CAU/BR

Comissão Eleitoral Nacional discute regulamento para Eleições do CAU

 

Em 2017 acontecem as próximas eleições do CAU para escolha dos conselheiros federais, estaduais e distritais – o segundo pleito realizado pelo Conselho. Nesta quarta-feira, 22 de julho, a Comissão Eleitoral Nacional do CAU/BR reúne os conselheiros federais para debater os principais pontos do regulamento eleitoral para 2017.

 

Na ocasião será apresentado um relatório das Eleições de 2014 e a composição da nova Comissão Eleitoral Nacional. Depois serão debatidos os pontos considerados estratégicos para aperfeiçoar o processo eleitoral, a saber:

 

  • Composição das candidaturas
  • Mandato de conselheiro federal e estadual e do Distrito Federal
  • Colégio Eleitoral
  • Eleição do conselheiro representante das instituições de ensino
  • Desincompatibilização do cargo de conselheiros e presidentes e vice-presidentes candidatos

 

O objetivo do encontro é reunir contribuições para que a Comissão possa apresentar uma nova minuta de regulamento eleitoral para ser apresentado ao Plenário do CAU/BR. As novas regras seriam válidas já na próximo eleição do CAU, em 2017.

 

Publicado em 21/07/2015

7 respostas

  1. Favor tornar o voto opcional como em qualquer país desenvolvido!
    Sabemos que toda esta discussão política pouco mudará o andamento da
    Profissão neste país.

  2. Eleições diretas para o CAU. Urgente! Num país democrático, nada justifica o tipo de eleições indiretas que hj temos no CAU.

    1. Amilcar, a eleição dos conselheiros é direta, feita pelo voto dos arquitetos. Caso não tenha votado em 2014, pedimos que justifique sua ausência no SICCAU.

  3. Engraçados esses nossos colegas que reclamam do CAU.Relutam em participar da construção do Conselho, não acreditam em nada nem em ninguém, criticam tudo e todos, mas querem as coisas funcionando e suas demandas atendidas. Meus caros, a sociedade é formada por grupos sociais distintos que se digladiam para fazer valer suas opiniões e projetos. Entre nós não é diferente, o desafio é construir um projeto minimamente coletivo para a classe e pô-lo em prática. Se não houver participação e consciência política é óbvio que os grupos mais organizados tenderão a dominar, se perpetuar e impor suas vontades. Portanto, não adianta ficar de fora criticando e esperando que as coisas aconteçam ao seu modo.
    É sempre bom lembrar uma antiga frase: quem não gosta de política é governado por quem gosta!

  4. Rever o voto de TODOS os registrados.
    Votar é um direito que do deve ser dado aos que estão em dia com suas obrigações profissionais. O voto deve ser direito apenas de quem está devidamente registrado, ATIVO e quite.
    Att

  5. CONCORDO COM O COLEGA GUILHERME SILVA DE SP,O CANDIDATO A SER VOTADO TEM QUE SER CONHECIDO DE TODOS OS ARQUITETOS,SENDO ASSIM NÃO SERÁ PELA IMPOSIÇÃO QUE GANHARAM NOSSA CONFIANÇA.

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