CAU NA MÍDIA

CAU na mídia: conselheira Graciete Costa concede entrevista sobre desastres naturais

O programa Notícias em Trinta, produção da Rádio Aparecida, no dia 23 de janeiro, abordou os dados divulgados pelo Centro de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN) que apontam os recordes em ocorrências de desastres naturais, hidrológicos e geohidrológicos no Brasil no último ano. Na ocasião, a conselheira federal Graciete Costa (RR) concedeu entrevista e falou sobre o problema no país.

 

De janeiro a dezembro de 2023 foram contabilizados 1161 desastres, sendo 716 desastres hidrológicos como, por exemplo, o transbordamento de rios e 445 de natureza geológica como deslizamento de terras.

 

O Brasil registrou uma média de três desastres naturais por dia no ano de 2023. Foi a primeira vez que o país teve mais de mil ocorrências ao ano. A cidade de Manaus, no Amazonas, lidera o ranking com 23 ocorrências.

 

Graciete Costa, conselheira federal (RR)

 

Graciete Costa, conselheira federal do CAU Brasil, professora de urbanismo e paisagismo, falou durante a entrevista para o programa Notícias em Trinta que os munícipios brasileiros não têm estruturas para enfrentar eventos climáticos extremos e alerta para medidas preventivas.

 

Ela ainda destacou a importância de realizar campanhas com a população para não jogarem lixo na rua, mas observa também que existem prefeituras que cobram limpeza urbana e não realizam culpando a população por isso.

 

“As cidades não estão preparadas para os fenômenos climáticos. O poder público e a sociedade, de uma forma geral, não está tratando este problema na sua origem, ou seja, o aumento dos oceanos, a alteração das paisagens costeiras, desgelo, processos imigratórios e migratórios que causam esses fenômenos. Os regimes sazonais das secas e as inundações alteram os ecossistemas e os processos agrícolas, florestais e de todos os recursos ligados a natureza. Eventos como furacões, tempestades, tsunamis entram dentro do cotidiano das cidades e se manifestam na situação de enorme incerteza social”.

 

Durante a entrevista, a conselheira federal reforçou que paliativos não são suficientes. “Minimizar não basta e não é suficiente. É preciso fazer um trabalho na base do problema. O paliativo não está sendo feito.

 

Confirma a entrevista a partir dos 11 minutos no link abaixo.

 

 

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