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Plenário do CAU/BR manifesta solidariedade à população de Moçambique

O Plenário do CAU/BR aprovou mensagem de condolências e de solidariedade à Embaixada de Moçambique e à Associação de Arquitectos de Moçambique, país recém devastado pelo ciclone  Idai.

 

A aprovação ocorreu na 88a. Reunião Plenária realizada em Brasília em 29 de março de 2019, a partir de proposta da Comissão de Relações Internacionais (CRI).

 

O país foi a região mais atingida pelo Ciclone Idai, assim como os países de Zimbábue e Malawi. A passagem do ciclone, no dia 14 de março, e os eventos consequentes ao desastre natural afetaram cerca de 1,85 milhão de pessoas e deixaram mais de 460 mortos nesse país, onde, além de doenças, os moradores da região ainda enfrentam escassez de alimentos, água e outros itens essenciais.

 

Mais de 1,85 milhão de pessoas foram afetadas pelo Ciclone Idai, que deixou mais de 460 mortos em Moçambique. Foto: AFP/Getty Images

 

Em solidariedade aos colegas arquitetos e urbanistas de Moçambique, assim como à população geral do país, o CAU/BR manifesta apoio e disponibilidade aos colegas para ações de reconstrução de seu território.

 

Essa manifestação concretiza os ideias da Nova Agenda Urbana, documento que resultou da Habitat III, a Conferência das Nações Unidas sobre Habitação e Desenvolvimento Urbano Sustentável, em que são visualizadas cidades e assentamentos humanos que “adotem e implementem a redução e gestão de risco de desastres, reduzam a vulnerabilidade, construam resiliência e capacidade de resposta a perigos naturais e gerados pelo homem, e promovam a mitigação e a adaptação à alteração climática. ”

 

Segundo memorando proposto pela Comissão de Relações Internacionais do CAU/BR durante a 88ª Plenária Ordinária e assinado pelo Colegiado de Entidades de Arquitetos e Urbanistas do Brasil (CEAU) em nome das entidades, “ao aderir à Nova Agenda Urbana, nos comprometemos a promover a gestão e redução de risco de desastres, sejam naturais ou provocados pelo homem, enquanto se promove o desenvolvimento econômico sustentável e o bem-estar e a qualidade de vida de todas as pessoas, por meio de um planejamento urbano e territorial, infraestrutura e serviços básicos ambientalmente corretos.”

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