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III Conferência: CEAU apresenta as ações realizadas entre 2018 e 2020

O primeiro painel da III Conferência Nacional de Arquitetura e Urbanismo no dia 8 de dezembro foi uma apresentação das ações realizadas em 2018 e 2020 pelo Colegiado das Entidades Nacionais de Arquitetos e Urbanistas (CEAU), constituído pela Associação Brasileira de Arquitetos Paisagístas (ABAP), Associação Brasileira de Ensino de Arquitetura e Urbanismo (ABEA),  Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura (AsBEA), Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA) e Federação Nacional dos Estudantes de Arquitetura e Urbanismo  (FeNEA).

 

 

O coordenador, arquiteto e urbanista Paulo Machado Lisboa Filho, lembrou que além de discutir questões de interesse da profissão e da sociedade,  o CEAU promoveu eventos tendo como pauta o ensino a a formação profissional.

 

Em julho de 2018, foi promovido o “Seminário Internacional de Ensino de Arquitetura e Urbanismo do Rio de Janeiro”. No mesmo ano, houve o “Seminário Arquitetura e Urbanismo: da formação à atribuição profissional”. Em 2019, foi realizado um encontro nacional do CEAU durante o 21º Congresso Brasileiro de Arquitetos, em Porto Alegre.

 

Em 2020, o CEAU se empenhou, com o CAU/BR, na elaboração do da Carta aos (às) Candidatos (as) às Eleições Municipais de 2020”, com apontamentos e orientações técnicas visando transformar nossas cidades em territórios mais saudáveis, inclusivos, seguros e resilientes para todos(as) os(as) brasileiros(as).

 

O documento foi formulado a partir do ciclo “Nossas Cidades 2021”, com seis “lives”, cada uma com tema específico, em parceria como canal ECOA do portal UOL.

 

Mais de dois milhões de pessoas foram impactadas pelos posts e vídeos do ciclo. Segundo dados informados pelo Facebook, cada pessoa foi impactada duas ou três vezes pelas informações do projeto, totalizando quase seis milhões de impactos. Os vídeos dos debates conseguiram cerca de 70 mil visualizações.

 

A Carta também contou com ampla cobertura espontânea na mídia e nos principais sites nacionais.

 

O site da FNA publicou um formulário para adesões à Carta, assinado até o momento por 67 pessoas. Transcorridas as eleições, as entidades seguirão insistindo na divulgação das propostas da Carta em contato direto com os prefeitos e vereadores eleitos.

 

Paulo Machado Lisboa Filho representa a ASBEA no Colegiado. Participaram também da apresentação Eleonora Mascia, presidente da FNA; Maria Elisa Baptista, presidente do IAB; Luciana Schenk, presidente da ABAP; Ana Maria Reis, da ABEA; e Franciele Franceschini Schallenberger, representante da FeNEA

 

Clique aqui para acessar a apresentação do CEAU, que inclui detalhes sobre a história e o papel de cada entidade.

 

A IMPORTÂNCIA DO CEAU

 

Antes, na abertura do evento, Luciano Guimarães, presidente do CAU/BR, ressaltou o papel das cinco entidades na luta pela criação do CAU. “Importante mencionar isso porque é provável que muitos jovens que nos acompanham não conheçam o CEAU e sua importância em nossa história”.

 

“O IAB, prestes a completar 100 anos de vida, foi o primeiro a apresentar um projeto-de-lei objetivando a criação de um conselho próprio da categoria em 1958. O surgimento das demais entidade na década de 1970 fortaleceu ainda mais a luta, acentuada após 1998 quando as cinco entidades constituíram-se em Colégio Brasileiro de Arquitetos (CBA), o que possibilitou a organização representativa dos arquitetos e urbanistas e a convergência de entendimentos resultaram na Lei 12.378/2010, que deu nova regulamentação à profissão e criou o conjunto autárquico do CAU.

 

Com a atribuição de tratar de questões do ensino e do exercício profissional, o CEAU foi instalado no mesmo dia da fundação do CAU/BR, 15 de dezembro de 2011. Além das cinco entidades pioneiras, ele incorporou a Federação Nacional dos Estudantes de Arquitetura e Urbanismo (FeNEA).

 

“O CEAU, é preciso ressaltar, não substitui o Colégio Brasileiro de Arquitetos, que segue existindo”, disse Luciano Guimarães. “As entidades têm suas especificidades e trabalham cada uma com sua diversidade de programas e ações. No CEAU essas experiências se somam ao propor e executar ações e projetos que digam respeito à formação e ensino e ao exercício profissional, mas também em ações políticas levando propostas aos poderes públicos e à sociedade, em defesa do direito à habitação digna e às cidades saudáveis e inclusivas”.

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