Políticas Afirmativas

CAU/BR debate Arquitetura e Urbanismo a partir de princípios de inclusão, equidade e diversidade

 

O 1º Encontro de Políticas Afirmativas, promovido pela Comissão de Políticas Afirmativas do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CPA-CAU/BR), teve início em Brasília no dia 3 de junho, com uma participação expressiva de especialistas e profissionais do setor. O evento, que segue até o dia 4 de junho, visa impulsionar debates e ações em prol de uma arquitetura mais justa e inclusiva, reforçando o compromisso do CAU/BR com a equidade no campo da arquitetura e urbanismo.

 

A temática das políticas afirmativas desempenha um papel crucial para o CAU/BR, que busca combater desigualdades históricas e promover a inclusão de grupos ainda pouco representados na área.

 

Na sessão de abertura, a conselheira federal e coordenadora da CPA, Josemée Gomes de Lima (AL), ressaltou a missão social do CAU/BR em tornar a arquitetura e o urbanismo acessíveis a todas as pessoas. Ela destacou a importância da consolidação de conceitos e estratégias que permitam a implementação de políticas afirmativas, visando promover a diversidade, a inclusão e a igualdade de oportunidades, além de combater desigualdades sociais, raciais, culturais, religiosas e de grupos historicamente marginalizados, como mulheres, negros, indígenas, pessoas com deficiência, LGPTQIAPN+, idosos, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa, inclusiva e equitativa.

 

Josemée de Lima também enfatizou o papel essencial das arquitetas e ex-conselheiras federais Claudia Sales de Alcântara e Camila Leal, que abordaram os desafios, lutas e conquistas da comissão ao longo dos últimos seis anos. A coordenadora da CPA destacou o comprometimento dessas mulheres na promoção da inclusão da Comissão, enfrentando diversos tipos de preconceito e trazendo para o debate temas até então pouco discutidos no Conselho de Arquitetura e Urbanismo.

 

Durante a abertura, a secretária Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania (MDHC), Anna Paula Feminella, ressaltou a importância do evento. Especialmente no que diz respeito à população com deficiência, destacou a necessidade de políticas que promovam a inclusão e a acessibilidade para esse grupo. “A população com deficiência, mesmo não sendo criminalizada, está encarcerada em suas residências ou em instituições que segregam”, frisou.

 

Avanço das Políticas Afirmativas no CAU/BR

 

As arquitetas e ex-conselheiras federais Claudia Sales de Alcântara e Camila Leal apresentaram a linha do tempo detalhada das políticas afirmativas do CAU/BR, de autoria da arquiteta  Luiza Coelho.

 

 

Atualmente, as Políticas Afirmativas no Conselho se desdobram em seis eixos: política, conselho, ensino e formação, historiografia, prática profissional e cotidiano.

 

No próximo mês de julho, conforme anunciado pela coordenadora Josemée de Lima, a CPA lançará quatros Cadernos de Políticas Afirmativas. São eles:

Cadernos 1 – Políticas Afirmativas do CAU/BR – Política e Conselho

Cadernos 2 – Políticas Afirmativas do CAU/BR – Ensino, Formação e Historiografiall

Cadernos 3 – Políticas Afirmativas do CAU/BR – Práticas Profissionais

Cadernos 4 – Políticas Afirmativas do CAU/BR – Práticas Geradoras de Equidade no Cotidiano, a partir da Arquitetura e Urbanismo

 

Composição da Comissão Especial de Políticas Afirmativas (CPA)

  • Josemée Gomes de Lima (AL) – coordenadora
  • Ricardo Soares Mascarello (SE) – coordenador-adjunto
  • Neilton Dorea Rodrigues de Oliveira (BA)
  • Inês Martina Lersch (RS)
  • Ana Claudia Cardoso (PA)
  • Carlos Eduardo Mesquita Pedone (RS)
  • José Akel Fares Filho (PA)

 

Saiba mais, acompanhando os trabalhos da CPA – CAU/BR nos canais oficiais do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil.

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