CAU/UF

Justiça garante direito de arquitetos a projetos de instalações de baixa tensão

Por meio de mandado de segurança, o CAU/SP procurou garantir o direito de arquitetos e urbanistas a elaborarem e executarem projetos para instalações elétricas de baixa tensão. Imagem: Governo de São Paulo/FlickrCC.

 

A Justiça Federal de São Paulo determinou que a concessionária de energia elétrica Bandeirante Energia S.A. aceite a elaboração e execução de projetos de instalações de baixa tensão, por arquitetos e urbanistas.

 

A decisão foi proferida no último dia 26/01 pelo juiz federal Dr. Clécio Braschi, da 8ª Vara Cível da Justiça Federal em São Paulo, nos autos do mandado de segurança coletivo impetrado pelo CAU/SP contra o diretor-presidente da concessionária Bandeirante Energia S.A.

 

O CAU/SP recebeu várias denúncias por parte dos profissionais arquitetos e urbanistas, apontando que a empresa Bandeirante Energia S.A estaria “negando” o aceite dos projetos e execuções de equipamentos de instalações elétricas prediais de baixa tensão, sob a alegação de que não teriam atribuição ou competência para o desenvolvimento de referidas atividades.

 

ATRIBUIÇÕES DE ARQUITETOS E URBANISTAS

A lei 12.378, de 31 de dezembro de 2010, regulamentou o exercício da Arquitetura e Urbanismo e criou o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil – CAU/BR e os Conselhos de Arquitetura e Urbanismo dos Estados e do Distrito Federal – CAU/UF.

 

Esta lei estabeleceu as atividades e atribuições do arquiteto e urbanista, destacando-se a coleta de dados, estudos, planejamento, projeto e especificações (art. 2º, II) e a execução, fiscalização e condução de obra, instalação e serviço técnico (art. 2º, XII), aplicadas dentro dos seguintes campos de atuação no setor: concepção e execução de projetos e instalação e equipamentos referentes à arquitetura e urbanismo (art. 2º, parágrafo único, I e IX).

 

Autorizado por essa lei, o CAU/BR editou a Resolução nº 21/2012, que dispõe sobre as atividades e atribuições profissionais do arquiteto e urbanista.

 

A resolução determina em seu artigo 3º, dentre outras atribuições dos arquitetos e urbanistas, para fins de registro de responsabilidade técnica, a realização de projetos e execução de instalações e equipamentos referentes à arquitetura, inclusive no que diz respeito aos projetos e execuções de instalações elétricas prediais de baixa tensão.

 

Leia a íntegra da decisão da Justiça Federal: Decisão 31/2016

 

Publicado em 04/02/2016

0 resposta

  1. Essa é uma importante vitória das várias batalhas que ainda devem ser travadas contra a falta de informação, várias grandes empresas, estatais ou não, principalmente no setor de energia, não reconhecem a extensão da formação do profissional Arquiteto & Urbanista. Espero cada vez mais, ver o reconhecimento e o respeito pela profissão. Parabéns CAU.

    1. Faço a ti as mesmas perguntas que fiz a Ângela M. S. Conceição, e peço que leia os comentários do Sr. Paulo Ferreira. Poderia me dizer, rápido, sem consulta ao Google, qual a diferença entre DDR e IDR? Resposta, não! Vocês não tem conhecimento suficiente para projetar, tão pouco dirigir a execução de instalações elétricas. A propósito, me explica o funcionamento de um interruptor intermediário!? PS: Nada de consulta ao google. Nós profissionais de elétrica sabemos de cór estas respostas.

    2. Com qual qualidade técnica um Arquiteto tem para realizar tal função ? Uma carga horária de 60h de engenharia? ???
      Respeitem os Eng Eletricista..
      Aff

  2. Parabéns, todo reconhecimento é muito importante pra nossa profissão, tão desvalorizada ao longo de anos vivendo sobre uma sombra aparente da engenharia civil no setor arquitetônico. Apesar de muitas reclamações de colegas, temos muito a comemorar com o CAU… muitas expectativas sobre tantos outros assuntos a se resolver também….Obrigado

    1. Tenho 29 anos de profissão como engenheiro eletricista e posso afirmar que não tem densidade de conhecimento suficiente.se não vejamos:vcs sabem o que é e como se relaciona as potências ativa, reativa e aparente?Conhecem o que é um fator de demanda,um fator de carga e diversidade?Sabem o que é um gradiente de potencial e como este influência o aterramentô elétrico? O que é um fluxo de carga e como ele se comporta frente a uma corrente de curto circuito?Essa nossa justiça como muitas atitudes no Brasil precisam ser pensadas , pois dá mesma Foa q eu não compraria um projeto arquitetônico a um engenheiro civil, também não adquiria um projeto elétrico a um arquiteto. …cada macaco no seu galho!!!!

  3. Execelente esta atuação do CAU.
    Os arquitetos tem conhecimento suficiente para a execução de instalações.

    1. Poderia me dizer, rápido, sem consulta ao Google, qual a diferença entre DDR e IDR? Resposta, não? Vocês não tem conhecimento suficiente para projetar, tão pouco dirigir a execução de instalações elétricas. A propósito, me explica o funcionamento de um interruptor intermediário!? PS: Nada de consulta ao google. Nós profissionais de elétrica sabemos de cór estas respostas.

  4. ..
    Os Arquitetos e Urbanistas que se sentiram prejudicados moral, profissional e financeiramente em virtude dessa ARBITRARIEDADE por parte da “Bandeirante Energia S.A” que segundo denúncias, se recusou a aceitar os projetos e execuções de equipamentos de instalações elétricas prediais de baixa tensão, sob a alegação de que “não teriam atribuição ou competência para o desenvolvimento de referidas atividades”, podem recorrer à Justiça impetrando ação contra a mesma, por Perdas e Danos Morais e Cerceamento do Exercício Legal da Profissão de Arquiteto e Urbanista.

  5. Por favor, peço esclarecer se é atribuição do arquiteto para fins de acervo técnico o plantio de gramas e outras espécies na execução do projeto paisagístico, sendo o Responsável Técnico da obra.
    Grata
    Atenciosamente
    Cláudia
    CAU 21166-4

  6. Parabenizo a CAU pela ação em nossa defesa, muitas outras ainda deverão ocorrer, uma vez que ainda alguns Órgãos Públicos, Federais, Estaduais e Municipais não estão incluindo a nos Editais a aceitação dos profissionais registrados na CAU, constando apenas o CREA, causando transtornos no encaminhamento de licitações e outros… Se faz necessário que a CAU informe de forma mais sistemática e exija o respeito a nossa Instituição e seus Profissionais.

  7. Em Volta Redonda-RJ, a CONCESSIONÁRIA LIGHT, ATRAVÉS DE UMA CONSULTA POR TELEFONE DE UM CLIENTE SOBRE PROJETO DE BAIXA TENSÃO, O ATENDENTE (QUE INFORMOU SER ENGENHEIRO), INFORMOU A ESTE CLIENTE QUE SOMENTE ENGENHEIROS (INCLUSIVE ENG. CIVIL) PODEM PROJETAR E RESPONSABILIZAR POR PROJETO ELÉTRICO DE BAIXA TENSÃO. AO SER QUESTIONADO POR MIM SE ARQUITETO PODERIA PROJETAR, ELE FOI CATEGÓRICO” ARQUITETO NÃOOOOOOOOOO”. NA ÉPOCA, ANO 2007 , FUI AO CREA- VOLTA REDONDA, TENTAR FORMALIZAR UMA QUEIXA, MAS NÃO DERAM IMPORTÂNCIA AO FATO. LIGUEI NOVAMENTE PARA A LIGHT, E INFORMEI AO MESMO ATENDENTE (ENGENHEIRO), SOBRE AS ATRIBUIÇÕES DOS ARQUITETOS E URBANISTAS, CONFORME RESOLUÇÃO DO PRÓPRIO CREA. MAS O MESMO CORTOU A LIGAÇÃO TELEFÔNICA. DIANTE DE TANTA DIFICULDADE, DESISTI DE PROJETOS ELÉTRICOS. AGORA COM A CRIAÇÃO DO CAU, E TENDO NOSSAS ATRIBUIÇÕES BEM DEFINIDAS, PRETENDO OFERECER NOVAMENTE AOS CLIENTES O PROJETO ELÉTRICO DE BAIXA TENSÃO, E LUTAR PELOS NOSSOS DIREITOS E DEVERES (ARQUITETOS E URBANISTAS). ESPERO QUE O CAU NOS DE RESPALDO JURÍDICO.

  8. APROVEITANDO A OPORTUNIDADE, COMENTO OUTRA SITUAÇÃO , MAS DESTA VEZ FOI NA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL NO ANO DE 2006 AGÊNCIA BARRA MANSA-RJ. ACOMPANHEI UM CLIENTE A CEF, QUE DESEJAVA CRÉDITO PARA CONSTRUÇÃO DE SUA MORADIA, TENDO O MESMO JÁ ADQUIRIDO O TERRENO.O CLIENTE AO SER INFORMADO POR UMA FUNCIONÁRIA DA CEF , SOBRE AS PROVIDÊNCIAS A SEREM TOMADAS SOBRE PROJETOS,APROVAÇÕES JUNTO A PREFEITURA, PLANILHAS DE CRONOGRAMAS FÍSICO/FINANCEIRO, ETC…, ESTA FUNCIONÁRIA DA CEF, ORIENTOU O MEU CLIENTE A PROCURAR UM ENGENHEIRO.NO MESMO INSTANTE QUESTIONEI ESTA FUNCIONÁRIA, SE PODERIA SER ARQUITETO, E A RESPOSTA FOI QUE NÃO000000, QUE DEVERIA SER ENGENHEIRO. IMEDIATAMENTE IDENTIFIQUEI-ME COMO ARQUITETO E URBANISTA, E INFORMEI A ESTA FUNCIONÁRIA QUE ELA ESTAVA DIRECIONANDO OS CLIENTES DA CAIXA PARA OS ENGENHEIROS, E QUE OS ARQUITETOS E URBANISTA PODEM SIMMMMMM, PROJETAR, ASSINAR COMO RESPONSÁVEIS TÉCNICOS, ELABORAR ORÇAMENTOS E CRONOGRAMAS, ETC.., TUDO PREVISTO EM RESOLUÇÃO DO PRÓPRIO CREA NA ÉPOCA. SABE QUAL FOI A RESPOSTA DELA ? QUE ARQUITETOS NÃO SABEM FAZER ESTES DOCUMENTOS. DIANTE DA SITUAÇÃO QUE JÁ ESTAVA SAINDO DO CONTROLE, PEDI A UM FUNCIONÁRIO QUE CHAMASSE O GERENTE, MAS ELE NÃO COMPARECEU E OUTRO FUNCIONÁRIO TENTOU AMENIZAR E INFORMOU A ESTA FUNCIONÁRIA QUE OS ARQUITETOS TAMBÉM PODEMMMMMM. MESMO ASSIM, ELA RESPONDEU “SE VOCÊ SOUBER FAZER TENTE” E VIROU AS COSTAS. ESTOU RETORNANDO COM AS MINHAS ATIVIDADES INERENTES AOS ARQUITETOS E URBANISTAS, E ESPERO NÃO DESANIMAR NOVAMENTE E TER QUE BUSCAR OUTRAS FORMAS DE TRABALHO PARA A MINHA SUBSISTÊNCIA. ESTOU APOSTANDO NAS AÇÕES DO CAU.


    1. Vivemos num país onde você precisa provar todos os dias que é Honesto e os estelionatários debocham todos os dias da “justiça” e de nós Profissionais Honestos.
      .
      Se essa atual situação de inversão de valores não mudar, vamos precisar de escolta policial e de Mandado Judicial para entrar em Órgãos Públicos e podermos exercer a nossa Profissão.
      .
      Não entendo porque até agora, o Ministério Público Federal não estendeu para todos os Estados da Federação, aquela notificação feita para o Estado de Goiás, sobre as nossas Atribuições Profissionais, que constam na Lei Federal 12.378/10 e na Resolução 51 do CAU/BR.

  9. Na CELESC de Itajaí (SC), questionaram minha atribuição junto ao cliente que me informou todo assustado, me fazendo passar por constrangimento, e insistem que seja anotado no RRT códigos de prumadas, ramais e aterramento, sendo que o SICAU não prevê isso. E não tem jeito de deferirem meu projeto, o que, além do constrangimento, vejo isso como falta de ética e cerceamento profissional.
    Não sei se querem que o cliente contrate um engenheiro eletricista ou querem propina.
    Fica a denúncia.

  10. Venho parabenizar ao Cau por esse importante passo dado para exercício de nossa profissão, sugiro também oficializar através de notificação as concessionárias (incluindo a Light-RJ) do pais, pois isto ocorre em várias regiões.

    1. Pois é Leandro. Desisti de fazer projeto elétrico de baixa tensão em 2007 quando ainda era praticamente recém formado, diante da recusa de um atendente da LIGHT-RJ. Não sei se ainda continua da mesma forma, mas se algum cliente solicitar vou lutar pelos nossos direitos, conforme nossas atribuições previstas pelo CAU

  11. ENTÃO ESSA MESMA JUSTIÇA PODE GARANTIR AOS ENGENHEIROS CIVIS O DIREITO DE ASSINAR PROJETOS ARQUITETÔNICOS…

  12. Ouvi relatos de colegas que a COPEL(Companhia paranaense de Energia) não esta aceitando RRTs (e somente ARTs) quanto a execução de obras de instalações elétricas BT. Como proceder neste caso?

  13. este nosso Brasil não tem jeito, estamos cada dia pior, não estou indo contra os arquitetos e civil, mas temos muito problemas de projeto feitos por estes profissionais, onerando a obra e causando até problemas de segurança.temos muitos casos , não são poucos,além de causar um problema profissional entre as classes, onde se tira uma parte de atividade que compete aos profissionais das outra áreas, os arquitetos até hoje sofrem isso junto com os engenheiros civis, onde foi um dos motivos da saindo da classe do CREA.

  14. Há muitos anos atrás quando éramos regidos pelo Crea fiz esta consulta e os arquitetos tem atribuição de ser responsáveis por projetos de baixa tensão até o limite de 50 KVAS. Acima disto, somente engenheiro eletricista. Enrao fiz a mesma consulta a respeito de um técnico em eletrotécnica, e a resposta foi até o limite de 30KVAs. fiquei pasma, pois um técnico em eletrotécnica que tem mais conhecimento pode menos do que um arquiteto. Detalhe: tenho ambas atribuições, sou técnica em eletrotécnica e arquiteta.

    1. Isso não ê verdade! Um Técnico em Eletrotécnica pode desenvolver um projeto de potência elétrica até 850 Kva.
      Pelo menos em São Paulo.

    2. Atribuições:

      As atribuições dos Técnicos em Eletrotécnica, para efeito do exercício profissional e de sua fiscalização, respeitados os limites de sua formação, consistem em:

      executar e conduzir a execução técnica de trabalhos profissionais, bem como orientar e coordenar equipes de execução de instalações, montagens, operação, reparos ou manutenção;
      prestar assistência técnica e assessoria no estudo de viabilidade e desenvolvimento de projetos e pesquisas tecnológicas, ou nos trabalhos de vistoria, perícia, avaliação, arbitramento e consultoria, exercendo, dentre outras, as seguintes atividades:
      coleta de dados de natureza técnica;
      desenho de detalhes e da representação gráfica de cálculos;
      elaboração de orçamento de materiais e equipamentos, instalações e mão de obra;
      detalhamento de programas de trabalho, observando normas técnicas e de segurança;
      aplicação de normas técnicas concernentes aos respectivos processos de trabalho;
      execução de ensaios de rotina, registrando observações relativas ao controle de qualidade dos materiais, peças e conjuntos;
      regulagem de máquinas, aparelhos e instrumentos técnicos.
      executar, fiscalizar, orientar e coordenar diretamente serviços de manutenção e reparo de equipamentos, instalações e arquivos técnicos específicos, bem como conduzir e treinar as respectivas equipes;
      dar assistência técnica na compra, venda e utilização de equipamentos e materiais especializados, assessorando, padronizando, mensurando e orçando;
      responsabilizar-se pela elaboração e execução de projetos compatíveis com a respectiva formação profissional:
      1) os Técnicos em Eletrotécnica poderão projetar e conduzir a execução de instalações elétricas com demanda de até 800 kVA, nas tensões de distribuição primária e secundária para unidades consumidoras residenciais, comerciais e industriais, bem como exercer atividade de desenhista de sua especialidade;

      2) os Técnicos em Eletrotécnica estão habilitados a exercer as atividades de projeto, instalação e manutenção de SPDA, ficando excluídas de sua habilitação as atividades de laudo, perícia e parecer, conforme Decisão Normativa 070/2001 do Confea;

      3) os Técnicos em Eletrotécnica estão habilitados a ministrar os conteúdos relativos à eletricidade no treinamento previsto pela NR-10, no curso correspondente ao Curso Básico, sem restrições; no Curso Complementar tem habilitação para ministrar o treinamento NR-10, quando dirigido a instalações elétricas em unidades consumidoras; no Sistema Elétrico de potência poderá participar como instrutor do treinamento NR-10 na condição de integrante de uma equipe sob a responsabilidade de um Engenheiro Eletricista; o Técnico em Eletrotécnica não tem habilitação nas áreas de Segurança do Trabalho e de Medicina do Trabalho e, portanto, eles não poderão participar como instrutores do treinamento NR-10 nos tópicos que abordam assuntos relacionados com estas áreas do conhecimento;

      4) além das atribuições mencionadas nesta Norma, fica assegurado aos Técnicos em Eletrotécnica, o exercício de outras atribuições, desde que compatíveis com a sua formação profissional.

  15. fiz diversos projetos de instalaçoes eletricas durante toda minha vida profissional, pois tive formaçao suficiente para tal. durante a faculdade tive uma materia propria, a de instalaçoes e que me deram conhecimento inclusive para fazer o projeto completo de um hospital na cidade de Mogi das Cruzes, Sao Paulo. o hospital existe ate hoje e o nome é Hospital BIOCÓR. Lamento muito que os colegas estejam passando por problemas com os orgaos “irresponsaveis” que nem sequer teem instruçoes de seus incompetentes superiores.

  16. Acho um absurdo o arquiteto desenvolver projetos de instalações elétricas, mesmo em baixa tensão, fiz engenharia elétrica e também arquitetura e o curso de arquitetura não me deu o menor embasamento técnico para tal responsabilidade, uma temeridade esta resolução do CAU.

  17. Isso é um abuso… Cada um tem que estar no seu quadrado. Se for dessa maneira pode fechar as graduação de engenharia civil e eletrica.

  18. Um absurdo essa decisão judicial pois a instalação predial em baixa tensão é complexa e exige comhecimento específico que somente é adquirido pelo engenheiro eletricista. A instalação citada não é simples como a instalação residencial da foto da matéria…quer fazer projeto elétrico? Estuda mais três anos!

  19. Fui Professor em uma muito bem conceituada faculdade de arquitetura e posso dizer com certeza que os conhecimentos de instalações elétricas no curso é arquitetura não é suficientemente para habilitar um arquiteto para fazer projetos elétricos de baixa tensão. A disciplina tem normalmente 30h ou no máximo 45h. É uma cadeira informativa e não formativa. Alguém que tenha feito arquitetura sabe especificar a capacidade de interrupção s um disjuntor? Sabe utilizar a integral de Joule para encontrar o limite térmico de um condutor? Sabe explicar os esquemas de aterramento TT, TN e IT previstos na NET 5410? Especificar corretamente os diapositivos DR e DPS também conforme NBR 5410? Não se iludam achando que uma instalação elétrica por ser em B.T é mais simples ou trivial. É muita irresponsabilidade. Cuidado colegas profissionais para não serem vítimas de um processo cívil ou criminal. Nessa hora não haverá CAU ou CREA para lhe defender.

    1. Perfeito Marcio, o mercado necessita de especialistas, cada um em sua área, não de “faz tudo”, disso já temos muito por aí.

  20. Infelizmente a falta de etica e responsabilidade social esta ultrapassando os limites.
    Tudo em busca do faturamento a qualquer custo.
    Caros colegas arquitetos, sejam coerentes e refletirem que nao possuem conhecimento tecnico suficiente para assumir estas responsabilidade que esta em jogo seres vivos pessoas.
    Sou engenheiro eletricista, perito judicial e sugiro que procurem profissionais capacitados para auxiliar nos projetos.

  21. Engraçado que os arquitetos querem tirar o direito do engenheiro civil de fazer projeto arquitetônico então me pergunto pq querem invadir a área de trabalho do engenheiro eletricista, é algo extremamente INCOERENTE. Sinceramente os projetos elétricos que já vi feitos por arquitetos são horríveis, vcs não pensam no cliente como um eng. Eletricista pensa, fazem o mínimo que a norma manda e que se lasque o resto. Fora os erros de cálculo que acaba pondo em risco a residência.

    1. Exatamente. O arquiteto quer fazer projeto arquitetônico, estrutural, elétrico e hidro-sanitário, além de fazer a execução dos mesmos. Mas querem impedir o engenheiro civil de fazer projeto arquitetônico. É muito incoerente.

  22. Tipica decisão de LEIGO para LEIGO trabalhar errado! vou mais além onde esta segurança nisso? colocando profissional que não sabe calcular nem lei de ohm,sera que ele sabe que com eletricidade não se brinca?

    1. Caro Marcelo,
      Infelizmente mais um comentário infeliz, com certeza algumas maçãs podres não saberiam calcular realmente a lei de ohm ou quiça outros cálculos importante para fazer um projeto elétrico. no entanto não é necessário generalizar o seu próprio défice de inteligencia por limitar-se tanto a tal conceito.
      abra a cabeça companheiro e estude mais e mais, pois conhecimento nunca é de mais.

  23. Vejo este tipo de embate desde os meus tempos de estudante no ensino técnico federal. Para mim, hoje, está resolvido graças a minha formação em engenharia. Mas convenhamos, em um pais onde o estudo é confuso, e difuso, o que esperar das atribuições específicas de cada uma das atividades profissionais ????
    Os riscos à sociedade não foram analisados em profundidade.
    Os políticos e as entidades de classe acabam por defender “lutas e pleitos individuais” que atendam a uma parcela dos seus representados ou, ainda, para atender interesses variados. Corre-se o risco de que todos podem fazer tudo.
    Acredito que, em um primeiro momento, o assunto deva ser discutido em esferas judiciais elevadas e, na sequência, através da criação de leis especificas e de uma revisão de todos os cursos profissionalizantes deste pais.

  24. Gostaria de saber qual o critério ou qual o argumento que o CAU defende para que os profissionais de arquitetura possam estar elaborando projetos em uma área para qual não tem competência técnica para elaborar. Sabe-se que uma cadeira de 45 h ou 60 h não é suficiente para capacitar um profissional a estar elaborando um projeto elétrico em baixa tensão.

  25. Seria interessante que cobrassem o projeto elétrico, não apenas a ART assinada.
    Cada fomação se responsabiliza para tal; não apenas assumir responsabilidade que nem sabem o que estão assumindo.
    Estudamos tanto para ver nossos direitos serem divididos com quem não passou pelo curso?

  26. Notícia esta, que se tratando de um país como o Brasil se torna comum! Sinceramente não estou aqui afrontando a capacidade de um Arquiteto neste tema, porém é uma questão de categoria, acho que deveria haver um respeito entre as categorias. É como se o agente (engenheiros eletricistas) lutasse para poder desenvolver projeto estrutural, pois estudamos física, mecânica dos sólidos, engenharia dos materiais, etc. Ou desenvolver projetos hidráulicos por ter estudado fenômenos de transportes, mecânica dos fluídos.

    Att.

    1. Prezado, estava na internet e me deparei com uma reportagem do CAU – Arquitetos.
      Segue abaixo o link da página.
      http://www.caubr.gov.br/justica-garante-direito-de-arquitetos-a-projetos-de-instalacoes-de-baixa-tensao/#comment-25211
      Link da resolução – que permite que os Arquitetos trabalhem com instalações elétrica em baixa tensão.
      http://www.caubr.gov.br/wp-content/uploads/2012/07/RES_21_VIDE_22.pdf
      Link da Leia a íntegra da decisão da Justiça Federal:
      http://www.causp.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/Decisao-Liminar-do-Mandado-de-Seguranca.pdf
      Eu como engenheiro eletricista acho um absurdo esta resolução N°21 dos arquitetos, o mesmo poderem projetar, executar, fiscalizar, lecionar e entre outras atividades em instalações elétricas de baixa tensão, o que é baixa tensão? É de 50 volts até 1000 volts de acordo com a NBR 5410, como que um arquiteto tem a competência para esta atribuição?
      O que o CREA pode fazer para fiscalizar este absurdo, sendo que eu pago o meu CREA de pessoa física e de pessoa jurídica para poder trabalhar na área elétrica, juntando os dois paguei mais de R$900,00 de anuidade neste ano de 2017 e fora as ART que emito diariamente que neste ano subiu o valor mínimo para R$ 81,53.
      Eu como todos os meus colegas engenheiros eletricista não concorda com esta resolução.
      O CREA pode derrube este absurdo?
      Logo os arquitetos estão fazendo serviços de mecânica, automação industrial e entre outras engenharias, sendo que vai ser melhor e mais barato ser arquiteto que abrange todas as engenharias. No meu ponto de vista é isso que o CAU está querendo fazer.
      Entrei no site abaixo de duas universidade bem conceituada aqui na cidade de Ribeirão Preto.
      http://unaerp.br/ensino/arquitetura-e-urbanismo
      E na grade de INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS tem a carga horária 33 horas.

      http://www.unip.br/ensino/graduacao/tradicionais/exatas_arq_urbanismo_grade.aspx
      E na grade de Instalações Prediais (Elétrica e Hidráulica) tem a carga horária de 60 horas.
      De acordo com as cargas horárias acima mencionadas como o CAU pode dar uma atribuição para um Arquiteto ser responsável por qualquer atividade em eletricidade em baixa tensão?
      Sendo que todas as instalações elétricas prediais, industriais, comerciais e etc., os equipamentos são ligados em baixa tensão (de 50 a 1000 volts), exceto em algumas usinas que tem motores que são ligados em média tensão.
      Com esta carga horária, mencionado acima, o profissional sai com o conhecimento de fator de potência, Fator de demanda, diagramas unifilares, trifilares, tabela de cargas, distorções harmônicas, curto circuito, seletividades, potências ativas, aparente e reativas, banco de capacitores, SPDA, DPS, malha de aterramento, motores elétricos, dimensionamento de geradores, disjuntores, DR, IDR DDR curva de disparo, luminotécnico, telefonia, TV, laudos técnicos e entre outras atividades tudo relacionados em baixa tensão?
      Qual é a explicação do CAU, com menos de 35 horas no curso de Arquitetura o arquiteto tem a competência de tudo na área de eletricidade em baixa tensão?

  27. A maioria dos arquitetos que eu conheço emite somente RRT e deixa tudo por conta do eletricista ou na melhor das hipóteses somente marca onde devem ir as tomadas e ainda chamam isso de projeto. Sinceramente não conheço um arquiteto que saiba fazer um bom projeto elétrico, mas estamos no Brasil né, ninguém fiscaliza mesmo, aqui tudo pode.

  28. Absurdo… Se o CREA aceitar uma decisão destas. O proficional de arquitetura na grande maioria das instituições só assistem uma matéria de 33hs a 40hs EM TODO O CURSO!!! As pessoas leigas no assunto e profissionais de arquitetura e civil talvez por se tratar de baixa tenção não dê a devida importância, a maioria dos acidentes com causas elétricas são em baixa tensão… Instalações elétrica na grade do engenheiro eletricista a carga horária é de 60hs a 80hs vista do meio do curso para frente, sendo pre-requisito de passado por outras matérias relacionadas… Quando ocorrer um acidente aí procura onde estava o erro… Se a pessoa vai fazer uma cirucia ela procuraria um especialista da área, mas o projeto é para terceiros, não é? Sobre dimensionar um projeto eletricio de uma casa, apartamento ou estabelecimento comercial pode até não ter problema e evitar acidentes, mas o custo com material será bem mais elevado… É assim que o Brasil vai para frente…

  29. É lastimável o que vem acontecendo com a engenharia no Brasil.
    Simplesmente uma total falta de critério e conhecimento técnico.Arquitetura se fortaleceu com a saída do CREA e agora está atuando em laudos técnicos e vistorias prediais,engenharia de segurança do trabalho…

    Lastimável a falta de competência do CREA

  30. Galera, sou Engenheiro Civil e não me importo que os arquitetos queiram fazer isso ou aquilo! Se o cara acha que “sabe” fazer, que faça e assuma o risco. Minha irmã é Arquiteta e não se garante com projetos elétricos, apesar de ter “visto” na sua graduação! Mas ela já teve pelo menos uma noção no seu curso. Então o que impede dela estudar mais individualmente, ou aprender comigo, ou alguém da área e se garantir com esses projetos!?!? O mercado é livre, e quem garante que o faça! Só não me impeçam de fazer isso ou aquilo… feito o povo da Arquitetura querer impedir-nos de fazer projetos arquitetônicos e a galera da Eng. Elétrica que fica reclamando demais de nós podermos fazer projetos elétricos prediais!

  31. Parabéns ao CAU mais uma vitória importante na defesa dos direitos dos Arquitetos e Urbanistas.

  32. Existem resoluções que obriguem disciplinas de Instalação Elétrica e Cálculo Diferencial e Integral nos cursos de Arquitetura, também? Eletricidade é questão de segurança! Uma sobrecarga de rede não é bricadeirinha de maquetes, não!

    1. Amigo, respeito muito a sua profissão de engenheiro, no entanto não entendo a tentativa de ridicularizar o arquiteto como se não soubesse fazer contas. A impressão que se dá é de que fazer contas de matemática que todos tem obrigação de saber é coisa de outro mundo. O arquiteto não quer projetar rede de transmissão e afins, mas apenas eletricidade predial normal, e isso não é coisa de outro mundo.A luta pela divisão que os arquitetos promoveram e conseguiram foi a única forma de acabar com essa ridicularização, porém não foi a melhor forma para todas as profissoes. O ideal seria fundir todos numa única profissão, aumentar para 6 anos a graduação e exigir especialização da forma como é medicina que sem brigar com ninguém abarcaram o mercado inteiro. Antes de criticar, pegue uma folha de papel e um lápis e dele tente extrair um bom desenho e verá que é mais fácil ridicularizar os colegas

    2. Anderson, acho que nosso colega não ridicularizou os arquitetos. E você é quem está nos ridicularizando, querendo dizer que projeto elétrico é só fazer conta. Bata saber matemática então? Se for assim um aluno de ensino médio também faz. Só fazendo conta você não consegue analisar se o eleitoreiro dimensionado para caber todos os circuitos será viável à execução da obra, você não sabe se o caso EPR é mais apropriado que o PVC, não sabe se o disjuntor deve ser curva A, B ou C e nem se o disjuntor DR deve ser instalado como geral ou em cada circuito de área molhada.

  33. Sou engenheiro eletricista e professor doutor na área de instalações elétricas, ministro aulas para estudantes de arquitetura e assim me posiciono com absoluta certeza sobre a carga horaria e as disciplinas ofertadas na área de eletricidade do curso de arquitetura, essas não contemplam os conhecimentos mínimos e necessários para desenvolvimento de projetos de instalações elétricas.

    1. Parabéns aos arquitetos que bem fizeram ao sair do CREA, vais para os eletricistas, bando de frouxos que não quiseram se articular e criar CREE ou algo parecido e extiguir o CONFEA.
      A lei de criação do CAU não impôs limites, o CREA dominado pela engenharia civil não vai mover uma palha para defender os eletricistas.
      Bem, civil pode, arquiteto pode, então acabem com o curso de engenharia elétrica!!!

  34. Não sei ainda o que os Eng. Eletricista estão fazendo no CREA. Sou Eng.Eletricista com ênfase em Eletrônica e o CREA me concedeu além de outras atividades inerentes da minha ênfase, apenas instalações de BT, resguardando o direito dos engenheiros eletricistas eletrotécnicos as instalações de AT e não me concederam nenhuma outra atribuição de Eng. Civil, Mecânica, Naval, de Minas, aeroespacial, arquitetura, medicina, enfermagem, direito. Devido eu não ter conhecimentos para tal.

  35. Engenharia é uma palavra única e de uso universal.
    Entendo que especialidades precisam ser definidas como: Arquiteto, Eletricista, Mecânico, Civil, Agrônomo, Comunicação, Telecomunicação, Pesca,bem como as mais de 300 especialidades existentes. Tudo é ENGENHARIA.
    PRECISA-SE MUDAR O SISTEMA. Os profissionais precisam unir-se, em todo País, buscando a tecnologia que a especialidade elétrica detém A INTERNET. O Sistema tem que iniciar um movimento para a Fundação da FEDERAÇÃ DA ENGENGARIA, com todas as especialidades da ENGENHARIA, buscadas junto ao MEC.

    1. Sou arquiteto e concordo com o colega acima. Essa briga, essa divisão de conselho so prejudica os que querem trabalhar. Devia haver união, unificar todas as especialidade num único nome profissional – onde a competência seria plena para todos. Deveria lutar por unificação e não divisão. isso seria possível, pois num primeiro momento da forma como aconteceu com georreferenciamento – poderia possibilitar a todos os profissionais estudarem os conteúdos afetos às demais áreas e quanto aos novos – aumentaria para 6 anos a graduação para abarcar os conhecimentos. Os médicos fazem isso e abarcaram sozinho a ampla área de medicina. Briga de conselheiros não devemos comprar.

  36. Isso é muita irresponsabilidade, é uma decisão de um leigo, um equivoco, parece criança brincando com fogo. Seria o mesmo que um ortopedista assumindo o trabalho de um neurologista. Quando eu penso que já vi de tudo!

  37. Isso é uma vergonha, que competência um juiz tem pra julgar uma causa dessa, na onde ele estudo elétrica. Esse CREA não serve pra nada. Nós da área elétrica já passou da hora de criar nosso próprio conselho,o CREA só é viável para civil.

  38. Prezados,
    Basta verificar o conteúdo e a carga horária que cada Escola forneceu, tanto de Arquitetura como de Engenharia, para se saber o quanto cada um estudou, em cada matéria, seja ela qual for.
    O resto é jogar conversa fora !

  39. Completo absurdo, cada um na sua função, o arquitetura nunca será um engenheiro eletricista, porque simplesmente ele não estudou para isso! Uma completa irresponsabilidade!

    1. Colega! Não se trata de ser engenheiro eletricista, caso julgue especialista do assunto, estude arquitetura e urbanismo e terá propriedade no que está argumentando!

    2. Caro Claudinei, não precisamos ser especialistas no assunto para saber que os Arquitetos não tem conhecimentos teóricos e práticos para com as instalações elétricas. Não podemos nem comparar suas 30 hrs acadêmicas com no mínimo 3 anos de especializações relacionadas às instalações e suas derivações. Concordando com o Ricardo, isso é uma completa irresponsabilidade não só dos próprios arquitetos que fazem vista grossa para a importância da eletricidade na vida do ser humano, como tabm dos superiores que colocam o jogo de interesse à frente da segurança da população!

  40. .
    “Daqui uns dias vão autorizar médicos a projetar e construir hospitais…”
    .
    Se além de Médicos eles também forem Arquitetos registrados no CAU… nenhum problema.

  41. A própria Lei nº 12.378/10, bem como a Resolução 21/12 preveem a atribuição de execução de instalação elétrica predial de baixa tensão para os Arquitetos e Urbanistas!!!! Além disso, o próprio CONFEA deliberou, em março de 86, que tanto os Engenheiros como os Arquitetos possuem tal atribuição!!!!! Os estudantes de Arquitetura possuem quase 1 ano de estudos sobre o assunto!!!! E por fim, como um profissional nesta área vai fazer um projeto arquitetônico sem poder dirigir a execução de instalações elétricas de baixa tensão?! É impossível!! Logo, direito líquido e certo dos profissionais!!!!

  42. Muita ingenuidade acreditar que um profissional que tem uma ou duas matéria sobre eletricidade e projetos elétricos, nas quais aprende dimensionar simplificadamente baseado em tabelinhas prontas, possa elaborar projetos e/ou executá-los no mesmo nível que um engenheiro eletricista.
    Aceitar isso é aceitar que no nosso país podemos ter projetos elétricos superdimensionados e sem garantia total de segurança.

    1. Antes de criticar, pegue uma folha de papel e um lápis e dele tente extrair um bom desenho e verá que é mais fácil ridicularizar os colegas. A impressão que se dá é de que fazer contas de matemática que todos tem obrigação de saber é coisa de outro mundo. O arquiteto não quer projetar rede de transmissão e afins, mas apenas eletricidade predial normal, e isso não é coisa de outro mundo.A luta pela divisão que os arquitetos promoveram e conseguiram foi a única forma de acabar com essa ridicularização, porém não foi a melhor forma para todas as profissoes. O ideal seria fundir todos numa única profissão, aumentar para 6 anos a graduação e exigir especialização da forma como é medicina que sem brigar com ninguém abarcaram o mercado inteiro.

    2. Não estou ridicularizando ninguém e nem tenho pretensões de desenhar e projetar projetos arquitetônicos.
      Sou engenheiro eletricista formado pela Universidade tecnológica Federal do Paraná e posso garantir que um projeto de “eletricidade predial normal”, como o senhor se refere, não é coisa de outro mundo, mas também não é um DESENHO.Envolve cálculos de corrente de curto circuito, cálculo de demanda, divisão de cargas, estudo de diminuição de fator de potência e distorções harmonicas, cálculo de dimensionamento,cálculo de queda de tensão entre outras coisas e tudo isso ,sim, para um projeto “de eletricidade predial normal”.Se o senhor insistir que projeto elétrico é apenas um desenho onde será localizado interruptores e tomadas então não preciso mais argumentar.
      Em relação a ideia de fundir todas as engenharias e arquitetura e urbanismo em apenas uma profissão eu discordo.Acredito que as especializações (que seriam mecânica , cívil , elétrica , arquitetura , urbanismo) iriam estender o o curso para além de 6 anos ,com sorte uns 8 anos ,provavelmente 10 ,isso seria um tempo muito longo para formação.Além de não haver necessidade disso, basta trabalharmos em conjunto ,respeitando o conhecimento de cada área profissional.

    3. com 6 anos poderia sim haver unificação tal qual ocorre na medicina. Bastaria depois a especialização.

      Em relação à formação, o senhor está equivocado sobre a carga horária do curso de arquitetura. Formei na UFMS Univ. Federal MS. Na graduação, na época em que estudei, as cadeiras de elétrica, estrutura, hidráulica eram cursadas em conjunto com os demais cursos. Na mesma sala havia estudantes de arqutetura, engenharia civil e elétrica. As disciplinas em comum eram junto. Concordo que Projeto elétrico não é um simples desenho pois já fiz muitos e dimensionei segundo as normas. Discussão inócula essa, aliás a briga de voces deve ser com o CREA de forma a Engenharia Civil não abarcar o resto das competências das outras formações.

  43. A situação é complicada, é comemorada pelo conselho uma decisão que defende o projeto elétrico em baixa tensão por profissionais formados em Arquitetura, mesmo que a grade curricular do curso abrange, na maioria das vezes, uma única cadeira de 60 h. Em contrapartida existe uma situação em que o CAU atribui o projeto arquitetônico como atividade exclusiva do Arquiteto….pelas conversas que tenho com profissionais da Arquitetura, o motivo seria que Engenheiros Civis tem uma carga horária inferior, que não tornaria tais profissionais qualificados para elaboração desses projetos. Comparando as duas situações, acho que existe uma “contradição” de idéias….Pela mesma linha de raciocínio poderia ser alegado que Arquitetos não teriam atribuições para projetos hidráulicos, elétricos, estruturais….Quando na verdade acredito que sim, são capacitados pra isso, respeitando claro os seus “limites”. (O mesmo se aplicaria aos demais profissionais)

    É uma briga tola. Bons profissionais não se preocupam com atribuições “legais” de profissionais de outros conselhos. Bons profissionais de Arquitetura, não se preocupam se Engenheiros estão fazendo projetos arquitetônicos, bons Engenheiros não se preocupam se arquitetos estão fazendo projetos estruturais. O mercado seleciona.
    Quem mais se prejudica é a sociedade, que poderá num futuro próximo ter que contratar 2,3,4 profissionais para fazer uma residência de 70 m²….

    1. O que o CAU/BR e nós Arquitetos “comemoramos” é o simples Direito (que lamentavelmente tivemos que garantir através da Justiça) do Livre Exercício Legal da Profissão de Arquiteto e Urbanista… nada mais do que isso.

      Não está em discussão a competência… até porque existem excelentes e péssimos profissionais em qualquer área de atuação.

  44. Acho essa decisão absurda. Tenho muito respeito pelo arquiteto porque o trabalho dele é extremamente importante para os projetistas de outras áreas. Mas isso é invadir a área de atuação de outro profissional. Sabemos que o que o arquiteto vê na faculdade sobre elétrica e projetos é suficiente para fazer um projeto residencial pequeno, mas na hora de dividir as cargas, fazer o quadro de disjuntores e a demanda, muitos deles recorrem a um engenheiro eletricista. Projeto elétrico não é apenas desenhar linhas e colocar as seções dos cabos. Deve ser por isso que tenho visto tantos apartamentos novos com quadro elétrico subdimensionada ou com disjuntor geral DR (permitido pela nbr5410 mas sendo uma solução pior que o DR apenas nos circuitos de área molhada).

    Concluindo, o que os arquitetos achariam se os engenheiros eletricistas pudessem fazer projetos arquitetônicos à vontade?

    1. “…o que os arquitetos achariam se os engenheiros eletricistas pudessem fazer projetos arquitetônicos à vontade”?

      Vocês estão confundindo Atribuições Profissionais Compartilhadas com Atribuições Profissionais Privativas…
      .
      Os Projetos Complementares, (Estrutura, Hidrossanitário e de Elétrica), são Atribuições Profissionais Compartilhadas entre Engenheiro Civil, Engenheiro Sanitarista, Engenheiro Eletricista e Arquiteto e Urbanista.
      .
      Projetos Arquitetônicos, Projetos de Parcelamento de Solo mediante Loteamento… etc, são Atribuições Profissionais Privativas do Arquiteto e Urbanista.

    2. Caro Felipe, estou aprendendo exatamente nesse semestre dimensionar disjuntores, motores, subestações, cargas e potências, etc, tudo dentro das atribuições que nos foram conferidas por LEI. A formação dos Arquitetos a partir dessa lei, será diferente da época posterior à ela. Quem sabe fazer o dimensionamento para uma casa, saberá para 1000 casas. Conheço vários engº civis, mecânicos e elétricos que fazem projetos “arquitetônicos”. Essa seara não nos cabe, e sim à lei. Portanto, aconselho à você garantir seus direitos na justiça. Grato.

  45. Que competência Técnica um arquiteto ou eng.civil tem para uma atividade como essa? So porque pagou uma disciplina de 50H na graduação? kkkk. Peraí ne…Acabem logo com a Engenharia Elétrica que e melhor….e a proposito já deveria existir uma entidade de classe para engenharia eletrica separada do CREA a anos…..

    1. pelo visto, diego, o objetivo é fazer com que os arquitetos sozinhos possam fazer todo o projeto, exceto as contas mais complicadas, ai deixa pro engenheiro. Isso é um abuso, a resolução 51 diz que ‘somente arquitetos e urbanistas podem fazer projetos arquitetônicos’, e os engenheiros que vivem disso? vão ter que se especializar em outra coisa porque agora não podem fazer fazer? e os elétricos, têm que trabalhar só com companhia de energia porque agora os arquitetos também podem fazer projetos elétricos residências. Cada coisa.

  46. .
    Por que o CREA não faz um levantamento para saber quantos casos de imperícia em Projetos de Elétrica executados por Arquitetos ocorreram nos últimos 50 ou 120 anos, ocasionaram ferimentos ou até mesmo mortes, em cidadãos brasileiros ???
    .
    O curioso, é que quando nós Arquitetos éramos registrados no CREA junto com Engenheiros Eletricistas, Engenheiros Químicos, Geólogos, Geógrafos, Meteorologistas e mais 300 Profissões, não existia todo esse MIMIMI…….

  47. Descisao equivocada da justica. Os juizes no geral nao possuem conhecimentos tecnicos e especificos para julgarem certas situacoes como esta. Os Arquitetos estao buscando um direito equivocadamente. Por que estao buscando executar algo que nao possuem competencia para tal. Nao estudaram as materiais que dao condicoes técnicas para desenvolver um projeto com a devida qualidade. Cada profissional deve agir com sua atribuição. Se nao fosse assim (cada um na sua), todos os profissionais da area de exatas poderiam fazer projetos arquitetonicos de casas, predios e outros.

    1. Os Juízes decidem através do que está na Lei. Decisão judicial não se discute… se cumpre. Agora, isso vai servir como exemplo para as outras concessionárias…

  48. ai galera, pq nao pedimos a ordem dos advogados do Brasil (OAB) para podermos participar da prova da ordem? já que estudamos legislação em engenharia.

    1. Sinceramente sou engenheiro eletricista e não vejo mal algum nisso. Os nossos cursos de engenharia deveriam ser como na europa, onde se faz o curso para ser engenheiro de qqr coisa, ou seja, vc faz o básico e ai se vc quer se especializar em alguma área aí vc faz especialização na área escolhida e para projetos de casas, que na boa, um pedreiro faz e muito bem, não precisa de tudo isso não. Hj não se calcula muita coisa, tem programa pra tudo, até para orçamento então, acho besteira esse alarde todo

    2. Arquiteto nao é engenheiro cara, eu tbm nao vejo problema em fazer especializaçao. mas se arquiteto quer projetar sistemas de potência deveria ter optado por engenharia e nao arquitetura, já q o curso nao se vee nem o básico para projetar uma instalaçao elétrica.
      Um eletricistas veem muito mais q um arquiteto urbanista, sobre a parte elétrica no curso dele, e nem por isso ele assina projetos.
      engenheiros eletricistas tbm veem mecanica dos fluidos e nem por isso realizar e assinam projetos hidráulicos.
      pois como vc disse, falta especializaçao.
      e especializaçao de elétrica em arquitetura? pode isso Arnaldo?
      na verdade o CAU nem levou uma especializaçao em consideraçao, já chegou pedindo ordem da justiça federal, e os otarios q nao manjam nada de segurança da justiça, acataram o pedido.

    3. Bem, como todos sabem (ou deveriam saber), cerca de 75% das causas de incêndios, se dao por eletricidade.
      Um exemplo é o museu da lingua portuguesa, que alguem que se preocupa mais com a estética doq com a segurança, deixou lençóis decorativos muito próximos as lâmpadas, que ao aquecer os tecidos deu origem ao incêndio, ocorrendo assim um desastre, que vitimou um bombeiro.
      Será que um arquiteto colocaria uma luminária em um local mais seguro, ou onde tem a melhor estética, ignorando a segurança.
      Saberemos daqui alguns anos. tomara q ninguém morra no processo.

    4. Eduardo Valério, o curso dá sim noção básica de elétrica, tanto que o projeto a ser executado por NÓS arquitetos é BÁSICO, baixa tensão, sem complexidade e no caso do museu da língua portuguesa quem fez o elétrico certamente foi um engenheiro, pois pelo porte da obra, legalmente, um arquiteto não poderia assinar, conviva melhor coma sua ignorância sem nos insultar. Não sei se leu bem o título da discussão ou a foto pelo menos, são residências populares, não precisa ser um gênio para fazer isso, nós não nos metemos em áreas que não competem, assim como vocês, que brigam para fazer arquitetônico de qualquer porte sendo que estudaram isso 6 meses enquanto nós 5 anos e mais o TCC, isso sim é um absurdo.

    5. bem, acho que vc nao entendeu direito, ou fingiu que nao entendeu.
      1. eu nao falei que a instalaçao elétrica do museu estava errada. oq eu falei foi que colocaram LENÇÓIS em uma área que nao deveriam colocar (engenheiros colocam lençois e fazem decoraçoes?). logo foi por um apelo estético que o acidente ocorreu, nao foi por uma falha elétrica (seu desinformado), e arquitetos sua formaçao é bastante ligados a estética e nao em segurança de instalaçoes.
      2. eu sou eletrotécnico e estudante de engenharia civil, como engenheiro civil, nao vi o minimo de como uma instalaçao deve ser acometida de forma correta, abrindo brexas para minha dedução ou chute se assim preferir ( instalaçao de supressor de surto e descargas atmosféricas, balanceamento de cargas, fator de potência, queda de tensao por distancia), que só percebi por ser formado em eletrotécnica.
      3. só um leigo acha que uma instalaçao de baixa tensao ( que vai de 60V corrente alternada a 1000V (bem acho que nem isso um arquiteto sabe), na verdade considero e acho que todos que realmente entendam de projetos elétricos a de com ver comigo que uma instalaçao elétrica de baixa tensao tem uma maior complexidade que uma de média ou alta tensao. até mesmo pq instalaçoes acima de 1000v dificilmente uma industria usaria esta tensao.
      4. logo percebo que até nisso vc é leigo, pois um arquiteto nao assina projetos de baixa tensao e sim projetos residenciais e prediais que vao até 380v (trifasico), que consequentemente estao descritos na nbr 5410 (instalaçoes de baixa tensao), esse erro é comum a quem nao entende nada de projetos de engenharia, esses erros de compreendimento do “todo”, pois nao tiveram tempo o suficiente de se aprofundar em uma disciplina sem nenhuma que é a causa de muitos acidentes, em geral fatais.
      5. como já disse, engenheiro eletricista estuda muito bem a mecânica dos fluidos, e nem por isso podem assinar projetos hidráulicos. se um arquiteto deseja assinar projetos de engenharia, faça uma engenharia e nao arquitetura.

      minha opiniao sobre o que está ocorrendo.
      O CAU esta ciente da situaçao economica do país e sabe que projetos arquitetonicos é de veras supérfluo, e pensando em seus membros estao tomando decisoes para que o arquiteto urbanista nao fique desempregado, uma medida de valor para os arquitetos, pena que sua formaçao nao contemple tanto.

  49. Boa tarde amigos. Nós sabemos que o sistema CREA-CONFEA, por abrigar um número gigantesco de categorias profissionais, tanto de nível técnico como de nível superior, não tem condições de dar a devida atenção a cada categoria individualmente. Em função disso, devido a hegemonia dos engenheiros civis no conselho, sempre prevaleceram em termos de decisões sobre atribuições, e nem sempre com coerência. Esta é uma das razões que levou os nossos amigos Arquitetos a lutarem por um conselho próprio. Esta questão de outras categorias além dos habilitados em elétrica é antigo, eu ouço falar disso desde que me formei, em 1984, deu muito pano para manga, e na minha opinião só terá alguma chance de resolução quando os engenheiros eletricistas conseguirem ter seu próprio conselho ( visitem https://www.cfee.eng.br/ ). Os arquitetos se uniram e conseguiram, nós precisamos fazer o mesmo, ao invés de nos envolvermos em discussões intermináveis que não tem qualquer efeito prático. Eu também, se tivesse respaldo, gostaria e não abriria mão de exercer funções nas quais não sou especialista, mas tenho noções básicas, pois lógicamente aumenta o leque de atuação profissional. Os arquitetos tem colhido os frutos de sua capacidade de união; Infelizmente existem modalidades de engenharia em que a falta de união e individualismo começam nos bancos da universidade e continuam na vida profissional. Precisamos aprender com quem seguiu o caminho efetivo. Agradeço aos nobres colegas Arquitetos por este espaço democrático de exposição de idéias.

    1. Boa tarde a todos os colegas Arquitetos, Engenheiros e Técnicos, CONCORDO TOTALMENTE com sua resposta Hélio, o CONFEA/CREA não presta para absolutamente NADA, o CAU está de parabéns pois luta pelos interesses de seus profissionais, gostaria rapidamente de dar 2 exemplos que demonstram a incompetência e inutilidade do CREA: primeiro que se vocÊ precisar desarquivar um processo junto a prefeitura de SP, caso você seja um Advogado ou Corretor de Imóveis basta apresentar a carteira profissional que você pode dar vistas ao processo de um imóvel qualquer junto ao arquivo, mas no caso de nós Engenheiros precisamos de procuração do proprietário do imóvel, quem mais precisa dar vistas ao processo um Engenheiro ou um Advogado? Outro exemplo, sou Engenheiro Civil e Técnico em Eletrotécnica, posso projetar e executar um SPDA, mas não posso assinar a medição do mesmo… PARA CONCLUIR, acho ridículo essa discussão de atribuições, Arquiteto pode isso, Engenheiro pode aquilo, cada um faz o seu curso e se especializa em sua área de atuação e ponto final!!! Tá cheio de Engenheiro que sabe muito mais de projeto do que Arquiteto e também existe um monte de Arquiteto que sabe muito mais de obra do que a maioria dos Engenheiros que eu conheço, a radicalização só serve para uma coisa: criar desunião!!!!!

  50. Desde quando , distribuidoras de energia exigem responsabilidade técnica para instalações elétricas de Baixa tensão em residências . Se vocês ,. Arquitetos , estão emitindo RRT , para concessionaria com certeza não é para instalações em moradias .portanto vocês estão ultrapassando ou invadindo os limites .de competência de um Arquiteto .se vocês querem atuar na área de instalações eletricas , vão se capacitar para tal . desistam da Arquitetura e vão estudar elétrica
    Não faz sentido estudar Arquitetura e depois atuar na área de elétrica .O mesmo comentário cabe aos engenheiro Civis Pois Já vi engenheiro Civil assinando Padrão de entrada de Energia de BT para a concessionaria CPFL em área Industrial.

  51. Sou técnico em eletroeletrônica. Também estou cursando Engenharia Elétrica, estou no quarto ano. Tenho 44 anos, 28 anos atuação profissional. Já ví muitos acidentes elétricos acontecerem por falta de domínio da complexidade do assunto e negligência de segurança requerida em projetos, inclusive de baixa tensão, que , infelizmente, faz mais vítimas. São pessoas que confiam ao profissional sua integridade física e a de sua família. Tem muita gente que acredita que só porque seu conselho de classe lhe concedeu atribuições, está apto a exercê-las. Quanto vale uma vida? Alguns trocados a mais no projeto? Sinceramente, somente quem faz Engenharia Elétrica tem condições de compreender a complexidade envolvida em circuitos elétricos. Trabalhamos com energias com potências bastente elevadas, memo em baixas tensões, os cálculos devem ser realizados com bastante domínio. Quem se aprofundou em cálculos envolvendo fasores em termos de cálculo de EDOs irá concordar comigo. Acho que deveria ser assim: cada um na sua. Tenho domínio em outras áreas, além de experiência, mas não executo porque acredito que a segurança e integridade física do cliente é seu maior patrimônio.Questão de ética e respeito a outros profissionais. Subestimar a complexidade envolvida denota falta de domínio, irresponsabilidade e incompetência. Trabalhem em equipe. Obrigado.

    1. Jeferson , quero fazer eletrotecnica, estou entrando na área de paineis solares, sabe me informar se o tecnico em eletrotecnica, pode fazer o ART PARA PROJETOS FOTOVOLTAICOS?

    2. Melhor comentário. Concordo totalmente contigo. Sou eletrotécnica há mais de 10 anos e já fiz metade do curso de engenharia elétrica e realmente a gente vê muita gente se achando engenheiro eletricista só Porque pegou algumas míseras disciplinas na faculdade. O que são 30, 40, 50 horas de conhecimento básico em eletricidade em comparação à mais de 4000 mil horas?! É realmente um absurdo o que estão fazendo com essa falta de limites. Na verdade o único profissional que poderia fazer projeto elétrico deveria ser o engenheiro eletricista e acabou.

  52. Entrei com uma ação contra o CREA/RO em indeferir projetos de loteamentos/topografia assinado por geógrafo. A incongruência está que desde tempos as atribuições dos agrimensores, geógrafos, cartógrafos são as mesmas. Pois a categoria profissional e campo é o mesmo AGRIMENSURA. Em 1 instância fora deferida liminar. O CREA/RO, agravou, perdeu. Agradou no STJ perdeu de novo.

    Todos nos profissionais devemos buscar o direito pois os conselhos não são donos da verdade.

    1. Caro amigo, concordo cm vc em tudo, pois já fiz uma reclamação no CREA da minha cidade via site e vou pessoalmente no CREA e conversar com os conselheiros para os mesmo tomar providência, sendo que seria interessante vc e seus amigos fazer o mesmo, temos que derrubar este absurdo que os Arquitetos querem fazer.

  53. Sou arquiteta e já fiz vários projetos de elétrica para residências e inclusive órgãos públicos. Nenhum bicho de sete cabeças….O engenheiro eletricista que trabalhava comigo na empresa não sabia nem qual era o símbolo de uma tomada baixa e para fazer simples cálculos precisava do auxílio de uma apostila e, por muitas vezes, recebemos reclamações de super dimensionamento. Entonnn meus queridos, o que dizer de um engenheiro que estudou 5 anos e que nunca apresentou capacidade para projetar sequer uma elétrica de uma residência? Dentro da minha atribuição, eu como arquiteta, posso sim fazer projeto de elétrica de baixa tensão. Estudei o suficiente para isso e não quero e nem preciso tirar o lugar de ninguém. Aliás, profissional que se preza não tem necessidade de ficar menosprezando profissionais de outras áreas. O arquiteto é um leque. Atuamos em vários segmentos. Estudamos muiiiiiiiiito, mas infelizmente somos atacados por essa classe desunidade chamada engenheiros. Sou professora e já ouvi várias barbaridades de meus alunos. Barbaridades ouvidas de engenheiros, colegas professores, diminuindo o potencial de um arquiteto. A pior que ouvi foi “um arquiteto não pode projetar prédio acima de 3 pavimentos” ou “arquiteto com especialização em engenharia de segurança do trabalho não pode assinar como tal”, “arquiteto não faz cálculo estrutural” e por aí vai…….cansada disso. Sou arquiteta com muito orgulho e me garanto muito em atuar dentro das minhas atribuições. Sou engenheira de segurança e posso assinar pela CAU sim. Sou arquiteta e posso fazer projeto de elétrica sim. Não sei qual a dificuldade em fazer um projeto de elétrica de uma residência. Não preciso ser médico para projetar uma sala de cirurgia…e sou muito capaz para realizar tal projeto. Pesquise mais sobre arquitetura antes de falarem tanta insensatez.

    1. Boa noite Vera, realmente traçar os condutos em um planta baixa é bem simples , assim como eu desenho plantas de casas que também não é bicho de sete cabeças como diz . Mas realmente vc pode até desenhar um projeto mas cálculo curto circuito coordenação de disjuntores , será que tem essa competência técnica? Projetos somente no papel simples quero ver se o tal é. Executável, se seu colega de trabalho não sabe simbologia, deve se respeito à outros colegas Engenheiros que de fato sabem projetar ! Jamais despreze outros profissionais. ARQUITETOS NEM ENGENHEIROS SÃO DEUS .

    2. Boa noite Albert, não foi minha intenção ofender os engenheiros! Belíssima profissão. Contudo meu caro, vc deveria se informar melhor sobre arquitetura. Não “desenho” projetos, não copio projetos. Eu mesma os desenvolvo. Desenvolvo além do que me permitem, mas de acordo com minhas atribuições, assino até aonde me cabe! Assim como pede respeito aos profissionais engenheiros da área de elétrica, ao qual não faltei, sugiro q comece por vc tal atitude. Pq vc não faz arquitetura para acabar de vez com esse preconceito de que arquiteto só faz Casa Cor? Talvez vc possa ter um pouco mais de noção do que é arquitetura. Aprecio os engenheiros civis e suas soluções, aprecio os engenheiros elétricos, os designers de interiores, os técnicos. Aprecio todos aqueles que exercem sua profissão com competência. É o seu caso? Se sim, parabéns! Não desprezo os outros profissionais não meu caro, mas sinceramente? Cansada de ter minhas atribuições e minha competência como arquiteta ridicularizada por profissionais como vc! Faço projeto de elétrica sim. Atualmente estou desenvolvendo um projeto de baixa tensão e darei entrada na concessionária. Assino RRT, faço reuniões com clientes e sim, calculo circuitos, disjuntores, DR, e tudo o que me compete! Estudo muito, desde que me formei. Atuo na área e estou sempre atualizada com as normas. Sinto muito se vc e seus colegas, assim como os eng civis, não são capazes de realizar todas as atividades que compete a um arquiteto. Arquitetura é um leque meu caro. Puro preconceito e na maioria das vezes, uma imensa maldade em denegrir a imagem do arquiteto! Cordiais saudações!

    3. Desculpe, mas certeza que vc arquitetos não tem formação para atender todas as atribuições oque o CAU atribui, caso contrario o curso de arquitetura teria que ter duração de minimo uns 12 anos…. conceito de instalações de baixa tensão é muito amplo….certeza que vc não sabe dimensionar um condutor e nem um disjuntor de acordo com as normas, principalmente no que diz respeito a corrente de curto circuito…o conceito de instalações de baixa tensão é muito amplo…sabe fazer calculo estrutural?? Instalações de combate de incendio?? Instalações de rede de logica….instalações de uma casa e de uma loja pequena qualquer eletricista sabe…agora oque é quero ver quando a instalação for de grande porte…..

    4. Prezada, Vc não é engenheira eletricista… arquitetos ainda colocam em seus projetos lâmpada incandescentes nos seu “desenhos”… já ajudei vários colegas arquitetos na mesma disciplina da faculdade que não sabiam fazer um calculo de estrutura, portanto não menospreze uma categoria por um profissional que não sabe simbologia… agora arquitetos ..não sao engenheiros… quer dimensionar circuitos..e fazer isso direito de acordo com as normas ABNT/NR10/Normas de Concessionaria… vá fazer Engenharia Elétrica.. ou vc não consegue???
      Senão Fique com os projetos arquitetônicos e Urbanismo e deixe a eletricidade para os verdadeiros especialistas…os Engenheiros Eletricistas.

    5. “Sinto muito se vc e seus colegas, assim como os eng civis, não são capazes de realizar todas as atividades que compete a um arquiteto.”

      KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    6. Realmente, um projeto elétrico para uma residencia é absurdamente simples, mesmo com dimensionamento de condutores, disjuntores e aterramento. Essas competências são dadas no curso de Arquitetura, que tem cadeira de instalações elétricas prediais ensinando o necessário.
      Aliás, a função do arquiteto é tornar espaços funcionais e adequados para as condições humanas, o acesso à energia elétrica faz parte disso. Infelizmente muitos ainda acham que o arquiteto é um desenhista, informem-se.
      Obviamente qualquer arquiteto com ética não vai realizar um projeto complexo em eletricidade, como um industrial por exemplo.
      Eu mesma já fiz outros cursos de elétrica para ir mais a fundo e complementar, mas jamais tomaria o lugar de um Engenheiro Eletricista em projetos complexos.

  54. Atualmente, aqui em Recife e especificamente em Jaboatão dos Guararapes a ANEL através de seus desinformados “gerentes” estão tentando me impedir de assinar um projeto elétrico de baixa tensão. Entrei em contato com o CAU/PE e fui orientado a agir judicialmente. Isso é uma vergonha!

  55. Hoje tentei fazer cadastro na CPFL Paulista e também é exigido CREA.
    Trabalho na área de projetos de sistemas fotovoltaicos e há dois anos estou tentando contato de diversas fontes com o CAU/BR, CAU Regional pra saber se esses projetos, em baixa tensão, também são resguardados pela resolução 21/2012 e ainda não consegui uma resposta.
    Somos habilitados a projetar e aprovar sistemas fotovoltaicos?
    E no caso dessa companhia em não permitir se quer o cadastro para aprovação de projetos elétricos, é possível uma averiguação?
    Grata

    1. Creio que não seja atribuição para o perfil do Arquiteto projeto de geração de energia elétrica, que é o caso da geração fotovoltaica, mesmo para uso predial. Não há matéria de geração de energia na grade curricular padrão do curso de arquitetura. É esse tipo de discrepância que faz a revolta dos profissionais de engenharia elétrica. Não há limites para os profissionais de arquitetura e de engenharia civil.

    2. Gerusa, graças a Deus que a CPFL não esta aprovando os seus projetos como Arquiteta, aconselho a senhora fazer engenharia elétrica e logo em seguida entrar com o pedido de aprovação na CPFL, eu trabalho com vários projetos da CPFL e eles são bem rigorosos e concordo com eles.

  56. Meu Deus agora o exercício das profissões técnicas no Brasil virou piada, Arquitetos realizando projetos de instalação elétrica com aval da Justiça Federal, onde irá parar isso? Já não bastava Eng Civil fazendo o mesmo invadindo a área dos Eng Eletricista, agora também os Arquitetos o querem.

    Esse país é uma verdadeira piada!

    1. Depende Edair. Se eles se especializaram em Instalações Prediais não vejo por que não fazer. Não tem engenheiro civil assinando plantas arquitetônicas? Pois é… bem-vindo.

  57. 1) saber o que é e como se relaciona as potências ativa, reativa e aparente
    2) Conhecer o que é um fator de demanda e um fator de carga e diversidade
    3) SabeR o que é um gradiente de potencial e como este influência o aterramento elétrico;
    4) saber o que é um fluxo de carga e como ele se comporta frente a uma corrente de curto circuito.
    5) qual a diferença entre DDR e IDR,
    6) explicação do funcionamento de um interruptor intermediário!
    EU ESTOU SEMPRE ME ATUALIZANDO PARA BAIXA TENÇÃO
    OBRIGADO

  58. Acredito que uma residencia tipo casa popular, ou seja, padrão de fornecimento monofásico, poderia sim, ser da competência de arquitetos. O fato é que numa instalação mais complexas, temos grande volume de energia o que demanda um fluxo de potencia maior, principalmente quando envolve bombas e motores elétricos. Não só o conhecimento citado acima como os próprios fatores de projeto, mas também calculo de curto circuito, queda de tensão, esquemas de aterramentos e principalmente a seletividade da proteção. Gostaria de informar que são múltiplos o conhecimento e além desses conhecimentos deve-se ter habilidades o que determina a competência em tal disciplina. Então, vamos ser éticos e se colocar cada qual em seu lugar para que possamos ofertar aos nossos cliente os requisitos de um bom projeto com segurança, confiabilidade, continuidade de serviço, conforto, acessibilidade, flexibilidade, manutenabilidade, entre outros.

    Luiz Neves
    Engenheiro
    Especialista

    1. Cao Luiz, eu descordo com vc, mesmo um simples projeto tem que ser feito por engenheiros eletricistas, pois este simples projeto pode ocorrer um erro fatal e até a morte todos sabem que 50volts mata a uma pessoa, e uma casa pode ter tensões de 127, 220 e 380Volts, se for mal dimensionados e executados pode ter graves acidentes.

    2. Com certeza um projeto simples de iluminação com tomadas de uma casa por exemplo é possível um arquiteto fazer com segurança, mesmo com dimensionamento de condutores, disjuntores, aterramento e etc (é ensinado no curso de Arquitetura por ex). A função do arquiteto é fazer do espaço utilitário e adequado para as condições humanas, o planejamento de acesso à energia elétrica faz parte disso.
      Obviamente projetos complexos, industriais por exemplo, qualquer um pode ver que é de responsabilidade do Engenheiro Eletricista, até porque alguém de outra área não saberia por onde começar.

    3. João Carlos Frech, o que mata é a corrente e não a tensão. Um bom exemplo são as cercas elétricas. No curso de engenharia elétrica não falam disso?

  59. Nunca vi um engenheiro eletricista fazendo um projeto hidrossanitário ou qualquer outro que não seja um projeto elétrico.
    A verdade é que arquitetos e eng. civis estão roubando atribuições que não são deles. o Engenheiro Eletricista estuda 5 anos apenas na área específica que é a elétrica, e mesmo assim não sabe muita coisa do assunto. O eng civil vê uma matéria apenas e quer assinar projeto? Se nem o tecnico que estuda mais pode assinar, pq o eng pode? Arquiteto é ainda pior, não devia nem poder passar perto de um projeto elétrico.

    1. Rafael, concordo com vc quanto aos eng. civil e arquitetos de assumirem responsabilidades técnicas do ramo da eng elétrica. Não desmerecendo os eng. civis e arquitetos mas 30 horas de aula sobre elétrica como já vi na grade de arquitetura é um absurdo! O curso básico de eletricista residencial é 120 horas.
      Quanto aos técnicos, discordo de vc. Como técnico em eletrotécnica (pela Etec Getúlio Vargas, 2.000 horas), projeto e executo instalações elétricas residencial, predial, industrial, extensões de redes elétricas, SPDA dentre várias outras atividades, limitado somente à 800 kva, que é kva para zorra, nunca cheguei nem na metade desse limite.

    2. COncordo com o Cristiano. O COnfea estabelece que Tecnicos em eletrotécnica atuem em projetos de até 800kVA em Baixa Tensão.

    3. Um projeto simples de iluminação com tomadas de uma casa por exemplo não necessita de estudo de 5 anos em elétrica, mesmo com dimensionamento de condutores, disjuntores, aterramento e etc (é ensinado no curso de Arquitetura por ex). A função do arquiteto é fazer do espaço utilitário e adequado para as condições humanas, o planejamento de acesso à energia elétrica faz parte disso.

    4. olá,sou eletrotécnico e o CONFEA menciona em 800kva mais não fala em tensão,alguns CREAs estão limitando a gente em apenas 75 kva

    5. O tema energia elétrica é tão extenso que existe um monte de curso (até engenheiros de alimentos) que não tem afinidade nenhuma com eletricidade que acha saber tudo sobre o assunto.Fazer o que né!!!!!

  60. Sinceramente, creio que antes dos Engenheiros tomarem a iniciativa de criticar Arquitetos, deveriam procurar conhecer a grade curricular do curso de Arquitetura e Urbanismo.
    Com certeza, deixariam de ter esta impressão errônea sobre a formação dos Arquitetos e Urbanista.

    Abraços à todos, Arquitetos e Engenheiros!

    1. Sou professor e posso afirmar que arquitetos não tem na grade curricular experiência para desenvolver projetos elétricos

    2. Eu como engenheiro eletricista afirmo que é um absurdo esta resolução N°21 dos arquitetos, o mesmo poderem projetar, executar, fiscalizar, lecionar e entre outras atividades em instalações elétricas de baixa tensão, o que é baixa tensão? É de 50 volts até 1000 volts de acordo com a NBR 5410, como que um arquiteto tem a competência para esta atribuição?
      Cadê o CREA para fiscalizar este absurdo, sendo que eu pago o meu CREA de pessoa física e de pessoa jurídica para poder trabalhar na área elétrica, juntando os dois paguei mais de R$900,00 de anuidade neste ano de 2017 e fora as ART que emito diariamente que neste ano subiu o valor mínimo para R$ 81,53.
      Já que os arquitetos querem ser responsáveis pela área elétrica, por que eles não fazem engenharia? Ou cria um curso de arquitetura de eletricidade?
      Eu como todos os meus colegas engenheiros eletricista não concorda com esta resolução.
      Espero que o CREA derrube este absurdo.
      Logo os arquitetos estão fazendo serviços de mecânica, automação industrial e entre outras engenharias, sendo que vai ser melhor e mais barato ser arquiteto que abrange todas as engenharias. No meu ponto de vista é isso que o CAU está querendo fazer.

    3. Se arquitetos não tem competência para executar projetos elétricos acredito que engenheiros civis também não tem, pois a grade curricular dos dois cursos tem carga horária dessa disciplina muito parecida.

    4. fiz arquitetura e técnico em eletrotécnica, ambas em publicas renomadas, no tratante a projetos de BT não há nada que o curso de eletrotécnica, que habilita o profissional a projetar em BT até 800kVA ensine que não tenha sido ensinado na universidade. O que esta em pauta eh basicamente o conteúdo da 5410, ninguém quer atuar além disso. Lembrando que as disciplinas são lecionadas por engenheiros elétricos, no caso de universidade publicas, doutores (o que ja vai bem além do que muitos críticos daqui são), e que o conteúdo para tal prática é ensinado… pa concluir, habilitação não quer dizer competência, a habilitação vem da formação, a competência é pessoal. Não é justo retirar a habilitação de todos devido a falta de competência de alguns.

  61. Um fato que está acontecendo hoje no Brasil é que está havendo um crescimento na demanda por profissionais qualificados em elétrica por erros de projeto e por mal orientação em obra. Para exemplificar hospitais como a rede Sarah em Brasília está abrindo concurso para área de projetista de elétrica lá tem arquiteto no quadro. É preciso lembrar que o que se projeta se torna realidade em campo. E quem vai tirar dúvidas do eletricista por um erro eventual de projeto? O fato que estes projetos feitos por qualquer um, seja ele arquiteto ou engenheiro, sendo um projeto ruim vai ser péssimo para a obra. Onde estamos numa crise de boa mão de obra qualificada vai dar problema. Quadro elétrico pegando fogo, fios mal dimensionados e assim por diante. Ainda bem que um projeto de uma usina hidrelétrica, uma linha de transmissão, uma subestação é preciso apresentar “norral” de outros projetos ou obras semelhantes para o bom funcionamento, se não tiver qualificação a pessoa nem chega perto – algo comum em média e alta tensão. E que o CAU também puna os arquitetos e outros profissionais onde as obras forem mal sucedidas por erro de projetos, causando graves acidentes de trabalho.

  62. O que vejo é que as chances de serviços na área de eng. elétrica residencial e predial estão nas mãos dos eng civis e arquitetos pois os mesmos já pegam tudo e nós da área elétrica estamos cada vez mais a ver navios. Até quando vamos passar por isso para podermos corrermos atras de nossos direitos?? Direitos que foram repassados para outras áreas e pelo que to vendo daqui a pouco qualquer profissional com 30 horas de elétrica básica vai querer e poder se responsabilizar por projetos elétricos.

    1. O arquiteto não estuda somente 30 horas, no meu caso estudei 160 horas. Não generalize. Estudei o suficiente pra projetar instalação elétrica de baixa tensão, inclusive durante o curso projetamos a instalação elétrica completa de uma residência de dois pavimentos. Não se quer usurpar atribuição alguma, mas entende-se que essa atribuição seja compartilhada, assim como os engenheiros civis as possuem, os arquitetos não precisam parar o seu projeto é depender de Eng eletricista pra esses casos, é lógico que o arquiteto sabendo que não tem conhecimento, irá procurar um especialista. Pois a resolução 21 diz tudo que podemos fazer, e diz também que o limite das nossas atribuições é o nosso conhecimento, como garanto que vc como engenheiro eletricista tb possui os limites dentro dá sua área de conhecimento.

    2. Vanessa, para por favor. Nem engenheiro civil e nem arquiteto deveria ter autorização de projetar sistemas elétricos. Duvido que nessas suas 160 horas de aula você saiba fazer uma análise de circuitos. Duvido que você saiba fazer uma correção de fator de potência. Duvido que você saiba sequer o que signifique um circuito com impedancia predominantemente indutiva e porque ela é prejudicial do ponto de vista econômico. Duvido que voce saiba o que é uma tensão com harmonicos, o que causa e como corrigir.
      Os caras fazem uma matéria de instalações e acham que são capacitados, por favor.

    3. Eduardo, vi tudo isso que voce falou na minha disciplina de Eletrotécnica (60h), e um pouco em Laboratório de Fisica 2 (30h) no meu curso de Eng. Civil! Alem de ter pago a obrigatória de Instalações Elétricas PREDIAIS (60h). Sem falar que tinhas a disciplinas eletivas:
      Introdução ao Cabeamento Estruturado (30h);
      Eficiência energética (30h) e
      Proteção contra Descargas Atmosféricas (30h).
      Então, por favor, não generalize pra Eng. Civil.

    4. Amigo bom dia, já imaginou se cada receita medica o medico pagasse $85 para o CRM? Pois nós a cada “receita” recolhemos isso, no mínimo. Também tivemos um semestre de resistência dos matérias, podemos nós eng.eletricistas assinar projetos estruturais ?!! Claro que não, creio que um arquiteto esta apto a dizer que um ambiente precisa de 2,4,10 tomadas ou sobre iluminação, porem dimensionar, seletividade, seccionamento, proteção é ridículo. Vi um amigo falando sobre qualidade de energia, sera que ele sabe o que é uma harmônica? Flicker? Capacitância? Reatância? Afundamento? Esse país é um lixo, os concelhos são frouxos e incapacitados e inoperantes, e nossa justiça uma piada.

  63. Deveríamos, nós da eng. elétrica, consultarmos advogados quanto a um recurso contra essa decisão em instâncias superiores.

  64. Logo os arquitetos estão fazendo serviços de mecânica, automação industrial e entre outras engenharias, sendo que vai ser melhor e mais barato ser arquiteto que abrange todas as engenharias. No meu ponto de vista é isso que o CAU está querendo fazer.

  65. Sendo arquiteto posso ?

    Posso executar projeto de mini geração de energia fotovoltaica menor que 75Kva ?
    Posso elaborar projeto de mini geração de energia fotovoltaica menor que 75Kva ?
    Posso elaborar projeto de medição agrupada menor que 75Kva?
    Rede de distribuição de media tensão com carga até 112,5 kva?
    Rede de distribuição de media tensão com carga até 300 kva?

    1. poderá, quando aprender a utilizar e escrever as unidades corretamente. srº vICTOR cESAR gUIA mONTEIRO.
      kVA:
      k=quilo
      V=Volt
      A=Ampere

    2. SE VOÇE ASSINAR A RRT DE CADA EXECUÇÃO PODE…VOÇE ESTA DECLARANDO QUE VOÇE TEM CAPACIDADE E RESPONSSASBILIDADE PELA EXECUÇÃO….O ENGENHEIRO CIVIL TEMBEM COMO ELE É O EXEECUTOR ,MELHOR PARA ELE .QUANDO NÃO FOR ASSIM ELE VAI ATRAZ DO PROJETISTA CALCULISTA …

  66. O que é certo é que arquitetura não é engenharia e então como arquiteto pode exercer atividade da engenharia elétrica? Engenheiros civis e arquitetos tem em grade curricular apenas 30 horas/aula super básica ai querem ser profissionais da área. nós da área elétrica estamos ferrados pq os primeiros a pegar as obras são os eng. civis e arquitetos e nos da elétrica ficamos chupando dedo. Só num país que nem o Brasil é que acontece esses absurdos!

    1. Então por que os engenheiros querem continuar a assinar os projetos de arquitetura? eles não tem hora/aula suficiente para entender de espaço como nós.

    2. Cara, tambem não é assim em relação a Eng. Civil! Temos as disciplinas obrigatórias de:
      Laboratório de Física 2 (30h);
      Eletrotécnica Aplicada (60h);
      Instalações Elétricas PREDIAIS (60h) e
      Laboratório de Instalações Elétricas (30h).

      Alem disso temos algumas eletivas como:
      Introdução ao Cabeamento Estruturado (30h);
      Eficiência energética (30h) e
      Proteção contra Descargas Atmosféricas (30h).

      Então, podemos sim trabalhar tranquilamente com Instalações Elétricas de Baixa Tensão!

    3. karina braga, um erro em um projeto arquitetônico não causará um incêndio ou um colapso em uma estrutura, no máximo algum desconforto.

    4. Gostaria de acrescentar alguns detalhes a essa discução:
      5. Baixa Tensão (BT): tensão superior a 50 volts em corrente alternada ou 120 volts em corrente contínua e igual ou inferior a 1000 volts em corrente alternada ou 1500 volts em corrente contínua, entre fases ou entre fase e terra.
      Senhores especialistas, um raio tem 10kV/cm, ou seja uma nuvem a 500 m (metros) teria uma descarga de 5 milhoes de volts, onde isso é baixa tensão para dar direto a arquiteto assinar SPDA. acho que as 30h de SPDA deles é muito duvidosa.
      Outro detalhe telecomunicações (rede de informatica, telefonia, comunicação rs232, rs485) tem tensão abaixo do nivel de 50V (volts) alternado e 120Volts contínuo portanto não é baixa tensão, todas essas envolvidas em cabeamento e automação residencial, predial, comercial.

      Como ve toda essa carga horaria não foi suficiente nem mesmo pra se auto declarar capaz de forma correta.

    5. QUANTAS RRT O ENGENHEIRO CIVIL TEM POR DEVER APRESENTAR E FAZER O RECOLHIMEENTO PARA O CONSELHO?????

  67. luiz pedro,sou eletricista e cursei eletrotecnica,para projetar sistemas eletricos tem haver por parte do profissional bastante conhecimento teórico e pratico,portanto eu vejo o arquiteto na condição de indicar os pontos na planta baixa.

  68. Profissionais(todos) com formação em uma determinada especialidade somente poderiam atuar em outra área que não seja a sua, se comprovarem o domínio da área pretendida através de uma prova realizada pelos devidos conselhos CAU e CREA.
    Veja o exemplo da área medica, em que estes profissionais só exercem determinadas especialidade após a residencia.
    Com esta exigência o cliente terá um profissional qualificado, e com os conhecimentos necessários.
    Como esta sendo feito hoje o cliente esta comprando e não esta levando, sejamos mais honestos.

  69. Engenheiros ou Arquitetos que queiram atuar em outras áreas que não a de sua formação, somente poderiam exercer serviços nestas áreas quando realmente comprovarem através de provas realizadas pelos conselhos.
    Como esta hoje, com toda esta liberalidade, os profissionais de algumas especialidades “civil e arquitetura, apoiada pelos conselhos e a justiça podem fazer tudo.
    Atento que estes conselhos são corresponsáveis.

  70. Olá, Pessoal.
    Tive á oportunidade de ler essa matéria do CAU, logo visto que realmente á justiça do brasil consegue ser tão ignorante de dar ganho de causa aos Arquitetos, vejo que caminhamos não pro futuro e sim pro abismo, sem se quer ouvir o conselho deliberativo do CREA/CONFEA,não que os arquitetos não tenha competência e sim não tenhe um conteúdo complexo de elétrica ao qual os Eng.Eletricistas e técnicos em Eletrotécnica tem, cada um na sua atribuição,Acredito que o CAU vende ilusão ao curso de arquitetura,dizendo que eles podem tudo devido algumas horas de conhecimentos básicos de outras áreas,EU sou Engenheiro Mecatrônico,Eng.Seg.Trabalho,Técnico em Instrumentação e Eletrotécnica, mesmo assim estou cursando especialização em Eng. Elétrica para ter total liberdade de assinar ART em projetos elétricos, ou seja me capacitando mais..Então Srs.Arquitetos por favor vai fazer uma especialização para adquirir conhecimentos em outras áreas.

    1. Carissimo, Tony e demais leitores, sem dúvida, concordo com sua posição, sou Eng. Eletricista, Técnico em eletronica, Especializado em rede de computadores e automação residencial e corporartiva, e tenho lido os relatos de todos os lados, também busquei ler as atribuições que os arquitetos se deram. A verdade e que atribuições deveriam ser definidas por comites multi-disciplinares e amplamente discutidos por causa do impacto na sociedade e não impostos por que eu acho que posso. Encontrei outros detalhes como o item 1.5.11. Projeto de cabeamento estruturado, automação e lógica em edifícios; 2.5.11. Execução de cabeamento estruturado, automação e lógica em edifícios. A questão e que o CREA só se preocupou com os engenheiros civils e eliminou os limites que o proprio CREA havia imposto que eram atribuições de projetos eletricos até 75kVA e baixa tensão. A sociedade esta perdendo trocando especialistas por genericos de ego inflado.

    2. Carissimos,

      Não adianta reclamar aqui, passou da hora de assumir a responsabilidade, assim como os arquitetos sairam,
      Filia-se e apoiem o Conselho Federal de Engenharia Eletrica.

  71. Bom dia gente, estava dando uma olhada nos comentários, verifiquei várias dúvidas de muita gente, espero que alguém tome conhecimento disso e possa brigar pelos os engenheiros civis, eu assinei uma art de elétrica, não chegava nem a 75kva, fui embargado pela ligth e crea, vou estar passando a nota do crea referente a informação que recebi no email deles, engraçado que eles mesmo autorizam e no mesmo tempo diz que não, fiquei com as mãos atadas, eles só querem receber, mas brigar pela gente nada, fiquei mas constrangido com o cliente,eu ainda enviei o email para o crea perguntando, eles não me deram nenhuma resposta positiva nem negativa, tem um arquiteto que ganhou a causa na justiça esse e o endereço eletrônico: http://www.au.pini.com.br/arquitetura-urbanismo/noticias/justica-permite-que-arquitetos-assinem-projetos-de-instalacao-de-energia-369662-1.aspx

    Prezado (a) Senhor (a)

    Vimos, por meio deste, acusar o recebimento do protocolo em referência e informar que, ART nº ……. encontra-se cancelada.

    Informamos também que a Coordenação de Registro e Cadastro e Acervo Técnico CORC, autorizada pela Câmara Especializada de Engenharia Elétrica CEEE, através da Decisão nº 330/2005-CEEE, anulou a ART nº ……, por incompatibilidade entre as atividades desenvolvidas e as atribuições do (a) profissional, considerando o que dispõe o Inciso II do art. 25 da Resolução nº 1025/2009 do Confea e o item 2 da 3ª categoria dos Parâmetros e Procedimentos da Norma NF-06/89-CEEE/5ª.Revisão, que trata dos limites e competências do (a) profissional Engenheiro Civil, a saber: Projeto e/ou execução de instalações de entrada de serviço de edificações isoladas ou instalações internas de energia elétrica (a partir da medição da concessionária inclusive) de edificações isoladas ou de unidades consumidoras individuais situadas em edificações de uso coletivo, com finalidade COMERCIAL OU RESIDENCIAL, monofásica ou polifásica, ligada ao sistema de baixa tensão da concessionária, com carga total instalada não superior a 75 KW, com limite de potência de força motriz de 20CV, já incluída na carga instalada. O estabelecimento da responsabilidade técnica dar-se-á somente quando as atividades anteriores forem caracterizadas como obra COMPLEMENTAR à edificação NOVA sob responsabilidade do (a) MESMO (A) profissional.

    Diante ao exposto, lembramos que o (a) ENGENHEIRO CIVIL, possui atribuições elencadas pela RES 218/73 ART 07 (AT. 01 a 18), do CONFEA.

    Esclarecemos que neste caso a ART NULA não cabe Devolução de Taxa conforme item 11.6 da Decisão Normativa 085/11 do CONFEA.

    Na oportunidade, comunicamos que o referido protocolo foi encaminhado à Coordenação Financeira do CREA-RJ, para a devolução do valor pago na ART nº O…….1 (cancelada).

    VSBT

    Atenciosamente

    Coordenadora de Registro Cadastro e Acervo Técnico – CORC

    Pra quem tem dúvida, tinha que entrar na justiça….., mas o valor era pouco, e o cliente estava com muita pressa.

    1. EEngenheiro civil eles entendem muito mesmo é de estrutural,,,e olha la quando não se nescessita de fazer uma adeequação de projeto se a empresa que vai executar a obra for idonea,,,se não aconteeça o que vemos pelo pais,marquizes ,pontes,predios desaBANDO,rodovias com tempo de validade de quatro anos…então não estou geneeralizando..portanto tambem não concordo com a generalização.

  72. Boa tarde,

    Sei que vou ser criticado, Porem o arquiteto não tem competência técnica para elaborar um projeto elétrico !
    pode realizar layout elétrico que bem diferente de um projeto . Observei inúmeros projetos elétricos com erros
    graves de projeto.Quem acaba realizando o projeto na pratica quando elaborado por um arquiteto é o eletricista.
    Penso uma coisa cada um deve ficar na sua devida área , assim todos ganham!
    Sem consultar na internet
    Dimensionar um circuito de um chuveiro, mais um de tomada de uso comum a uma temperatura de 45 graus ,127V ( passando no mesmo eletroduto )
    Qual seção dos condutores ?
    Seção dos eletrodutos respeitando os 40 % de ocupação ?

    Qual a função Do DPS ?

    Quando se deve usar um aterramento IT ?
    Quando não de deve usar aterramento TN -C ?

    Nada de consultar na internet !

    Como disse o Matheus, MG acima 60 horas é apenas para uma pessoas saber o que se trata elétrica,
    é muito mais amplo e complexo .Imagina se um projeto elaborado por um arquiteto venha a pegar fogo por origem elétrica ou
    seu cliente venha a falecer por negligencia de projeto ( desconhecimento acho melhor )

    Att.

    1. Lei de Ohm, lei de potencia, fator de demanda, resistividade, condutividade, etc…. regrinha de três, veja o currículo as ementas antes de citar m.. Quantos engenheiros fizeram grandes porcarias em obras que trabalhei.

    2. Desculpe mas ate técnicos de edificação tem aulas de projeto elétrico. Por que os arquitetos não podem fazer os de baixa tensão , qual é o problema já que a grade faz parte do acervo de matérias de formação profissional??

    3. as normas existem para serem consultadas, não é preciso decorar todas as conformações possíveis…

    4. O maior erro são as pessoas subestimar a inteligência das outras. Todos sabem que se aprendem o simplório.muito brabrabra.

  73. Circuitos Elétricos 1 e 2, Eletromagnetismo 1 e 2, Dispositivos Eletromagneticos são disciplinas do curso de Arquitetura?
    Esse país é uma vergonha, se for assim daqui a pouco o dentista vai fazer cirurgia de cabeça.

    1. Triste ! Esse conselho de arquitetura não tem o mínimo de ética! Quer engolir o mundo. Falta de Respeito com os demais profissionais! O arquiteto, na verdade, mal vê cálculo ! Imagina eletromagnetismo.

  74. Arquiteto pode tudo! É estrutural, é elétrico… é tipo Brasilia votando aumento do próprio salário Hahah. Eu como engenheiro civil acho que cada um deveria ficar na sua área… Arquiteto assina arquitetura, civil estrutura e hidrossanitária, eletricista elétrica. Cada um no seu quadrado e área que o curso realmente capacitou para fazer. Eu paguei diversas cadeiras de elétrica na faculdade e nem por isso me sinto apto a fazer um projeto de elétrica. Uma coisa é ter conhecimentos básicos para entender como funciona, fazer pequenas verificações, entender o sistema construtivo, etc. Outra coisa é dimensionar, Arquiteto pode pagar estrutura, mas calcular um prédio é uma coisa. Engenheiros Civis saem da faculdade sem segurança de calcular, tendo que fazer especializações e cursos a parte para seguir carreira de engenheiro estrutural. Podemos pagar elétrica, fazer um projeto é outra coisa. Mesmo principio se aplica, sem se especializar não se sai com conhecimento suficiente de causa.

  75. Qualquer formação seja Arquiteto, Engenheiro ou técnico fornece apenas o conhecimento básico da matéria. Cabe a cada profissional aprofundar os estudos para a área que deseja trabalhar. Duvido que um Engenheiro saiba efetuar um cálculo estrutural completo quando se forma. Assim o Arquiteto tem na faculdade as noções básicas e normativas de um projeto elétrico de baixa tensão. Elaborar o projeto profissionalmente demanda aprofundar esses conhecimentos adquiridos. Eu particularmente estudei muito, fiz e acompanhei a reforma total elétrica de minha resid6encia e hoje sou capaz de elaborar projetos elétricos de residências, incluindo projeto de cabeamento estruturado.
    O que está sendo discutido acima a meu ver, é o comportamento do profissional incapaz e sem noção. O simples elenco das atribuições profissionais de uma categoria não torna o profissional capaz na matéria. O que dá essa capacidade é o estudo permanente, a pesquisa, o trabalho e a experiência!

    1. Estudar sempre é bom, saber fazer é mais ainda. No entanto, descordo de você pelos seguintes motivos: Digamos eu Engenheiro Eletricista estudo muito medicina, cardiologia, ai você confiaria em mim para realizar uma cirurgia? Segundo, onde morre mais pessoas relacionados a acidentes elétricos é justamente na baixa tensão!! E terceiro, o CAU foi criado justamente para garantir aos arquitetos o seu campo de trabalho e agora como fica o campo do vizinho? Cada um com seu quadrado

  76. Caros amigos profissionais…É com muita tristeza que vejo profissionais da área de arquitetura que por sinal é uma área de importância assumindo atribuições de outras áreas apenas porque tem em sua grade curricular cálculo básico é instalações elétricas BT.Ressalta-se que SSE (sub estaçoes) apesar de alimentarem em bt é um equipamento que opera em tensão primária , portanto fugindo das atribuições de arquitetura.
    Perde o profissional Eng Eletricistra, perde o arquiteto que nao se dedica exclusivamente a sua area e perde a sociedade.

  77. AOS PROFISSIONAIS QUE SE VALEM DE RESOLUÇÕES PARA ENTRAR EM OUTEAS ÁREAS: FAÇAM ENGENHARIA ELÉTRICA, DE PREFERÊNCIA NUMA FEDERAL , PODE SER UFRJ , UFAM OU UFPA…EM MENOS DE UMA SEMANA DESISTIRIAM DO CURSO!…O ÚNICO CURSO DE UMA UNIVERSIDADE QUE TEM CALCULO V, SE CHEGASSEM AS DISCIPLINAS TAIS COMO ELETROMAGNETISMO, CONTROLE E SERVO MECANISMO …SERIA MAIS FÁCIL ACERTAR NA MEGA SENA.EITA BRAZIL ONDE PODE TUDO….Á É A CRISE…SÓ NÃO VAMOS ESQUECER DA SOCIEDADE VIU!

    1. Os arquitetos não estão querendo abraçar o mundo, apenas o direito de executar projetos para os quais se qualificaram. BT não é nenhum bicho de 7 cabeças, ninguém esta querendo projetar sub estações. Não é preciso ser engenheiro elétrico para desenvolver projetos de BT… Triste é ver engenheiros elétricos com tanta formação brigando pelo direito exclusivo dos projetos mais básicos de sua área…

    2. Discordo da sua informação imprecisa, na minha faculdade, onde fiz arquitetura e me formei em 2003, já tinha cálculo V. Obrigatórias eram até cálculo IV, caso o estudante se interessasse poderia fazer a eletiva de Cálculo V tranquilamente.E não está em nenhuma das faculdades citadas.A propósito Brasil se escreve com “s” e não com “Z”. O profissional competente se faz merecedor por sua qualificação e interesse. As especializações e as experiencias profissionais estão aí pra isso.

  78. – Pergunto o que esta turma tá fazendo aqui, posso crer que esse espaço salvo engano é para arquitetos (as) se manifestarem, aí vem um bando de outras profissões dar pitacos, lutem por suas profissões, o que é de vocês está na lei.

  79. Não entendeu direito a BT o sujeito que pensa que Arquiteto não têm qualificação para tanto.
    Ganha a sociedade quando os profissionais têm TODAS as suas atribuições (para as quais foram capacitados) respeitadas.

  80. >>> Se os arquitetos reclamam pela atribuição privativa do Projeto Arquitetônico, alegando que os engenheiros civis têm menos carga horária de aula nesse quesito, então, não seria uma contradição de ideias? Será que os Engenheiros Eletricistas não poderiam seguir o mesmo raciocínio e alegar que seus colegas também não possuem atribuições para certos projetos complementares, como de Instalações Elétricas de Baixa Tensão? <<<

    Eu li a Resolução 21 do CAU, simplesmente os Arquitetos podem fazer praticamente de tudo! Sou Engenheiro Eletricista e ví que não posso fazer absolutamente NADA(!!!) de projeto arquitetônico nem de civil apesar de ter várias disciplinas na graduação que ministram sobre resistência dos materiais, mecânica dos fluidos e mecânica e Até para fazer uma "casinha de cachorro" eu tenho que chamar um Eng. Civil ou Arquiteto, por quê essa discrepância?? Onde está o bom senso e o caráter dos Arquitetos nessa parte agora?

    Eu não quero fazer a parte civil. Eu não quero fazer a parte arquitetônica.

    Eu quero fazer a minha parte apenas que é a elétrica, será que é pedir muito???? Ninguém aqui é burro que não consegue fazer a parte do outro! Mas isso não implica que TENHA que fazer a parte do outro! Eu também preciso pagar as minhas contas, mas nem por isso vou por aí fazendo projeto arquitetônico nem estrutural.

    A parte de baixa tensão é praticamente 90% dos serviços que existem por aí! Eu não posso esperar sair um projeto de uma "usina nuclear" para poder ganhar dinheiro para poder pagar minhas contas! Nem tão pouco um projeto de uma "refinaria de petróleo" sai todo dia para ser feita!

    Uma obra SEMPRE vai precisar da parte arquitetônica, da parte civil e da parte elétrica, tem emprego para todos! Vamos fazer um acordo que paz entre nós e todos ficarão felizes.

    abraços

  81. Sou eng.civil, com pós em energia solar fotovoltaica, e a Elektro negou meu projeto de instalação alegando que sou engenheiro civil, que o mesmo projeto deveria ser feito pelo engenheiro eletrico ou eletroeletronico. Mas um colega entrou com um projeto meu com os dados dele sendo ele arquiteto e passou. Pagamos caro pelo nosso CREA e o mesmo não faz nada. Fui no CREA POR CONTA DA PÓS OS MESMO ME INFORMARAM QUE ELES PODERIAM ANALISAR MEU PEDIDO MAS O MESMO POR CONTA DA LEGISLAÇÃO DO CREA IA SER NEGADO. SERÁ QUE DEVO FAZER 2 ANOS DE ARQUITETURA E PODER ASSINAR TUDO.

  82. Infelizmente a engenharia acabou no Brasil ! Sabem por quê? Engenheiro não tem ética, fala mal dos outros ,enfim sem respeito e ainda por cima resumidos. Hoje o Arquiteto pode fazer desde projeto de irrigação, aterros sanitários até projeto elétrico. Engenheiro anda sujo ! Veja a postura de um engenheiro e um arquiteto. E sou engenheiro civil !!!

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