nós estudantes de Ead, estamos na atualidade, se os arcaicos que estão no comando do CAU se julgam superiores e ditadores de regras, então que invistam em uma avaliação para todos sem distinção de modalidade e, quero ver o queixo deles cair quando os alunos de EaD mostrarem melhores resultados. O aluno de Ead é um batalhador e resiliente, estuda em variados formatos, lida com softwares de 1ª geração. Não diminuímos os alunos presenciais, mas não vamos admitir este julgamento sem avaliação, tirado de ideias de uma geração, que logo dará lugar a outra muito mais atualizada.

    1. Denise….

      Aprender á usar um “softer” é uma coisa… …ser arquiteto vai além disso… Por isso, eu e diversos profissionais já atuantes no mercado, podemos afirmar…

      Curso 100% em EAD, é sim impróprio e irá gerar profissionais debilitados, podem até serem grandes usuários de softers, más fracos como arquitetos..

    2. Na hierarquia das Leis, resolução do CAU está abaixo de qualquer lei que autoriza a criação de cursos na modalidade EAD.
      O Decreto Nº 9.057/2017:
      Publicado em 26 de maio de 2017, tal decreto tem o objetivo de atualizar a legislação que regulamenta a educação à distância no país. Define, ainda, que a oferta de pós-graduação lato sensu EAD, não necessita de credenciamento específico, ou seja, as instituições que já possuem o credenciamento EAD, estão autorizadas a ofertar essa modalidade. O Decreto também regulamenta a oferta de cursos a distância para o ensino médio e para a educação profissional técnica de nível médio.

  80. Ok, desde que o CAU indenize todos os estudantes que estão formados, se formando e pagando a duras penas um curso que sonham em fazer e as faculdades presenciais oferecem a preços exorbitantes e de péssima qualidade. Que então coloquem um exame final, desde que seja pra EAD e Presencial. Não é por ser presencial que sairá um bom arquiteto. A pergunta é: Quem vai arcar com o prejuízo, o povo mais uma vez?!
    É uma completa ignorância e atraso esta atitude.

    1. Marco Aurélio…

      Você está buscando (teoricamente…) uma indenização na instituição errada…

      Procure-a você, na instituição que lhe vendeu (gato por lebre), e não no CAU…

  81. Parabéns ao CAU. Certíssima decisão. Arquitetura e urbanismo tratam de e com pessoas, contatos presenciais, visuais, sentimentos, enfim, a sensibilidade do profissional já se aprende no curso. E num EAD, jamais ! Nobre decisão!

  82. Em minha opinião, curso de Arquitetura e Urbanismo não é compatível com EAD, desta forma apoio a decisão do CAU. Entre outros motivos importantes destacados aqui, considero o convívio e as trocas pessoais com colegas e professores fundamentais. Aprendi muito pelos corredores da faculdade.

  83. Quem defende EaD para o curso de arquitetura não sabe o que é orientação de projeto. A relação entre professor e aluno feita de modo presencial nunca poderá ser substituída. Além da avaliação e discussão de projetos em grupo, debates entre alunos, etc.
    O EaD não passa de mais um capítulo triste da mercantilização do ensino neste país.

    1. Todos temos o direito de pensar como quiser…fato…porem o que o senhor esta tratando como mercantilização do ensino no país eu vejo como oportunidade para brasileiros que como eu sustenta sua família honesta e dignamente e não tem o privilégio de dispor de tempo suficiente para estudar na modalidade presencial.
      Concordo que cursos que comprometem a vida tem sim que ser acompanhado de forma criteriosa, porem existem outros meios de atestar a capacidade profissional, uma prova por exemplo! assim como a OAB, Ao invés de agir de forma arbitraria, fiscalize previamente! e não retire o direito adquirido.
      Reflita meu caro, e lembre-se que 5 anos de vida dedicados a um curso NÃO TEM PREÇO.

    2. Só pra constar, estou me formando em Engenharia da computação este ano, e na modalidade EAD (semipresencial) tenho pelo menos umas 5 certificações nacionais e uma internacional.
      não me julgo tecnicamente inferior a nenhum profissional formado na modalidade presencial.

      QUEM FAZ O SEU DESTINO E VOCÊ MESMO, E CADA UM DECIDE SE ESPECIALIZAR OU NÃO, EU SIMPLESMENTE DECIDIR SER O MELHOR QUE EU PODER!

      RESPEITOSAMENTE.

  84. Caros, saliento meu desconforto ao ler esta matéria, principalmente quando se amarfanham numa mesma análise todas as IES credenciadas e legitimadas pelo órgão competente – neste caso, o MEC, não o CAU – para oferta dos cursos.

    Antes de se seguir adiante, é importante frisar que países tidos como baluartes da Arquitetura moderna, como Japão, Reino Unido, Alemanha, Canadá e França ofertam cursos de Arquitetura com certificação de bacharel, desde 2012. Ademais, soa completamente siderado chancelar que a modalidade – EAD no Brasil e-Learning lá fora – suprime a presencialidade e a prática dos cursos. Não é verdade.

    O engodo infundado de que os aprendizes não convivem com a prática e se distanciam de ateliês, maquetes e bureaus de criação, é irreal. O Brasil tem se tornado pioneiro no desenvolvimento de tecnologias de blended learning, que mesclam a flexibilidade do ensino remoto para disciplinas teóricas, sem abdicação das práticas que ocorrem regularmente em laboratórios 100% planejados e auditados periodicamente pelas mantenedoras.

    A presencialidade das aulas práticas da modalidade EAD para Arquitetura e Urbanismo chega, por vezes, a ser maior do que aquela dos cursos presenciais. Ou seja, é real quando se diz que cursos semipresenciais podem apresentar mais prática, em laboratório e em campo, do que seu correspondente presencial e tal constatação se dá por uma única ordem lógica: ao se estruturar planejamento, auditoria e controle das práticas, não se observa a sobrecarga da laboratórios e a indisponibilidade de equipamentos ou infraestrutura que eventualmente se observam nas IES menos gabaritadas para oferta do curso.

    De tal maneira, alegar que a modalidade EAD põe em risco a segurança social soa não somente reacionário, como também alienado de todos os avanços sociais, culturais e, principalmente, tecnológicos que permeiam a esfera educacional da contemporaneidade. A resolução do CAU, que mais parece conchavo do que necessariamente deliberação, rema contra todos os fluxos da educação contemporânea.

    Não nos esqueçamos de que importantes indicadores de credenciamento dos cursos ante ao MEC, tais como CPC, CI e mesmo o Enade, são superiores em algumas instituições que os ofertam na modalidade a distância, se comparados aos equivalentes presenciais. Não nos esqueçamos, em complemento, de que o Ensino a Distância é a maior revolução na democratização do acesso à educação, que antes se restringia aos grandes centros e hoje pode chegar aos recônditos mais inacessíveis do país e do mundo, permitindo que a população tenha acesso igualitário ao ensino superior, além de cumprir com a função socioeconômica de fomentar a inovação, a pesquisa e o desenvolvimento social.

    Por fim, cumpre ressaltar que a maior parte das catástrofes estruturais que assolaram o planeta nos últimos anos não decorrem de modalidades, mas de falha pessoal de seus responsáveis técnicos. Revisitem a ponte Morandi, em Gênova, na Itália; o colapso estrutural do viaduto da Marginal Pinheiros, em SP; a queda do viaduto a Cowan sobre a avenida Pedro I em Belo Horizonte: não foi a modalidade de ensino que os atirou ao chão (100% das equipes bacharéis em modalidade presencial).

    Cumpre a este respeitável conselho, enquanto mediador das relações entre o homem, a sociedade e suas obras, compreender as melhores formas de aperfeiçoar o que é inexorável e inevitável. Navegar contra o que é indemovível não só é contraproducente, como também só vem a rpestar desserviços à sociedade brasileira, que tanto é carente do acesso à educação.

    1. Caro João…

      Me apresente um link (perdi uns 15 minutos hoje, procurando um curso de arquitetura pela internet, nestes países…) onde tenha o curso de arquitetura em EAD, nestes países…? Eu encontrei alguns cursos rápidos, não o curso completo, más cursos complementares, e que exigem o profissional já ser formado…

      E seguindo o seu raciocínio… (ou melhor, readequando-o à realidade…), se com profissionais que concluíram seus cursos, de maneira 100% presencial, já acontecem essas atrocidades e erros, tais como a queda do viaduto aqui em Belo Horizonte… (não creio em falha do profissional, somos daqui da cidade… .. não podemos afirmar 100%, más isso cheira à cobiça empresarial e não uma simples falha de calculo “o que com certeza nunca será admitida…”), imagine então o que acontecerá, com a introdução de profissionais formados em EAD?…?

    2. Concordo com muitos comentários que seguem nesta linha. Já que CAU acredita que existe um “perigo” na formação EAD, deveria fazer igual OAB, porque mesmo quem faz presencial não é apto a passar na prova da OAB!

    3. Na hierarquia das Leis, resolução do CAU está abaixo de qualquer lei que autoriza a criação de cursos na modalidade EAD.
      O Decreto Nº 9.057/2017:
      Publicado em 26 de maio de 2017, tal decreto tem o objetivo de atualizar a legislação que regulamenta a educação à distância no país. Define, ainda, que a oferta de pós-graduação lato sensu EAD, não necessita de credenciamento específico, ou seja, as instituições que já possuem o credenciamento EAD, estão autorizadas a ofertar essa modalidade. O Decreto também regulamenta a oferta de cursos a distância para o ensino médio e para a educação profissional técnica de nível médio.

    4. Tadao Ando, é um arquiteto japonês, professor emérito da Universidade de Tóquio.

      Foi premiado em 1995 com o Prémio Pritzker.

      Uma das especificidades de Tadao Ando é que ele não recebeu nenhuma qualificação formal (estudos universitários) para exercer Arquitetura. Tendo trabalhado como caminhoneiro e lutador de boxe, autodidata, passou a estudar por sua conta Arquitetura,

  85. Quem afirma que o EAD não é adequado ao ensino da arquitetura e urbanismo não leigos, são os professores deste curso. Há opiniões favoráveis ao EAD sim, mas de profissionais de outras áreas, alunos destes novos cursos EAD e, obviamente, representantes das mantenedoras destes cursos EAD.
    O lobby das mantenedoras está incomodado, mas não precisam se preocupar, já que o CAU não tem atribuição legal para vetar seus cursos. Vão poder continuar a lucrar com seus cursos EAD de arquitetura e urbanismo autorizados pelo MEC (sabe-se lá com que critérios), em prejuízo dos estudantes que neles se matriculam. Mas já não basta o prejuízo aos alunos desta modalidade de ensino, precisam prejudicar toda a sociedade também para garantir a maximização dos lucros?
    O CAU está cumprindo seu papel de propor medidas para proteção da sociedade, restringindo o registro profissional dos egressos de cursos de arquitetura e urbanismo em EAD. E ao MEC é que caberia desautorizar os cursos para não permitir que os alunos continuem sendo prejudicados.

    1. Foi o comentário mais coeso e esclarecedor que tivemos neste debate…

      Parabéns Claudio.

  86. “É impossível passar essa experiência da relação professor/aluno a distância”

    Essa frase é tão da época do vovó! E olha que ele fez eletrônica pelo Instituto Universal Brasileiro e ganhou a vida consertando rádios e televisores. Sejam menos antiquados. O aluno detém o poder da aprendizagem, o professor é um guia. Sinto informar que essa é uma decisão fadada ao fracasso. Certamente uma piada hoje e no futuro ainda mais.

    Abraços

  87. Parabéns ao CAU pela descisão e coragem de defender a boa prática do ensino da arquitetura e urbanismo no país e de buscar comprim seu papel junto a sociedade. Vejo que muitos vendem a facilidade pela oportunidade de faturar e sem se preocupar com o resultado final.

  88. FORMEI 1993, TRABALHAVA E ESTUDAVA À NOITE E AOS SÁBADOS TINHA AULA O DIA TODO , AGORA ESSA GAROTADA QUER MOLEZA, PARABÉNS CAU.

  89. Parabéns ao CAU, nesta questão eles acertaram em 100%.

    Arquitetura, Engenharia civil, As medicinas em geral… Todas são áeras onde os módulos EAD devem passar longe…

    Pode-se aceitar alguma matéria de humanas, que seja contemplada com estudos em EAD, más as de formação técnica, nunca…

    E por mais que alguns colegas aqui, teimem em suas assertivas, dizer que pode-se usar o EAD, é um ledo engano, e que trará consequências danosas ao nosso país, se aceitár-mos a formação destes profissionais.

    Para um aluno, fazer uso do ensino à distância e ser um profissional da arquitetura, de alto gabarito, ele, por tudo o que eu ví e viví, nos cursos que concluí, na arquitetura não cabe, EAD, e para este aluno ser um profissional tal, ele exclusivamente deve ser uma pessoa naturalmente de alto QI, naturalmente se diferenciando da imensa maioria. Não há o que questionar. Há matérias que somente pessoalmente se pode passar o conhecimento, pois elas incidem em repassar pessoalmente técnicas, e trocar experiências, sendo os modelos EAD, um tipo de estudo completamente desprovido do contato pessoal entre professor/aluno, temos que não há opção se não, excluír a opção do ensino de arquitetura e urbanismo nos moldes do EAD.

  90. EU concordo com a decisão. Na minha opinião como mexemos com vidas e as vidas estão dentro de algo que construímos, caso tenha algum problema, as vidas que estarão dentro sofrem as consequências.
    Como podemos avaliar alguém que não vivenciou as aulas práticas, fez cura de concreto, pontes de macarrão, conhecimentos em materiais, resistências de materiais….desculpa, torna-se impossível, pois nossa profissão tem muito de prática, não somente leitura.
    Não sou a favor de aplicar provas tipo OAB, nesse ramo o conhecimento é muita leitura….
    Quando se precisa da prática, como medicina, arquitetura, enfermagem e outras precisa ser sim presencial…..e mesmo tendo presença existem profissionais que só por Deus….
    APOIADO CAU…..

  91. Até o MIT oferece cursos à distância.
    Há disciplinas que nada justifica que sejam presenciais.
    Nos cursos EaD é até mais fácil tirar dúvidas, pois o professor é só seu e você não atrapalha outros alunos.
    Concordo que há disciplinas que necessitam aulas presenciais, no entanto, fazer isso com todo o curso, é uma volta ao passado.
    Também concordo que há instituições que não formam bons alunos, todavia, podem ser presenciais, semi-presenciais ou à distância.
    E por último, vocês estão desmerecendo o esforço de cada aluno, individualmente.
    O mercado precisa de mais arquitetos e fechar o mercado, utilizando de subterfúgios, não é ético e nem civilizado.

    1. Antônio Meira

      Quais matérias/cursos o M. I. T. oferece em 100% à distância…?

      Sejamos francos e realistas… Não são todos os tipos de matérias e cursos que podem e devem ser ministrados em EAD.

  92. esta mesma polêmica já se aplica com os mestrados e doutorados EAD. A portaria do MEC de 2018 já deu aval para este tipo de pós, que até então estava restrito a um gripo privilegiado que tinha acesso a uma formação melhor. Esta decisão do CAU ainda vai gerar muitas discussões e quem sabe até ações judiciais, se as pessoas que fazem sentirem-se prejudicadas, visto que como o artigo relata que já houve a autorização do MEC.

  93. Por que não faz prova de competência? Modelo de ensino não atesta quem é bom profissional. Se eu sentar aqui pra contar o que vejo de profissional formado em curso presencial no meu dia a dia… Corte com cota horizontal…Trabalho entregue a cliente faltando plantas básicas para execução da obra…indicação de lojas e materiais em troca de reserva técnica…E isto é só o básico…então vamos focar naquilo que realmente importa, a competência testada, e não em achismo.

    1. perfeito comentário! Caberia ao CAU estabelecer uma prova de competência para os formados, se os alunos da modalidade EaD não passarem estarão sendo eliminados do exercício da profissão, assim como os péssimos alunos dos cursos presenciais.

  94. Parabéns ao CAU. Um absurdo Arquitetura e Urbanismo por EAD

  95. Mais uma prova que o CAU desconhece completamente suas competências. Manifestar não é decidir. Quem decide sobre currículo, formação profissional, autorização de curso, no Brasil, é o MEC por autorização legislativa. E o MEC não é obrigado a acolher uma manifestação, uma opinião, uma recomendação. É competência privativa da União legislar sobre condições para o exercício profissional, conforme prevê o art. 22, inc. XVI, da Constituição Federal

    O CAU congrega um grupo de profissionais sem o menor preparo para exercerem o papel como conselheiros. Desconhecem as regras básicas que regem o serviço público aplicáveis a autarquias da administração indireta. Melhor seria que se candidatassem a uma vaga em uma das casas do congresso se desejam tanto assim exercer o poder de ditar normas que extrapolam as competências de um conselho profissional.

    Um bom começo seria iniciar lendo a nota técnica nº 372/2013/CGLNRS/DPR/SERE/MEC, da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC e parar de criar problemas para quem atende a legislação em vigor.

    1. O parágrafo primeiro do arTIGO 24 da Lei 12.378/2010, que regulamentou a profissão de arquiteto e urbanista e criou o CAU/BR e os CAU dos Estados e do Distrito Federal diz que eles têm como função
      “orientar, disciplinar e fiscalizar o exercício da profissão de arquitetura e urbanismo, zelar pela fiel observância dos princípios de ética e disciplina da classe em todo o território nacional, bem como pugnar pelo aperfeiçoamento do exercício da arquitetura e urbanismo”.

    2. Este artigo que o CAU citou deixa claro que as prerrogativas do conselho não sobrepõe as do MEC. Os decretos que que regem as autorizações de curso não são suprimidos por esta lei. O CAU não tem autoridade para tomar essa decisão e sabe que se algum egresso solicitar o registro e for negado vão tomar um processo no meio da cara.

    3. Importa destacar que a Lei nº 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases
      da Educação Nacional – LDB), em seu artigo 48, determina que os diplomas de
      cursos superiores reconhecidos, quando registrados, terão validade nacional
      como prova da formação recebida por seu titular.
      Negar registro profissional de formando em EaD é um protecionismo!
      Ora, pois, a pessoa formou por instituição cadastrada, reconhecida pelo MEC tem o Direito inviolável segundo nossa CF de 88 no seu Artigo 5º, inciso XIII, da Constituição Federal
      de 1988, que consagra o direito ao livre exercício profissional para os que
      atenderem as exigências legais.

    4. O CAU está de Parabens !! se não fr para ter uma postura Firme, não deveria existir!! QUER EAD escolhe outro curso..

    5. O CAU respondeu que seu papel expresso no “parágrafo primeiro do arTIGO 24 da Lei 12.378/2010″…lhe garante orientar, disciplinar, fiscalizar o exercício da profissão de arquitetura e urbanismo, zelar pela fiel observância dos princípios de ética e disciplina da classe em todo o território nacional, bem como pugnar pelo aperfeiçoamento do exercício da arquitetura e urbanismo”. Diz isso para justificar uma violação a Lei. Isso é uma aberração.

      Ora senhores, no artigo citado não existe(e não poderia existir) autorização para fazer isso desrespeitando o sistema de normas legais.

      Com todo respeito, Sr/Sra. moderador(a) (indicação), não se pode fundamentar uma posição frágil como essa com uma interpretação mal feita da Lei.

      O CAU tem se mostrado um conselho amador que atrapalha mais do que ajuda. Só tem dado trabalho ao judiciário e prejudicado a vida do cidadão que respeita a Lei…

    6. Minha replica ao (a) moderador(a) (indicado(a) pelo CAU-BR) de 02/4/2019 foi apagada/censurada. Trata-se de uma crítica fundamentada.

      Nela combato o que o CAU usa como apoio legal para negar o registro de diploma EaD (subentendido tenha esse o registro conforme a lei em vigor) a autorização dada pela lei 12.378/10 para zelar pela profissão.

      Isso não é apenas um simples equivoco. A fundamentação é uma aberração enorme. Entender que não haveria limites para exercer esse zelo é um absurdo. É óbvio que essa prerrogativa deve respeitar, levar em consideração o sistema legal de normas postas. O CAU, ou os moderadores(as) que o representa deve(m) ser mais cauteloso(s). Não se pode permitir que uma decisão xiita e ilegal se apoie em interpretação personalissima da norma legal quanto ao alcance da sua abrangência.

      O CAU precisa descer do Olimpo e se reintegrar aos humanos.

    7. Na hierarquia das Leis, resolução do CAU está abaixo de qualquer lei que autoriza a criação de cursos na modalidade EAD.
      O Decreto Nº 9.057/2017:
      Publicado em 26 de maio de 2017, tal decreto tem o objetivo de atualizar a legislação que regulamenta a educação à distância no país. Define, ainda, que a oferta de pós-graduação lato sensu EAD, não necessita de credenciamento específico, ou seja, as instituições que já possuem o credenciamento EAD, estão autorizadas a ofertar essa modalidade. O Decreto também regulamenta a oferta de cursos a distância para o ensino médio e para a educação profissional técnica de nível médio.

  96. Só concordaria com o ensino a distância se o aluno fizesse no mínimo 4 anos de estágio remunerado comprovado. Fiz uma ótima faculdade com ótimos professores e aprendi a ser profissional nos meus estágios.

  97. Respeito a opinião dos que consideram somente o curso presencial valido e eficaz, mas acredito que isso não passa de uma opinião desassociada de mais informações a respeito do EAD, sobre tudo por se tratar uma tendência mundial onde por certo o tempo e o conhecimento ira faze-los mudar de opinião acerca do assunto, assim como ocorreu em várias outras áreas, gostando ou não chegou a vez da educação.
    Já em relação ao CAU, posicionamento irresponsável e leviano por parte dos conselheiros em relação a um assunto dessa importância para o futuro da profissão. Fiscalizar e agir contra possíveis flexibilizações na legislação que comprometam a qualidade do ensino são iniciativas louváveis e que merecem apoio e reconhecimento inclusive por alunos do EAD. Porém, não cabe exclusivamente ao CAU decidir por recusar ou aceitar alunos formados em cursos EAD, pra tal, teriam que desconsiderar o MEC e toda a legislação vigente em relação ao assunto. Acho que essa nota serviu somente pra disseminar o preconceito. E isso é lamentável.

  98. Caros, apenas gostaria de saber se o MEC foi comunicado dessa decisão, não acho honesto as pessoas que possuem a graduação em EAD estarem ciente disso apenas na hora que seu registro profissional for barrado!

  99. É totalmente inadmissível que um Conselho seja tão desatualizado, hoje o EAD é um realidade e não uma promessa. A capacitação não se difere pela presença física ou não e sim pela presença de intelecto. Não se pode discriminar uma metodologia em prol da ignorância avaliativa do contexto, não teem ideia do tamanho da cag… que estão fazendo.

  100. Decisões moldam o futuro, porém barrar o sonho de quem está formando ou batalhando para se formar, é tirar a liberdade e harmonia que encontramos apenas na arquitetura e urbanismo, a educação é uma base sólida na vida profissional e pessoal de qualquer pessoa, o curso é maravilhoso para quem quer aproveitar, independente da forma de ensino, temos de lutar para um mundo mais justo. O CAU está de parabéns pela união de forças, porém, tirar o direito de quem está no campo de batalha não é a melhor solução, uma alternativa considerável seria a implementação de um exame para tirar a prova real de conhecimento, similar a OAB, que proporciona profissionais verdadeiramente competentes.

  101. Brasil é o país da malandragem! Como diz a matéria, teve aluno de EAD que não cursou a matéria e recebeu “excelente”, mas, na mesma forma que passo todo dia por uma Universidade e vejo alunos de cursos presenciais nos bares matando aula! Então, se for para tomar uma decisão pelos poucos “malandros” e punir os bons que realmente estudam pelo modo presencial ou EAD, aplica um exame assim como a OAB faz! Só exerce a função quem realmente estudou e tiver competência e não passou pelo presencial nas costas dos outros ou o aluno de EAD que nunca cursou ou tentou dar uma de esperto!

  102. Como ficam os semi-presenciais ? Que possuem uma quantidade X de aulas práticas ?

  103. Podiam acabar com o presencial também. Os arquitetos formados hoje em dia em maioria só servem para fazer decoração, não entendem nada de obra, muitas vezes nem o básico. Para fazer desenho e 3D não precisa de faculdade.

  104. Decisão tardia, mesmo percebendo a quantidade de cursos e as condições em que estes eram estabelecidos, não previram o tamanho prejuízo e decepção das pessoas que cursaram estes acreditando na possibilidade de atuação legal no mercado de Arquitetura? Provavelmente esta decisão irá ser contestada no âmbito da justiça e causa ganha. A ação poderia ser a de avaliar a real condição do aluno que finalizou o curso antes de expedir sua carteira e não negligenciar os anos de dedicação destes ! Espero mesmo que tudo se resolva !

  105. Presencial encaixa tanto que todo ano no brasil temos uma tragédia envolvendo obras. Não se trata do curso em si, mas sim do esforço do aluno.

    1. Geralmente nestas obras não existem o acompanhanto devido. Quando tem um profissional capacitado raramente se acontec isso. Arquitetura ead é loucura. Fiz uma faculdade ead de música na Ufscar e era uma bagunça. Todo mundo perdido. Agora tento imaginar o curso de arquitetura que cursei de forma presencial a distância, impossível. Arquitetura é vivencia, experiência, não se aprende apenas lendo textos e vendo vídeos.

    2. Observe que as tragédias envolvem os responsáveis técnicos pela execução,que normalmente são engenheiros. Grandes obras não devem ser calculadas por arquitetos e sim por engenheiros que tem maior gabarito para calcular estrutura e instalações de alta tensão. Curso de Arquitetura a distância nunca deveria existir.

  106. Creio que existe um grande preconceito e muito medo por parte dos profissionais de arquitetura que estão no mercado.
    Um curso EAD exige disciplina, foco e maturidade. sou a favor de uma prova tipo OAB, para todos os cursos sejam presenciais ou EAD.

    1. Prezado;
      O curso de Arquitetura e Urbanismo exige mais do que disciplina, exige integração, participacao, troca de conhecimentos, contato, releitura do que existe e criatividade para o que estar por vir.
      Esse contato é o que nos diferencia das outras profissões tão mecânicas e cuja sensibilidade nada interfere nas relações
      Sou absolutamente a favor da proibição do curso a distância para arquitetura
      Arquiteta Samira Bossa

    2. O curso de Arquitetura e Urbanismo é um dos cursos mais difíceis de se concluir, pela abrangência de teoria e técnica, prática projetual entre outros fatores… Não é de se estranhar que no Brasil, pessoas oportunistas tentam sempre procurar o caminho mais fácil e querer burlar um sistema consolidado, de credibilidade e avaliação comprovada, que é o ensino de graduação presencial em arquitetura.

  107. E os milhares de alunos que já devem estar no final do curso? Quem concluiu que o ensino presencial é melhor, mesmo diante do desinteresse e do jeitinho brasileiro? Não caberia uma prova do conselho para avaliar o egresso? Eu trabalho 8 horas por dia, estudo nos intervalos, a noite, de madrugada, nos finais de semana, assisto vídeo-aulas, leio livros, artigos, tiro duvidas no chat da instituição em que estudo, tenho que escrever um projeto interdisciplinar para concluir cada semestre, o que está faltando? A maravilhosa presença de alguém? Meu aprendizado depende de quem mesmo? Do meu interesse, esforço e busca constante ou da presença de uma pessoa? O mundo mudou, e a internet e suas tecnologias torna acessível muitíssimo conhecimento, a instituição é um guia, mas o aprendizado é pessoal. Como essa decisão pode ser justa se não avaliam os egressos? Há muitos outros questionamentos que o conselho não fez ou não se permitiu fazer, isso mais parece uma decisão politica pra preservar o mercado para uma minoria.

  108. Parabéns o CAU, arquitetura não se encaixa no modelo EAD

    1. busque compreender melhor o método, estudo via semi presencial e garanto a qualidade!

  109. Vejo nas argumentações um monte de ACHISMOS, opiniões sem ambasamento algum. Uma decisão deste tipo só faz sentido depois de uma avaliação das competências dos egressos dos cursos EAD e presencial.

    1. Que achismo cara ? O Cau é um conselho profissional e acompanha de perto cada curso do Brasil. Você pode até não ver ou saber mas eles estão fiscalizando, como que eles nâo vão saber? O próprio artigo consta que eles notaram que é ruim o Ead.

    2. Sou tutor do curso ead. Então o que vou dizer é com propriedade.

      Os cursos são ofertado de forma organizada e resumida. Até aqui tudo bem.

      Porém, na prática: Alunos compram provas;
      As provas são 100 % de questões objetivas;
      Alunos conseguem presença sem ir às aulas (que ocorrem 1 x na semana)

      Resumo: tenho alunos semi-analfabetos no quinto semestre!!
      Em Outros cursos existem muitos outros formados. Repito “Semi-analfabetos” alguns mal sabem escrever corretamente.

      Sem mais.

  110. Polêmica que exige boas ponderações. O modelo de EAD existe para atender a demandas de pessoas q se encontram longe dos grandes centros ou q não tem um esquema de vida passível de frequentar escolas tradicionais, mas que gostariam de estudar com materiais de qualidade feitos por professores reconhecidos, permitindo q todo o território tenha bons profissionais do ramo.
    O modelo de EaD semi presencial, com polos onde o aluno tem acesso regular à laboratórios e ateliers, consiste em um modelo bem viável. Este modelo tem-se mostrado de qualidade em variados cursos, a ver pelo resultado dos alunos nas provas do enade onde muitos tem alcançado avaliações melhores q dos alunos do presencial.
    Acho q existe muito preconceito e cada caso deve ser analisado em particular e não queimar todas as iniciativas de uma única vez. Essa decisão é mais política do que por razões plausíveis . A EaD está bem desenvolvida e madura, utilizando-se de tecnologias q viabilizam este aprendizado pratico-teórico. A prática projetual tem sido baseada em ateliers coletivos e conversas com professores onde este intervém graficamente na proposta do estudante. Esta mesma prática pode ser melhor entendida pelo estudante se vier fundamentada em materiais e exemplos q o professor, com mais tempo em sua própria casa, pode selecionar para explicar ao estudante a sua intervenção e não ser simplesmente algo gratuito vindo somente da iluminação do professor em momento de atelier. Acredito q a arquitetura só tem a ganhar com cursos q mantém e produzem registros de todos materiais e interações. Um conhecimento coletivo pode ser construído a partir destes registros permitindo pesquisas e avanços na área. Com certeza, avaliações devem ocorrer para evitar excessos q também ocorrem nos cursos presenciais.

    1. Alice…

      Não há polêmica… …a tipologia do ensino em EAD, não se encaixa às exigências do ensino da arquitetura e do urbanismo, sendo assim, impossível formar um profissional de qualidade, usando 100% de EAD. Uma ou outra matéria de humanas, que complementam o curso, OK!, podem ser aceitas…. ….As demais, não. Nem a Semi-Presencial…

      Arquitetura e Urbanismo só 100% presencial e olhe que mesmo assim, se formam muitos profissionais que ainda vão sofrer anos para se tornarem bons arquitetos…

    2. Esclarecimento da Comissão de Ensino e Formação do CAU/BR: “Diante dos questionamentos recebidos sobre a abrangência da Deliberação Plenária do CAU/BR DPOBR Nº 0088-01/2019 aos cursos ditos “semipresenciais”, esclarecemos: 1. Conforme os normativos vigentes do Ministério da Educação (MEC), não existem cursos na modalidade semipresencial. O que pode existir são cursos de graduação presenciais que oferecem parte de sua carga horária a distância, como também cursos na modalidade de ensino a distância (EAD) com atividades presenciais; 2. Nos casos dos cursos presenciais, o Ministério da Educação (MEC) autoriza que, no máximo, 20% da carga horária total do curso seja ocupada com atividades a distância. As disciplinas na modalidade a distância devem estar claramente identificadas na matriz curricular do curso, e o projeto pedagógico do curso deve indicar a metodologia a ser utilizada nessas disciplinas; 3. Sendo assim, é necessário que os estudantes e bacharéis de Arquitetura e Urbanismo confiram a modalidade de seu curso de origem (se presencial ou EAD) para que verifiquem se suas solicitações de registro profissional poderão ser recusadas pelos CAU/UF.”

  111. Acho que seria uma excelente decisão desde que se cobrasse de alunos presenciais , por que ir na aula todo dia não significa qualidade de ensino e nem de profissional , pois vemos todos dias cada besteira realizada por alunos que frequentaram cursos presenciais . Concordo com prova para todo tipo de modalidade de ensino.

  112. Eu discordo totalmente dessa decisão, pois comecei a fazer arquitetura e urbanismo presencial e não foi bom professores chegavam atrasados muita conversa na sala de aula sem relação a arquitetura, pois parei e fui fazer arquitetura e urbanismo EAD fui 100 vezes melhor que a presencial tive que focar mais nos estudos e não perder tempo em ver alunos da sala conversar com o professor sobre futebol e etc.. garanto que EAD exige mais do aluno d q presencial, acho que os arquitetos estão com medo da concorrência forte que está por vir

  113. Parabéns CAU pela iniciativa devemos cortar o mal pela raiz. Esses que defendem tanto o ensino em EAD e semi presencial gostaria de saber se deixariam um médico formado a distância operar um ente querido. Que o CREA siga o mesmo exemplo pois já passou do tempo de não aceitar esses diplomas de EAD. E se não conseguirmos fazer nada contra esses cursos que nos diplomas presenciais venha descrito a modalidade.

  114. Parabéns CAU pela iniciativa devemos cortar o mal pela raiz. Esses que defendem tanto o ensino em EAD e semi presencial gostaria de saber se deixariam um médico cortando a distância operar um ente querido. Que o CREA siga o mesmo exemplo pois já passou do tempo de não aceitar esses diplomas de EAD. E se não conseguirmos fazer nada contra esses cursos que nos diplomas presenciais venha descrito a modalidade.

    1. Creio que existe um grande preconceito e muito medo por parte dos profissionais de arquitetura que estão no mercado.
      Um curso EAD exige disciplina, foco e maturidade. sou a favor de uma prova tipo OAB, para todos os cursos sejam presenciais ou EAD.

    2. Foi isso que comentei numa página do Instagram. Como raciocínio igual ao seu. Resultado: fui esculachado pela maioria.

  115. Um conselho justo não exclui os seus sem o ônus da prova, acredito que assim como julgam os profissionais formados na modalidade EAD, há também profissinais formados em modalidade integral que pode não apresentar aptidão, se cabe dúvida à modalidade de ensino, pois que se aplique uma prova, assim como a OAB o faz.

  116. Ótima decisão CAU. Arquitetura realmente não se encaixa no EAD. Quem tá cursando EAD tá sendo enganado, pagando por um curso incompleto e deficiente. E isso é fato. Não da pra dar jeitinho na educação. Parabéns, CAU. Decisão séria de pais de primeiro mundo. Não esperaria nada diferente.

    1. JEITINHO?? Engenheiros que são bem mais gabaritados em questões de cálculos que arquiteto tem errado em várias obras, sabe o que todos tem em comum, são formados em cursos PRESENCIAL. Minha mãe deu um “jeitinho” e se formou em Pedagogia, depois disso passou em três concursos, dá aula em escola estadual, e passou em mais dois concursos municipais.Hoje é professora e coordenadora da mesma sendo conceituada pra ser Diretora, as colegas que criticaram o custo, eram contratadas apenas e formadas em curso Presencial.Deixe de ser Burgues, o Brasil é coordenado pela ELITE, e eles discriminam os cursos Ead porque querem extorquir dinheiro, ou que apenas a ELITE permaneça com o direito de Estudar e ter uma vida melhor.A maioria das coisas aprendidas na faculdade presencial não é usada na vida prática. Eu trabalho e estudo e segundo você e toda essa sociedade preconceituosa e burguesa diz que eu não posso estudar, por eu não pagar mais dinheiro, que os RICOS. Parabéns por esse pensamento. APLIQUEUMA PROVA PRA UM ALUNO EAD E UM PRESENCIAL E VEREMOS HAHA.

  117. Lamentável decisão, frustra milhares de estudantes que já iniciaram ou terminaram seu curso. O problema se chama MEC!!! Concordo que há profissões que são incompatíveis com o ensino Ead, mas é o MEC que deveria barrar novos cursos e também fiscalizar mais rigorosamente a qualidade das instituições, pois o ensino superior está sucateado e há formandos (presencial e ead) sem a menor condição de atuar na profissão. Se coloquem no lugar de um formando ead que, depois de 5 anos de esforços e expectativas, não poderá atuar na profissão. Repito, concordo da incompatibilidade, mas não deveria ser barrado no conselho, e sim não deveriam haver cursos de formação ead em algumas profissões. Se estão preocupados com qualidade dos formados, acharia justo impor uma prova, a exemplo da OAB. Teríamos milhares de estudantes do presencial reprovados e alguns ead aprovados.

    1. Nâo Eduardo… …isso é para o bem destes milhares que já iniciaram seus cursos ou que estão concluíndo…

      Eles nunca serão arquitetos… Sempre terão graves deficiências… O próprio curso presencial, ao meu ver, deveria ter no mínimo mais umas 160/200h na grade curricular (ou seja, no mínimo mais um ano no mínimo), para poder melhorar a grade curricular… Na Espanha, o curso de arquitetura se eu não estou enganado, são de 6 anos, a graduação…

      Lamentável é estas pessoas estarem sendo enganadas, com estes cursos em EAD, e caso você, seja um deles… Procure um curso presencial, faça ao menos um semestre, e veja a diferença, perceba o quanto você vai ser exigido e como vai ser complexo e difícil…

      EAD significa, enganar ao aluno e também à sociedade…

  118. A Educação a Distância, devidamente registrada e comprovada, existe no mundo há pelo menos 300 (trezentos anos). Cauleb Philips já ensinava taquigrafia a distância em 1728, conforme anúncio publicitário publicado no Jornal Gazeta de Boston em 20 de março daquele ano. Fala-se da Arquitetura. E o que falar da Medicina? Um médico opera no Brasil um coração, estando ele fisicamente na Alemanha. É uma cirurgia a distância e não espiritismo. Estamos vendo diuturnamente obras públicas desmoronando e matando pessoas, planejadas e construídas por arquitetos e por engenheiros graduados cem por cento presencialmente. Não é a modalidade do ensino, ou melhor dizendo da aprendizagem, que está em jogo, mas sim a qualidade das Instituições de Ensino e de seus colaboradores. Fala mal da Educação a Distância quem não conhece Educação a Distância.

    1. Nelson, você está trocando as bolas…

      Uma coisa é você estudar à distância…
      Um médico estudar medicina à distancia, ele será um péssimo médico com 99% de certeza (vamos excluir aqui os gênios… …aquelas pessoas com altíssimo QI…), agora, operar à distância, via equipamentos robóticos é outra coisa. Este médico, além de ser um excelente profissional, deve ter altíssimo treinamento na máquina que vai estar operando…

      Ou seja, exclúi-se em 100% o EAD.

  119. Concordo, de deve haver cursos que quem paga passa…

    Porém esta negação de registro, barra o excelente profissional recém formado também, então sou a favor de um exame, nos moldes da OAB.

  120. Parabéns ao CAU.
    Estou esperando a mesma decisão do CREA.
    Sei que existem alunos na modalidade EAD que são mais empenhados que os alunos de modalidade presencial. Mas, infelizmente, não acho que todos os alunos mereçam o registro. Digo isso pois fiz uma pós na modalidade EAD, NUNCA ESTUDEI e me formei com nota máxima. Todas as perguntas das minhas provas estavam no material fornecido. Para esclarecimento, minha pós é em História e Filosofia e nunca pretendi trabalhar na área. Fiz somente para conhecimento.

    Sou formado em engenharia civil pela Unesp (presencial) e posso garantir: ninguém sai PREPARADO da universidade para enfrentar o mercado de trabalho. Porém, todo o conhecimento que adquirimos na faculdade, com o tempo e com a prática começam a fazer sentido. E é exatamente isso que faz a diferença!

    Acho que uma solução seria, tanto para o CAU quanto para o CREA, a aplicação de prova específica num ambiente presencial, assim como faz a OAB. Assim, os alunos da modalidade EAD que se empenharam e levaram a sério o curso, teriam capacidade de passar na prova. E no meu entender, a prova deveria ser aplicada também para os alunos formados em cursos presenciais.

  121. Perfeito! E como ficam os cursos ditos presenciais e que possuem disciplinas importantissimas no “portal do aluno”? Disciplinas chamadas “blended” (50% portal e 50%sala de aula)? Além disso outras totalmente em portal?

  122. 1) As tratativas com as Prefeituras não serão a distância.
    2) o Contato com os clientes não serão a distância.
    3) As visitas as obras não serão a distância.
    4) O contato com os materiais não serão a distância.
    5) Quando der um problema na obra, não pode ser a distância.

    Por essa e outras que sou contra educação a distância, ainda mais em um mercado saturado e cheio de universidades com cursos presenciais abertos.

    A mesma emoção de uma viagem, a gente nunca vai sentir vendo o local a distância, pelo computador. Ninguém vai confiar de ser operado por um médico que estudou em um corpo a distância.

    E porque com a Arquitetura seria diferente ? Parabéns CAU.

    1. Pq vc parabenizou o CAU a distância e não felicitá-los pessoalmente????

    2. Amigo revisa a grade do curso EAD e verá que as aulas presenciais de projetos etc.. deverão cumprir o tempo estimado pelo mec, não fala asneira sem antes ter conhecimento do curso não

    3. 1) Na minha cidade o contato com a prefeitura está sendo somente a distância.
      2) Quando falo com uma pessoa pelo telefone significa que estou falando a distância.
      3) Imersão virtual é uma das partes do BIM.
      4) Um profissional estuda para liderar, pois se ficar carregando tijolo vai faltar tempo para orientar.
      5) Por exemplo: problema de bitola da armação pode perguntar pelo telefone se pode usar um diâmetro maior.

  123. Excelente decisão. O conselho está de parabéns!!! É muito importante essa luta contra a precarização da profissão.

  124. Parabens nada estão com medo da concorrência faz também revalidar dos ensinos presenciais.

  125. Em relação aos cursos ead semipresenciais, como foi av*aliado?

  126. Como assim governo autoriza e depois o Cau desautoriza?
    Que se faça uma prova igua a OAB!

  127. Concordo!!!! Engenharia Civil também devia ser banido do EAD.”Segurança de vida”

  128. Decisão retrógrada, conservadora, estúpida. Não estamos mais, como em décadas passadas, discutindo se a EaD é uma possibilidade. Ela é uma realidade inescapável, a exemplo das redes sociais. Ou ainda vamos discutir se devemos ou não ver filmes por streaming, pagar as contas pelo smartphone ou, quem sabe, encontrar um grande amor pelo Tinder. Todas essas coisas já foram questionadas pelo establishment (homem-cis-hétero-misógino-racista-teísta-velho-elitista-classista-familiar-reacionário-etc.) sempre como a expressão do seu incomodo, medo, raiva frente à emergência da sua antítese: o novo. Essa regressão ou é por tacanhice ou simplesmente por maldade mesmo. Afinal, os beneficiários dessa categoria de ensino, quem são? Hum, sei, os de sempre. E estes e estas, os mais interessados, tiveram oportunidade de participar dos debates? Tiveram direito a voz e voto? Claro, perguntas retóricas. Sou Arquiteto e Urbanista formado nos corredores e salas de aula decadentemente glamorosos da minha faculdade, onde estive “presente” durante os melhores anos da minha vida. Mas, acredito firmemente que nem eu nem meus colgas somos melhores do que um profissional oriundo da EaD, se considerarmos simplesmente este fato. Nossa prática profissional, sim, é que deve nos colocar em posição de sermos avaliados e comparados entre tais, se é que isso é possível. Nesta profissão em crise, somos necessariamente uma categoria em crise. E os AeU da EaD, obviamente, não tem culpa sobre isso, mas mesmo assim expiarão por nós. Serão nosso bode. E isso tem tudo a ver com a sociedade que nos tornamos. Meu repúdio a esta decisão do CAU, minha solidariedade aos colegas da EaD.

  129. Estou cursando o 3º semestre de arquitetura e urbanismo semi-presencial. Temos aulas práticas presenciais 2 vezes por semana, que são muito proveitosas e bem ministradas, e o conteúdo teórico, que é estudado no ambiente virtual. Mesmo assim, ambos os conteúdos estão disponibilizados 24 horas por dia para serem acessados no portal. Para que seja formado um bom profissional, não será necessário os 3 encontros semanais a mais ofertados pelos cursos presenciais, vai muito além disso, sendo: dom, ética profissional, comprometimento, dedicação, etc. E vai além. Para que uma pessoa possa ser um bom profissional, ele terá que ir muito além dos estudos da faculdade, seja ela faculdade pública ou privada, nacional ou internacional, presencial ou EaD. De nada adianta um diploma de uma universidade presencial se o profissional não tiver as qualidades citadas anteriormente. A modalidade semi-presencial, qual eu estou cursando abriu uma oportunidade para mim, que tenho o sonho de ser um arquiteto e urbanista, pois trabalho há vários anos numa empresa familiar do segmento moveleiro, que está há 30 anos no mercado. Tenho muita experiência em projetos de ambientes, mas sinto que falta algo pra mim, que é o diploma, e a faculdade semi-presencial está me proporcionando está realização. E podem ter certeza, com a experiência que tenho tanto na execução dos projetos quanto na execução dos produtos não deixo a desejar a muitos arquitetos formados em cursos presenciais. Portanto, não é a modalidade de estudos que irá formar um bom profissional.

  130. Excelente CAU, sou engenheiro e é uma pena que o Confea seja tão inerte, não fazem nada. Parabéns.

  131. Discordo totalmente desta decisão do CAU. Em tempos de globalização e novas formas de aprendizagem, o CAU deixa claro como é retrógrado, desalinhado com as novas competências de aprendizagem e principalmente incompetente, pois poderia fazer uma avaliação similar à OAB que realmente traria muito mais segurança e garantia de que apenas bons profissionais atuariam no mercado.

  132. Faço parte de uma turma de 2° semestre em arquitetura, curso presencial. A universidade oferece estrutura, ensino de qualidade, pratica e eventos para aprimorar o aprendizado. Sem falar nos professores excelentes. Mesmo com todo esse amparo, o que vejo são vários alunos com dificuldades absurdas. Não pelo ensino, mas pela individualidade de cada um.
    Arquitetura vai além da compreensão técnica, envolve a esfera humana e artística. O que dificilmente será desenvolvido em 1 dia da semana.

  133. Parabéns ao CAU. .O Crea deveria fazer o mesmo. .Tem Engenharia Civil a distância que é um deus nos acuda. .
    Sou engenheiro e parabenizo de pé essa atitude grandiosa. .
    Aprende Crea não fica só enviando boleto de anuidade. .

  134. Excelente decisão! Os CREAs e CONFEA deveriam compartilhar da mesma opinião!

  135. Perguntas:
    – As avaliações do Enade moustrou algum curso presencial com nota abaixo da mínima?
    – Se sim, o curso foi descontinuado ou os profissionais formados deixaram de ser credenciados?

  136. Sugiro ao arquitetos formados em EAD criarem um novo conselho nacional, como já fez os atuais arquitetos descontentes que saíram do CONFEA por não aceitarem decisões de maioria.

  137. Parabenizo o CAU pela decisão. Leciono em curso de arquitetura e posso afirmar que a noção de coletividade e a relação diária direta entre aluno/professor são essenciais para a formação de um profissional com senso crítico e consciente das suas competências. Sinto muito por aqueles que estão cursando EAD, pois estão sendo lesados.

  138. Parabéns para o CAU deveria tbm haver como a OAB provas antes de emitir a carteira um absurdo para nossa classe os profissionais que as instituições estão colocando no mercado de trabalho.

  139. Excelente!!! Não há condições de aprendizagem do grupo de conhecimentos mínimos que um arquiteto e urbanista deve ter sem o dia a dia no ateliê de projeto, maquetaria e interação com professores e demais colegas.
    Parabéns ao CAU por defender a boa prática de nossa profissão!

  140. u não concordo com essa medida do CAU. Nem todo curso EAD é dessa forma. Eu sou do semi presencial EAD de arquitetura. Fazemos projetos reais, papel manteiga até nos softwares como CAD e revit. O encontro com o professor é semanal. Mas temos um professor para esclarecer dúvidas online e presencial.

    1. Perdoe-me a sinceridade, moça…

      Más, você, está sendo enganada…

      Tente fazer um único semestre 100% presencial, e em uma faculdade tradicional… …Tente participar do semestre letivo ao menos como “observadora”, sem validade… Tente fazer como se realmente fosse aluna..

      E ai você vai me entender… E perceber o que você, (poi é você…) está perdendo em qualidade no ensino.

  141. A decisão vale para cursos com qualquer carga horária de EAD ou somente aqueles que são ofertados integralmente nesse formato?

  142. Como fica a situação dos cursos, de faculdades que não tem uma grande 100% EAD, mas aplica essa modalidade, em uma parte da grade? Uma porcentagem da carga horária, é EAD, principalmente nos primeiros semestres, como é o caso da FIAM-FAAM.

    1. Esclarecimento da Comissão de Ensino e Formação do CAU/BR: “Diante dos questionamentos recebidos sobre a abrangência da Deliberação Plenária do CAU/BR DPOBR Nº 0088-01/2019 aos cursos ditos “semipresenciais”, esclarecemos: 1. Conforme os normativos vigentes do Ministério da Educação (MEC), não existem cursos na modalidade semipresencial. O que pode existir são cursos de graduação presenciais que oferecem parte de sua carga horária a distância, como também cursos na modalidade de ensino a distância (EAD) com atividades presenciais; 2. Nos casos dos cursos presenciais, o Ministério da Educação (MEC) autoriza que, no máximo, 20% da carga horária total do curso seja ocupada com atividades a distância. As disciplinas na modalidade a distância devem estar claramente identificadas na matriz curricular do curso, e o projeto pedagógico do curso deve indicar a metodologia a ser utilizada nessas disciplinas; 3. Sendo assim, é necessário que os estudantes e bacharéis de Arquitetura e Urbanismo confiram a modalidade de seu curso de origem (se presencial ou EAD) para que verifiquem se suas solicitações de registro profissional poderão ser recusadas pelos CAU/UF.”

  143. Excelente decisão, só espero que os CREA’s siga o exemplo, pois acho impossível se obter habilidade técnicas sem um profissional estar presente para transmitir

  144. Prezados,

    Hoje eu curso arquitetura e urbanismo, no regime semipresencial o mesmo também nao sera reconhecido pelo CAU?

    1. Esclarecimento da Comissão de Ensino e Formação do CAU/BR: “Diante dos questionamentos recebidos sobre a abrangência da Deliberação Plenária do CAU/BR DPOBR Nº 0088-01/2019 aos cursos ditos “semipresenciais”, esclarecemos: 1. Conforme os normativos vigentes do Ministério da Educação (MEC), não existem cursos na modalidade semipresencial. O que pode existir são cursos de graduação presenciais que oferecem parte de sua carga horária a distância, como também cursos na modalidade de ensino a distância (EAD) com atividades presenciais; 2. Nos casos dos cursos presenciais, o Ministério da Educação (MEC) autoriza que, no máximo, 20% da carga horária total do curso seja ocupada com atividades a distância. As disciplinas na modalidade a distância devem estar claramente identificadas na matriz curricular do curso, e o projeto pedagógico do curso deve indicar a metodologia a ser utilizada nessas disciplinas; 3. Sendo assim, é necessário que os estudantes e bacharéis de Arquitetura e Urbanismo confiram a modalidade de seu curso de origem (se presencial ou EAD) para que verifiquem se suas solicitações de registro profissional poderão ser recusadas pelos CAU/UF.”

  145. Se é autorizado pelo MEC não podem penalizar os estudantes, a maioria faz o maior esforço pra pagar o curso e depois chega no final e não pode exercer, se o MEC autorizou, agora que se ardam, ou então façam o favor de indenizar os alunos.

    1. Exato… Ridícula decisão!!! O problema não é o EaD… O problema é o aluno incompetente que não presta atenção, que “arrota grosso” em sala de aula pq o pai tem dinheiro, que cola e discute com professor, que compra trabalho pra ficar bebendo no bar… O que faz o aluno se tornar um verdadeiro profissional é a dedicação, o querer aprender! Se ao invés de recusar registro tornasse obrigatória realização de prova com nota mínima (como é na OAB e como também deveria ser em todo conselho de profissionais que podem colocar em risco a vida de pessoas), a coisa mudaria muito! Acredite: já vi arquiteto e engenheiro com mais de 30 anos de registro falar que “tanto faz a bitola do fio” como já vi recém formados que fizeram projetos elétricos melhores que engenheiros eletricistas e técnicos eletrotécnicos… Barrar EaD não é avanço: mas não realizar uma prova pra limitar a escória que entra sim, é um retrocesso…

  146. Parabéns.
    Acredito, infelizmente, que já seja necessário planejar a prova para registro. Similar ao exame da OAB.

    1. Tão somente prova, e não barrar o EaD. Mas sabe o motivo de barrar e não fazer prova? Porque fica feio pros que fazem presencial terem nota menor ou reprovarem enquanto os EaD passam… Essa é a questão! Derrubar o mais fraco ao invés de tornar-me mais forte. Chega um momento que só ficam os fracos que derrubaram os fracos…

  147. Concordo. Arquitetura e Urbanismo não se ensina a distância.

  148. Caros colegas. Afirmo com toda certeza que terei competência suficiente para exercer a profissão quando me formar no curso SEMI-PRESENCIAL de arquitetura e urbanismo. Informando também que não tendo a liberação para o registro. Irei direto para justiça. Pelo que vejo e leio, são os arquitetos de todo país revoltados com um órgão tão incompetente como o de voces! Ajudem ao invés de atrapalhar

    1. Meu curso semi presencial é mais completo que o presencial de muitas universidades. Aulas muito complexas e com muito material presencial.
      Temos alguma forma de procurar nossos direitos???

      1. Esclarecimento da Comissão de Ensino e Formação do CAU/BR: “Diante dos questionamentos recebidos sobre a abrangência da Deliberação Plenária do CAU/BR DPOBR Nº 0088-01/2019 aos cursos ditos “semipresenciais”, esclarecemos: 1. Conforme os normativos vigentes do Ministério da Educação (MEC), não existem cursos na modalidade semipresencial. O que pode existir são cursos de graduação presenciais que oferecem parte de sua carga horária a distância, como também cursos na modalidade de ensino a distância (EAD) com atividades presenciais; 2. Nos casos dos cursos presenciais, o Ministério da Educação (MEC) autoriza que, no máximo, 20% da carga horária total do curso seja ocupada com atividades a distância. As disciplinas na modalidade a distância devem estar claramente identificadas na matriz curricular do curso, e o projeto pedagógico do curso deve indicar a metodologia a ser utilizada nessas disciplinas; 3. Sendo assim, é necessário que os estudantes e bacharéis de Arquitetura e Urbanismo confiram a modalidade de seu curso de origem (se presencial ou EAD) para que verifiquem se suas solicitações de registro profissional poderão ser recusadas pelos CAU/UF.”

    2. Perdoe-me Johon Klecio….

      Más, você, está sendo enganado…

      Imagino a frustração, más quem deveria ser processado é a faculdade que lhe vendeu este “gato-por-lebre”…

      E lhe, afirmo, você, (à não ser que você seja daquelas pessoas prodígio… …aquelas que são exceção à regra…) nunca terá competência suficiente para exercer a profissão, pois você com plena certeza, terá debilidades, que serão complexas de se remover… …e que neste momento, você não as conseguirá se aperceber delas.

    3. Esclarecimento da Comissão de Ensino e Formação do CAU/BR: “Diante dos questionamentos recebidos sobre a abrangência da Deliberação Plenária do CAU/BR DPOBR Nº 0088-01/2019 aos cursos ditos “semipresenciais”, esclarecemos: 1. Conforme os normativos vigentes do Ministério da Educação (MEC), não existem cursos na modalidade semipresencial. O que pode existir são cursos de graduação presenciais que oferecem parte de sua carga horária a distância, como também cursos na modalidade de ensino a distância (EAD) com atividades presenciais; 2. Nos casos dos cursos presenciais, o Ministério da Educação (MEC) autoriza que, no máximo, 20% da carga horária total do curso seja ocupada com atividades a distância. As disciplinas na modalidade a distância devem estar claramente identificadas na matriz curricular do curso, e o projeto pedagógico do curso deve indicar a metodologia a ser utilizada nessas disciplinas; 3. Sendo assim, é necessário que os estudantes e bacharéis de Arquitetura e Urbanismo confiram a modalidade de seu curso de origem (se presencial ou EAD) para que verifiquem se suas solicitações de registro profissional poderão ser recusadas pelos CAU/UF.”

    4. Quem se engana é você Euller, pois em países desenvolvidos como o Japão por exemplo, o arquiteto não precisa faculdade, pode estudar por conta e fazer o exame do conselho, sendo aprovado ele tem seu registro, e a meu ver o cau deveria para de se ater a curso Presencial ou EaD, liberem os dois, desde que aprovado em um exame, assim como é feito na ordem, ou tem medo de provar que está errado? de alunos EaD serem aprovados com notas melhores que presenciais e queimarem a cara.

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