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Publicação da ONU sobre parques urbanos com perspectiva de gênero é lançada online

A publicação Parques para Todas e Todos – Sugestões para a implantação de parques urbanos com perspectiva de gênero será lançada nesta quinta-feira (21) online e ao vivo. O material é resultado da parceria entre o Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS) e o Instituto Semeia e foi apoiado pela ONU Mulheres e pelo UNAIDS. A participação é aberta ao público, que deve se inscrever pelo link

 

 

Na ocasião, a consultora do UNOPS e especialista em gênero, Natália Alves da Silva, o Coordenador de Projetos do Semeia, Rodrigo Góes e a Gerente de Projetos da ONU Mulheres, Ana Claudia Pereira, vão apresentar os principais pontos do material.

 

 

Parques para Todas e Todos é uma ferramenta para inspirar a construção de espaços mais diversos a partir da inserção da perspectiva de gênero em parques urbanos em sua implantação ou gestão. Nele podem ser encontradas diretrizes, sugestões e ideias para começar a pensar em parques que considerem as necessidades de todas e todos. O material estará disponível gratuitamente no site do Semeia  a partir do dia 21 de maio, às 17h.

 

Serviço

 

Data: 21/05

Horário: 17h

Link para webinar

Link para baixar a publicação

 

UNOPS

 

O Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS) é um organismo operacional das Nações Unidas. Em todo o mundo, o Escritório apoia o sistema ONU, seus parceiros e governos a fornecer soluções nas áreas de assistência humanitária, desenvolvimento, paz e segurança. Sua missão é ajudar as pessoas a melhorarem suas condições de vida e os países a alcançarem a paz e o desenvolvimento sustentável, alinhado com os objetivos da Agenda 2030.

Os serviços prestados pelo UNOPS abrangem as áreas de infraestrutura, gerenciamento de projetos, compras, gestão financeira e recursos humanos. Os parceiros solicitam os serviços para complementar suas próprias capacidades, aumentar a velocidade, reduzir riscos, promover a relação custo-benefício e melhorar a qualidade de seus projetos em diferentes áreas.

 

Instituto Semeia

 

Criado em 2011, o Instituto Semeia é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos. Com sede em São Paulo (SP), trabalha para transformar áreas protegidas em motivo de orgulho para os brasileiros. Atua nacionalmente no desenvolvimento de modelos de gestão e projetos que unam governos, sociedade civil e iniciativa privada na conservação ambiental, histórica e arquitetônica de parques públicos e na sua transformação em espaços produtivos, geradores de emprego, renda, e oportunidades para as comunidades do entorno, sem perder de vista sua função de provedores de lazer, bem-estar e qualidade de vida. São pilares de sua atuação: a geração e sistematização de conhecimento sobre a gestão de unidades de conservação; o compartilhamento de informações por meio de publicações e eventos; a implementação e o acompanhamento de projetos com governos de todos os níveis, como forma de testar e consolidar modelos eficientes e que possam ser replicados no país.

 

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6 respostas

  1. Quando o tema lhe parecer estranho, pergunte de qual lugar você está falando.

  2. Participem e leiam o material quando publicado, que vocês talvez (ou não) entendam como é importante o debate e inclusão de gênero em vários aspectos urbanos.

  3. Eu penso que parques, ou qualquer outro equipamento urbano, deve ter sempre, como perspectiva, o ser humano, independente de qualquer coisa. Não aguento mais essa história de gênero substituindo a do ser humano. Por acaso o gênero influi num parque? Claro que não! Espaço públicos são neutros, aptos a homens, mulheres, ou outro gênero qualquer.

    1. Parabéns Erika, ainda bem que não sou o único a achar isto estranho. Cansado som essas conversas de gênero, parque é parque, para gente, para o ser humano.Gostaria de saber também, em que o gênero influi no projeto de um parque? Cada uma…

    2. É bizarro como sempre o CAU abraça estas temáticas da agenda global,mais bizarro ainda parques urbanos ‘com perspectiva de genero’…… daqui a pouco os zoologicos deverão ser proibídos….kkkk
      CAU, o eterno militante esquerda caviar…..
      e a arquitetura que se dane….a anuidade tá la!!!!

    3. Concordo plenamente com a “ERIKA, PE”, com o “Fernando Cirne, RJ” e com o “Daniel, MG”. Os espaços públicos devem ser neutros e acessíveis à todos, a cor da pele, a opção sexual, a etnia e a condição sócio-econômica do indivíduo não têm nada haver com a ocupação destes espaços!
      É espantoso ver o CAU se associando à esta agenda globalista, que visa separar a sociedade em pequenos grupos. Me revolta ver o CAU e outros setores da sociedade serem ocupados por estes “socialistas de Iphone”!

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