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IAB/RS manifesta-se contra indicações políticas no IPHAN

 

 

O Departamento do Rio Grande do Sul do IAB  divulgou nota publica em que protesta contra indicações a cargos de Superintendentes Estaduais IPHAN de pessoas  sem experiência técnica para atuar na área. A motivação é a nomeação ao cargo de Superintendente Estadual do IPHAN da Bahia “de pessoa sem qualquer qualificação para tal, o que parece se dar considerando apenas critérios político-partidários”.

 

Eis a integra da manifestação:

 

NOTA PÚBLICA

 

               Assunto: Indicações a cargos de Superintendentes Estaduais IPHAN

 

O Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento Rio Grande do Sul – manifesta publicamente sua posição na defesa de que indicações aos cargos de Superintendentes Estaduais do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) sejam pautadas pela experiência e qualificação na área de preservação do patrimônio cultural.

 

Faz-se esta manifestação no momento da indicação ao cargo de Superintendente Estadual do IPHAN da Bahia de pessoa sem qualquer qualificação para tal, o que parece se dar considerando apenas critérios político-partidários.

 

Em que pese a legitimidade política das indicações feitas por governantes eleitos democraticamente, a investidura de um cargo público exige também a legitimidade social, a qual se conquista através do reconhecimento por seus pares em sua área de atuação.

 

O IPHAN, autarquia federal com mais de 80 anos de importantes serviços prestados à sociedade brasileira, é uma das mais antigas e reconhecidas instituições que tratam do patrimônio cultural no mundo. Durante toda esta trajetória sempre teve seus cargos de chefia ocupados por pessoas de reconhecida experiência técnica, dedicação na defesa do patrimônio e reconhecimento da comunidade cultural. Destaque-se, dentre outros Superintendes regionais, a qualificação e dedicação do Arquiteto Eduardo Hahn a frente do IPHAN/RS.

 

O IAB/RS coloca-se veementemente contrário a qualquer indicação para os quadros do IPHAN que tenha como objetivo a simples negociação político-partidária. Reforçamos, por fim, nossa posição em defesa da preservação e conservação do patrimônio cultural brasileiro como condição necessária para o desenvolvimento social, econômico e cultural da Nação.

 

Instituto de Arquitetos do Brasil / RS Gestão Cidade e Cultura – 2014/2016

 

Publicado em 22/11/2015

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