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CAU/BR e Itamaraty debatem promoção da Arquitetura Brasileira pelo mundo

 

O CAU/BR debateu com representantes do Ministério das Relações Exteriores novas ações para promoção do trabalho de arquitetos brasileiros no exterior. O presidente Luciano Guimarães recebeu na sede do CAU/BR em Brasília o chefe da Divisão de Negociações de Serviços do Ministério das Relações Exteriores, George de Oliveira Marques, e o secretário do Departamento de Promoção de Serviços, Pedro Paranhos.

 

Participaram da reunião a primeira vice-presidente Lana Jubé, os conselheiros Eduardo Pasquinelli Rocio (coordenador-adjunto da Comissão de Relações Internacionais) e Carlos Fernando de Andrade (RJ) e o ouvidor-geral, Roberto Simon – atualmente vice-presidente da União Internacional dos Arquitetos (UIA). Foram discutidas ações que possam ajudar o intercâmbio de serviços de Arquitetura entre o Brasil e outras nações.

 

Foi entregue aos representantes do Itamaraty o Anuário de Arquitetura e Urbanismo 2019, que traz todas as informações desse mercado no Brasil: número de arquitetos e urbanistas por estado, principais atividades realizadas, prêmios conquistados em competições internacionais e muito mais. Dados e mapas produzidos pela tecnologia de georreferenciamento desenvolvida pelo próprio CAU/BR, destacou o presidente Luciano Guimarães.

 

Clique na imagem para baixar o Anuário de Arquitetura e Urbanismo 2019

 

PROMOÇÃO DA ARQUITETURA BRASILEIRA
Ficou decidido na reunião que pacotes com a publicação do CAU/BR serão distribuídos às embaixadas brasileiras localizados nos países de língua portuguesa, por meio de mala diplomática. Segundo o chefe da Divisão de Negociações de Serviços do Ministério das Relações Exteriores, George de Oliveira Marques, todas as representações do Brasil no exterior possuem setores de promoção comercial que podem divulgar essas informações junto às empresas estrangeiras. George lembrou que o CAU/BR é um dos conselhos profissionais mais ativos junto ao Ministério das Relações Exteriores nos últimos anos.

 

Na próxima Reunião Plenária do CAU/BR, que acontecerá nos dias 25 e 26 de julho, os conselheiros deverão debater novas regras para o registro de empresas estrangeiras dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O objetivo é facilitar o ingresso do Brasil na organização que reúne 36 países que aceitam os princípios da democracia representativa e da economia de mercado – principalmente na América do Norte e Europa.

 

O presidente do CAU/BR destacou ainda que o conselheiro Fernando Márcio de Oliveira, coordenador da Comissão de Relações Internacionais, está participando de negociações de arquitetos brasileiros para participar da construção de aproximadamente 50.000 centros atléticos de excelência na China.

 

Na foto principal, da esquerda para a direita: Roberto Simon, vice-presidente da UIA para as Américas e ouvidor-geral do CAU/BR; George de Oliveira Marques, chefe da Divisão de Negociações de Serviços do Ministério das Relações Exteriores; Luciano Guimarães, presidente do CAU/BR; Pedro Paranhos, secretário do Departamento de Promoção de Serviços do Ministério das Relações Exteriores; Eduardo Pasquinelli Rocio, conselheiro do CAU/BR e coordenador-adjunto da Comissão de Relações Internacionais; e Laís Maia, coordenadora técnico-normativa do CAU/BR

4 respostas

    1. Ivo, A PEC 108/2019 propõe que “A lei não estabelecerá limites ao exercício de atividades profissional ou obrigação de inscrição em conselho profissional sem que a ausência de regulação caracterize risco de dano concreto à vida, à saúde, à segurança ou à ordem social”. Arquitetura e Urbanismo é uma profissão que definitivamente afeta a saúde e segurança da população.

  1. Acabo de voltar do Mindelo, Cabo Verde, convidado pelo Ministério das Infraestruturas, Organização do Território e Habitação – MIOTH para realizar a orientação metodológica de uma experiência piloto de urbanização de assentamentos informais. O objetivo final dessa experiência é aplicar uma metodologia que desenvolvi nos últimos 25 anos de trabalho em favelas, e estabelecer rotinas e procedimentos que baseiem um programa de urbanização dos assentamentos informais para todo o arquipélago, denominado Outros Bairros. Existe um imenso mercado para esse tipo de trabalho nos países africanos, onde os programas de financiamento habitacional não encontram demanda com emprego formal e renda regular, atributos básicos para obtenção de créditos.

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