CAU/BR

Parceria do CAU/BR com BB e Cielo facilita contratação de projetos

O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil CAU/BR) formalizou parceria estratégica com o Banco do Brasil e a Cielo para disponibilizar condições especiais para realização de operações financeiras que visam ampliar e facilitar a contratação de serviços de Arquitetura e Urbanismo – particularmente para o financiamento daqueles clientes que querem contratar um projeto completo com o arquiteto de sua preferência e não dispõem de recursos suficientes.  Uma das possibilidades é o financiamento em até 48 meses.

 

A parceria foi assinada durante a 56ª Plenária Ordinária, em 22/07/16, pelo presidente do CAU/BR e pelo Superintendente Regional de Governo do BB no Distrito Federal, Antônio Carlos Servo.

 

O acordo, válido a partir de 25/07/16, permite uma série de vantagens para clientes e profissionais.

 

VANTAGENS PARA OS CLIENTES

 

Os clientes poderão pagar os serviços de projetos arquitetônicos por meio de débito em conta corrente, de cartão de crédito, ou utilizando a modalidade crediário (para correntistas do Banco do Brasil e também do Bradesco) com uso da máquina móvel da rede Cielo, conforme as condições abaixo:

 

tabela site arquitetos

 

 

VANTAGENS PARA OS ARQUITETOS E URBANISTAS

 

Na função débito, o crédito será feito na conta do profissional um dia após a operação.

 

Na função crédito, o arquiteto e urbanista receberá o valor 31 dias após a operação, se não houver parcelas. Quando o crédito for parcelado, o profissional receberá sua remuneração proporcional um dia após o vencimento de cada parcela.

 

No caso de parcelamento em 48 vezes, as empresas de arquitetura receberão o valor total através da linha BB Crédito no primeiro dia útil após o fechamento do negócio.

 

A operação será feita igualmente com o uso da máquina móvel da Cielo. Ela simulará os valores das parcelas, considerando o limite de crédito do cliente, para facilitar a escolha da melhor opção para ele.

 

Condições e taxas:

 

tabela site arquitetos1

 

São aceitas as principais bandeiras (Visa, Mastercard, Elo e Diners).

 

  • Condições especiais e facilidades oferecidas pela Cielo:

 

  • Os arquitetos e urbanistas poderão usar GRATUITAMENTE o equipamento Cielo durante os quatro primeiros meses (válido para faturamento acima de R$ 1 mil/mês).

 

  • As máquinas móveis têm habilitação de moeda estrangeira, facilitando a conversão para possíveis pagamentos em mais de 80 diferentes moedas.

 

  • A máquina Cielo tem chip de dados e funciona como um celular. Por ser móvel, permite o uso pelos profissionais dentro ou fora de seus escritórios, como, por exemplo, em visitas a clientes, 24 horas por dia.

 

  • Como vantagens adicionais, a afiliação à Cielo pelo BB oferece ainda:

 

  1. Acesso a ferramentas de controle e gerenciamento de vendas;
  2. Possibilidade de uso do smartphone com leitor de chip como maquineta Cielo;
  3. Possibilidade de faturas devidas pela Cielo se constituírem em garantia de operações de crédito contratadas no Banco do Brasil;
  4. Possibilidade do arquiteto e urbanista montar, sem custos, e de maneira simplificada, um site com domínio próprio, hospedado no portal Terra, para expor seu portfólio.

 

  • Adiantamento de vendas realizadas a prazo na modalidade crédito

 

Afiliando-se à Cielo, o arquiteto e urbanista terá condições de antecipar as vendas realizadas a prazo (modalidade crédito) através da Antecipação de Crédito ao Lojista (ACL) ou utilizar a agenda das vendas realizadas para contratar operações de capital de giro com taxas atrativas nas linhas BB Giro Cartões e BB Giro Recebíveis.

 

  • Como solicitar

 

Para solicitar a máquina Cielo, ligar para os consultores da Cielo do seu estado, conforme link no final da página. A rede conta com uma central de ajuda com canais especiais e telefone.

 

 Link para lista de consultores da Cielo nas capitais

 

BENEFÍCIO PARA A SOCIEDADE – Para Haroldo Pinheiro, presidente do CAU/BR, o alcance do convênio vai além das facilidades oferecidas aos arquitetos e seus clientes. “Trata-se de uma parceria que vai possibilitar o acesso ao bom projeto arquitetônico para uma camada maior da população, o que terá impacto direto na melhoria da qualidade de vida de nossas cidades. Além também de movimentar a economia”.

 

O Coordenador da Comissão de Política Profissional do CAU/BR, Sanderland Ribeiro, lembrou que o censo realizado pelo CAU/BR em 2012 com todos os arquitetos e urbanistas do país apontou a dificuldade financeira de seus escritórios como um dos obstáculos para o bom exercício profissional, fato que se refletiu na pesquisa feita com o Datafolha em 2015 indicando que apenas 7% das construções residenciais do país foram feitas a partir de projetos arquitetônicos. “O convênio com o BB irá contribuir, sem dúvida, para diminuir esse distanciamento”.

 

 

NOVAS LINHAS – O presidente do CAU/BR ressaltou ainda a preocupação antiga do Conselho na obtenção de linhas de crédito que facilitem três tipos distintos de necessidades dos profissionais. A primeira delas é aquela que beneficiaria o jovem arquiteto, possibilitando a montagem de seu escritório com a compra de mobiliário, equipamentos e softwares. A segunda o financiamento dos contratantes de serviços dos arquitetos e urbanistas, facilitando o acesso a projetos completos por mais clientes. E a terceira seria para os arquitetos que desejam promover incorporações, fazendo eles próprios os projetos e as obras, mas não tem dinheiro para bancar os empreendimentos. “O que já está encaminhado, com essa parceria, é a segunda linha, mas continuaremos trabalhando para obter as demais”.

 

 

Essas oportunidades podem ocorrer em breve com novos avanços na parceria com o Banco do Brasil já em estudo, segundo o gerente da Superintendência Regional de Governo do BB no Distrito Federal, Antônio Carlos Servo. O pacote incluiria ainda planos especiais de previdência, seguridade para a família e outros produtos com vantagens especiais para os arquitetos e urbanistas. “Não conseguimos chegar aqui e apresentar tudo. Já temos muito na mesa, mas nossa caminhada continua’.

 

 

No início de sua saudação aos representantes do BB presentes à 56ª. Plenária, o presidente do CAU/BR, Haroldo Pinheiro, fez questão de lembrar que o banco é parceiro do Conselho desde sua fundação, tendo sido fundamental para viabilizar a implantação do CAU nas condições adversas impostas ao início de suas atividades.

 

 

Haroldo Pinheiro frisou também que a parceira com o BB não envolve comissão ou qualquer outro ganho financeiro para o CAU/BR. “Nosso único benefício é cumprir a missão estratégica do CAU/BR de levar Arquitetura e Urbanismo para Todos”.

 

 

Link para lista de consultores da Cielo nas capitais

 

 

Publicado em 25/07/2016

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57 respostas

    1. Prezada Lucia Helena,
      A idéia que nos impulsionou é exatamente essa: diante do período difícil para todos os arquitetos e urbanistas, buscar a parceria com o Banco do Brasil, por meio da qual um cliente que não contrataria um projeto por falta de recursos, poderá financiá-lo em até 48 vezes e pagar o arquiteto à vista.

    1. Prezada Mika,
      Estamos buscando alternativas para a crise, e o financiamento automático para o cliente é uma opção – tanto por cartão na maquininha da Cielo, quanto diretamente no Banco do Brasil. Se não ajuda tanto, certamente não atrapalhará.

  1. Parabéns pela Iniciativa, mas temos outros meios de sistema por opções mais barato…
    Acredito que o CauBR poderia criar mecanismo favoráveis aos arquitetos… Sou filiado a Mutua, já fui e retornarei a ser beneficiado com novos empréstimos com juros de 0.45 % ao mês. A taxa de juros assusta nos profissionais e nossos clientes também…

  2. Muito bom! Mas clientes que não conseguem parcelar em 48 vezes tem que fechar com escritório que tenham PJ. Para arquiteto jovem isso é um obstáculo porque não têm PJ pois impostos são altos.

  3. Eu já faço a oferta de parcelamento por cartão de crédito pelo pagseguro em até 10x onde os juros são bem menores e nem assim os clientes estão aparecendo.

    Creio que o CAU deveria fazer uma campanha de conscientização, com o dinheiro das RRTs, para que mude a cultura de contratação direta com pedreiro ou mestre de obra, bem como, com engenheiros e os técnicos em edificações, que de acordo com a Resolução 51 do CAU, projeto de arquitetura é privativo de arquiteto, o que na prática não é verdade, pois este profissionais continuam fazendo projeto de arquitetura na minha cidade.

    O mais grave, técnicos de edificações legalizam obras irregulares com qualquer área, pois é permitido isso a eles pelo CREA.

    A população em geral não conhece o trabalho de um arquiteto, acreditando que nosso trabalho é caro e desnecessário, pois fazemos só um “desenho”.

    1. Alessandro, agradecemos a participação e lembramos que os benefícios da parceria do CAU/BR com o Banco do Brasil vão muito além do simples parcelamento, incluindo abertura de crediário e adiantamento de recebimento pelos arquitetos, entre outros. Também informamos que o CAU/BR produz sim campanhas e com o teor que o senhor sugere, com anúncios em TV, revistas, mobiliário urbano e cinemas. Veja um exemplo em http://www.caubr.gov.br/vidas. Há poucos dias, o arquiteto Gilberto Belleza, presidente do CAU/SP, publicou um artigo em revista de circulação nacional sobre a importância do projeto, leia em http://www.caubr.gov.br/?p=58526. Nas próximas semanas, lançaremos mais uma campanha nacional sobre a valorização da Arquitetura e do Urbanismo.

    2. O artigo do colega arq. Gilberto Belleza é muito bom e necessário, contudo longo e talvez pouco atrativo para o público leigo e potenciais clientes , acabando por ter pouco impacto, adesão e eficácia no atingimento do objetivo de mudar a opinião pública.

  4. gostaria de saber onde existe clientes com esta disposição de gastar com um projeto de arquitetura para ser dividido em ate 48 parcelas, porque na minha cidade as coisas não estão deste jeito não dividindo em ate 8 parcelas e com valores Casas………………….e mais a coisa esta dificil imagino isso

  5. Concordo plenamente com a Lucia Helena pensei que seria so na minha cidade mais estou vendo que é em todo pais.

    1. Sim, Marcio, as vantagens da parceria do CAU/BR com o Banco do Brasil valem em todo o território nacional.

  6. Seria mais interessante uma taxa menor, mensalidade especial mais em conta ou cobrado conforme contratação dos serviços e que abrange toda a classe de arquitetura, pois não é todo arquiteto que vende mais de 5000 reais ao mês!!!

  7. Precisamos é de mais fiscalização nas ruas para fiscalizar obras sem projeto isso sim iria gerar emprego e renda para os profissionais e o próprio conselho, mais a coisa mais difícil de se ver é uma fiscalização atuante para inibir o abuso da execução de obras sem projetos e sem responsável técnico, as prefeituras não fiscaliza, o Crea também não fiscaliza e o Cau muito menos ai os profissionais ficam entregues a própria sorte.

    1. Marcio, publicamos diariamente ações de fiscalização realizadas pelos CAU/UF. No Clipping de hoje (27/07), distribuído por e-mail, relatamos ações de fiscalização em Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraíba. Veja em http://www.caubr.gov.br/?p=58531. Acompanhe também pelo Facebook: https://www.facebook.com/caubr

      Caso queira requisitar uma ação de fiscalização para o CAU de seu estado em https://siccau.caubr.org.br/app/view/sight/externo.php?form=CadastrarDenuncia

  8. No pagseguro tem taxa de intermediação + a taxa de parcelamento. A taxa da cielo é a de parcelamento já que existe uma cobrança mensal para a manutenção do serviço, correto?
    De igual forma, o povo tá sem dinheiro até para parcelar…

  9. Na tentativa de conseguir fechar as propostas enviadas, desde o início do ano, damos a oportunidade do cliente parcelar o valor do projeto.
    Utilizamos exatamente a Cielo, mas pagamos uma mensalidade de 30,90 ao mês, as taxas são um pouco superiores as oferecidas nesse novo plano que estão apresentando aos arquitetos.
    Tenho uma fidelidade com a Cielo de 12 meses. Existe a possibilidade de migrar meu plano com eles para essas taxas apresentadas aos arquitetos, sem perder meu valor de mensalidade que é mais atraente?

  10. E se o cliente ficar inadimplente ou simplesmente deixar de pagar no parcelamento á crédito ou crediário? Como fica o profissional?

  11. Na minha visão acho que esta é a oportunidade das pessoas que não tem acesso aos serviços de arquitetura utiliza-los de forma democrática permitindo que o profissional também tenha os seus caminhos abertos para atender um crescimento da clientela e conquistar melhores custos de elaboração dos projetos.

  12. No interior do estado do Rio de Janeiro não existe fiscalização, quando isso e feito a fiscalização só vai nas obras que existe projetos, me desculpa mais não vejo isso como uma fiscalização do exercício ilegal da profissão, ao meu entender o exercício ilegal da profissão e quando um pedreiro, empreiteiro executa uma obra, sendo ele e o proprietário autores do projeto que é o que mais ocorrer nas cidades do interior por falta de fiscalização atuante pelo poderes responsáveis como a prefeitura, Crea e o Cau, não cabe os profissionais ficarem brigando entre si pra conseguir cliente ou jogando o valor do projeto a preço de banana para conseguir saldar seus compromisso com diversas taxa que nos são cobradas, pelos governos Federal, Municipal, conselhos porque se não for deste jeito os profissionais não consegue trabalhar e saldar seus compromissos, por exemplo na minha cidade e cidades vizinhas como Campos,São João da Barra e demais cidades do interior a fiscalização so aparece uma vez no ano e esta fiscalização dura no máximo uns dois dias com esse tempo não é possível fiscalizar nada direito, basta ir nos bairros para ver varias obras sendo escultadas sem projeto.

    1. MARCIO.

      CONCORDO PLENAMENTE, POIS ISSO ACONTECE NA MAIORIA DAS CIDADES DO INTERIOR DE SÃO PAULO.
      MORO EM ITAQUAQUECETUBA E NOS ARQUITETOS SOFREMOS COM AS ATITUDES POLITICAS POR PARTE DO MUNICÍPIO E PELA INÉRCIA DO CAU QUE TEM UM CANAL PARA DENUNCIA QUE FUNCIONA PRECARIAMENTE TALVEZ POR FALTA DE GENTE PARA FISCALIZAÇÃO.

  13. Parabéns pela iniciativa do CAU, dentro das três linhas mencionadas, dos três tipos distintos de necessidades, ainda aguardamos a primeira linha (no caso de São Paulo e demais estados que não tem esse benefício).
    Aguardamos principalmente a terceira linha, temos muitos arquitetos que trabalham em incorporadoras, mas sabemos as restrições que o mercado imobiliário impõe à qualidade arquitetônica por conservadorismo ou obtenção de melhores resultados financeiros.
    Acredito se houver financiamento à incorporação, com regras e menores taxas de juros, serão produzidas obras de melhor qualidade e sucesso de vendas, colaborando também para a alavancagem dos escritórios e empresas de arquitetura.

  14. Não sei se entendi direito, mas os juros desse financiamento seria pago por nós, os arquitetos?? Teremos descontos nos valores das parcelas??

    1. Ricardo, o financiamento será feito pelo cliente junto ao banco. O arquiteto tem a opção de adiantar esse recebimento.

  15. Boa iniciativa. Seria possível a viabilização de uma plataforma de pagamentos on-line? O que reduziria o custo com o aluguel da máquina.

  16. Desculpem, mas isso fica inviável,mais fácil o vender um carro ou algo do tipo e comprar outro financiado e nos pagar, pois o juros é menor e recebemos a vista.

    E arquitetos com empresas abertas e com contas jurídicas podem conseguir outras formas.

    Imagine um projeto simples de R$ 4000,00 em 12 vezes nesta condição o valor estaria em torno de R$500,00 as R$550,00.

    Onde nós receberíamos apos 30 dias apos primeiro vencimento (onde alem do juros em cima do cliente, trabalhariam nosso dinheiro para render mais) e caso queiramos adiantar pagamos taxas, fora os R$80,00 mensais da maquina!

  17. Colegas, que os tempos estão difíceis todo mundo sabe. Os problemas da economia obviamente não são culpa do CAU.

    O que acontece é que o CAU está colocando MAIS UMA OPÇÃO a disposição dos profissionais. Se não é a melhor, paciência.

    Vou repetir mais uma vez: O CAU NÃO É ENTIDADE DE CLASSE!
    Não adianta ficarem tacando pedras, dentro de suas atribuições o CAU está fazendo o que pode.

    Abraços

    1. Apenas uma correção: o CAU é um CONSELHO DE CLASSE. A esmagadora maioria das queixas dos colegas são relativas a inércia de um órgão que, de prático, nada fez até agora. Concursos públicos são realizados com a exclusão dos arquitetos de cargos que poderiam e deveriam ser por estes ocupados; Salário-mínimo profissional continua uma piada de mau gosto e a fiscalização de obras sequer existe no meu estado. Um arrependimento para quem achava que o novo Conselho viria amparar os profissionais.

  18. Esqueçam essa opção. Essa ideia só favorece o BB e a Cielo.

    Nem o cliente é favorecido. Já tá na hora mesmo é de uma representatividade melhor para a classe e não termos que dividir o pouco que temos com engenheiros e técnicos de edificação, além da disposição das instituições de ensino inundar cada vez mais a o país com arquitetos, com cada vez mais cursos e turmas de profissionais que já saem da faculdade entrando pra estatística de desempregados ou exercendo atividade fora de sua formação.

    1. Anderson, lembramos que o CAU/BR e os CAU/UF não são entidades de classe como os sindicatos são, mas autarquias federais com a missão de “o orientar, disciplinar e fiscalizar o exercício da profissão de arquitetura e urbanismo, zelar pela fiel observância dos princípios de ética e disciplina da classe em todo o território nacional, bem como pugnar pelo aperfeiçoamento do exercício da arquitetura e urbanismo”, segundo a Lei 12.378/2010.

    2. Caro colega Anderson, resumiu perfeitamente o BB e Cielo somente viram uma maneira de tirar proveito da situação de dificuldade de cobrança por parte da categoria, claro que tem também seu lado bom, mas já utilizo esta forma de cobrança através da cooperativa com taxas muito mais baixas!
      Agora quanto a resposta sobre o CAU, realmente não é uma entidade de classe, mas deveria ser e não deveria ser uma autarquia Federal porque os recursos arrecadados não retornam. A exemplo da OAB que também fiscaliza e orienta o exercício profissional dos advogados e tem muita representatividade em todos os momentos do pais e também dispõe de amplo amparo aos seus membros, sedes em todas as cidades e pontos turísticos do pais, sem falar dos 20 a 30% do valor do serviço….sim estamos muito atrás.

  19. Quando a reportagem ressalta que “Haroldo Pinheiro frisou também que a parceira com o BB não envolve comissão ou qualquer outro ganho financeiro para o CAU/BR. “Nosso único benefício é cumprir a missão estratégica do CAU/BR de levar Arquitetura e Urbanismo para Todos”.” e em resposta ao colega Alessandro, defende os “benefícios” da parceria do CAU/BR com o Banco do Brasil em detrimento opções de crédito a juros e mensalidades menores jico pensando se o CAU realmente não se beneficia com essa parceria.

    Lembra aquelas campanhas do CAU mostrando de um produto do RT é mais caro porque algum arquiteto está fazendo parceria com o fornecedor de material de construção.

    1. Leonardo, reiteiramos que não há nenhum benefício financeiro opara o CAU/BR em nenhuma das duas situações. Todas as receitas e despesas do CAU/BR são públicas, e podem ser conferidas por todos em [email protected]

    1. Prezado Daniel,

      O consultor Hebert já entrou em contato com o nosso escritório para dar informações. O nome dele consta da lista de e-mails.

  20. http://oglobo.globo.com/rio/sem-emprego-arquiteto-oferece-seus-servicos-na-praia-de-copacabana-19841495

    Olhem este link, o Conselho que deve assegurar algo deve pensar nestas condições e privar os profissionais que mantem a instituição.

    Creio que seria melhorar as questões do profissional não vender crédito a juros alto e sim trabalhar em conjunto para dar estabilidade e possibilidades mais palpáveis.

    Criar fundo e buscar verdadeiras parcerias seria muito interessante, repito aqui já que não responderam a projeção que postei anteriormente, numa questão de analgia da situação, o cidadão que vai prestar-se a contratar nosso serviço previamente deve ter condições (entenda condições sendo próprias ou de auxilio de outra origem) para dar sequencia além do projeto.

  21. Perdoe-me a sinceridade, mas até agora não vi nada que beneficiasse a categoria, a não ser os treinamentos de “RRT”…avisar que entidade “a” ou “b” ministrará determinado curso, isso qualquer um pode fazer, quero ver proporcionar cursos, gratuitos de capacitação.

    Infelizmente vejo o CAU como um cobrador de Anuidade!

    Sem contar a DEPRECIAÇÃO dos Arquitetos que também são Engenheiros de Segurança…que em vários Estados perderam a queda de braço pro CREA, onde as empresas quase que em sua totalidade estão exigindo CREA OU formação em Engenharia!! E o CAU fica assistindo! Afff

    1. Anderson, agradecemos o comentário e informamos que entre as principais conquistas do CAU até hoje, podemos citar a criação da Tabela de Honorários, do Código de Ética, da Resolução de Direitos Autorais, as parcerias com planos de saúde, cooperativas de crédito, com o Banco do Brasil, o acordo com a Ordem dos Arquitectos de Portugal, a destinação de recursos para projetos de assistência técnica em habitação social, a definição das atribuições exclusivas de arquitetos e urbanistas (agora em discussão com o CONFEA), as sugestões para novas diretrizes curriculares dos cursos de Arquitetura e Urbanismo… Além de vários materiais informativos, como o Censo dos Arquitetos e Urbanistas, a Pesquisa Datafolha, o Manual do Arquiteto e Urbanista, orientações sobre a Norma de Reformas e a Norma de Desempenho… Navegue em http://www.caubr.gov.br e veja tudo o que CAU/BR tem a oferecer aos profissionais de Arquitetura e Urbanismo.

    2. O CAU repete o CREA como captador implacável de anuidades. Quando me cadastrei no site através de um chamado que chegou ao meu e-mail não sabia que seria automaticamente cobrada por anuidades. Não estava atuando na área e agora que retornei percebi a quantidade de anuidades que tenho que pagar com correções que fizeram dobrar o valor da anuidade e sem nenhuma negociação de valores. Qualquer débito é comumente negociado em outras instituições, principalmente na atual conjuntura de crise, que atingiu primeiramente os profissionais da área, porém o CAU não abre negociação a não ser um parcelamento automático feito no computador.

  22. Não entendi a vantagem, já que a própria Cielo oferece em seu site, opções de máquinas com taxas bem menores.

  23. Se o cliente necessita financiar o projeto arquitetônico, percentual extremamente pequeno do valor da obra, como dará sequência ao seu intento?

  24. O PagSEGURO do UOL tem taxas melhores e parcela em até 12x em várias bandeiras de cartão de crédito. Qual o limite do cartão de crédito para realizar essas operações? O cliente e o arquiteto passarão por análise e aprovação de crédito, ou seja, sem restrições ao SPC/SERASA? Se um projeto de 1.000,00 for dividido em 48x, quanto o arquiteto recebe liquido?

  25. Tenho uma curiosidade que deve ser de outros Profissionais de Arquitetura e de Engenharia em todo País.
    Qual está sendo a atitude do CAU e do CREA (CONFEA) com relação aos Profissionais e Empresas de Engenharia e Construção declaradamente envolvidas nos escândalos e roubalheiras, formação de Cartel da Operação Lava Jato.
    Já que ambos os Conselhos possuem um Código de Ética para os Profissionais e Empresas é curioso o silencio das duas entidades até o momento.
    Enquanto isso NÓS, os profissionais que ficamos sem trabalho e impedidos de participar de Convites, Licitações e Concorrencias para execução de Projetos e Obras nos Orgãos Públicos, Estatais. Como consolo,ficamos chupando o dedo na expectativa da “queda de Migalhas das Mesas” dessas Empresa Corruptas e seus Administradores, também corruptos.
    Com a PALAVRA OS CONSELHOS “CAU CREA e CONFEA”

  26. Gostei da parceria. Assim não precisamos depender de correr atrás de cliente para receber. Instalei o aplicativo da cielo tem juros mais alto do q o da maquininha mas não tem a mensalidade da maquininha o q acaba saindo praticamente o mesmo valor.Só acho que para nossa classe o ideal seria essa parceria ser feita com o aplicativo da cielo pois para quem não vende projetos todo mês não compensa pagar a maquininha. Fica a sugestão de reduzirem o juros no uso do aplicativo celo

  27. Já tentei contato com o consultor João que atende a região do Maranhão, o mesmo não atende telefone e nem responde o WhatsApp.Como proceder nesse caso?

  28. Gostaria de saber quais bandeiras essa máquina aceita.
    A Minizinha está aceitando várias bandeiras.

  29. Como está a linha de crédito para pequenas incorporações. Quando teremos esse benefício e São Paulo?

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