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Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado em 5 de junho

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O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado em 5 de junho em homenagem à Conferência de Estocolomo (Suécia), realizada em 1972. Na ocasião, iniciou-se uma mudança no modo de ver e tratar as questões ambientais ao redor do mundo, além de serem estabelecidos princípios para orientar a política ambiental. Desde então, os desafios só aumentaram, e é responsabilidade também dos arquitetos e urbanistas enfrentá-los.

 

Arquitetos e urbanistas têm entre suas atribuições profissionais diversas atividades ligadas ao meio ambiente, como:

  • Diagnóstico socioeconômico e ambiental
  • Estudo de Viabilidade Ambiental (EVA)
  • Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto no Meio Ambiente (EIA-RIMA)
  • Plano de manejo ambiental
  • Plano de Recuperação de Áreas Degradadas
  • Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos
  • Plano de desenvolvimento integrado do turismo sustentável (PDITs), entre outros.

 

A responsabilidade dos arquitetos e urbanistas para com o meio ambiente também pode ser observado no Código de Ética e Disciplina do CAU/BR. Em seus princípios e regras, o Código determina que arquitetos e urbanistas sempre considerem em seus trabalhos a harmonia com os recursos e ambientes naturais, além de considerar consequências de suas atividades segundo os princípios de sustentabilidade socioambiental.

 

LICENCIAMENTO AMBIENTAL
No mês de março, o CAU/BR publicou manifestação contra a PEC 65/2012, que que na prática acaba com o licenciamento ambiental para a realização de obras públicas no país. Isso quando o IBGE demonstrou que menos de um terço dos municípios brasileiros realiza o processo de licenciamento ambiental. A manifestação afirma ser “paradoxal e sobretudo gravíssimo”, que a PEC 65/2012, que elimina a exigência do licenciamento ambiental para o início de obras de infraestrutura. Leia aqui.

 

A atuação do CAU/BR na defesa do meio ambiente também se dá no acompanhamento dos projetos de lei do Congresso Nacional que tratam do tema. Hoje a Assessoria Institucional e Parlamentar do CAU/BR acompanha a tramitação de 14 projetos de lei que tratam de temas como: áreas de preservação dentro das cidades, preservação de enchentes e desabamentos, terrenos à beira-mar, entre outros. Veja aqui a participação do CAU/BR em audiência pública que trata da colocação de telhados verdes em novas obras. Leia aqui.

 

ARQUITETURA SUSTENTÁVEL

Em setembro, um evento promovido pelo IAB-AM vai discutir as principais questões que envolvem construção e sustentabilidade. O Congresso Internacional de Arquitetura e Sustentabilidade na Amazônia – II ARQAMAZÔNIA tem como objetivo geral refletir e propor modelos urbanos e arquitetônicos sustentáveis de apelo ecológico na Amazônia a partir de propostas teóricas e experiências de projeto. Saiba mais sobre o Congresso e realize sua inscrição clicando aqui.

 

Publicado em 03/06/2016

0 resposta

  1. Cara Eliane:
    Não me surpreende esta atitude do CAU com relação à sua omissão em casos como este e muitos outros.
    Cobrança e legitimação através de instruções de serviço não faltam no CAU.
    O QUE FALTA É ATITUDE. ESTAMOS À MERCÊ E JOGADOS AO MAR.
    Não foi para isso que nos desligamos do CREA e não será por isso que vamos permanecer no CAU.

  2. ela não quer saber o andamento, o andamento ela já vê, ou seja nada é feito.
    Mas parafraseando Pontepreta: “De onde nada se espera é de lá mesmo que nada sai”.

    o que esperar de um conselho deste…

  3. MUITO BOM O SITE DO CAU,BEM PLANEJADO E COM BOM GOSTO!!
    CONTUDO SERIA MUITO INTERESSANTE SE FOSSE DADA UMA CONOTACÄO CULTURAL TIPO CITAR E ELUCIDAR A ARQUITETURA ATRAVÉS DOS TEMPOS,AFINAL ARTE E TÉCNICA SEMPRE FOI O BINÔMIO QUE REGE A ARQUITETURA!!
    PROPOSTA :UMA COLUNA SÓ DEDICADA A ARTE!!OS ARQUITETOS IAM APLAUDIR !
    °°°°°°°°°°°°PARABENS!!!!°°°°°°°°°°°°°°°°°°

  4. Venho denunciando aos orgãos competentes sobre varias construções irregulares no Alto da Boa Vista, junto a Floresta da Tijuca e nada de respostas.
    O local está sendo desmatado, esgoto jogado na mata sem tratamento e captação de água das nascentes.
    Como o arquiteto pode ter responsabilidade com o meio ambiente se os governantes não fazem nada quando as denúncias aparecem, materia de hoje do RJTV.
    O CAU deveria se posicionar, cobrando resultados da Secretaria de Urbanismo do Rio de Janeiro quanto a construções irregulares.
    Me sinto uma “palhaça” pagando ART!

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