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Seminário internacional discutirá déficit de moradias no Brasil

A Fundação João Pinheiro realizará entre 14 e 24 de setembro de 2020, o Seminário Internacional Pesquisa Déficit Habitacional e Inadequação de Moradias no Brasil: avanços e desafios.

 

 

 

O evento é parte do projeto de revisão do cálculo do déficit habitacional no país, contratado pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) e irá promover o debate sobre os princípios e conceitos de déficit habitacional para subsidiar o aperfeiçoamento metodológico dos indicadores dessa pesquisa.

 

 

A programação inclui três webinars com apresentações de especialistas nacionais e internacionais: Apuração do Déficit Habitacional e Inadequação de Domicílios e Nova Proposta Metodológica (14/9); Carências Habitacionais na América Latina: formas de cálculo (15/9) e Déficit Habitacional: ônus Excessivo cm Aluguel e o Mercado de Terras Urbanas (16/9).

 

 

Nos dias 21 e 22 serão realizados os Grupos de Trabalho Déficit Habitacional no Brasil e Inadequação habitacional no Brasil; situação atual e novas perspectivas, como mensurá-las?

 

 

Os webinars serão transmitidos pelo canal da FJP no YouTube (https://is.gd/YouTubeFJP) e os interessados podem se inscrever aqui!  Os eventos serão realizados das 14h às 17h.

 

 

3 respostas

  1. O Déficit de moradia poderia ser menor se a legilação, fosse mais flexível. As novas gerações já não mais estão interessadas em possuir imóveis grandes e nem veículos próprio e nós profissionais não conseguimos trabalhar com projetos compactos, porque, as legislações exigem metragem altas para mínimo e ainda vaga de automóveis para cda unidade. Os imóveis compacto é um caminho para as pessoas de baixa renda, que poderam alugar e pagar por uma moradia mais digna.
    Precisa-se rever as legislação¹

  2. Nesse webinário, quando fossem discutir o assunto do deficit habitacional e inadequação habitacional, poderia ser levantada a questão das habitações autoconstruídas, que são maioria no Brasil e muitas vezes, não oferecem a mínima segurança ou salubridade. Em outras situações, essas moradias autoconstruídas não oferecem condições satisfatórias de conforto térmico, ventilação e iluminação adequadas aos seus moradores. Em pesquisas recentes, percebi que a comuninade acadêmica em sua maioria, parece ver a autoconstrução com bons olhos (até mesmo um olhar lúdico). No entanto, por movimentar uma enorme fatia do mercado de construção informal, acredito que o assunto deveria ser fomentado com outros olhos na escola, dando a sua devida importância para o mercado, e contribuindo, talvez, com assessorias técnicas efetivas (ou oficinas de projeto)e parcerias entre as faculdades de arquitetura/engenharia civil e a própra sociedade. Acredito, que todos ganhariam. Inclusive, nossas próprias cidades.

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