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Novo prédio do TCE/RR terá projeto de Oscar Niemeyer

Na última sexta-feira (18), foi dado início às obras de construção da sede própria do Tribunal de Contas de Roraima (TCERR). Para marcar o início dos trabalhos, houve a cerimônia para o lançamento da pedra fundamental. O projeto arquitetônico é de autoria de Oscar Niemeyer, referência mundial da arquitetura. O projeto da nova sede foi uma das últimas obras concebidas pelo arquiteto brasileiro e é o único na região norte assinado por ele. A previsão é que as obras sejam concluídas em 24 meses.

 

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A cerimônia de lançamento da Pedra Fundamental contou com a participação do arquiteto Jair Varela, que trabalhou em parceria com Niemeyer na concepção do projeto. Além das autoridades convidadas, também compareceram o presidente do CAU/RR (Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Roraima) Pedro Hees, e a coordenadora do curso de Arquitetura e Urbanismo da UFRR, Cláudia Helena Nascimento.

 

O prédio será desenvolvido de acordo com as normas brasileiras de acessibilidade, além de contemplar modernos sistemas de tecnologia sustentável, como reaproveitamento e controle do desperdício de água, o projeto prevê ainda a opção para uma futura instalação do sistema de captação de energia solar, com a colocação das placas fotovoltaicas no pano de vidro da fachada principal. As novas instalações terão seis pavimentos e um projeto que possui os mais modernos sistemas de instalações, compatibilizados harmonicamente com base no projeto de arquitetura de Niemeyer e Valera.

 

O presidente do CAU/RR, Pedro Hees, disse que é uma honra participar de uma solenidade onde o maior arquiteto do Brasil – Niemeyer – é o autor, pois ele representa o ícone da arquitetura moderna. “Roraima terá uma obra de Oscar Niemeyer. Nossa história arquitetônica será marcada com essa edificação. Tenho orgulho de fazer parte”, falou Hees.

 

Nova sede – Em toda a sua história de 25 anos de instalação em Roraima, esta é a primeira vez que o TCERR terá uma sede própria. Segundo o presidente do Tribunal, conselheiro Henrique Machado, é uma vitória para os servidores, que não terão mais as suas atividades desenvolvidas em unidades espalhadas, mas todas centralizadas em um único local.

 

O volume principal ganhará leveza com um grande pano de vidro que abraça o terraço, onde se localizam o auditório de 1.450 m², com capacidade para 388 lugares, e o plenário para sessões do Pleno, com 150 lugares. Já o plenário para as sessões das Câmaras, com 70 lugares, fica localizado no último andar.

 

As instalações foram projetadas visando a facilidade de manutenção, custos operacionais reduzidos, baixos níveis de ruídos e alto índice de eficiência energética. No térreo haverá uma área para exposições e um espelho d’água que vai gerar um microclima mais ameno na edificação. O estacionamento, localizado no subsolo, disporá de 102 vagas.

 

Publicado em 21/11/2016

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Uma resposta

  1. EXORCISMO ARQUITETÔNICO
    A “MORTE RETARDATÁRIA” sabotou a própria obra arquitetônica de Niemeyer.
    Já era um absurdo um único arquiteto ter o privilégio de projetar sem concurso a capital de um país.
    Agora o seu ” FANTASMA” vem assombrar com um projeto “replicante démodé” totalmente fora do contexto, é no mínimo um “exercício ilegal da profissão de arquiteto”.

    O CAU BR tem que exorcizar esse projeto!

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