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Entidades brasileiras unem esforços para impulsionar Tecnologia BIM na arquitetura

Representantes do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR), da Associação Brasileira de Escritórios de Arquitetura (AsBEA) e do BIM Fórum reuniram-se em Brasília no início de fevereiro para discutir estratégias de promoção do Building Information Modeling (BIM) – gerenciador de informações de projetos de construção, também conhecido no Brasil como Modelagem da Informação da Construção. Entre as principais ações, foram discutidas campanhas de divulgação, parcerias estratégicas e participação em eventos técnicos, como o Road Show e a BIM Fórum Conference, confirmados para maio deste ano. A colaboração entre essas entidades, que detêm registros e dados significativos do setor, visa fortalecer e ampliar o uso do BIM no país.

 

A reunião contou com a presença do chefe de gabinete do CAU/BR, Pedro Schultz, dos conselheiros federais Rafael Amaral Tenório (CAU/PE) e Fernanda Basques (CAU/MG), presidente da AsBEA/BR, Danilo Silva, e da diretora executiva do BIM Fórum Brasil, Raquel Ribeiro. A parceria demonstra uma união de forças com o objetivo de impulsionar o uso do BIM no cenário nacional, aproveitando os dados abrangentes do CAU/BR na elaboração de um plano de ação efetivo.

 

Para Fernanda Basques, o lançamento do manifesto de apoio à estratégia BIM no Brasil, divulgado recentemente enfatiza a importância da utilização de termos de parceria e da publicação de manuais como ações concretas para impulsionar o uso da ferramenta no país. Já o conselheiro Rafael Amaral Tenório, ressalta o esforço conjunto para fomentar e democratizar a tecnologia BIM, considerada irreversível para o setor. “Esta parceria contribuirá para acelerar a implantação da tecnologia, trazendo benefícios econômicos em toda a cadeia construtiva”, avalia

 

De acordo com Pedro Schultz, o próximo passo será planejar o termo de parceria, dentro das próximas semanas. “Nossa expectativa é que essa colaboração estratégica entre as entidades fortaleça ainda mais a presença e a eficácia do BIM na arquitetura nacional”, disse.

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Uma resposta

  1. Dada a importância e o valor do investimento (olhemos para o universo de profissionais), seria louvável pensarem em formas de facilitar o acesso. Lembrem da Autodesk! Então, acadêmicos e profissionais com 65 anos, ou mais, poderiam ter condições confortáveis para utilização do produto. Por outro lado, um curso como arquitetura, cujo conteúdo em Urbano é considerável, tem parcas contribuições no território nacional, ficando cidades, vilas e áreas protegidas a mercê de ações públicas. Sim, somos teóricos, e como tal, escrevemos, defendemos teses em trabalhos infindáveis. Somos bons mas não sos coletivos. Então Bim!

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