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“Cidades precisam ser planejadas com leis corretas”, afirmou Alejandro Aravena

Chilean architect, Alejandro Aravena, speaks during an interview at the opening of the 15th International Architecture Exhibition in Venice on May 25, 2016. The Exhibition, entitled "Reporting from the front", curated by Alejandro Aravena and organized by la Biennale di Venezia, will be open to the public from May 28 through November 27, 2016, in The Arsenal gardens. / AFP / VINCENZO PINTO (Photo credit should read VINCENZO PINTO/AFP/Getty Images)
Alejandro ARavena, vencedor do Prêmio Pritzker 2016 (Crédito: Vincenzo Pinto)

O arquiteto chileno Alejandro Aravena, vencedor do Prêmio Pritzker 2016, o Oscar da arquitetura, defendeu o projeto e o planejamento urbano como elementos indutores do desenvolvimento em palestra na terceira Conferência sobre Habitação e Desenvolvimento Sustentável (Habitat III), que aconteceu na semana passada em Quito, Equador.

 

Aravena contestou o senso comum de que para ser ter boas cidades é preciso que antes haja desenvolvimento. “Para rever esse paradigma, as cidades precisam ser desenhas seguindo legislações urbanas corretas, com planos de financiamento coerentes e planejamento”, afirmou.

 

Ao tratar dos planos de financiamento, o chileno considerou a população como fonte de recursos. Normalmente, o planejamento considera apenas duas fontes: o Estado e o mercado. “A população pode sim ser incluída como fonte financeira”, defendeu Aravena, que também destacou a importância de o projeto da cidade conseguir equalizar bem a proporção entre os espaços público e privado.

 

A Habitat III reuniu delegações de mais de 142 países, que discutiram e aprovaram a Nova Agenda Urbana, entre os dias 17 e 20 de outubro. Entre as principais disposições do documento, está a igualdade de oportunidades para todos; o fim da discriminação; a importância das cidades mais limpas; a redução das emissões de carbono; o respeito pleno aos direitos dos refugiados e migrantes; a implementação de melhores iniciativas verdes e de conectividade, entre outras.

 

 

FONTE: IAB/ RJ

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Uma resposta

  1. .
    O que as Cidades precisam, é de mais ARQUITETOS, mais URBANISTAS e menos cargos “de confiança”.
    .
    No quesito Gestão Pública, os tais “paus mandados”, são as verdadeiras pragas que acabam com as cidades…

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