ATENDIMENTO E SERVIÇOS

Consulta Pública: Opine sobre novas regras para emissão de RRT e Certidões

 

O CAU/BR está estudando novas regras para a emissão dos Registros de Responsabilidade Técnica (RRT) e Certidões de Acervo Técnico (CAT) por arquitetos e urbanistas. O objetivo da Comissão de Exercício Profissional, que está apresentando a proposta à sociedade, é aperfeiçoar o sistema de registros de forma a salvaguardar tanto os arquitetos como seus clientes quanto à responsabilidade técnica de serviços relativos à Arquitetura e Urbanismo.

 

Clique aqui para acessar a Consulta Pública

 

Uma das mudanças propostas é que requerimento de RRT só poderá ser realizado se o(a) arquiteto(a) e urbanista estiver com registro ativo e em situação regular no CAU, ou seja, em situação adimplente acerca de anuidades e cobranças de valores. Propõe-se também que, em um mesmo RRT, o(a) arquiteto(a) e urbanista possa registrar atividades do Grupo Projeto junto com Coordenação e Compatibilização de Projetos e uma ou mais atividades do Grupo Atividades Especiais.

Outra proposta é alterar as situações de tempestividade para efetuação do RRT, permitindo que ele seja feito no início ou em até 30 (trinta) dias depois iniciada a atividade, com exceção das atividades do Item 2 (grupo “Execução”) e do RRT Múltiplo Mensal. Como também até a data da publicação, divulgação ou entrega dos documentos técnicos objeto do contrato, com exceção das atividades técnicas dos Itens 1 e 4 (Grupos: “Projeto” e “Meio Ambiente e Planejamento Regional e Urbano”) e dos Subitens 3.1, 7.8.12 e 7.8.13 (Coordenação e Compatibilização de Projetos, Projeto de Sistema de Segurança e Projeto de Proteção Contra Incêndios).

 

O texto ainda especifica os casos em que haverá multa para registro de RRT fora do prazo (RRT Extemporâneo), eximindo o sua aplicação no casos em que RRT Extemporâneo for realizado pelo profissional de forma espontânea, sem que tenha sido lavrado auto de infração pela fiscalização do CAU/UF.

 

A proposta também inclui mais atividades que podem constar do RRT Múltiplo Mensal e esclarece a responsabilidade de análise e arrecadação de taxas de expediente, de RRT, de CAT-A e de multa , que será do CAU/UF da jurisdição do endereço da obra ou serviço, objeto do contrato registrado no respectivo RRT. Quando o endereço da obra ou serviço for localizado em país estrangeiro, o CAU/UF pertinente será aquele de jurisdição do endereço de registro do arquiteto e urbanista no Brasil, conforme atualização cadastral no SICCAU.

 

Participe da Consulta Pública e ajude o CAU/BR a tornar mais claras e mais eficientes as regras para emissão de RRT e certidões. Destacamos que todas as contribuições devem ser realizadas exclusivamente por meio do link da Consulta Pública.

 

As sugestões serão debatidas e eventualmente incorporadas ao texto pela Comissão de Exercício Profissional, que apresentará a nova minuta de resolução para avaliação do Plenário do CAU/BR.

76 respostas

  1. O CAU deveria se preocupar com o absurdo de pagar duas anuidades, pago anuidade de pessoa física e também pago para pessoa jurídica.
    É um verdadeiro absurdo isso, você pagar duas anuidades no mesmo Conselho sendo proprietário da empresa, deveria existir ao menos algum desconto, mas ser empreendedor nesse país é complicado. Nem é preciso citar o valor pago de cada RRT. Já pensou se um dentista tivesse que emitir uma “RRT” pra cada obturação dentária, ou um Farmacêutico emitir uma “RRT” pra cada remédio manipulado ?
    Lutar pela categoria que é bom, nada!

    1. Lucas, informamos que o CAU/BR promove diversas ações objetivando a valorização da Arquitetura e do Urbanismo no Brasil, por meio de campanhas publicitárias, diálogo institucional com o Governo Federal e Congresso Nacional, eventos nacionais e agora também ações de apoio à Assistência Técnica para Habitação de Interesse Social. O Código de Ética, a Tabela de Honorários, Resolução sobre Atribuições Privativas dos Arquitetos e Urbanistas e Resolução de Direitos Autorais também são ações que visam valorizar a profissão e estabelecer as regulações básicas da Arquitetura e Urbanismo.

      O CAU/BR produziu o programa de rádio Arquitetura para a Vida, transmitido três vezes por semana em 39 emissoras, de 20 estados brasileiros. Ouça em https://bit.ly/2IH8YRY. A campanha do Dia do Arquiteto foi vista por mais de 100 milhões de pessoas. É realizada anualmente em TV aberta, rádio, jornais, internet e mobiliário urbano. Saiba mais em https://bit.ly/2SlgW3F

      O CAU/BR também oferece aos arquitetos e urbanistas e aos possíveis clientes de todo o Brasil a plataforma ACHE UM ARQUITETO, com informações sobre profissionais atuantes em todo o Brasil. É possível encontrar profissionais e empresas por nome, município, estado ou número de registro. Confira em https://acheumarquiteto.caubr.gov.br/

      Informamos que divulgamos todas as semanas oportunidades de trabalho para arquitetos e urbanistas, como editais, concursos e licitações. Veja em https://bit.ly/2MvtenF

      Destacamos ainda que as ações de valorização da profissão tem ajudado o crescimento do mercado de Arquitetura e Urbanismo do Brasil. Em 2018, os profissionais registrados no CAU realizaram 5,4% mais atividades que no ano anterior. Os estados que mais contribuíram para o crescimento do mercado foram São Paulo – 9% mais atividades – e Santa Catarina – 7% mais atividades.

      Destaque-se o crescimento cada vez maior das atividades ligadas à Execução de Obras: houve um crescimento de 6,3% em 2018 – o que representa 30.000 execuções de obras a mais que no ano anterior. Em 2017, esse tipo de atividade também cresceu mais que 6% – o dobro da média nacional naquele ano.

      Confira essas e muitas outras informações no Anuário de Arquitetura e Urbanismo 2019.

      https://caubr.gov.br/anuario2019/

    2. Concordo plenamente. Não existe outra profissão a não ser do sistema CAU/CREA que cobre isso de cada mísero trabalho do profissional. Pagando a anuidade o RRT deveria ser GRATIS. Tem serviços que o arquiteto presta que custa R$200,00, e o famigerado CAU quer o dele (94,00) ou seja: Em um serviço de R$200,00 quase 50% é para pagar o órgão arrecadatório!!!!!! ISSO É UMA VERGONHA!!!!!!!!

  2. Ridícula esta resposta da CAU ao colegta Lucas, de Pernambuco.
    Se o prestígio da categoria dependesse dos “esforços” e do “trabalho” dos Conselheiros estaríamos muito mal. O que de fato a nossa anuidade financia são as inúmeras e infrutíferas reuniões que na verdade não conduzem a lugar algum, nem mesmo a um boletim que não seja de notícias requentadas.
    Lamentável e sem representatividade este Conselho, isto sim. É só ver o resultado da última eleição.

    1. Peryassu, informamos que os 28 conselheiros do CAU/BR e os 326 conselheiros dos CAU/UF, mais os respectivos suplentes, foram eleitos em outubro de 2017 por mais de 74.584 arquitetos e urbanistas brasileiros que participaram da votação, aberta a todos os profissionais.

  3. Não falaram nada sobre a cobrança de duas anuidades pessoa física e jurídica. Também estou indignado. A atividade exercida e uma só. Trabalho como autônomo e sou obrigado a ter uma empresa. E pago pelos dois registros. Pelo menos considerar que se o arquiteto é o único sócio de sua própria empresa deveria ser dispensado do recolhimento de um deles. Deveriam rever esse ponto.

  4. Concordo plenamente com o Lucas Gomes, acho um absurdo ter que pagar 2 anuidades, uma minha pessoa física e outra da minha empresa.

  5. Essas campanhas de valorização são ridículas, nenhum arquiteto JAMAIS solicitou isso. O que sempre foi solicitado, milhares e milhares de vezes, desde o início do CAU é o fim do absurdo de se pagar duas anuidades, uma para a PJ e outra para a PF (como o colega citou acima). Eu sou o responsável técnico, as RRT´s estão no meu nome, porquê um escritório precisa ser sobretaxado?

    Parem com essa ladainha de “campanha” que só serviu para jogar nosso dinheiro no lixo (campanha no rádio? oi? quem ouve rádio em 2019? Quanto custou essa inutilidade?)
    Comecem a atender as reivindicações dos arquitetos.

  6. Uma das coisas que deveria haver uma ampla discussão é também o que trata sobre os profissionais que são funcionários públicos e que pelo valor salarial de um profissional, fica muito oneroso o pagamento da anuidade, podendo a isto comprovadamente, ser outorgado um desconto a mesma.

  7. Concordo com o Lucas. Quem tem empresa paga duas vezes a anuidade. Isso é um absurdo que de e ser sanado.

  8. Ok, legal vocês estarem fazendo tudo isso…, e a pergunta do Lucas Gomes, de ter um desconto na anuidade de quem é profissional e dono de empresa ao mesmo tempo, como eu também sou, nada né… porque pagamos RRT, Anuidade da pessoa física, da pessoa jurídica….bem que podia ter um desconto, porque pesa muito, principalmente com a crise que o país anda passando…

  9. Quer dizer que o arquiteto que estiver com algum atraso com o CAU ficará impossibilitado de trabalhar? Como terá dinheiro para pagar a exorbitante anuidade se ficará bloqueado para exercer sua atividade? Terá que vender cachorro quente?
    Estas alterações propostas não facilitam, são apenas para arrecadar mais e punir os profissionais. Enquanto isso a maioria das obras seguem sendo feitas sem profissional habilitado e os engenheiros seguem fazendo projeto de arquitetura sem nenhuma fiscalização.

  10. Lamentável essa resposta do CAU , isso tudo que e foi colocado não é mais que obrigação de uma entidade de classe. Vocês do CAU deviam pensar muito mais em como beneficiar os arquitetos e muito menos na arrecadação das anuidades e RRts.

  11. Outro absurdo é ter RRT para PROJETO e outra para EXECUÇÃO. Isso é a meu ver só mais uma forma para literalmeente extorquir o profissional em dobrdobro. Não vejo lógica para essa cobrança dupla.

  12. Na época que éramos representados pelo CREA, o conselho fornecia 90% de desconto na anuidade PJ para empresas individuais (ME) – apesar de ter que protocolar o pedido de desconto, sempre era concedido. Porque o CAU não adotou o mesmo critério de desconto desde a sua fundação? Para Empresas Individuais (ME, Micro Empresa) somente é permitido até 1 funcionário, na maioria das vezes somente está representada pelo mesmo profissional que já paga a anuidade como pessoa física. Ou seja, pagamos DUAS vezes a anuidade.

  13. Reitero o meu protesto contra a cobrança, que no meu ponto de vista é duplicada, de anuidade para o profissional e novamente para o mesmo o qual responde pela empresa individual. Se fosse um imposto seria flagrantemente incluso em caso de bitributação e não tem se quer um argumento plausível para que o mesmo profissional pague duas vezes pelo mesmo exercício profissional que, só para massacrar, ainda tem que pagar por cada ato em registro das RRTs. Arrecadar desta forma autoritária, arbitrária e obrigatória não contribui em nada para o crescimento profissional dos arquitetos, quiçá para a classe ou órgão que nos deveria representar.

  14. No Brasil se o Arquiteto não der os pulos e trabalhar sábados, domingos e feriados passa fome, anuidades caras, RRT cara, CAT-A um absurdo e retorno nenhum, qual beneficio algum Arquiteto teve desde a criação deste conselho, esta história de campanha e valorização profissional é a maior balela, não vejo benefícios ou mesmo retorno, mas fazer o que, não se trabalha sem ser filiado a um conselho mesmo.

    1. Gilberto, o CAU/BR e os CAU/UF existem desde 2011, tendo criado o SICCAU, Tabela de Honorários, Código de Ética, Resolução sobre Direitos Autorais, Resolução sobre Atividades Privativas de Arquitetos e Urbanistas, Site Ache um Arquiteto, desenvolveu campanhas nacionais de valorização profissional e têm lutado no Congresso Nacional pelo planejamento correto de nossas cidades, entre outras ações. O CAU/BR promove ainda diversas ações objetivando a valorização da Arquitetura e do Urbanismo no Brasil, por meio de campanhas publicitárias, diálogo institucional com o Governo Federal e Congresso Nacional, eventos nacionais e agora também ações de apoio à Assistência Técnica para Habitação de Interesse Social.

      Os CAU/UF destinam 2% de seus orçamentos para apoiar projetos de Assistência Técnica em Habitação de Interesse Social em todo o Brasil. Como esse financiamento, arquitetos e urbanistas têm resgatado um direito fundamental do cidadão. Assim como saúde e educação, trata-se da qualidade de vida da população, garantida pela Lei 11.888/2008. Saiba mais em https://caubr.gov.br/athis

      Informamos ainda que o CAU/BR possui uma intensa atuação junto ao Congresso Nacional, com acompanhamento diário dos projetos de lei em tramitação e diálogo permanente com deputados e senadores. Todos os anos, o CAU/BR realiza um Seminário Legislativo de Arquitetura e Urbanismo em Brasília, com a participação de arquitetos e parlamentares. Veja em http://www.caubr.gov.br/seminariolegislativo

      Além disso, o CAU/BR tem promovido diversas campanhas nacionais e de grande alcance pela valorização profissional. O programa Arquitetura para a Vida, produzido pelo CAU/BR, foi transmitido três vezes por semana, em rede nacional. Veja em https://bit.ly/2IH8YRY

      Em dezembro, a campanha do Dia do Arquiteto foi vista por mais de 100 milhões de pessoas. A campanha do Dia do Arquiteto é realizada todos os anos desde 2013, sempre em TV aberta, rádio, jornais, internet e mobiliário urbano. Saiba mais em https://bit.ly/2SlgW3F

      Essas ações de valorização da profissão tem ajudado o crescimento do mercado de Arquitetura e Urbanismo do Brasil. Em 2018, os profissionais registrados no CAU realizaram 5,4% mais atividades que no ano anterior. Os estados que mais contribuíram para o crescimento do mercado foram São Paulo – 9% mais atividades – e Santa Catarina – 7% mais atividades.

      Destaque-se o crescimento cada vez maior das atividades ligadas à Execução de Obras: houve um crescimento de 6,3% em 2018 – o que representa 30.000 execuções de obras a mais que no ano anterior. Em 2017, esse tipo de atividade também cresceu mais que 6% – o dobro da média nacional naquele ano.

      Confira essas e muitas outras informações no Anuário de Arquitetura e Urbanismo 2019.

      https://caubr.gov.br/anuario2019/

      Os CAU/UF realizam ainda ações de fiscalização, de apoio às prefeituras e orientação dos profissionais recém-formados. Existem ainda uma série de benefícios, como planos de saúde, desconto em softwares BIM e financiamento de projetos. Você pode conferir todos em https://caubr.gov.br/indice-beneficios/

      Lembramos que o CAU é de todos os arquitetos e urbanistas. Caso tenha alguma dúvida, por favor entre em contato com a nossa Central de Atendimento:

      Chat: https://caubr.gov.br/atendimento
      Telefones: 0800-883-0113 e 4007-2613

  15. O CAU continua com a mesma ladainha. Todas as reivindicações sobre cobrança de anuidades para PJ e PF acontecem desde o inicio e nunca fomos ouvidos. O que o CAU oferece é muito pouco em troca do absurdo que somos obrigados a pagar. No RJ as eleições ocorreram e a maioria que elegeu a Chapa 01 viu com extrema surpresa que as demais chapas se uniram tomando o lugar da chapa vencedora. Espero que nas próximas eleições isso não ocorra novamente e possamos mudar essa situação tão desagradável.

    1. Vera, agradecemos a atenção e informamos que o Regulamento Eleitoral para as Eleições de Conselheiros Titulares e respectivos Suplentes de Conselheiro do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR) e dos Conselhos de Arquitetura e Urbanismo dos Estados e do Distrito Federal (CAU/UF) foi aprovado na 90° Reunião Plenária Ordinária, realizada no dia 23 de maio de 2019, com transmissão ao vivo. A minuta inicial do Regulamento foi colocada em consulta pública realizada entre 17 de dezembro de 2018 e 25 de janeiro de 2019 da qual resultaram 119 contribuições de arquitetos e urbanistas de todo país, incluídos os (as) presidentes do CAU AC, DF, ES, MT, RS, SP, SC. As contribuições do CAU/RJ foram aprovadas por deliberação plenária. As entidades IAB, FNA e ABEA igualmente participaram do processo, enviando sugestões colhidas em enquetes próprias, várias delas acolhidas na discussão final do Plenário.

      Confira o Regulamento Eleitoral do CAU em https://transparencia.caubr.gov.br/resolucao179/

  16. Contribuo há 35 anos entre o falecido CREA e hoje CAU ! A ÚNICA “ajuda” que vi ao longo destes anos todos, foi esticar prazo para pagamentos de anuidade e, aos os mais antigos, pagarem 50% do valor.
    Ou seja, passei por toda a minha vida profissional sem ver nenhuma ação mas concreta do CAU quanto a fiscalização, facilidades aos profissionais, etc etc etc…………….
    Em 35 anos apenas contribui, pagando anuidades e ARTs e RRTs que tem reajustes fora de qualquer outra tabela.
    Deveria ser uma via de 2 mãos mas não é o que acontece. Lamentável que ainda hoje sejamos obrigados a contribuir.

    1. Magali, o CAU/BR e os CAU/UF existem desde 2011, tendo criado o SICCAU, Tabela de Honorários, Código de Ética, Resolução sobre Direitos Autorais, Resolução sobre Atividades Privativas de Arquitetos e Urbanistas, Site Ache um Arquiteto, desenvolveu campanhas nacionais de valorização profissional e têm lutado no Congresso Nacional pelo planejamento correto de nossas cidades, entre outras ações. O CAU/BR promove ainda diversas ações objetivando a valorização da Arquitetura e do Urbanismo no Brasil, por meio de campanhas publicitárias, diálogo institucional com o Governo Federal e Congresso Nacional, eventos nacionais e agora também ações de apoio à Assistência Técnica para Habitação de Interesse Social.

      Os CAU/UF destinam 2% de seus orçamentos para apoiar projetos de Assistência Técnica em Habitação de Interesse Social em todo o Brasil. Como esse financiamento, arquitetos e urbanistas têm resgatado um direito fundamental do cidadão. Assim como saúde e educação, trata-se da qualidade de vida da população, garantida pela Lei 11.888/2008. Saiba mais em https://caubr.gov.br/athis

      Informamos ainda que o CAU/BR possui uma intensa atuação junto ao Congresso Nacional, com acompanhamento diário dos projetos de lei em tramitação e diálogo permanente com deputados e senadores. Todos os anos, o CAU/BR realiza um Seminário Legislativo de Arquitetura e Urbanismo em Brasília, com a participação de arquitetos e parlamentares. Veja em http://www.caubr.gov.br/seminariolegislativo

      Além disso, o CAU/BR tem promovido diversas campanhas nacionais e de grande alcance pela valorização profissional. O programa Arquitetura para a Vida, produzido pelo CAU/BR, foi transmitido três vezes por semana, em rede nacional. Veja em https://bit.ly/2IH8YRY

      Em dezembro, a campanha do Dia do Arquiteto foi vista por mais de 100 milhões de pessoas. A campanha do Dia do Arquiteto é realizada todos os anos desde 2013, sempre em TV aberta, rádio, jornais, internet e mobiliário urbano. Saiba mais em https://bit.ly/2SlgW3F

      Essas ações de valorização da profissão tem ajudado o crescimento do mercado de Arquitetura e Urbanismo do Brasil. Em 2018, os profissionais registrados no CAU realizaram 5,4% mais atividades que no ano anterior. Os estados que mais contribuíram para o crescimento do mercado foram São Paulo – 9% mais atividades – e Santa Catarina – 7% mais atividades.

      Destaque-se o crescimento cada vez maior das atividades ligadas à Execução de Obras: houve um crescimento de 6,3% em 2018 – o que representa 30.000 execuções de obras a mais que no ano anterior. Em 2017, esse tipo de atividade também cresceu mais que 6% – o dobro da média nacional naquele ano.

      Confira essas e muitas outras informações no Anuário de Arquitetura e Urbanismo 2019.

      https://caubr.gov.br/anuario2019/

      Os CAU/UF realizam ainda ações de fiscalização, de apoio às prefeituras e orientação dos profissionais recém-formados. Existem ainda uma série de benefícios, como planos de saúde, desconto em softwares BIM e financiamento de projetos. Você pode conferir todos em https://caubr.gov.br/indice-beneficios/

      Lembramos que o CAU é de todos os arquitetos e urbanistas. Caso tenha alguma dúvida, por favor entre em contato com a nossa Central de Atendimento:

      Chat: https://caubr.gov.br/atendimento
      Telefones: 0800-883-0113 e 4007-2613

  17. DEVERIA SER UMA ÚNICA RRT PARA A MESMA OBRA/LOCAL COMO É NO CREA, SE EU POSSO EXERCER TODAS AS ATIVIDADES PARA QUE 2,3 OU 4 RRT’S PARA A MESMA OBRA, ISSO SÓ ENCARECE A NOSSA PROFISSÃO , ISSO É SÓ MAIS BUROCRACIA E PAPELADA. JÁ PERDI SERVIÇO POR CAUSA DISSO.TANTA RRT

  18. Realmente a Anuidade do CAU está exorbitante, não recebemos nada em troca por pagar essa quantia. Achei que tendo um conselho próprio as coisas iriam melhorar, mas pelo visto foi um grande passo para trás.

    1. Fábio, o CAU/BR e os CAU/UF existem desde 2011, tendo criado o SICCAU, Tabela de Honorários, Código de Ética, Resolução sobre Direitos Autorais, Resolução sobre Atividades Privativas de Arquitetos e Urbanistas, Site Ache um Arquiteto, desenvolveu campanhas nacionais de valorização profissional e têm lutado no Congresso Nacional pelo planejamento correto de nossas cidades, entre outras ações. O CAU/BR promove ainda diversas ações objetivando a valorização da Arquitetura e do Urbanismo no Brasil, por meio de campanhas publicitárias, diálogo institucional com o Governo Federal e Congresso Nacional, eventos nacionais e agora também ações de apoio à Assistência Técnica para Habitação de Interesse Social.

      Os CAU/UF destinam 2% de seus orçamentos para apoiar projetos de Assistência Técnica em Habitação de Interesse Social em todo o Brasil. Como esse financiamento, arquitetos e urbanistas têm resgatado um direito fundamental do cidadão. Assim como saúde e educação, trata-se da qualidade de vida da população, garantida pela Lei 11.888/2008. Saiba mais em https://caubr.gov.br/athis

      Informamos ainda que o CAU/BR possui uma intensa atuação junto ao Congresso Nacional, com acompanhamento diário dos projetos de lei em tramitação e diálogo permanente com deputados e senadores. Todos os anos, o CAU/BR realiza um Seminário Legislativo de Arquitetura e Urbanismo em Brasília, com a participação de arquitetos e parlamentares. Veja em http://www.caubr.gov.br/seminariolegislativo

      Além disso, o CAU/BR tem promovido diversas campanhas nacionais e de grande alcance pela valorização profissional. O programa Arquitetura para a Vida, produzido pelo CAU/BR, foi transmitido três vezes por semana, em rede nacional. Veja em https://bit.ly/2IH8YRY

      Em dezembro, a campanha do Dia do Arquiteto foi vista por mais de 100 milhões de pessoas. A campanha do Dia do Arquiteto é realizada todos os anos desde 2013, sempre em TV aberta, rádio, jornais, internet e mobiliário urbano. Saiba mais em https://bit.ly/2SlgW3F

      Essas ações de valorização da profissão tem ajudado o crescimento do mercado de Arquitetura e Urbanismo do Brasil. Em 2018, os profissionais registrados no CAU realizaram 5,4% mais atividades que no ano anterior. Os estados que mais contribuíram para o crescimento do mercado foram São Paulo – 9% mais atividades – e Santa Catarina – 7% mais atividades.

      Destaque-se o crescimento cada vez maior das atividades ligadas à Execução de Obras: houve um crescimento de 6,3% em 2018 – o que representa 30.000 execuções de obras a mais que no ano anterior. Em 2017, esse tipo de atividade também cresceu mais que 6% – o dobro da média nacional naquele ano.

      Confira essas e muitas outras informações no Anuário de Arquitetura e Urbanismo 2019.

      https://caubr.gov.br/anuario2019/

      Os CAU/UF realizam ainda ações de fiscalização, de apoio às prefeituras e orientação dos profissionais recém-formados. Existem ainda uma série de benefícios, como planos de saúde, desconto em softwares BIM e financiamento de projetos. Você pode conferir todos em https://caubr.gov.br/indice-beneficios/

      Lembramos que o CAU é de todos os arquitetos e urbanistas. Caso tenha alguma dúvida, por favor entre em contato com a nossa Central de Atendimento:

      Chat: https://caubr.gov.br/atendimento
      Telefones: 0800-883-0113 e 4007-2613

  19. O CAU DEVERIA OBSERVAR EM RELAÇÃO A RRT DE EXECUÇÃO DE UMA OBRA QUE AS PREFEITURAS EXIGEM PARA LIBERAÇÃO DE ALVARÁ DE CONSTRUÇÃO SEM MESMO SEQUER SABER SE SERÁ NÓS MESMOS OS RESPONSÁVEIS PELA EXECUÇÃO,POIS JÁ ACONTECEU DE O CLIENTE PASSAR A EXECUÇÃO PARA UMA OUTRA EMPRESA E TERMOS QUE CANCELAR A RRT, O CLIENTE AINDA FICAR MAL SATISFEITO COM A SITUAÇÃO E AINDA O VALOR PAGO FICOU POR ISSO MESMO.NÃO SERIA MELHOR ESSA RRT SER EMITIDA SOMENTE NA HORA DA CONTRATAÇÃO DOS SERVIÇOS?
    O CAU DEVERIA RESOLVER ESSA SITUAÇÃO JUNTO AS PREFEITURAS.
    FICA A MINHA SUGESTÃO E AGUARDO DE UMA SOLUÇÃO .

  20. Emitir 2 RRTs, sendo uma para projetos, e outra para execução (fora uma terceira no caso de levantamento planialtimétrico) ou seja, 3 RRTs para a mesma obra (já fiz isto em uma obra no Tamboré), não faz nenhum sentido. Acredito que isto possa, e deve ser repensado!
    E a pergunta, cuja resposta não tenho há anos: E o acesso aos meus mais de 300 ARTs do tempo do CREA! Quando vou poder ter acesso ao meu acervo técnico, que eu já tinha há mais de 30 anos. Quem poderá resolver?

  21. Boa tarde, colegas,
    Haveria possibilidade de o(s) CAU Regional(is) estabelecer, através de um acordo de mútuo interesse, um link com as prefeituras municipais para acompanhamento da fiscalização de obras sem as devidas informações básicas sobre o autor do projeto, responsabilidade técnica, etc…???? O número cada vez mais alarmante de obras sendo executadas sem a mínima informação (as vezes sem o tapume ou canteiro de obras) está se proliferando pelos municípios que tenho visitado no estado do RJ.

    Em outra nota gostaria de pontuar que o profissional de arquitetura não deveria ter a obrigatoriedade de votar para as eleições do CAU e nem por isso ser penalizado.

  22. Se o CAU espera que os arquitetos não irão apoiar o projeto de lei que elimina a cobrança abusiva de anuidade, pois somos bitributados, pagamos anuidade e um volume enorme de RRt’s, estão muito enganados. Espero contar com todos os colegas

  23. Colegas, uma taxa de 300% do valor vigente é mais uma prova do pretensioso elitismo da profissão… por que então não se corrige pelo dollar(U$)? Ficaria mais elegante!

  24. Como funcionária Pública de Florianópolis preciso sempre pagar a anuidade a vista porque a prefeitura exige o comprovante de quitação no inicio de fevereiro. Precisa ser revista essa forma de declaração de quitação e o valor da anuidade para cargos públicos pois essa situação não deve ocorrer de forma isolada no país e isso impacta muito financeiramente aos profissionais que início do ano, com todas as despesas que já temos, ainda temos que arcar com um custo tão elevado sem parcelamento para poder trabalhar.

  25. Duas coisas chamam atenção nos diversos comentários que li: pagamento de anuidade para PF e PJ (cobrada duas vezes do mesmo profissional)e o fato de não poder registrar num mesmo RRT, projeto e execução! Outra coisa que incomoda muito é um simples RRT, com 5 itens, serem impressos em 2 folhas!! Acho lamentável a forma confusa de apresentação do RRT!
    Praticamente, à toda crítica, é solicitada que seja enviada para o link da pesquisa. Afinal, para que servem esses comentários aqui?
    A impressão que dá é que o CAU ainda está muito distante das necessidades da maioria dos profissionais.

  26. NEM ENTENDI A PROPOSTA DE SÓ PERMITIR A EMISSÃO DE RRT PARA PROFISSIONAIS ADIMPLENTES, COMO SE JÁ NÃO FOSSE ASSIM.

  27. PELO FIM DO CASUISMO E DO MANDATO DE COALIZÃO NA DIRETORIA DO CAU.
    LARGUEM O OSSO, TÁ FEIO JÁ.

    1. Cristina, informamos que os 28 conselheiros do CAU/BR e os 326 conselheiros dos CAU/UF, mais os respectivos suplentes, foram eleitos em outubro de 2017 por mais de 74.584 arquitetos e urbanistas brasileiros que participaram da votação, aberta a todos os profissionais.

      Saiba mais em https://caubr.gov.br/apuracao/

      Informamos ainda que o Regulamento Eleitoral para as Eleições do CAU 2020 já está publicado. A Resolução N° 179 foi aprovada na 90a. Reunião Plenária Ordinária do CAU/BR realizada no dia 23 de maio de 2019. O documento foi também foi publicado no Diário Oficial da União no dia 23 de agosto de 2019. Confira o Regulamento Eleitoral do CAU em https://caubr.gov.br/cau-divulga-regulamento-para-eleicoes-de-conselheiros-em-2020/

  28. vejo que pouco mudou, o cau enriquecendo as custas dos profissionais assim como no tempo de crea, recolho anualmente de 10 a 20 mil em rrt e ainda pagamos anuidade de 2 profissionais no escritório + do cnpj. Qual retorno que estamos tendo do conselho? qual outro conselho que faz recolhimento de taxa para atendimentos ou prestação de serviço? qual o destino deste recolhimento todo? acredito que conselho deva oferecer benefícios ao profissionais, o que até hoje não vi.

    1. Paulo, para conhecer todos os serviços oferecidos pelo CAU/BR e pelos CAU/UF, acesse nossa Carta de Serviços em https://caubr.gov.br/cartadeservicos/

      CAU/BR e os CAU/UF oferecem dezenas de benefícios aos profissionais, como descontos na compra de softwares e normas da ABNT, financiamento de projetos de arquitetura, cursos… Veja em https://caubr.gov.br/indice-beneficios/

      O CAU/BR e os CAU/UF existem desde 2011, tendo criado o SICCAU, Tabela de Honorários, Código de Ética, Resolução sobre Direitos Autorais, Resolução sobre Atividades Privativas de Arquitetos e Urbanistas, Site Ache um Arquiteto, desenvolveu campanhas nacionais de valorização profissional e têm lutado no Congresso Nacional pelo planejamento correto de nossas cidades, entre outras ações. O CAU/BR promove ainda diversas ações objetivando a valorização da Arquitetura e do Urbanismo no Brasil, por meio de campanhas publicitárias, diálogo institucional com o Governo Federal e Congresso Nacional, eventos nacionais e agora também ações de apoio à Assistência Técnica para Habitação de Interesse Social.

      Os CAU/UF destinam 2% de seus orçamentos para apoiar projetos de Assistência Técnica em Habitação de Interesse Social em todo o Brasil. Como esse financiamento, arquitetos e urbanistas têm resgatado um direito fundamental do cidadão. Assim como saúde e educação, trata-se da qualidade de vida da população, garantida pela Lei 11.888/2008. Saiba mais em https://caubr.gov.br/athis

      Informamos ainda que o CAU/BR possui uma intensa atuação junto ao Congresso Nacional, com acompanhamento diário dos projetos de lei em tramitação e diálogo permanente com deputados e senadores. Todos os anos, o CAU/BR realiza um Seminário Legislativo de Arquitetura e Urbanismo em Brasília, com a participação de arquitetos e parlamentares. Veja em http://www.caubr.gov.br/seminariolegislativo

      Além disso, o CAU/BR tem promovido diversas campanhas nacionais e de grande alcance pela valorização profissional. O programa Arquitetura para a Vida, produzido pelo CAU/BR, foi transmitido três vezes por semana, em rede nacional. Veja em https://bit.ly/2IH8YRY

      Em dezembro, a campanha do Dia do Arquiteto foi vista por mais de 100 milhões de pessoas. A campanha do Dia do Arquiteto é realizada todos os anos desde 2013, sempre em TV aberta, rádio, jornais, internet e mobiliário urbano. Saiba mais em https://bit.ly/2SlgW3F

      Essas ações de valorização da profissão tem ajudado o crescimento do mercado de Arquitetura e Urbanismo do Brasil. Em 2018, os profissionais registrados no CAU realizaram 5,4% mais atividades que no ano anterior. Os estados que mais contribuíram para o crescimento do mercado foram São Paulo – 9% mais atividades – e Santa Catarina – 7% mais atividades.

      Destaque-se o crescimento cada vez maior das atividades ligadas à Execução de Obras: houve um crescimento de 6,3% em 2018 – o que representa 30.000 execuções de obras a mais que no ano anterior. Em 2017, esse tipo de atividade também cresceu mais que 6% – o dobro da média nacional naquele ano.

      Confira essas e muitas outras informações no Anuário de Arquitetura e Urbanismo 2019.

      https://caubr.gov.br/anuario2019/

      Os CAU/UF realizam ainda ações de fiscalização, de apoio às prefeituras e orientação dos profissionais recém-formados. Existem ainda uma série de benefícios, como planos de saúde, desconto em softwares BIM e financiamento de projetos. Você pode conferir todos em https://caubr.gov.br/indice-beneficios/

      Lembramos que o CAU é de todos os arquitetos e urbanistas. Caso tenha alguma dúvida, por favor entre em contato com a nossa Central de Atendimento:

      Chat: https://caubr.gov.br/atendimento
      Telefones: 0800-883-0113 e 4007-2613

  29. Já acho bem indevido o fato de, para realizar denúncia de exercício ilegal da profissão, termos que informar o CPF do indivíduo, vou fazer o que pedir pra ele anotar num papel? Na minha cidade existem diversos profissionais ‘DESENHISTAS’, que cobram uma miséria por metragem (média de 3 e 4 o m²), indivíduos estes que não pagam nenhuma anuidade, nenhuma responsabilidade técnica, não entendem nada de execução de obra, de projetos complementares, de topografia, de conforto ambiental… sequer pagam algum alvará de funcionamento. Temos despesas de anuidade, RRTs emitidas, alvará de autônomo, alvarás de funcionamento (quem tem escritório) softwares originais (a Autodesk está notificando e os valores dos softwares são exorbitantes e não há nenhuma associação do CAU com a mesma para conseguir descontos, o mesmo para o SKETCHUP por exemplo). Então além de todas estas dificuldades,falta apoio de fiscalização do Conselho, ainda somos bi tributados… está difícil viver de arquitetura, é uma pena…

    1. Elaine, agradecemos a atenção e informamos que são necessários somente endereço completo com CEP, descrição da possível infração e, quando o denunciado for empresa, informar também o nome fantasia. Conheça todos os procedimento na Carta de Serviços do CAU, em https://caubr.gov.br/cartadeservicos/

      Informamos que a fiscalização é realizada pelos CAU/UF, conforme determina a Lei 12.378/2010. Ao CAU/BR cabe promover as normas gerais de fiscalização e analisar possíveis recursos de processos já julgados pelo CAU/UF. Publicamos todos os dias ações de fiscalização dos CAU/UF aqui no Insta. Acompanhe!

      Saiba mais como funciona a fiscalização dos CAU/UF em https://bit.ly/2kTOUyT

      Para fazer uma denúncia, por favor clique em https://bit.ly/2C2zxhH

    2. Olá Eliane. Eu sempre fui autônoma e sem condições de pagar um Autodesk, resolvi com o Brics, muito mais barato e igual ao autocad. Não quero fazer propaganda pois não ganho comissão, mas te ajudar mostrando que tem outros programas que tem a mesma qualidade, plataforma, etc e mais baratos e com licença, legalizado, tudo direitinho. Investiga na internet que acha. Abraços

  30. 1)O Estado Brasileiro, por que nós, Arquitetos e Urbanistas pedimos, nos autoriza a levantarmos, entre nós mesmos, dinheiro suficiente para uma série de coisas, que nós mesmos pedimos que fossem definidas em lei.
    2) Tudo isso que pedimos – e obtivemos – tem um custo, que precisa ser rateado, de alguma forma, entre nós mesmos.
    3) Uma vez autorizado o levantamento do dinheiro e aprovada a lei, ainda está difícil decidir exatamente que coisas faremos com ele. A redação da lei já tem margem de interpretação suficiente para uma série de dúvidas.
    E a nossa redação da regulamentação da lei não tem ajudado muito. A descrição das atividades na resolução não combina com a da lei, abrimos mão de dirigir obras e preferimos executar obras, esquecidos de que executar é fazer com as mãos, atribuição de técnicos de nível médio. É assim na totalidade da regulamentação profissional envolvida com construção civil, exceto na nossa.
    4) Como não sabemos direito o que fazer (vamos tentar a fiscalização presencial em cada obra do país ou não vamos?) não sabemos direito quanto deveria custar o sistema CAU e os preços cobrados parecem inadequados porque refletem essa incerteza.
    5) Assim, misturamos a regulação técnica com a premência orçamentária, caso evidente na separação obtusa entre RRT por Autoria de projeto e RRT por Direção de Obra ou Serviço. Até mesmo esses nomes são mal definidos e pouco conhecidos por nós mesmos: Registro de Responsabilidade Técnica por Autoria de Projeto e Registro de Responsabilidade Técnica por Direção de Obra ou Serviço é como a lógica operacional deveria definir e chamar tais coisas. Dirigir é uma coisa e Executar é outra, e essa é uma questão técnica operacional que permanece esquecida. O que importa é quanto arrecadaremos com a massa de RRTs e se precisaremos duplicar esta ou aquela modalidade para completar o caixa.
    6) Num limite, poderíamos pensar em cobrir nossos custos taxando somente a nossa própria existência:curso total rateado pela quantidade de profissionais registrados daria uma anuidade que compraria tudo, e nada mais seria taxado. Ou, no outro limite, poderíamos financiar o CAU taxando somente a nossa atuação, dividindo o custo total pela quantidade de operações de registro de atividade, zerando a anuidade. Temos adotado um modelo intermediário, que também funciona, desde que seja possível estabelecer que tipo de custo a anuidade cobre e o mesmo para o registro das atividades.
    7) Em todos os casos, sempre estaremos sujeitos à flutuação da quantidade de profissionais e de atividades registrados. Profissionais pagando anuidade são os que atuam onde o registro da atividade é obrigatório e que, quando a crise aperta, desligam o registro, para economizar a anuidade. Se, por acaso, percebem que a atuação sem registro não é fiscalizada, tendem a não voltar. Dentre os abnegados que permanecem registrados, pagando anuidade pela causa da Arquitetura, a quantidade de registros de atividade flutua com a demanda do mercado, mas também é suscetível ao mesmo efeito: quando se percebe que atuar sem registrar resulta em nada, a tendência é não mais registrar.
    8) Então, nosso custeio deveria incluir uma previsão generosa de inadimplência para permitir separar o que é requisito técnico operacional do que é estratégia de arrecadação. E a nossa descrição do que fazemos deveria ser mais preparada para o enfrentamento latente que motivou a criação do CAU: o do exercício ilegal da Arquitetura e Urbanismo por leigos diplomados em outras áreas cuja formação é totalmente incompatível com a nossa profissão.
    9) Ou passaremos a alardear que qualquer exercício profissional regulamentado é baseado em ‘pode fazer o que estudou’, e a tratar o sombreamento com base nisso, ou continuaremos aqui a reclamar da vida. Dei monha cota de contribuição para a criação do CAU e pago anuidade ‘pela causa’, porque atuo onde RRTs não são obrigatórios (ensino). Aliás, este é um detalhe que não encaramos de frente: ensino é atividade técnica mas não precisa de inscrição em conselhos por que o que se estuda na escola não define atribuições.
    10) De todo modo, posso encher a boca e dizer que não ajudei a criar o CAU para vê-lo omisso em relação ao Confea. A infame Resolução Conjunta vai entrar na adolescência e ainda não tem certidão de nascimento.

    1. Acredito que muitos de nossos colegas de profissão não vivenciaram, pelo que li em comentários acima, o padecimento de nossa profissão quando ainda éramos ligados ao CREA ( Blarggggg…). As ARTs eram recolhidas baseadas no “CUSTO DA OBRA E/OU SERVIÇO”…Vocês são capazes de avaliar a diferença enorme de arrecadação que nos era imposta por este tipo de vinculação financeira????? Talvez não, né??? Concordo com a emissão única de RRTs, tanto para serviços/obras, etc, juntamente com as demais atividades de projetos, etc… A particularidade de que tanto reclamam sobra a emissão das RRTs em nosso nome pode ser facilmente resolvida(eu mesmo faço assim…) Repasso TODAS as Taxas, Impostos e/ou emolumentos ao CLIENTE!!!! Nossa RRT pode, e deve, ser encarada como uma Taxa e/ou imposto… Então,basta que seja cobrada do cliente, como as demais. Não se faz necessário tanto alarde por uma coisa tão simples de ser resolvida… Alguns ainda têm a coragem de afirmar que “sentem saudades do CREA (Blargggg…)… Fácil de se resolver… Façam “Engenharia”… e mudem-se prá lá!!!!!!

  31. Como disseram alguns colegas, acreditávamos numa mudança para beneficiar a todos os arquitetos, entretanto continuamos com as mesmas burocracias do CREA para pior, onde no CREA, quem pagava as arts era sempre o cliente, incluindo os erros de preenchimentos das RRTs que também são pagas.
    Nossa trajetória é de muito sacrifício de amor a profissão, alguns são obrigados a trabalhar e estudar e pagar seus estudos durante 5 anos e no final continuar pagando sem retorno financeiro, sim temos bom gosto pela arte graças a nossa dedicação para novos desafios como, sair do papel vegetal para a computação gráfica, que deveria ser gratuitos esses aperfeiçoamentos técnico.
    Essa comunicação é muito importante para entender como está os sentimentos desses profissionais que não estão satisfeito com o CAU que administra esse Conselho.

    1. José, informamos que Arquitetos e urbanistas mostraram um alto índice de satisfação com os serviços oferecidos pelo CAU/BR e pelos CAU/UF. De nove serviços avaliados pelos profissionais, sete foram avaliados com nota média superior a 7, em uma escala de zero a 10. Essas e muitas outras informações fazem parte da Pesquisa de Avaliação do CAU realizada pelo Instituto Datafolha em maio, com 1.500 arquitetos e urbanistas e 500 empresas de Arquitetura e Urbanismo entrevistados por telefone, para aferir a efetividade dos canais de comunicação do Conselho com os profissionais e sociedade, além levantar informações para subsidiar ações que garantam o acesso às informações da entidade.

      A amostra da pesquisa foi feita de acordo com a distribuição etária e geográfica da base total de registros realizados junto ao CAU. Com o estudo, foi possível conhecer melhor o perfil dos profissionais e empresas que atuam com Arquitetura e Urbanismo, avaliação do CAU/BR e dos CAU/UF e expectativas em relação à atuação do conselho em todo o país.

      Saiba mais em https://caubr.gov.br/arquitetos-e-urbanistas-avaliam-positivamente-servicos-do-cau/

    2. Alto índice de satisfação de 0 à 10 por pesquisa do Datafolha por telefone? Isso é sério? O CAU se baseou nisso? Ora façam-me o favor, o Datafolha já foi publicamente questionado pelas pesquisas de opinião que realiza, em período de eleição. O colega tem toda razão, quem INSISTE na profissão faz o caminho sozinho, apesar do CAU! Pagamos nossas especializações, nossos cursos! O mercado está com uma Norma de Desempenho sendo implantada, os Institutos de Engenharia e IBAPE’s discutindo, promovendo cursos e nós discutindo RRT?? Realmente! Acho que deveria ser lançada uma consulta pública para mudar o “C” de Conselho para “C” de Cartório!

      1. Lia, informamos que o Datafolha utiliza metodologias internacionalmente reconhecidas e segue sendo referência nacional na realização de pesquisas de opinião, inclusive junto à iniciativa privada. A pesquisa apresenta uma margem de erro de 4 pontos percentuais, para baixo ou para cima, dentro de um intervalo de confiança de 95%. Informamos ainda que o CAU/BR promove diversas ações objetivando a valorização da Arquitetura e do Urbanismo no Brasil, por meio de campanhas publicitárias, diálogo institucional com o Governo Federal e Congresso Nacional, eventos nacionais e agora também ações de apoio à Assistência Técnica para Habitação de Interesse Social. O Código de Ética, a Tabela de Honorários, Resolução sobre Atribuições Privativas dos Arquitetos e Urbanistas e Resolução de Direitos Autorais também são ações que visam valorizar a profissão e estabelecer as regulações básicas da Arquitetura e Urbanismo.

        O CAU/BR produziu o programa de rádio Arquitetura para a Vida, transmitido três vezes por semana em 39 emissoras, de 20 estados brasileiros. Ouça em https://bit.ly/2IH8YRY. A campanha do Dia do Arquiteto foi vista por mais de 100 milhões de pessoas. É realizada anualmente em TV aberta, rádio, jornais, internet e mobiliário urbano. Saiba mais em https://bit.ly/2SlgW3F

        O CAU/BR também oferece aos arquitetos e urbanistas e aos possíveis clientes de todo o Brasil a plataforma ACHE UM ARQUITETO, com informações sobre profissionais atuantes em todo o Brasil. É possível encontrar profissionais e empresas por nome, município, estado ou número de registro. Confira em https://acheumarquiteto.caubr.gov.br/

        Informamos que divulgamos todas as semanas oportunidades de trabalho para arquitetos e urbanistas, como editais, concursos e licitações. Veja em https://bit.ly/2MvtenF

        Destacamos ainda que as ações de valorização da profissão tem ajudado o crescimento do mercado de Arquitetura e Urbanismo do Brasil. Em 2018, os profissionais registrados no CAU realizaram 5,4% mais atividades que no ano anterior. Os estados que mais contribuíram para o crescimento do mercado foram São Paulo – 9% mais atividades – e Santa Catarina – 7% mais atividades.

        Destaque-se o crescimento cada vez maior das atividades ligadas à Execução de Obras: houve um crescimento de 6,3% em 2018 – o que representa 30.000 execuções de obras a mais que no ano anterior. Em 2017, esse tipo de atividade também cresceu mais que 6% – o dobro da média nacional naquele ano.

        Confira essas e muitas outras informações no Anuário de Arquitetura e Urbanismo 2019.

        https://caubr.gov.br/anuario2019/

  32. So por aqui da pra ver o belo índice de satisfação dos profissionais com seu conselho acho melhor rever essas pesquisas, porque o que se ve ver realmente é um alto índice de insatisfação, e alem do mais acho que o cau tem que parar de quere que os profissionais trabalhem de graça para eles fazendo denuncias anonimas e colocar fiscais nas ruas isso sim, mais fiscais para circularem nas cidades principalmente no interior dos estados, ja que existe dinheiro para fazer patrocínios porque não empregar este dinheiro em fiscalização e geração de emprego em bem estar dos profissionais que sustenta este conselho.

    1. Márcio, informamos que Arquitetos e urbanistas mostraram um alto índice de satisfação com os serviços oferecidos pelo CAU/BR e pelos CAU/UF. De nove serviços avaliados pelos profissionais, sete foram avaliados com nota média superior a 7, em uma escala de zero a 10. Essas e muitas outras informações fazem parte da Pesquisa de Avaliação do CAU realizada pelo Instituto Datafolha em maio, com 1.500 arquitetos e urbanistas e 500 empresas de Arquitetura e Urbanismo entrevistados por telefone, para aferir a efetividade dos canais de comunicação do Conselho com os profissionais e sociedade, além levantar informações para subsidiar ações que garantam o acesso às informações da entidade.

      A amostra da pesquisa foi feita de acordo com a distribuição etária e geográfica da base total de registros realizados junto ao CAU. Com o estudo, foi possível conhecer melhor o perfil dos profissionais e empresas que atuam com Arquitetura e Urbanismo, avaliação do CAU/BR e dos CAU/UF e expectativas em relação à atuação do conselho em todo o país. É preciso ter em mente a diferença entre uma pesquisa com fidelidade estatística e a caixa de comentários de uma reportagem específica.

      Saiba mais em https://caubr.gov.br/arquitetos-e-urbanistas-avaliam-positivamente-servicos-do-cau/

      Quanto à fiscalização, informamos que a fiscalização é realizada pelos CAU/UF, conforme determina a Lei 12.378/2010. Ao CAU/BR cabe promover as normas gerais de fiscalização e analisar possíveis recursos de processos já julgados pelo CAU/UF. Publicamos todos os dias ações de fiscalização dos CAU/UF aqui no Insta. Acompanhe!

      Saiba mais como funciona a fiscalização dos CAU/UF em https://bit.ly/2kTOUyT

      Para fazer uma denúncia, por favor clique em https://bit.ly/2C2zxhH

  33. Acho desnecessário, já que pagamos a anuidade do CAU, pagar por cada RRT emitida. Sou “A favor” da volta do pagamento da RRT em nome do PROPRIETÁRIO. A obra é do “CLIENTE” e não do profissional, portanto é justo que o PROPRIETÁRIO também pague as custas para o Conselho.

    1. Fabrizio, pela minha experiência (39 anos de formada), é mais fácil você incluir o valor do RRT (já que é obrigação pagar) dentro do teu orçamento ao cliente, do que dizer a ele que tem que pagar. Já tive cliente dizendo: “por que EU tenho que pagar ao SEU conselho?” Já se você diz: Assine aqui, mas não se preocupe, EU pago isto. Ai vc recebe um sorriso. No final das contas o teu lucro fica o mesmo.

  34. É simplesmente um absurdo, o CAU está causando e trazendo aos Arquitetos e Urbanistas eventuais mudanças desnecessárias…acho q pra encerrar o assunto deveria colocar de volta com o sempre foi a opção de cobrança do RRT em nome do contratante, até pq não dá pra entender o Arquiteto e Urbanista ter que recolher pelo contratante.

  35. Parem de usurpar dos profissionais que são obrigados à estarem filiados a este conselho. Estabeleçam apenas um tipo de cobrança, ou por serviço ou por anuidade. Não é justo um profissional pagar a anuidade dele e de sua empresa. Os serviços aqui prestados não justificam os valores cobrados.

  36. Eu realmente não consigo entender a Bitributação a que nós, arquitetos, somos submetidos.
    Temos que pagar uma anuidade cara como Pessoa Física e como Pessoa Jurídica, mesmo sendo o mesmo responsável técnico.
    Além disso somos obrigados a pagar por cada RRT emitida. Ao incluirmos mais de um serviço (como Projeto e Execução) precisamos registrar 2 RRTs.
    Na minha opinião não há incentivo nenhum ao empreendedorismo! Anuidade é muito cara e o valor da RRT é um absurdo (poderia ser simbólico).
    Em outras profissões não vejo isso acontecer. Um médico que paga sua anuidade não precisa pagar por cada receita emitida. Um advogado paga sua anuidade e não precisa pagar por cada processo que movimenta. Por que, então, os arquitetos pagam anuidade e ainda precisam pagar a cada RRT?
    Infelizmente não vejo o retorno do CAU na mesma proporção dos nossos investimentos.

    1. Carolina, o CAU/BR e os CAU/UF existem desde 2011, tendo criado o SICCAU, Tabela de Honorários, Código de Ética, Resolução sobre Direitos Autorais, Resolução sobre Atividades Privativas de Arquitetos e Urbanistas, Site Ache um Arquiteto, desenvolveu campanhas nacionais de valorização profissional e têm lutado no Congresso Nacional pelo planejamento correto de nossas cidades, entre outras ações. O CAU/BR promove ainda diversas ações objetivando a valorização da Arquitetura e do Urbanismo no Brasil, por meio de campanhas publicitárias, diálogo institucional com o Governo Federal e Congresso Nacional, eventos nacionais e agora também ações de apoio à Assistência Técnica para Habitação de Interesse Social.

      Os CAU/UF destinam 2% de seus orçamentos para apoiar projetos de Assistência Técnica em Habitação de Interesse Social em todo o Brasil. Como esse financiamento, arquitetos e urbanistas têm resgatado um direito fundamental do cidadão. Assim como saúde e educação, trata-se da qualidade de vida da população, garantida pela Lei 11.888/2008. Saiba mais em https://caubr.gov.br/athis

      Informamos ainda que o CAU/BR possui uma intensa atuação junto ao Congresso Nacional, com acompanhamento diário dos projetos de lei em tramitação e diálogo permanente com deputados e senadores. Todos os anos, o CAU/BR realiza um Seminário Legislativo de Arquitetura e Urbanismo em Brasília, com a participação de arquitetos e parlamentares. Veja em http://www.caubr.gov.br/seminariolegislativo

      Além disso, o CAU/BR tem promovido diversas campanhas nacionais e de grande alcance pela valorização profissional. O programa Arquitetura para a Vida, produzido pelo CAU/BR, foi transmitido três vezes por semana, em rede nacional. Veja em https://bit.ly/2IH8YRY

      Em dezembro, a campanha do Dia do Arquiteto foi vista por mais de 100 milhões de pessoas. A campanha do Dia do Arquiteto é realizada todos os anos desde 2013, sempre em TV aberta, rádio, jornais, internet e mobiliário urbano. Saiba mais em https://bit.ly/2SlgW3F

      Essas ações de valorização da profissão tem ajudado o crescimento do mercado de Arquitetura e Urbanismo do Brasil. Em 2018, os profissionais registrados no CAU realizaram 5,4% mais atividades que no ano anterior. Os estados que mais contribuíram para o crescimento do mercado foram São Paulo – 9% mais atividades – e Santa Catarina – 7% mais atividades.

      Destaque-se o crescimento cada vez maior das atividades ligadas à Execução de Obras: houve um crescimento de 6,3% em 2018 – o que representa 30.000 execuções de obras a mais que no ano anterior. Em 2017, esse tipo de atividade também cresceu mais que 6% – o dobro da média nacional naquele ano.

      Confira essas e muitas outras informações no Anuário de Arquitetura e Urbanismo 2019.

      https://caubr.gov.br/anuario2019/

      Os CAU/UF realizam ainda ações de fiscalização, de apoio às prefeituras e orientação dos profissionais recém-formados. Existem ainda uma série de benefícios, como planos de saúde, desconto em softwares BIM e financiamento de projetos. Você pode conferir todos em https://caubr.gov.br/indice-beneficios/

      Lembramos que o CAU é de todos os arquitetos e urbanistas. Caso tenha alguma dúvida, por favor entre em contato com a nossa Central de Atendimento:

      Chat: https://caubr.gov.br/atendimento
      Telefones: 0800-883-0113 e 4007-2613

  37. Concordo plenamente com o CAU.ja fui em cursos, palestras, e todas as minhas dúvidas sobre a área de atuação atendidas. Vejo um bom trabalho na divulgação da profissão e na briga por melhorias. Sobre as cobranças; é simplesmente embutir no valor de seu serviço que não terá prejuízo, se não consegue fazer isso realmente está muito desvalorizado e precisa do CAU

  38. Consulta Pública – Resolução CAU/BR n° 91/2014 que dispõe sobre Registro de Responsabilidade Técnica (RRT) – Resolução CAU/BR n° 93/2014 que dispõe sobre emissão de Certidões. (RRT).

    Esta Consulta Pública deveria abrigar toda a questão do Registro de Responsabilidade Técnica, sua origem ainda no CREA (1977) como ART, seu caráter correto em DETERMINAR a Autoria e Responsabilidade Técnica dos diversos serviços e obras desenvolvido por Arquitetas(os) e Urbanistas e com isso eliminar qualquer dúvida sobre Autoria e Responsabilidade nas diversas fases e etapas que envolvem nossa profissão.
    Mesmo não abrigando segue a minha contribuição geral e em cada artigo proposto como mudança:
    Historiografia
    Continuando o histórico da origem do RRT, (a ART), o caráter desta medida já ficou bem delineado, por um lado um avanço em nossa profissão, por outro lado uma excrescência se comparada as atividades de outras profissões, pois, todavia, determinava que registrássemos ART para cada atividade desenvolvida por nós, mas, no primeiro momento, e pelo histórico e as vezes confusão das nossas profissões em determinar Autoria e Responsabilidade isto foi superado e convivemos, com blocos e carbonos, em toda a década de 80 com isto.
    Já na década seguinte, com o debate em torno do que seria a Lei de Licitações (Lei 8.666/92), a situação tomou um rumo complicado com os nossos representantes (CONFEA/CREA) fazendo lobby junto ao Congresso Nacional para garantir expertise referendada pelo Conselho através da chamada CAT virando uma exigência em diversos certames licitatórios e acompanhado a isto ocorreu o disparo dos valores da ART chegando a valores absurdos não questionado pelas grandes corporações de engenharia mas impactando em demasia o pequeno escritório e os diversos autonômos que para não ficarem desempregados partiram para o negócio próprio nesta década economicamente perdida.
    Esse lobby e essa vinculação ajudou em muito a levar a Engenharia aos bancos dos réus e com isto desmonorar boa parte desta cadeia produtiva que hoje está envolvida em grandes escândalos econômicos.
    Passamos toda a década de 90 com questionamentos jurídicos diversos nos valores da ART que até hoje não estão superados e em grau superior de recurso a qualquer momento pode recair decisões negativas também sobre o RRT.
    Essa situação ficou latente pois o orçamento do CREA em São Paulo, na década de 90, perfazia 70% dos valores arrecadados tornando uma Autarquia extremamente rentável e ao mesmo tempo extremamente odiada pelos profissionais que eram obrigados, por força de lei, compulsoriamente, pagar pára cada atividade desenvolvida, quando a origem da ART, era para DETERMINAR a Autoria e Responsabilidade Técnica dos diversos serviços e obras desenvolvido por pelas profissões do sistema incluindo nós Arquitetas(os) e Urbanistas e com isso eliminar qualquer dúvida sobre Autoria e Responsabilidade nas diversas fases que envolvem nossas profissões, NÃO uma medida de arrecadação extremamente rentável que virou.
    Mas quando se cria um mostro, e neste caso um monstro rentável, difícil embutir na cabeça dos nossos dirigentes que se faz necessário retroagir, ser justo, acabar com esse caráter arrecadatório da ART/RRT e determinar a justeza da existência dela para os fins que se destinava, não para o que é cômodo e extremamente rentável, funcionando com um imposto fácil de ser arrecadado, praticamente um imposto compulsório sobre nossas atividades, uma verdadeira CPMF da nossa profissão, fácil de arrecadar, extremamente rentável, mas também extremamente destrutivo ao longo dos anos o que pode levar nosso sistema a bancarrota pela sede de recursos.
    E com isto chegamos ao nosso RRT, que o nosso CAU se espelhou na experiência rentável e ao mesmo tempo destrutiva do CREA, e hoje já chega no CAU/SP na ordem de 60% dos valores arrecadados, valores estes que ajuda a manter o CAU/BR e UF mas que a cada dia se distanciam dos nossos profissionais. Criou em SP, em apenas 6 anos, um superavit fiscal em torno de R$ 25 milhões que agora está sendo canalizado para compra de sede, e na sede de recursos, em mais 6 anos criará mais um suntuoso recurso em plena crise existencial dos conselhos e econômica do nosso país.
    A consciência dos nossos dirigentes deve estar atenta a esta situação, mudar enquanto é tempo para não ruir nosso sistema, inclusive protegendo além do CAU a Regulamentação de nossa Profissão, chega de egos vivenciados nesta bolha chamada CAU que vive um mundo irreal as custas da arrecadação nas costas praticamente das autônomas Arquitetas(os) e Urbanistas que são a maioria que paga esse RRT.
    Por isto, a medida que se impõe é elaborar um:

    ATO DECLARATÓRIO DO PRESIDENTE DO CAU/BR, FIXANDO O VALOR DO RRT A PARTIR DE 2020 EM R$ 5,00.

    – Esse é um valor justo, cobre a taxa bancária, cobre, pela quantidade anual emitida de RRT o acervo digital desses RRTs.
    – Garante a Autoria e o Registro de Responsabilidade Técnica como pensado em sua origem, não como medida de arrecadação rentável como é hoje.
    – Neste valor atingiríamos toda a cadeia produtiva do nosso sistema e que muitas vezes não se registra profissionalmente, e nem registra RRT de suas atividades pelos valores altos praticados pelo CAU.
    – Nesse valor teríamos que ter a garantia que não mudaria, não aumentaria, para atingir o maior número possível das Arquitetas(os) e Urbanistas e garantir sua permanência no sistema.
    – Com esse valor resolveríamos todos os pontos, os artigos, levantados nessa CONSULTA PÚBLICA.
    É isto.
    Além de propor oficialmente na CONSULTA PÚBLICA, apresento aqui formalmente à Presidência do CAU/BR para essas providencias e espero que esse assunto seja debatido na Comissão responsável por este trabalho e que essa perspectiva que entendo da maior parte de nossos profissionais seja levando em consideração e assim garantir que o CAU tenha vida longa justa e trilhe esse árduo caminho com todos as Arquitetas(os) e Urbanistas na defesa e permanência da nossa Regulamentação Profissional.

    Saudações Arquitetônicas e Urbanísticas

    Arqto e Urb. Cícero Pedro Petrica

    1. Cícero, pedimos desculpas pela demora no encaminhamento do seu comentário e informamos que sua sugestão será repassada à Comissão de Exercício Profissional para avaliação.

      Quanto à sua sugestão sobre o preço do RRT, pedimos que envie os estudos que embasaram as suas conclusões que garantem a viabilidade operacional dos registros e manutenção dos sistemas de RRT com valores de R$ 5,00 (cinco reais) por RRT por meio da Ouvidoria do CAU/BR em https://caubr.gov.br/ouvidoria/

  39. Na atual crise em que vivemos, cobrança de duas anuidades pessoa física e jurídica é um absurdo.
    Os preços de projeto estão cada vez mais baixos.
    Falta de bom senso do CAU.

  40. Realmente pagar duas taxas de RRT por serviços que iremos prestar, é um absurdo, com o profissional e cliente, Ficamos de mãos atadas, sem contar que na Bahia a fiscalização quase não existe, principalmente no interior, tenho quase 3 anos de trabalho, nunca vi um fiscal do CAU.

  41. REINALDO,
    ISSO É BALELA. FAZER SUGESTÃO NÃO ADIANTA NADA, SÊ TODOS NOS ACHAMOS UM ABSURDO PAGARMOS RRT DE EXECUÇÃO E PROJETO , PRA QUE SUGERIRMOS.

  42. BOA TARDE COLEGAS, TB TIVE UM PROBLEMA QDO FUI PROCURAR APOIO POR FURTO DE PLACA ONDE CONSTRUIU UM PRÉDIO DE 3 ANDARES DE 6 APTOS ILEGALMENTE, CORRI COM B.O. E AJUDA DA FISCALIZAÇÃO DA PMF. QUAL FOI A RESPOSTA DO CAU-SC POR PARTE DA FISCALIZAÇÃO Q TB NA REAL NÃO SEI SE EXISTE ATE PQ NUNCA VI NUNCA RECEBI UMA ATUAÇÃO POR AQUI, MAS TIVE APOIO PQ NÃO TINHA VIATURA, NÃO PAGAVAM UBER OU TÁXI PARA IR AO LOCAL NOTIFICAR A OBRA ILEGAL E DENUNCIA DE FURTO (ROUBO) O MAIS INCRÍVEL A OBRA ESTA DE PÉ.
    Será que teria que pagar anuidade, mas pra que??estou em dia pelo menos até agora mas lamento os q não estão podendo pagar.
    Estou ainda na justiça ate por dano moral, q na qual não querem pagar tanto por parte da justiça ou por parte do infrator, pois tem quem não sabem o que é um arquiteto, assim como tem os que acham que somos apenas desenhistas que é lamentável.

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